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A crise brasileira ainda deve piorar. Bom para você.

postado em Artigos


08/2015

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Por Ricardo Amorim

 

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Desde a crise financeira global de 2008, a economia brasileira foi sendo fragilizada por medidas preocupadas só com o curto prazo. Como um alcoólatra, o governo brasileiro respondia a qualquer contratempo com uns bons goles. Nossa doença foi se agravando. Na gestão de Guido Mantega como Ministro da Fazenda, a balança comercial de produtos manufaturados foi de um superávit de US$5 bilhões a um déficit de US$110 bilhões, a inflação saiu de controle, as contas públicas apresentaram déficits recordes e o crescimento econômico vem minguando desde 2011.

 

Neste ano, passadas as eleições e sob pena de colapso do doente, chegou a hora do tratamento de choque. Para ajustar as contas públicas, reduções de gastos públicos seriam a solução ideal. Na falta delas, aumentos de impostos tornaram-se inevitáveis. Para segurar a inflação impulsionada pela recomposição das tarifas públicas artificialmente contidas até as eleições, a taxa de juros dobrou, encarecendo o crédito e limitando as compras dos consumidores e a remarcação de preços das empresas.

 

Os efeitos da crise de abstinência vieram com força. O PIB despencou e a taxa de desemprego não para de aumentar.

 

A abstinência, se sustentada, controla o alcoolismo, mas os esforços para sustentá-la são hercúleos. No caso da economia brasileira, os esforços talvez sejam ainda maiores.

 

Em paralelo à crise econômica, a crise política come solta com o avanço das investigações da Operação Lava Jato e do TCU. O número e o patente dos políticos investigados não para de subir.

 

O script seguido pela Polícia Federal parece uma versão tropical da Operação Mãos Limpas, que desmantelou a máfia na Itália. Primeiro ato: comece a investigação focando em agentes privados, menos acostumados a serem investigados do que os políticos e com menos conexões para  tentar bloquear a investigação. Segundo ato: alimente a mídia de novidades constantemente para garantir que o assunto não esfrie e a opinião pública, chocada, exija que as investigações continuem. Terceiro ato: julgue e prenda alguns dos culpados rapidamente, assustando outros investigados e os estimulando a cooperar com as investigações através de delações premiadas. Ato final: investigue os políticos e os leve a julgamento.

 

Há poucas semanas, entramos no início do ato final e o medo aumentou em Brasília, acirrando as disputas políticas e elevando as tensões entre o Executivo e o Judiciário. Com isso, a aprovação de medidas fundamentais ao ajuste fiscal pelo Congresso tornou-se inviável e o governo abandonou a promessa de abstinência e anunciou a redução da meta fiscal. Com a meta fiscal foi-se parte dos resultados dos sacrifícios desde o início deste ano para recuperar a credibilidade da economia brasileira. Mais que depressa, a agência de classificação de risco Standard & Poor´s adotou um viés negativo para a classificação brasileira. Se o viés for confirmado, o Brasil será jogado de volta ao clube dos maus pagadores, de onde saímos em 2008, após anos de esforços. As consequências foram as esperadas: os juros e o dólar subiram ainda mais e as ações caíram. Juntos com elas, projetos de investimentos no país foram por água abaixo. Com menos investimentos, teremos menos empregos. A crise econômica será mais longa e profunda. A recuperação econômica, que poderia começar na segunda metade deste ano, foi adiada para o ano que vem.

 

O processo de retroalimentação das crises política e econômica não parece já ter terminado. O avanço das investigações sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha; o presidente do Senado, Renan Calheiros e o ex-presidente da República, Lula da Silva, jogará mais lenha na fogueira, aumentando o risco de que a presidente Dilma Rousseff – que já tem os mais baixos níveis de aprovação e apoio no Congresso de qualquer presidente nos últimos 30 anos – não chegue ao fim do seu mandato, em função de impeachment ou renúncia.

 

Tanta incerteza política contaminará a economia, que provavelmente ainda piorará mais antes de começar a melhorar.

 

E como, afinal, este quadro de caos pode ser bom para você? De várias formas.

 
Em primeiro lugar, o fosso econômico é inegavelmente profundo, mas ao menos devemos parar de cavá-lo até o final deste ano ou início do ano que vem, após a queda da inflação e o pico da crise política, o que em relação ao nosso passado recente não deixa de ser uma boa notícia considerando-se que o estamos cavando há pelo menos 5 anos.
 

