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Manifesto por um Brasil mais rico, não um Brasil mais caro.

postado em Artigos


Revista IstoÉ
04/2012
Por Ricardo Amorim

 

 

Na Idade Média, o tratamento para a peste bubônica era forçar o doente a penitenciar-se com um padre. Buscava-se tratar sintomas como febre, calafrios e delírio através da graça de Deus. O resultado: um terço da população europeia foi dizimada pela peste.
De lá para cá, muito mudou, mas nem tanto assim. Vários tratamentos médicos continuam lidando exclusivamente com os sintomas e não as causas das doenças. Na economia, também.
 

Na história brasileira, há mais casos de tratamentos de sintomas de problemas econômicos do que episódios onde as verdadeiras razões dos desarranjos foram confrontadas.

 
Nesta semana, tivemos mais um. Para lidar com dificuldades da nossa indústria, o governo e o Banco Central vem adotando uma série de medidas, incluindo redução temporária de impostos para alguns subsetores, aceleração da queda da taxa de juros, adoção de restrições à entrada de capitais estrangeiros para enfraquecer nossa moeda e elevação de impostos sobre produtos importados.

 
Além de sujeitarem o país a eventuais retaliações comerciais, estas medidas criam um Brasil mais caro, não mais rico. Quem pagará a conta do encarecimento dos produtos importados e da redução da competição com os nacionais é você, o consumidor. Aliás, já paga. No ano passado, impostos sobre importação arrecadaram mais que o Imposto de Renda Pessoa Física. Você pagou ambos. Os primeiros, nos preços elevadíssimos praticados no Brasil e o IRPF, na fonte.

 
A própria indústria, beneficiária no curto prazo, acaba perdendo no longo prazo, à medida que a elevação de preços reduz o número de consumidores que podem arcar com preços mais elevados.

 
O governo deve, sim, adotar medidas enérgicas para elevar a competitividade do país. Para isso, precisa cortar gastos públicos excessivos e de péssima qualidade. Somos pouco competitivos e nossos preços são elevados porque, no Brasil, compramos o produto ou o serviço e pagamos junto nosso governo gastão.
Não raro, pagamos duas vezes pelo mesmo serviço. Saúde e educação são exemplos óbvios. Através de nossos impostos, pagamos os sistemas públicos, mas, devido à baixa qualidade, quem pode paga também por serviços privados.

 
Com menos gastos públicos, os impostos também cairiam e, com eles, os preços. Com preços menores, o consumo aumentaria e a geração de empregos também.
Sobrariam mais recursos para investimentos em infraestrutura, reduzindo custos de transporte, energia, comunicação, etc. O governo necessitaria de menos dinheiro emprestado, permitindo que a taxa de juros caísse, sem gerar desequilíbrios. Juros menores atrairiam menos capital estrangeiro, levando a uma taxa de câmbio menos apreciada.

 
Menos gastança governamental e impostos são a receita para um país mais rico. Mais impostos sobre produtos importados constroem apenas um país mais caro.
Nossa presidente tem reclamado do tsunami financeiro dos países ricos – que ela não controla – mas não tem atacado sistematicamente o tsunami de gastos públicos, sob seu controle.

 
Ricardo Amorim

Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.





    Alexandre Susin disse:
    9 de abril de 2012 às 8:15

    Enquanto nós não nos posicionarmos para sermos mais competitivos e deixar as exigências que muitos empresários fazem para um governo paternalista e protetor, ao invés de nos preocuparmos em sermos mais eficázes e competirmos com qualquer produto,nos escondemos atrás da necessidade de elevação de alícotas dos importados e concordamos pacificamente com a cobrança de impostos por parte do nosso governo.
    Em 1997, Joelmir Betting em uma palestra já comentava que o governo deveria tributar menos sobre mais e não mais sobre menos,reduzir a carga tributária e aumentar o consumo.
    Parabéns mais uma vez tens a sensibilidade de ver umpais que poucos querem ver
    Alexandre Susin
    Empresário imobiliário



    Romero Bittar disse:
    9 de abril de 2012 às 8:21

    Caro Ricardo, sua coerência é sempre muito bem vinda, digo isto porque a incongruência inconsequente prevalece em nosso país, a cegueira é geral, ou a constatação terrível: a pior cegueira os que não querem ver…



    Eduardo Giudice disse:
    9 de abril de 2012 às 8:28

    Parabéns, Ricardo!



    Dalto Campos disse:
    9 de abril de 2012 às 9:00

    É meu amigo Ricardo, muita coisa ainda havera de mudar neste Brasil, uma das coisa é nosso povo aprender a votar para termos políticas mais sérias e profissionais capacitados para administrar essa grande máquina.
    Um abraço,

    Dalto Campos



    José Armando Nogueira disse:
    9 de abril de 2012 às 9:04

    Parabéns, Ricardo Amorim. Mais uma vez, você se supera. O resumo, se é que posso chamar assim, de seu texto, diz tudo que o governo precisa fazer no momento: disparar um “tsunami contra os gastos públicos, sob controle do governo” e colocar esse país nos trilhos, com mais crescimento, menores custos, mais arrecadação, maiores investimentos, enfim, tudo o que você escreve.



    Wilson Rocha disse:
    9 de abril de 2012 às 9:14

    Excelente comentário Ricardo, país caro não é sinônimo de país rico, principalmente enquanto o cidadão pagar a conta para poucos ficarem ricos.



    Paulo Cesar do Nascimento disse:
    9 de abril de 2012 às 9:29

    Caro Ricardo,

    Infelizmente, embora o governo venha adotando tímidas iniciativas para melhorar a economia do país e fortalecê-la, você está coberto de razão, pois não se vê quaisquer ações na causa raiz, que é esse sistema de impostos único nomundo, seja no seu alto percentual no produto final, seja na sua complexidade, a qual se mostra extremamente difícil de entender para quem é vitimado por ela diariamente, imagine para os investidores e empresários estrangeiros.



