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As escolhas de Dilma.

postado em Artigos


Revista IstoÉ

12/01/2011

As escolhas de Dilma

É possível investir no futuro de todos sem sacrificar muito o passado de alguns

João tem que escolher entre investir na educação do filho ou ajudar o pai a trocar de carro. Talvez ele não saiba, mas já optou pelo carro novo do vovô. Os investimentos em educação básica no Brasil estão abaixo da média mundial. Seu filho será mais um analfabeto funcional. Enquanto isso, os impostos que João paga sustentam os maiores gastos previdenciários do mundo.

Os 27 milhões de aposentadorias do INSS não são nenhuma maravilha. Nossos gastos previdenciários são inflados por menos de um milhão de aposentados e pensionistas do setor público – um em cada 200 brasileiros. Presidente Dilma, é hora de regulamentarmos a reforma da Previdência do setor público, aprovada em 2003.

O que é melhor, receber R$ 1.500,00 por mês mais férias, 13º, vale-transporte, vale-alimentação e outros benefícios ou ganhar R$ 3.000,00 todo fim de mês sem os benefícios? Ou o novo governo reforma nossa caduca legislação trabalhista – supostamente desenhada para defender os trabalhadores – ou João continuará a receber metade do que seu patrão paga.

Faz sentido gastar cerca de R$ 40 bilhões em infraestrutura e R$ 50 bilhões com as reservas internacionais, como fez o governo brasileiro em 2010? O Banco Central acumula reservas para limitar a queda do dólar e proteger as exportações brasileiras. Não seria melhor investirmos muito mais em infraestrutura, reduzindo o custo Brasil e tornando nossas empresas competitivas, mesmo com um dólar mais baixo?

Melhor pagar R$ 15.000 ou R$ 26.000 pelo mesmo carro? Se nossos impostos sobre produção e venda de automóveis fossem similares aos dos EUA ou Alemanha, um carro zero-quilômetro que aqui custa R$ 26.000 à vista, custaria por volta de R$ 15.000. Financiado fica ainda muito mais caro. Já passou da hora de uma reforma tributária que reduza substancialmente os impostos, barateando produtos e inserindo milhões de consumidores no mercado.

Imagine que Dilma fizesse tudo isso. Acabando com as diferenças entre os sistemas de aposentadoria para trabalhadores dos setores público e privado, sobrariam recursos para melhorar nossa educação, gerando trabalhadores mais bem preparados e mais produtivos. Uma reforma trabalhista que reduzisse o custo de contratação geraria salários maiores e mais empregos formais, reduzindo e, eventualmente, até eliminando o déficit da previdência do INSS. Investindo mais em portos, estradas, ferrovias e aeroportos, ganharíamos competitividade e poderíamos gastar menos com as reservas. Gastos menores com reservas e previdência do setor público, arrecadação de impostos maior com mais empregos, melhores salários e maiores vendas fortaleceriam as contas públicas, criando condições para juros menores.

Com impostos menores, salários mais elevados, produtos e crédito mais baratos, seria a festa do consumo. João poderia investir na educação do filho e ajudar o pai a trocar de carro. Enfim, com as escolhas certas, é possível investir no futuro de todos sem ter de sacrificar muito o passado de alguns.

Falando em futuro, sem ter feito nada disso, a popularidade do presidente Lula chegou a 87%. Imagine aonde Dilma chegaria.





    Eduardo disse:
    24 de outubro de 2011 às 17:45

    A popularidade despencaria, este tipo de coisa só colhe benefícios são só colhidos de 10 a 15 anos depois.



    Arthur disse:
    31 de outubro de 2011 às 13:27

    Eduardo, o senhor está certo.No entanto, há pessoas que já fizeram o que falou pelo Brasil. A privatização da Vale foi muito criticada. No entanto, ninguém reclama hoje



    Luigi Ligabue disse:
    31 de outubro de 2011 às 13:31

    Os 30% da populacao que acumula 80% da renda do pais nao se trabalha 1/3 do ano pra pagar impostos, trabalham pra pagar os gastos dos outros 70% da populacao quem nao a arrecadacao nao compensa os gastos deles. Democracia nivelada por baixo, simple like that.



    Pablo Garcia de Andrade disse:
    31 de outubro de 2011 às 13:55

    Este é mais um dos problemas dos nossos políticos. Além disso, é exatamente o motivo pelo qual a Espanha está caindo tão rápido, e demorará tanto para se reerguer. Eles estão tão preocupados com a popularidade que se esquecem de pensar a longo prazo, o campo de visão deles está limitado a 4 anos.
    Deste modo, coloca-se em prática medidas de curto prazo, em que se possa “colher os benefícios” em pouco tempo, e consequentemente, pouco eficientes para o desenvolvimento do país. Assim, a aplicação dos recursos em verdadeiras mudanças para o país é deixada de lado, porque os resultados dessas mudanças estão além de seu campo de visão.