Segundo, a crise política e as investigações sobre corrupção impactam negativamente a economia, mas se levarem à efetiva condenação dos culpados, podem reverter a cultura de impunidade reinante no país há tempos. Com o Supremo Tribunal Federal aparelhado politicamente, isto está longe de estar garantido, mas se a pressão popular ferver nas ruas na época dos julgamentos, como provavelmente acontecerá, será que os juízes ousariam terminar tudo em pizza? Se os poderosos forem condenados de forma exemplar, todos os outros brasileiros, bem menos poderosos, pensarão duas vezes sobre os riscos antes de praticarem atos ilícitos e os impactos positivos sobre a forma de se fazer negócios no Brasil serão enormes.

 

Terceiro, quando a economia está ajudando, até profissionais menos competentes e empresas menos eficientes conseguem sair-se relativamente bem. No deserto das crises, as diferenças de desempenho entre os melhores e os demais ficam mais gritantes, gerando oportunidades para profissionais e empresas capazes de tomarem decisões duras ou ousadas, que muitas vezes são postergadas em momentos de calmaria. No auge da crise 1929, por exemplo, a IBM investiu 6% do seu faturamento em um centro de pesquisas que acabou tornando-a, a única empresa capaz de processar os dados de 28 milhões de beneficiários do seguro social americano, criado em 1935 em resposta aos efeitos perversos da própria crise econômica. As empresas e os profissionais mais competentes costumam sair fortalecidos das crises. O desafio, mas também a oportunidade é usar a crise como um estilingue para catapultar-nos a um nível de eficiência maior. Sem a pressão da crise, talvez nunca fizéssemos isso. As melhores empresas e melhores profissionais nunca desperdiçam uma crise.

 

Quarto, há empresas, linhas de negócios e produtos que só nascem ou prosperam em função de crises econômicas. O Idealab, da Califórnia, que já lançou mais de 125 novas empresas, realizou uma pesquisa sobre as razões do sucesso destas e outras novas empresas e, para própria surpresa, descobriu que a razão mais importante para o sucesso ou fracasso de uma startup não é a ideia, a equipe, seu modelo de negócio ou sua forma de financiamento, mas quando a empresa é lançada. Mais surpreendente, muitas empresas só tiveram sucesso porque foram lançadas em crises econômicas. Os dois casos recentes mais marcantes são o Airbnb – uma empresa de reservas de acomodações em casas e apartamentos lançada em novembro de 2008, hoje presente em mais de 35.000 cidades e 192 países – e o Uber – uma empresa de caronas remuneradas criada em março de 2009. As ideias das duas empresas foram, inicialmente, recebidas com muito ceticismo por investidores que alegavam que ninguém aceitaria estranhos em seu carro ou casa e que, por consequência, as empresas não teriam viabilidade econômica. A crise imobiliária e financeira nos EUA e Europa mudou esta realidade. Com a alta do desemprego, muitos viram nos serviços da empresa a alternativa para aumentarem suas fontes de renda, o que permitiu que as empresas conseguissem atrair negócios e financiamento e crescessem. Com 6 anos de vida, o Airbnb vale hoje R$88 bilhões e o Uber vale R$176 bilhões. Com mais de 60 anos de existência, a Petrobras vale R$137 bilhões.

 

Quer conhecer mais casos de empresas grandes e pequenas que estão prosperando apesar ou por causa da crise ou contar o caso da sua empresa? Foi para isso que criei no começo do ano a página #TemJeitoSim. Confira, siga e deixe o seu depoimento.

 

Ricardo Amorim é apresentador do Manhattan Connection da Globonews, presidente da Ricam Consultoria, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner, economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes e uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil segundo a Forbes Brasil.

 
 





    Sheila disse:
    26 de agosto de 2015 às 8:09

    Enquanto eu estiver recebendo em dólar (trabalho homeoffice), só sei de uma coisa: quero mais é crise!!! Que o dólar vá a R$5,00. hahaha

    Bjs e excelente matéria!



    Rocha disse:
    27 de agosto de 2015 às 10:02

    Olá, Ricardo. Excelente artigo!



    Suelen disse:
    11 de setembro de 2015 às 19:53

    Parabéns! Alguma dica para o mercado imobiliário?



    Ganhar Massa disse:
    14 de setembro de 2015 às 16:44

    Muito bom!

    Mesmo na crise existe muitos nicho de mercado brasileiro extremamente lucrativo que muita gente não enxerga.