    Caco Santos disse:
    9 de abril de 2012 às 9:32

    Parece sempre mais facil culpar os outros a olhar para seus proprios problemas e, consequentemente, trabalhar para resolve-los… Parabens por mais um artigo direto ao ponto.



    Adilson Vieira disse:
    9 de abril de 2012 às 9:39

    Muito bom o artigo! Linguagem simples e inteligente que mostra tudo de uma maneira direta e evidente. Pena que nosso governo não coloca em prática…



    Domingos Pascoal Pereira de Souza disse:
    9 de abril de 2012 às 10:05

    O Nosso maior problema na atualidade e a corrupção desenfreada que começa no Senado Federal, Camara, Governos Estaduais e municipais, alastrando-se a todo o quadro de funcionários públicos em todas as esferas, corruptores e corrompidos, se abraçam e se locupletam as custas do erário, de forma aberta e ninguém vai preso, ou é processado, e sem punição deixa uma brecha aos mais desmoralizados e sem ética, para copiarem o que se faz nos mais altos escalões de Brasilia, os poderes instituidos, executivo, legislativo e judiciário afanam o que podem dos cofres do país, partindo deste pressuposto, então não tem como baixar os impostos, investir em infra-estrutura, saúde, segurança e educação…nós temos que urgentemente seguir os conselhos do ministro chinês que esteve aqui e deixou os dez mandamentos bem claros…no blog do comentarista joelmir beting, fazendo isto daremos o primeiro passo para tornar o Brasil grande, rico e justo com os seus filhos de norte a sul, mas temos que punir a todos os sarneys, demostenes, dirceus, não somente os beiraas mar…da vida



    9 de abril de 2012 às 10:28

    Nunca andei tão para trás, como ando com meu negócio, não consigo vencer mais. Estamos nos mudando de país. Não tem mais condições de morar no Brasil.
    A Dilma está com 77% de aprovação, mas quantas pessoas estão nesta pesquisa? Provavelmente só o PT e os políticos.
    É tão revoltante, que achamos melhor mudar de País. Aqui nada mudará.



    9 de abril de 2012 às 10:48

    Real. Se aceitas uma sugestão! É uma somatória do descaso na gestão da aplicação do pouco que sobra. Este é o mais criminoso dos atos do executivo. Estes caras não largam o osso.
    Abs



    Sergio Cidade disse:
    9 de abril de 2012 às 11:05

    Ricardo,
    como explicar a existência de empresas extraordinárias como Vale, Petrobrás, Embraer, etc, que foram criadas à base de “reserva de mercado”?
    Está faltando alguma coisa na análise que vocês (tanto os que são a favor quanto os que são contra) costumam fazer.
    Fico pensando que existe algum detalhe, ainda não perfeitamente entendido, que faz a diferença entre dar certo e dar errado…
    Alguém arrisca um palpite?
    PS: eu falei palpite, não venham com “verdades”, seus sabidões!



    Jose Mauro disse:
    9 de abril de 2012 às 11:15

    Prezado Ricardo

    Acredito que o excesso de arrecadação tributária que poderia (e deveria) se reverter em alavancagem de investimentos e melhoria de serviços públicos, muitas vezes acaba suscitando desvios de verbas ou viabilizando a corrupção.

    grande abraço

    Jose Mauro



    Paulo Kudler disse:
    9 de abril de 2012 às 11:16

    Não precisa ser uma pessoa genial como Ricardo Amorim para perceber isso no Brasil de hoje. Aumentar imposto de importacao para “proteger” nossa industria atrasada e cara é uma receita retrogada que nada ajuda nossa evolucao e competitividade global. O governo continua “pesado” demais para a populacao e ainda a melhor saida é o aeroporto internacional que nossa classe media esta experimentando e se maravilhando com o desenvolvimento, dos outros !



    9 de abril de 2012 às 11:32

    Ricardo,

    E sera que e isso que os politicos brasileiros querem, um Brasil mais rico? Ou eles estao mais preocupados com o short-time, com garantirem o sucessor (e com isso a “boquinha”)para o partido nas proximas eleicoes? Acredito que a qualidade da educacao publica no Brasil, certamente um investimento de longo prazo, responde a questao. O nosso viciado e corrupto sistema politico, essa sim e a causa da doenca. E como nao vejo solucao para ela (pelo menos nao nesta geracao) sai do pais para nao ficar doente tambem.



    9 de abril de 2012 às 12:37

    Ricardo,

    Mais um comentário perfeito que mostra o comprometimento com nossos assuntos atuais e não é por falta de chamar a atenção que nossos mandatários não mudam. Acredito que ler, ouvir e entender é uma prática importante em qualquer parte do sistema.
    Parabéns!!!!!! Márcio



    9 de abril de 2012 às 12:40

    Perfeita a análise, mas faltou mencionar que parte da gastança pública é devida a corrupção que torna tudo ainda mais caro. Outra parcela da gastança é oriunda da gestão antiquada, pois os processos adotados estão muito defasados e não contemplam a revolução tecnológica que ocorreu nos últimos 30 anos. A exemplo do que foi feito com o Programa de Desburocratização, poderíamos ter hoje um Programa de Eficácia Gerencial. Sem isso e sem um combate à corrupção, o Governo continuará a tomar mais dinheiro dos brasileiros, a quem ele (Governo) erroneamente (ou cinicamente) chama de contribuinte.



    armando romero disse:
    9 de abril de 2012 às 12:54

    Ricardo, os problemas e suas causas a gente ja conhece e sabe e concordo plenamente com teus comentarios, o que gostaria de saber é como fazermos as mudanças, ou seja, quais os passos devem ser feitos para diminuir estes custos, ja que sabemos que pagamos um preço muito alto, onde sobra dinheiro mas o desvio é muito grande, ja que a sensação de impunidade continua existindo no pais.



    P Costa disse:
    9 de abril de 2012 às 13:15

    Artigo irretocável!



    Eduardo Couto disse:
    9 de abril de 2012 às 13:32

    Parabéns pelo artigo. Pura verdade!