    Mário Augusto disse:
    15 de setembro de 2015 às 16:48

    Que péssimo pensamento em Sheila. Grande coisa você recebendo bem e o resto na merda. Quero que todos recebam bem e que a crise seja rápida.



    Bia disse:
    15 de setembro de 2015 às 18:24

    É justamente na crise que são criadas oportunidades para sair na frente.

    Existem muitas área que podemos analisar e obter vantagens competitivas.



    Daniel disse:
    15 de setembro de 2015 às 18:27

    Ricardo, permita-me fazer-te uma pergunta –
    O que seria melhor em termos de um Brasil novo e justo , sem corrupção de partido algum, o impeachment ou a intervenção constitucional militar ? Parabéns pelos comentários no Manhattan connection. Abraços



    Pedro fernandes disse:
    15 de setembro de 2015 às 20:31

    Otimo artigo, assisto todos os domingos s programa, meus parabens.



    Hugo disse:
    15 de setembro de 2015 às 22:59

    Se tem inflação, acho bom o governo se aproveitar mesmo com mais imposto do mercado demandante e juros alto. Vai entender….



    Sergio silveira disse:
    15 de setembro de 2015 às 23:30

    Parabéns Ricardo Amorim excelente matéria, muito interessante e criativo.



    16 de setembro de 2015 às 3:33

    Parabéns pelo artigo, descreve a nossa realidade e sugere oportunidades, concateno com este pensamento. Perfeito!



    Renata disse:
    16 de setembro de 2015 às 15:07

    Como meu avô já dizia: na crise, enquanto uns choram, outros vendem lenços.



    Leo Lima disse:
    17 de setembro de 2015 às 16:56

    O problema disso tudo é que o governo também quer cortar com os concursos.

    Uma pena.

    Mas não desistam meus parceiros. Recomendo até um bom material pra vocês que encontrei nesse site: http://estudoesperto.com

    Abraços!



    Marco disse:
    18 de setembro de 2015 às 16:35

    Tive sorte de conseguir um emprego remoto pela internet com um americano da Califórnia. To ganhando em dólar e vivendo bem, e ja pensando em alguns projetos para quando o real começar a se valorizar novamente. Por enquanto temos quer ir buscando novas oportunidades. Mesmo esse país sendo péssimo para fazer negócios, o mercado é muito grande e vale a pena investir.



    Maria Lucia disse:
    19 de setembro de 2015 às 14:37

    Caro Ricardo,

    Quero parabenizá-lo por mais um artigo de qualidade.

    Temos que crescer na crise!!!



    Gilmar Ferraz disse:
    26 de setembro de 2015 às 14:57

    Sensacional Ricardo, crise é oportunidade.



    Paulo Nunes disse:
    1 de outubro de 2015 às 15:33

    Perfeito! Isso sim é visão além do alcance.



    Silvana disse:
    1 de outubro de 2015 às 16:13

    Concordo plenamente! Mas infelizmente poucas pessoas tem essa visão de oportunidade.

    Ótimo artigo.



    Renata Lima disse:
    4 de outubro de 2015 às 22:56

    Boa noite Ricardo. Concordo que mesmo em tempos de crise existem oportunidades para todas as pessoas, mas prefiro uma economia a pleno vapor, com certeza esse número de oportunidades é muito maior e todos acabam ganhando. Obrigado pelo blog sempre nos ensinando um pouco mais.



    Pietro disse:
    7 de outubro de 2015 às 15:44

    Como dizem lá fora: Big Man!

    Como sempre com textos ricos e inteligentes.



    Rafael disse:
    8 de outubro de 2015 às 17:43

    Muito bom! A crise também gera oportunidades,temos que buscar alternativas e usar a criatividade para obter ideias inovadoras.



    Rodrigo Rocha disse:
    26 de outubro de 2015 às 14:45

    Excelente artigo.

    Um problema, porém. O ambiente de negócios nos EUA, mesmo durante a crise de de 1929, ou após a bolha de 2000 ou a de 2008, ainda era melhor que o hostil ambiente brasileiro.

    Não acredito que, no Brasil, a crise possa ter o mesmo efeito de seleção dos melhores profissionais, equipes e empresas.



    Aurea Maria disse:
    1 de novembro de 2015 às 23:51

    Parabéns Ricardo. Assisto todos os domingos o seu programa pois seus comentários passam confiança nesse momento de tanta incredulidade.



    Marcia disse:
    2 de novembro de 2015 às 12:08

    Adorei seu artigo, enquanto todos falam em crise sem ver uma luz no fim do túnel, vem um profissional como vc e mostra que a mesma crise cria oportunidades.
    Com certeza essa crise passará, como todas as anteriores. Abç



    Julia Pecanha disse:
    14 de novembro de 2015 às 13:52

    Ricardo, excelente. Como diz a Alcione, o sol vai brilhar mais uma vez. E assim que precisamos olhar para a frente, sempre.



    22 de novembro de 2015 às 16:31

    Ricardo, que texto incrível.

    Não havia visto por esse lado, mas realmente a crise tem seu lado bom.

    Além disso, é hora de se reiventar. Com a ameaça de perder meu emprego CLT, comecei a empreender esse ano. É o que dizem: “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”

    Abraço.



    Fabio disse:
    13 de dezembro de 2015 às 19:08

    Ricardo, o fosso tecnológico entre nós e o mundo só aumentou nesses últimos dez anos. Perdemos a revolução da microeletrônica, e a nossa indústria vai de mal a pior. Soma-se a isso o número pífio de engenheiros bons fazendo engenharia nesse país, e temos a receita de uma década de penúria. IBM, Uber, Airbnb, SpaceX, BlueOrigin, só existem porque a mão-de-obra tecnológica lá é exuberante.
    É triste, mas inovação por aqui é distribuir currículo pros carros parados em semáforos.



    Orlan disse:
    16 de dezembro de 2015 às 12:25

    Olá Ricardo, sempre assisto o Manhattan Connection, legal encontrar o seu site, já deixei nos favoritos, certamente vou ler todo o conteúdo atentamente. Continue o bom trabalho lá no programa e aqui também certamente. Saudações



    Andre disse:
    28 de dezembro de 2015 às 7:43

    Olá Ricardo,
    Voce descreveu com muita propriedade a crise em que estamos vivendo. Podemos discorrer indefinidamente sobre as consequencias, as perdas, a situação da saude, do transporte da segurança,mas isso não nos levará a lugar algum.A solução é muito mais estrutural, precisamos mudar a forma como os poderes estão estruturados, limitar o poder do estado e dos políticos.



    Roberto disse:
    11 de janeiro de 2016 às 14:46

    Mal começou o ano e as notícias não são nada boas, principalmente para quem é empregado, muitas empresas demitindo, por isto que o caminho pra tentar evitar a crise é empreender.



    25 de janeiro de 2016 às 17:02

    Sem dúvidas o Brasil passa por momentos terríveis, tanto politicamente quanto economicamente, porém, como dito no texto, são nestes momentos que as oportunidades transbordam.

    Com a crise, os consumidores tendem a estar mais retraídos em relação aos seus gastos e investimentos, e isto é normal, logo, estes mesmos investidores “assustados” vão procurar tomar as decisões mais corretas e mais pensadas em relação a aplicação do seu dinheiro.

    Aquelas empresas que se mostrarem as dignas, sairão na frente!

    Sempre confio no meu país e também nas nossas pessoas!



    Maicon Santos disse:
    27 de janeiro de 2016 às 20:37

    Essa crise está, assustando muitas pessoas, a maior parte não conseguem encostar a cabeça no travesseiro e dormir, com medo de acontece coisas piores.



    30 de janeiro de 2016 às 9:38

    A crise está longe de acabar, estamos numa situação desastrosa. Mas, a esperança ainda continua… Enfim, excelente artigo Ricardo.



    Carol disse:
    7 de março de 2016 às 14:18

    Parabéns pelo artigo! E conforme sua previsão, piorou mesmo …



    Marcos disse:
    10 de março de 2016 às 17:18

    Não existem mesmo esse lance de emprego seguro hoje em dia, com ou sem crise eu realmente aposto que o empreendedorismo salvara muitos Brasileiros nos próximos anos.



    Rick Batista disse:
    23 de março de 2016 às 11:53

    A coisa Ta preeeta… A coisa ta feeeiaaa… 🙁



    Gisa disse:
    23 de março de 2016 às 11:56

    Realmente e a situação politica que estamos vivendo. Estamos proximos do caos, eu acho que deve piorar mais ainda.



    Mércia disse:
    28 de março de 2016 às 23:48

    Excelente! Segundo pesquisas, o que pode salvar o brasil são os pequenos empreendedores… independente disso… realmente existem muitos nichos de mercado que a crise não prejudica e espero que todos nós possamos nos virar bem com o que temos.



    31 de março de 2016 às 4:16

    Excelente artigo Ricardo Amorim, não está fácil não.