    Charles Schmidt disse:
    9 de abril de 2012 às 13:46

    Recentemente visitei o Ministério da Saúde em Brasilia e lá encontrei no corredor do edifício um engraxate trabalhando para os funcionários dentro do horário camercial, 2 copeiros uniformizados por andar além de seguranças terceirizados muito mal treinados e sem função específica. Seria tão fácil cortar gastos inúteis em nosso país…mas isto não interessa a “elite” governista. Lamentável



    V.Kacser disse:
    9 de abril de 2012 às 13:58

    Excelente artigo, acontece que ninguém quer mexer com os poderosos que se beneficiam dos impostos e da roubalheira e mesmo os empresarios, com poucas exceções, estão mais preocupados com os seus lucros imediatos. Vamos continuar protestando, mas considerando a indolencia do Brasileiro não me parece que vamos resolver esta situação tão cedo.
    Infelizmente continuaremos pagando a conta…..em dobro!



    Marcelo Teixeira disse:
    9 de abril de 2012 às 14:42

    É isso ai Ricardo, dedo na ferida.
    O problema é a gastança do gorverno, eles querem resolver os problemas periféricos com ações também periféricas porém não atacam a verdadeira causa.
    “Gastam muito, gastam mau o resto é roubo e etc e tal”.
    Abcs,
    Marcelo



    Marcelo Teixeira disse:
    9 de abril de 2012 às 14:51

    É isso ai Ricardo, dedo na ferida.
    Eles querem combater os problemas periféricos com acoes periféricas e nao o verdadeiro problema, a gastanca do goreverno.
    ” Gastam muito e gastam mau o resto é roubo e etc e tal”
    Abcs,
    Marcelo



    Ricardo Caiuby de Faria disse:
    9 de abril de 2012 às 16:04

    Ricardo você disse tudo, excelente !



    Joao Dionisio Amoedo disse:
    9 de abril de 2012 às 16:31

    Excelente artigo. Simples e objetivo.



    9 de abril de 2012 às 17:07

    Parabéns Ricardo, menos impostos, mais desenvolvimento, mais competição e menos importação!
    Abraço,
    Marco



    Roberto disse:
    9 de abril de 2012 às 18:01

    Exatamente no dia de hoje nossa Presidente está lambendo os sapatos de Obama reclamando do dolar fraco!!!



    Reinaldo Leiria disse:
    9 de abril de 2012 às 18:16

    O Brasil acaba de assumir a sexta posição como potência econômica mundial. No entanto, muito ainda temos a fazer para que obtenhamos um desenvolvimento social de primeiro mundo. O Brasil ocupa a 84ª posição entre as nações quanto ao IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, estando atrás, inclusive, de Macedônia, Albânia e Cazaquistão, para citar somente algumas. E sem esquecer o PIB per capita, que é a riqueza total produzida pelo país dividida pela sua população, em que há 46 países à nossa frente. Se o Brasil começasse a implantar hoje uma política educacional em que nenhuma criança no País deixasse de ter escola em dois turnos, com alimentação garantida, orientação psicológica, formação profissionalizante e uma política de saúde em que nenhum brasileiro ficasse sem assistência médica eficiente; se o Brasil começasse a implantar hoje um sistema prisional em que nenhum criminoso ficasse fora da cadeia, na qual deveria ter, porém, tratamento humano, ocupação e, também, orientação psicológica com vistas à sua recuperação; se o Brasil começasse a implantar uma verdadeira política habitacional, em que nenhuma família brasileira deixasse de ter sua moradia, com água tratada e esgoto sanitário, e uma política trabalhista que garantisse a todo o brasileiro emprego digno e honesto; se o Brasil coibisse verdadeiramente todos os desvios de recursos provocados pela corrupção, com punições exemplares e confiscos de bens dos envolvidos, e uma ação de efetivo combate ao tráfico e consumo de drogas, em particular do crack, que vem dizimando milhares, que daqui a pouco serão milhões, de crianças e jovens, principalmente; se tudo isso começasse hoje, de maneira séria e responsável, mesmo assim seriam necessárias muitas gerações para que o Brasil pudesse vir a ter um IDH e um PIB per capita compatíveis com a posição de sexta economia mundial.



    Bruno Barbosa disse:
    9 de abril de 2012 às 20:29

    Em um pais que tem voto de cabresto e coronéis que agem com se não houvesse leis, nos remete a que período histórico?Como exigir para estes mesmos coronéis colocarem um freio na gastança em prol da populaça, arrancando-lhe das mãos a teta que adoram se deleitar. E como conscientizar um povo que sem consciência política e tão acostumado a ser passivo, como colocar um pouco de atividade e um censo cívico e assim cantar aos gritos nas ruas “…Derrama o leite bom na nossa cara e nada deste leite na cara dos caretas…”sem o fundamental educção.



    Tarcisio Cardieri disse:
    9 de abril de 2012 às 21:46

    É importante distinguir gastos de investimentos. A arrecadação de impostos pode ser direcionada para mais investimentos (especialmente em infraestrutura e educação) e menos para pagar quadros de pessoal inchados ou paternalismos. Então, o problema pode não estar nos impostos, mas na destinação dos valores arrecadados.



    Andre disse:
    9 de abril de 2012 às 22:19

    PERFEITO! Sem mais!



    wellington braga disse:
    10 de abril de 2012 às 9:11

    Definitivamente este país não é serio. é uma pena, faz tempo que não só os economistas, outros setoris da sociedade vem alertando. ninguêm do governo faz nada.



    José Melatti disse:
    10 de abril de 2012 às 10:44

    Ponderado e real o seu diagnóstico, o que nos faz temer pelos prognósticos futuros, creio que o governo, em sua vertente sindical populista, faz desde 2002 uma opção eleitoral contra as regiões metropolitanas e contra São Paulo em particular, pois desenvolve uma politica clara onde os grandes beneficiários são os grupos exportadores de commodities agricolas e minerais, bem como da agroindustria alimentícia, com isto nossas regiões metropolitanas viraram apenas mercados consumidores para os países importadores destas commodities. É triste constatar que interesses eleitorais se sobrepõe aos interesses de toda economia dos grandes centros, a única exceção esta nas montadoras automobilisticas, que por razões mais que evidentes, vivem sendo paparicadas e protegidas pelo governo.