    Zeneide disse:
    8 de abril de 2016 às 21:52

    Parabéns pelo artigo, você tem toda razão a situação está piorando a cada dia a crise aumenta.



    Henry disse:
    9 de abril de 2016 às 22:28

    Excelente artigo meu amigo, Show de bola!



    Paulo disse:
    9 de abril de 2016 às 22:30

    Essa e uma das crenças que eu procuro reforçar todos os dias que apenas o empreendedorismo poderá salvar a economia no Brasil nos próximos anos, abraço e ótimo artigo!



    Roberto disse:
    10 de abril de 2016 às 23:16

    Muito bom artigo e a mais pura verdade pois nos dias de hoje em pleno séc 21 não esta fácil pra ninguém.



    Jessica Lara disse:
    15 de abril de 2016 às 17:02

    Por isso que eu foco no empreendedorismo acredito que essa é a soluçao para o nosso pais, mas claro livre também de toda essa corja de politicos corruptos.



    7 de maio de 2016 às 3:17

    A crise faz aparecer novas oportunidades para ganhar dinheiro!



    1 de junho de 2016 às 15:28

    Olá Ricardo. Infelizmente enquanto tiverem pessoas lá em Brasília, contra nosso país. será difícil termos soluções boas.



    Silvania disse:
    22 de junho de 2016 às 17:44

    Oi ricardo muito bom o seu artigo!!!



    23 de junho de 2016 às 14:11

    Olá Ricardo, infelizmente a cultura brasileira ainda e deficiente quando o assunto é crise. Se as pessoas tivessem um conhecimento maior sobre empreendedorismo, com certeza ficariam menos engessadas e veriam que a crise serve também para que possamos sair da zona de conforto e criar nossos próprios negócios.



    3 de julho de 2016 às 18:09

    Olá Ricardo,

    Realmente nosso País está cheio de politicos corruptos que só pensam em benefício próprio. Mas não podemos deixar que esses bandidos acabem com a nossa esperança de um País melhor.

    Parabéns pelo artigo, muito bom.

    abraços,
    Adriano



    Gustavo disse:
    11 de julho de 2016 às 17:11

    tende a piorar. Infelizmente!



    8 de setembro de 2016 às 10:49

    A grande questão é que a crise pode nos indicar oportunidades. Nós podemos ter duas opções: ou esperar que as coisas deem certo por si só ou arregaçar as mangas. Eu confio na segunda opção. #temjeitosim Muito bom pelo artigo e pela sua visão. Parabéns.



    8 de setembro de 2016 às 10:50

    Sem dúvida, é uma grande visão. #vaidarcerto



    Lola disse:
    10 de outubro de 2016 às 20:40

    infelizmente as coisas tendem a piorar em nosso pais, porém a crise também vem para abrir os nossos olhos para outros nichos e mercados ainda pouco explorados. é o velho ditado que diz que a males que vem para o bem. o jeito é dançar conforme a música!



    Lola disse:
    13 de outubro de 2016 às 20:34

    o que não dá é ficar de braços cruzados diante deste pavoroso governo



    Dario Avand disse:
    19 de outubro de 2016 às 19:21

    Temos mesmo que arregaçar as mangas e nos mexer.



    20 de outubro de 2016 às 16:32

    Nem uma palavra em defesa dos empresários, que são os que verdadeiramente geram e distribuem, riqueza e prosperidade. Riqueza não é gerada por decreto. É necessário muita esforço, dedicação e sacrifício. Coisa que a cultura tupiniquim não cultivou no povo que mal informado e educado, aprendeu que a extorsão contra os empresários é um direito seu, o “direito” do trabalhador é algo que lhe permite utilizar afim de adquirir benefícios que a bem da verdade não possui.



    F.Barcellos disse:
    25 de outubro de 2016 às 15:23

    Acredito que na crise muitas oportunidades também surgem, na verdade o ser humano assim como o animal também se molda a diversas situações.



    24 de novembro de 2016 às 8:27

    Bom dia. Excelente artigo, sempre acompanho voce.



    15 de dezembro de 2016 às 18:59

    Olá! Muito bom artigo.



    26 de dezembro de 2016 às 15:35

    tomara que em 2017, essa crise vá embora….



    aline s. d. disse:
    29 de dezembro de 2016 às 16:23

    Tomara que 2017 seja melhor que 2016. A Crise pegou todos desprevenidos…



    14 de janeiro de 2017 às 10:37

    Gosto muito de ler os seus artigos Sr. Ricardo, são excelentes e mostram o tamanho do seu grau de conhecimento quando o assunto é negócios.



    romildoo disse:
    1 de fevereiro de 2017 às 23:27

    Mal começou o ano e as notícias não são nada boas, principalmente para quem é empregado, muitas empresas demitindo, por isto que o caminho pra tentar evitar a crise é empreender.