    Carmelita Chaves disse:
    10 de abril de 2012 às 12:31

    Muito Bom! Pena que nossos políticos não tem por hábito ler… ainda mais artigos que não interessam a eles – como este.



    Rubens Batista disse:
    10 de abril de 2012 às 13:00

    De fato fazer escolhas, reduzir ou otimizar gastos, investir em Infraestrutura, garantir estabilidade regulatoria, e, ainda, permitir a existência de uma concorrência saudável deveria ser o papel do governo. O que o setor privado sim necessita (e clama por) e transparência, estabilidade e previsibilidade (incluindo aí a tendência de redução dos impostos e contribuições/transferencias). Por outro lado o seu papel e aquele de enfrentar a concorrência, sem a qual teremos um setor privado chapa-branca!



    Newton medeiros disse:
    10 de abril de 2012 às 13:53

    PERFEITO ajudaria limitar crescimento da folha 50% do crescimento do PIB e para cada 1 real economizado no custeio o orgao receberia 2 reais para investimento



    Adamastor disse:
    10 de abril de 2012 às 15:36

    O governo atual não pode baixar os atuais juros estratosféricos porque se fizer isso não terá como pagar os votos que compra com o bolsa esmola.

    E como a grande maioria do povo brasileiro perdeu a vergonha na cara, já é dependente das esmola que recebe pra em troca manter esse governo comunista no poder.

    Assim não sobra dinheiro pra investir de forma decente na educação, segurança, infraestrutura, judiciário…e por aí afora.



    Fernando Pinheiro disse:
    10 de abril de 2012 às 16:29

    Parabéns Ricardo.



    Fernando Pinheiro disse:
    10 de abril de 2012 às 16:32

    Boa tarde.
    SÃO 886 MICRO E PEQUENAS EMPRESAS QUE FALIRAM EM 2 ANOS.
    SEGUNDO O SERASA. MAS OS BANCOS ESTÃO GANHANDO CADA VEZ MAIS. ISTO É UMA UMA VERGONHA…VENHO GRITANDO HÁ MAIS DE UM ANO POR ISSO. AS ALTAS TAXAS DE JUROS, A PROTEÇÃO AOS CARTEIS ESTÃO ACABANDO COM A ECONOMIA E ELES QUEREM QUE VOCÊ NÃO ACREDITE NISSO. Fernando Pinheiro, Economista



    Fernando disse:
    10 de abril de 2012 às 16:36

    Segundo fontes publicas hoje no site do Serasa
    Os pedidos de falência por empresas brasileiras chegaram a 449 nos primeiros três meses de 2012 e superaram a marca do mesmo período do ano passado, quando as quebras atingiram 437 firmas, segundo pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta terça-feira (10).

    As micro e pequenas empresas continuam mais vulneráveis às condições da economia e lideram o ranking de quebras. Dos 449 pedidos de falência feitos no primeiro trimestre, 253 foram feitos por micro e pequenas empresas, 116 por médias e 80 por grandes.
    O aumento das quebras de empresas se deve, segundo os economistas da Serasa, às taxas de juros ainda elevadas, o que deixa o crédito (empréstimos) de giro mais caro, o vaivém do ritmo do consumo interno e a alta inadimplência do consumidor.

    Na passagem de fevereiro para março, o número de pedidos de quebra aumentou de 152 para 173. A maioria das solicitações do mês passado veio das micro e pequenas empresas, que responderam por 60% dos pedidos (104).
    Fonte Serasa.



    Manoel Alexandre disse:
    11 de abril de 2012 às 14:18

    Brilhante e verdadeiras as considerações do Ricardo, como sempre. Basta de soluções cosméticas. Devemos, sim, buscar soluções estruturantes e definitivas, de curto, médio e longo prazos.



    Juliano Lazzarotto disse:
    11 de abril de 2012 às 15:55

    Ricardo, gostaria que alguém calculasse quanto o país poderia economizar se ao invés de possuirmos 10 documentos, como possuímos hoje, se o Brasil implementasse 2 documentos no máximo como já é em alguns países, quanto nós brasileiros pagamos pra sustentar essa máquina desorganizada de documentos, afinal até pouco tempo uma multa em um estado, praticamente era inexistente para o outro estado. Sendo que o benefício não seria somente financeiro mas também de praticidade, acredito que este assunto poderia render uma excelente reportagem.



    Edson disse:
    12 de abril de 2012 às 11:11

    Ricardo, moramos num país continental, a natureza nos foi pródiga, seja em florestas com as mais diversas madeiras, rios e lagos distribuídos pelo seu território, minérios, pedras preciosas, etc. Porém, temos a infelicidade de contarmos com a incompetência dos administradores públicos e com a ganância do setor privado. O país é espoliado por estes dois lados. O governos não controlam seus gastos e como solução aumentam os impostos, num circulo vicioso interminável. Por outro lado, vê-se empreiteiros e suas negociatas para expoliar ainda mais o povo com suas obras superfaturadas. O Brasil, o “gigante adormecido”, ainda não acordou para a realidade. Não adianta querer estar entre os países emergentes, mas não ser um. Enquanto os emergentes possuem indústrias, teconologia, e suas exportações possuem valores agregados. Porém o Brasil, siquer possui uma indústria automobilistica própria, ao contrários de países como Japão e Coréia, que passaram por guerras, as têm em quantidade. O Brasil contínua vendendo o aço em grande quantidade para que nos devolvam industrializados e com valores substancialmente agregados. Dependemos de uma agricultura para equilibrarmos a balança de pagamentos. Vemos empresários que pouca ou nenhuma vontade tem em construír novas indústrias, pois querem ganhar nos altos preços por unidade e não na quantidade vendida. Reclamam dos impostos e quando estes baixam ou são reduzidos, os preços não acompanham na mesma proporção, como se vê na construção civil. O impostos se foram, ou melhor foram para os bolsos dos empresários, pois os preços dos produtos continuaram os mesmos, ou o que é pior, ainda aumentam os preços de forma disfarçada, mantém o preço do produto e reduz a quantidade na embalagem. Privatizaram as ferrovias com o discurso de que davam prejuízo e o governo não poderia investir nas mesmas, mas agora o governo tem dinheiro para construir novas ferrovias, por que somente ele tem o poder para indenizar, e depois de constuí-las, as entrega pura e simplesmente para a iniciativa privada, que suga dinheiro do BNDES, das Previdências Privadas como da Caixa e Banco do Brasil, que, por terem o governo como gestor, as obriga a investir nas mesmas. Isto é privatização? KLinhas desativadas, parque ferroviário antigo e sem uma remodelação adequada. Muito se falou que estavam sucateadas, mas muito pouco mudou. A própria ALL coloca as ferrovia adquiridas na Argentina, por que em quase doze anos não consegue obter lucros. Será que, por que lá não há dinheiro do estado para continuar com elas? Para obras de infraestrutura até agora não havia dinheiro, mas com a vinda da Copa do Mundo, o dinheiro surgiu. Pobre país>



    Jandir Nicoli Junior disse:
    13 de abril de 2012 às 9:18

    Compartilho da análise. O que me incomoda é o fato de todos os grandes analistas e especialistas em economia compartilharem a ideia de que o governo está tomando medidas equivocadas e mesmo assim nossos representantes continuam a tomar essas medidas, será que eles não possuem televisão!?



    Marcelo Naddeo disse:
    19 de abril de 2012 às 17:11

    O problema do Brasil é de cunho fiscal! diversas amarrações constitucionais, principalmente após a constituinte de 88, travam os gasto públicos no Brasil. Existem diversos repasses obrigatórios a Município/Estados que não basta apenas a vontade do executivo para resolver e sim do LEGISLATIVO, que como bem sabemos, não mexe uma palha sequer para realizar as reformas que tanto precisamos. Cansei de ouvir falar da “Reforma Tributária”, mas para que? certamente não para reduzir a arrecadação, na melhor das intenções para facilitar o mecanismo arrecadatório. Todavia, esquecemos que o maior problema das contas públicas Brasileira advém da PREVIDÊNCIA! uma bomba relógio que cresce ano a ano e certamente, neste ritmo, nossos filhos pagarão a conta. Parabéns pelo texto.



    Caio disse:
    12 de maio de 2012 às 16:42

    Tudo passa pela educação do povo, muito poucos brasileiros compreendem o que vc esta falando.



    Giovana disse:
    18 de maio de 2012 às 11:04

    Realmente o nosso Brasil é um saco sem fundo…mas a esperança não está perdida, principalmente quando se pode olhar pela persperctiva com que você aborda essa questão. Tomara que o alto escalão do governo siga alguns de seus conselhos.



    Ricardo disse:
    22 de maio de 2012 às 13:06

    O Brasil com essa politica de proteção e com politicas populista não vai a lado nenhum…

    O veto ao voto seria melhor escolha….



    Ricardo disse:
    22 de maio de 2012 às 13:10

    A economia brasileira alcançou o sexto lugar no ranking das maiores economias mundiais, mas ainda está muito longe de ser de fato uma potência econômica.

    Recentemente a economia brasileira recebeu o “título” de sexta maior economia mundial, deixando para trás o “império britânico”. Mas obviamente que esta classificação feita à economia brasileira precisa ser cuidadosamente analisada para que a campanha feita tanto pelo governo brasileiro como pela imprensa nacional e internacional de que o Brasil está rumo ao primeiro mundo seja desmascarada.

    A notícia foi divulgada na segunda-feira, dia 26, segundo o Centro de Pesquisa de Economia e Negócios (CEBR, na sigla em inglês), o Brasil já ultrapassou o Reino Unido e tornou-se a sexta maior economia do planeta.

    A posição brasileira, superando a economia britânica, é puramente técnica e pode ser encarada como um resultado da enorme crise econômica por que passa a Europa. O “título” recebido pelo Brasil esconde a verdadeira realidade da pobre economia brasileira

    O título não foi suficiente para que alguns economistas apresentassem o Brasil ainda como país pobre e atrasado, “o país ganha um pouco de prestígio, mas, como a população brasileira é muito numerosa, a renda média é muito mais baixa (…) mesmo como sexta economia mundial, o Brasil continua pobre”



    Ricardo disse:
    22 de maio de 2012 às 13:13

    Apesar de aparecer como uma das maiores economias mundiais, a realidade da população brasileira é extremamente precária. São mais de 70 milhões de miseráveis no País e a renda per capita é bastante baixa. Para se ter uma ideia, o PIB (Produto Interno Bruto) per capita do Brasil é quatro vezes menor que o dos Estados Unidos.

    Em 2010 chegou a R$ 19 mil de uma produção total de R$ 3,6 trilhões, a renda per capita brasileira fica atrás da mesma renda mexicana. É uma disparidade muito grande que revela a farsa do crescimento econômico brasileiro.

    Para a economista francesa a situação do Brasil não vai mudar muito, “o PIB per capita do Brasil representa apenas 25% do americano (…) nas projeções que fizemos, em 2050 o PIB per capita brasileiro alcançará apenas 45% do nível registrado nos EUA.”

    Os reflexos da pobreza brasileira também podem ser encontrados no nível de escolaridade da população do Brasil, “se pegarmos o nível de educação no Brasil, vemos que ele é muito baixo, com menos de 10% da população ativa com um diploma universitário. Isso situa o país muito abaixo de China, Índia e Rússia”.

    O caminho certo do Brasil para o primeiro mundo, como disse diversas vezes Lula nos dois mandatos e agora Dilma não passa de uma falácia. O crescimento econômico brasileiro, como destacou os próprios economistas burgueses é artificial e depende da variação do mercado financeiro e não de um verdadeiro desenvolvimento industrial e sustentável da população.