    Clique Aqui disse:
    7 de fevereiro de 2017 às 22:11

    Consteúdo muito bom! Parabéns.



    12 de fevereiro de 2017 às 17:20

    Excelente conteúdo… Meus parabéns!



    Arlene Novaes disse:
    20 de fevereiro de 2017 às 11:03

    Bom para você foi forçado não? rs
    O socialismo não é bom para ninguem amigo, a não ser aos amigos dos proprios socialistas, isso é questão de conhecimento economica ou ignorancia economica, simples assim!



    21 de fevereiro de 2017 às 10:25

    Excelente artigo!



    21 de fevereiro de 2017 às 10:28

    E piorou, agora esperamos que melhore.



    itamar disse:
    4 de março de 2017 às 12:48

    Boa tarde Ricardo, excelente artigo, concordo plenamente com você.
    A nossa economia eu acho que vai piorar ainda mais, infelizmente!!!!
    Parabéns!



    Abético disse:
    6 de março de 2017 às 8:48

    A percepção de que estamos cavando a 5 anos é fantástica!



    7 de março de 2017 às 17:01

    ótimo artigo amigo,muito bom, conteúdo de muito valor, concordo plenamente.

    meus parabéns!



    Filipe disse:
    13 de abril de 2017 às 15:56

    Excelente artigo, mas até agora eu não consigo entender como a crise pode ser boa pra mim. Desculpe mas a minha opinião, acredito que a crise não é boa pra ninguém.



    Essie disse:
    18 de abril de 2017 às 13:03

    Muito! Isso foi um post extremamente maravilhoso. Obrigado por fornecendo esta informação .



    8 de maio de 2017 às 23:47

    Excelente artigo, mas até agora eu não consigo entender como a crise pode ser boa pra mim.



    8 de maio de 2017 às 23:50

    pura verdade nos dias de hoje e bem assim



    12 de maio de 2017 às 14:47

    verdade isso e bem real e ainda tem mais pela frente



    Monica disse:
    16 de maio de 2017 às 19:47

    Muito Bom, adorei o artigo!



    Olga de Lima disse:
    1 de junho de 2017 às 17:31

    Nossa , como você conseguiu chegar a essa conclusão ?
    Bem interessante



    Olga disse:
    19 de junho de 2017 às 2:05

    pura verdade, obrigado pelo texto .



    Roberto disse:
    20 de junho de 2017 às 10:20

    Excelente artigo, mas para sairmos da crise acredito que somente com a confiança dos brasileiros, esquecer esta nefasta politica, mais união das pessoas, vamos superar esta crise, como já superamos várias outras.



    28 de junho de 2017 às 9:35

    Ótimo artigo, mas para sairmos da crise nos brasileiros teremos que ter muito jogo de cintura. Acredito que vamos superar mais esta, como já superamos várias outras.



    Henriques disse:
    17 de julho de 2017 às 16:08

    Excelente artigo. Espero que nosso país consiga superar mais esse obstáculo para seu crescimento.



    Daniel Thomas disse:
    23 de julho de 2017 às 21:57

    Só piora, por enquanto. Só em 2019 voltamos.



    22 de agosto de 2017 às 23:12

    Como sempre, excelente artigo. Por isso sempre leio, parabéns pelo artigo publicado.



    luana disse:
    29 de agosto de 2017 às 18:49

    Excelente artigo.



    Paulo disse:
    29 de agosto de 2017 às 18:50

    Muito bom. Obrigado por compartilhar.



    30 de agosto de 2017 às 10:14

    Certamente o Brasil passará por mais esta crise, a pergunta é… “Quando tempo isso irá demorar”?



    Luiz disse:
    20 de setembro de 2017 às 22:51

    Infelizmente a crise só se agrava e nos decepcionamos cada vez mais com os governantes. Parabéns pelo artigo.



    Tudo Sobre disse:
    6 de novembro de 2017 às 15:25

    A crise é o momento certo para analisar bem e escolher um forma de investimento correto



    16 de novembro de 2017 às 8:58

    É triste essa crise econômica que assola o país, mais triste ainda é saber que ela ainda pode piorar, excelente artigo, obrigado por compartir.



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