    À medida que a crise se agrava, a tendência é que a economia brasileira retroceda ainda mais, pois não tem uma base sólida de desenvolvimento.



    Saulo Pisani disse:
    29 de setembro de 2012 às 18:57

    Parabéns Ricardo pelo excelente artigo !



    5 de outubro de 2012 às 15:17

    Excelente texto.
    Para conscientização de todos que acreditam ser possível.



    Paulo disse:
    8 de outubro de 2012 às 10:20

    Otimo texto, bem no nucleo do problema.



    Nicia Batista de Freitas disse:
    12 de outubro de 2012 às 21:44

    Ricardo excelente artigo! O consumidor precisa se conscientizar de toda problemática do Brasil e tomar alguma atitude…



    Carlos Haddad disse:
    10 de dezembro de 2012 às 8:03

    Perfeito, Amorim! Particularmente não vejo um futuro muito promissor enquanto votarmos em corruptos que custam caro, desviam muito e produzem pouco. A conta não fecha.



    Samuel disse:
    11 de dezembro de 2012 às 9:03

    O Ricardo seria ótimo Ministro da Fazenda ou do Banco Central.



    lamartine disse:
    13 de dezembro de 2012 às 14:59

    Perfeito!!!



    Cristiano Teixeira disse:
    17 de dezembro de 2012 às 11:34

    Já são 10 anos de Governo do PT. Onde estão as grandes reformas prometidas, como a reforma trabalhista, a reforma tributária e a reforma política? Só vejo o Governo criar medidas paleativas, momentâneas e sem grande poder de transformação em nossa sociedade.



    Paulo Schiavolin disse:
    6 de janeiro de 2013 às 7:38

    Ricardo, se voce estivesse nos sapatos da Dilma o que faria? Afinal, o brasil ja teve governos de todos os tipos: ditador, militar, de direita, de esquerda e nenhum foi capaz de resolver esta questao, isto e, gastar com qualidade nosso suado pagamento dos impostos.



    PoPa disse:
    6 de janeiro de 2013 às 7:48

    Ainda que tenhamos consciência do que é o custo Brasil, nada fazemos para melhorar. Ao governo foi dada uma carta branca e à oposição, nada foi cobrado.
    O que falta ao Brasil, além de oposição de verdade, é que esta oposição seja um pouco mais inteligente, um pouco mais ligada na realidade. Há espaço para um partido mais liberal, no sentido de que o mercado não deva ser tutelado do Estado. Mas políticos preferem a facilidade da coisa “socialmente correta”, trabalhando pelo populismo e pela falta de resposta aos desmandos do governo.
    O verdadeiro custo Brasil é o que é dado pelo governo, sim, mas – mais importante que isto – também o é pela oposição. E, em última análise, pelos que votam nestes políticos de m&###@ que aí estão!
    E não há nada que nos dê uma pequeníssima esperança em futuro próximo (digamos, 20 anos…)



    Augusto Ferreira disse:
    6 de janeiro de 2013 às 12:46

    O problema não é quanto o governo arrecada, mas sim o quanto aplica no desenvolvimento educacional e social do país. Na educação talvez o maior problema enfrentado hoje seja a falta de “mão de obra técnica” ( problema apontado à mais de 20 anos ) que hoje nos leva à diminuir a velocidade de trabalho e contratação de “desqualificados e estrangeiros”. podemos ficar aqui debatendo “eternos dias” e nada fará diferença, pois “intenção sem atitude é movimento nulo” e “cada povo tem o governo que merece, pois aceita a administração”. Todos nós devemos nos “movimentar” e exigir dos governantes, que são nossos representantes, oque realmente queremos, mostrar a nossa voz num brado retumbante e retirar do governo aqueles que não agregam algo positivo. Atitude meus Senhores! Atitude Já!



    Manoel Santos disse:
    12 de janeiro de 2013 às 8:42

    Se todos buscarem informações de pessoas que conhecem o mercado e a política como o Ricardo Amorim, ainda alcançaremos um grande avanço e quem sabe um dia teremos atitudes para não ficarmos mais refém dessa política medíocre que temos onde o interesse é político e não público.



    Maurício kerstenetzky disse:
    17 de janeiro de 2013 às 14:27

    Parabéns Ricardo pela excelente matéria. Enquanto a política vier em lugar a competência técnica em postos de suma importância para o desenvolvimento do país, nunca teremos educação, segurança, saúde e etc repassados para a população. Lembro ainda o agravante da corrupção que está estampada nos noticiários de todas as fontes de informação a qual já não é novidade para ninguém caindo em lugar comum como se fosse a coisa mais normal do mundo.



    Élcio disse:
    9 de fevereiro de 2013 às 9:40

    Se junto com isto, tivermos uma legislação que regule o envio dos Lucros altíssimos que as Multis remetem às suas Matrizes, e que regule também a exigência messiânica das empresas pelas Margens sempre crescentes e astronômicas, acho que o Governo teria então a obrigação de melhorar a qualidade de seus gastos. A solução não é de via única, a culpa não é só do Estado, mas também de uma corja de Empresários gananciosos e do próprio modelo capitalista. Temos que lembrar que o Estado Brasileiro foi herdado em colapso, sem poder de indução de qualquer tipo de Planejamento e por isso teve que crescer demais. Não sei se já é a hora de começar a enxugar a máquina não …



    :-) disse:
    16 de março de 2013 às 18:01

    Perfeito



    Julio disse:
    10 de maio de 2013 às 16:13

    Quando tinha meus 12 e 16 anos vi o Brasil passar por planos mirabolantes em tentativas insanas de controlar crises de inflação exorbitantes. Enfrentei filas quilométricas para conseguir comprar carne e vi meu pai, um pequeno e honesto comerciante do interior de São Paulo, ser levado à delegacia por insistir que não poderia vender ovos pelos preços tabelados, pois havia comprado do distribuidor por um valor mais alto. Mesmo assim, eu acreditava que o Brasil iria melhorar. Realmente melhorou. Finalmente veio o Plano Real e estabilizou a economia. Contudo, parece que ficamos por aí. Desde então, poucas foram as medidas realmente corajosas e que trataram dos problemas estruturais brasileiros em sua raiz. Uma poda tímida aqui, outra acolá, mas apenas para cortar galhos velhos e muito feios na árvore que cresce sobre as raízes do velho Plano Real. A “árvore” da economia brasileira precisa ser adubada com investimentos e tratada das pragas como nossa imensa carga tributária e leis trabalhistas protecionistas. A economia brasileira poderia crescer à sol pleno, mas é cultivada à sombra da imensa, burocrática e corrupta estrutura política brasileira. Hoje, o garoto que viu inflação incontrolável, que trocou seus Cruzeiros, por Cruzados, seus Cruzados por Cruzados Novos, seus Cruzados Novos por Cruzeiros, seus Cruzeiros por Cruzeiros Reais até, finalmente trocar seus Cruzeiros Reais por Reais, está chegando aos 40 anos e já perdeu a esperança de ver o Brasil como um país realmente grande, onde as pessoas tenham trabalhos justos, onde uma cesta básica não custe mais de 10% do salário mínimo, onde políticos corruptos e condenados cumpram suas penas na prisão e não como deputados federais.



    Henrique von Ancken Erdmann Amoroso disse:
    2 de outubro de 2013 às 19:23

    Parabéns pela análise. Somos o país do funcionalismo público. É só para isso que serve o nosso sistema tributário nacional.



    Luiz Carlos Santos disse:
    12 de outubro de 2013 às 9:11

    Parabéns pelo artigo! Como sempre objetivo e com linguagem clara de fácil entendimento para nós simples mortais (rs).
    É claro que precisamos deixar de ser “província” no sentido de poucos (os que mandam) ganham e muitos sofrem com os desmandos de um governo voltado somente para interesses internos. Precisamos de um projeto de Nação forte inserida no contexto Global, de um Governo que olha para fora do país para um futuro a longo prazo. Só um projeto a longo prazo possibilitará as alterações internas necessárias.
    Em um país democrático como o nosso uma ótima ferramenta para mudar e a mobilização em torno ideias como as expostas neste artigo.



    Andrés Meier disse:
    5 de fevereiro de 2014 às 11:53

    Que ótimo ler os escritos de um Ser Pensante.



    Cláudia disse:
    6 de fevereiro de 2014 às 4:31

    Enquanto a maior parte da população sobreviver graças ao Bolsa Família, de nada adiantara apontaramos os absurdos deste governo.
    O PT oferece pão e circo, a receita mais velha do mundo e que funciona muito bem em países como o nosso.
    Estamos condenados a pagarmos impostos altíssimos, a conviver com cidades imundas, com serviços básicos insuficientes e com a corrupção.



    Drica disse:
    15 de fevereiro de 2014 às 15:54

    Mto bom, Ricardo – as always!



    pedro luiz lorençon disse:
    16 de fevereiro de 2014 às 11:45

    O problema é que extirpar a causa vai contra o interesse de quem? Da classe política. ou seja, de quem manipula a economia. Cortar gastos públicos significa, a priori, cortar benefícios, cargos nomeados para nada, diminuir partidos políticos , ganhar menos dinheiro com corrupção ( quer coisa mais ridícula do que fazer licitação pública? É a confissão do roubo. Eu não posso comprar direto o mais barato por que eu roubo. ) Quer coisa pior do que o particular explorando o serviço público? E ainda pagando impostos por um serviço que o Estado deveria fazer!Cortar na carne , dentro de um país acostumado a se sustentar das benesses do governo, da exploração de quem trabalha decentemente pelo governo, pelo chupinato oficial é difícil.



    Rodrigo Branco disse:
    11 de março de 2014 às 17:26

    Muito já esperamos para que alguém no poder ouvisse suas preces com a tão prometida reforma tributária. Cada dia perdido conta, pois como bem colocado aqui, ela não é uma lei no papel, mas um processo de redução da carga tributária concomitante a transferência do funcionalismo ineficiente e pesado do setor público ao setor privado e seus resultados, ao longo, na taxa de juros e no custo Brasil.



    19 de maio de 2014 às 11:45

    Há uma clara diferença entre um país de riquezas e um país rico. Somos o primeiro, mas não estamos nem perto do segundo!



    ANTONIO BRASIL COSTA disse:
    19 de maio de 2014 às 14:13

    ESSA É MAIS UMA FALHA DOS GOVERNANTES, QUE PODERIA DIMINUIR A INFLAÇÃO APENAS COM UMA AÇÃO SÉRIA DE FISCALIZAÇÃO E COBRANÇA DE PARÂMETROS JUSTOS.



    André Duarte disse:
    22 de julho de 2014 às 18:58

    Serviço público de Uganda com impostos londrinos.



    Marcio Teixeira disse:
    3 de agosto de 2014 às 15:43

    Confirma que venho comentando a algum tempo, apesar de não ser um economista,todas as medidas que o Governo vem tomando são medidas paliativas, que não atacam as causas dos problemas mais sim muito mal seus efeitos. Cade a reforma tributaria que foi prometida? No final vivemos em um país caro com uma população Pobre.



    Maira disse:
    14 de setembro de 2014 às 13:47

    Assim como essa lógica, outras muito óbvias não são enxergadas…ou postas em prática. Discursos falsos, questões com solução mas não solucionadas…e tem assunto que de tão banalizado nem se fala mais, onde foi parar a sustentabilidade?



    Danilo disse:
    29 de setembro de 2014 às 17:13

    Parabéns, belo artigo…Mas dificilmente esse governo atual irá mudar, pois no Brasil, é mais fácil criar ministérios do que diminui-los. O Brasil precisa urgentemente de uma reforma tributaria e burocrática, como acabar com essa conversa de protecionismo, como desculpa das nossas empresas, muitas delas nem existindo como empresa de Games. Mas parece q o povo não ta nem aí com isso, pois vemos essa senhora subindo nas pesquisas. Lamentável.



    Adriana disse:
    24 de outubro de 2014 às 0:20

    Parabéns. Excelente apontamento quanto a duplicidade de impostos a qual muitos não conhecem. Paga-se na entrada ao nacionalizar o produto e no IRPF. Legalmente falando, é bitributação, portanto, inconstitucional. Urgente reformas tributárias, precisamos de um país competitivo e nesse formato, estamos fadados ao momento “idade média” supracitado.



    Albetiza Vieira disse:
    3 de janeiro de 2015 às 15:43

    Concordo com o texto do Ricardo Amorim, todavia, coloco aqui minha opinião tentando somar à critica. O Ricardo, com toda razão, está sendo o mais flexivel e ético possivel quando diz.. “Manifesto por um Brasil mais rico, não o mais caro”. Entretanto, Se nós deixarmos o idealismo de lado e tentarmos ser mais pragmáticos. A Chamada seria e ou será assim… (Manifesto pelo resgate do brio, do principio da honra, da dignidade, da confiança, do grito pela justiça, pelo fim da impunidade, pela efetividade da lei e pelo respeito a nossa Constituição Federal. Acredito que esses seriam os pilares para o nosso Brasil e nós povo, seguirmos com mais tranquilidade. O nosso Brasil é o pais das maravilhas, quando se trata de não ter miséria e fome. Estive ontem em um estacionamento, e na minha espera enquanto o meu marido entrou no estabelecimento, o guardador de moto disse: (em duas horas ganhei ganhei 50,00) ou seja, essa cabra ganhou aproximadamente 0,50 centavos por minuto, como posso achar e ou acreditar que nosso pais seja um pais de poucos recursos, de miseráveis? outro dias eu dei para um guardador de carro 0,50 e achei de bom tamanho, pois dado é dado, o cabra olhou e disse (vixe maria!!) kkkk ou seja, achou pouco. Nem que eu quisesse acreditar que nosso pais é um pais pobre, não poderia… Nosso pais é um pais de roubalheiras, de passadores de rasteira, de mentirosos, de homens e administradores fora da lei. (Roubam nosso salário, roubam o dinheiro do INSS, Roubam o dinheiro da nossa saúde, roubam o dinheiro da nossa educação, roubam o dinheiro dos impostos arrecadados, roubam o dinheiro da segurança. E e nós ainda temos um trocado para manter esse povo de rua e ou mendigos. Então, não é por um pais mais rico e sim por um pais mais justo.



    4 de janeiro de 2015 às 18:03

    […] Pra que vocês entendam que este post “não é só por 87 reais”, fica aqui o link de um artigo que, providencialmente, chegou até mim ontem: País caro não é país rico. […]



    Martha Melo disse:
    11 de janeiro de 2015 às 16:58

    Parabéns, pelo artigos!
    Só lamento que passados 02 anos, nada mudou, aliás nada muda desde sempre… tsunami PT continua arrasando o Brasil!



    Clara disse:
    28 de janeiro de 2015 às 15:34

    Pois é, muita coisa ainda precisa mudar no Brasil, e uma das coisas é nosso povo aprender a votar para termos políticas mais sérias e profissionais capacitados.



    José Roberto disse:
    22 de fevereiro de 2015 às 20:27

    A palavra chave É: CORRUPÇÃO!! CORRUPÇÃO!! CORRUPÇÃO!! CORRUPÇÃO!! CORRUPÇÃO!! CORRUPÇÃO!!



    9 de março de 2015 às 12:24

    Vai parecer meio “maluco” ou “revolucionário” o que vou escrever. Na verdade não tenho sangue de barata, não tenho sangue doce de brasileiro…
    Enquanto não houver uma revolução nesse país sujo, cuja sujeira é proveniente, principalmente, daquelas casas demoníacas conhecidas por Câmara dos Deputados e Senado Federal, nada mudará.
    Outra saída é, preste atenção, NUNCA MAIS VOTAR NOS MESMOS RÉPROBOS que massacram esse país há décadas.
    Quase todos os brasileiros são uns “otários” por acreditarem em políticos. Eles não querem saber de você…



    Diego disse:
    5 de agosto de 2015 às 11:03

    Parabéns, belo artigo!



    28 de setembro de 2015 às 19:31

    Nós ainda acreditamos no Brasil. Sempre preparando alunos para vencer em concursos públicos, acreditamos que o sistema é bom, porém o mal caráter que há neles, em escalas hierárquicas, que acaba destruindo tudo. Mas quantas história vemos de estudantes brilhantes, subindo de baixo e transformando vidas. Fazendo de fato o país ser rico, criando raíz com o mesmo, ao invés de abandonar e exportar nosso maior bem: o conhecimento.



    25 de outubro de 2015 às 8:55

    O Brasileiros foram educados no cabresto, na lei da vantagem, na lei do tudo ganha, precisamos conhecer melhor os nosso políticos.

    Vou até parar de falar de tanta indignação!



    11 de janeiro de 2016 às 20:53

    Ricardo, parabens! Vamos torcer para que os brasileiros “acordem”.



    Regina Celia disse:
    13 de janeiro de 2016 às 13:07

    Ainda precisa mudar muita coisa nesse nosso nosso pai. Ainda tenho esperancas que pelo menos o meu filho vai conseguir ver algumas melhoras.



    5 de novembro de 2016 às 13:24

    Parabens Ricardo, artigo muito bom!



    8 de novembro de 2016 às 8:49

    Tudo leva a crer nisso tudo é a capacidade de nossos políticos, não tem preparo nenhum para uma política e formularem leis sérias e sem conchavos.
    Um pais onde o exemplo político vem de gente safada.



    Leila Fitness disse:
    24 de novembro de 2016 às 18:26

    É nítido como os impostos são mal recolhidos e utilizados.



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