    Outro ponto importante são os referenciais comparativos. Existem pessoas que não gostam que comparemos Brasil com Alemanha, por exemplo. Mas se é um dos países mais estáveis, eficientes e desenvolvidos do mundo, porque não usá-lo como exemplo e referencia de onde queremos chegar?

    Um abraço.



    wellington braga disse:
    31 de outubro de 2011 às 17:28

    Acabei de ler este imail, de janeiro, parece que acabou de escrever, que loucura, ninguêm do governo lê. um abraço.



    Marco A. S. Reis disse:
    31 de outubro de 2011 às 20:40

    Gostaria que fosse mais barato, mas se todos comprarem carro, como seria o trânsito? Nossa infra é precária. Se todos comprarem computador não sobra energia para a luz. O problema é bem maior.



    Márcio Moura disse:
    21 de dezembro de 2011 às 20:47

    Gostaria de acreditar que as coisas fossem tão simples assim, mas duvido que uma redução tão drastica dos impostos seriam repassados para os consumidores. Temos exemplo da Zona Franca de Manaus, onde muitos impostos são isentos ou reduzidos e nem por isso os preços de lá são inferiores; muito pelo contrário. A ganância pelo lucro máximo e a passividade da população também geram os preços altos.



    Heitor disse:
    7 de março de 2012 às 12:20

    Ainda acredito nessa mudança. Pressão. Chega de diferenças entre classes, e vamos pensar em um bem comum a todos.



    Rodrigo disse:
    11 de abril de 2012 às 21:49

    Caro Ricardo,
    Vc já elucidou que na democracia governos se preocupam mais com a reeleição do que com o futuro do país. No Brasil ainda é pior quando políticos usam seus gabinetes para gerir escândalos em função do que aprontam. Enfim não sobra disposição para empreender projetos ousados como os que precisamos.
    Disse o pernambucano Jarbas Vasconcellos que a principal reforma que o nosso país precisa é a política, pois os entraves da legislação trabalhista, fiscal, previdenciária, e etc. são fruto do mal funcionamento do congresso, que a população sequer consegue controlar, até porquê mais de 90% dos deputados não tem votos nominais diretos suficientes para se eleger, mas são fruto de proporcionalidade partidária. Por isso sou pelo voto distrital.
    Um abraço.



    Ana Cristina Burjack disse:
    31 de maio de 2012 às 19:06

    Ricardo , o que voce sugere eh o melhor dos mundos, sabemos que mesmo que a Presidente Dilma queira, nao conseguira implementar mudanças tão profundas, que contraria os mais diversos interesses. Por outro lado a nossa passividade eh o alimento perfeito para a manutenção deste estado de coisas que eh nocivo perverso e injusto com a grande maioria de brasileiros.



    Genaro disse:
    20 de junho de 2012 às 18:58

    Ricardo: O deficit da previdência se deve à contagem recíproca de tempo de serviço (CF de 1988). Este princípio permitiu que uma pessoa passe,por exemplo, 25 anos na atividade privada. Faz concurso e fica 10 anos em cargo público. Aposenta-se com proventos pagos pelo Tesouro. Antes tinhamos que completar 35 anos exclusivamente de serviço público. Outra coisa: Você deveria ter terminado seu artigo não com a pergunta que fez, mas com a seguinte: Imagine aonde chegamos?



    8 de setembro de 2012 às 15:42

    Achei muito curiosa essa última onda de greves. AS centrais sindicais não tiveram papel nenhum, não houve nenhuma articulação e leitura global do problema. Muito menos proposta de solução global. Acredito que se perdeu uma ótima chance e força política para discutir a reforma tributária em âmbito nacional, principal solução para financiamento dos serviços sociais. E não se trata de arrecadar mais, mas de arrecadar de maneira justa.



    Miguel Nascimento disse:
    2 de novembro de 2012 às 10:23

    Posso estar enganado, mas a Dilma parece ter um viés estadista e poderia ter disposição de fazer mudanças com benefício no longo prazo. Enquanto ela permanecer no PT, com seu projeto de poder absoluto e para sempre, nada disso vai acontecer. Uma saída do PT seria um bom começo, mesmo não existindo outras boas opções de partidos.



    Daniel Ribeiro disse:
    27 de novembro de 2012 às 15:32

    O rombo na previdência não existiria se o governo cumprisse o que está determinado na constituição, que a conta destinada a previdência deve ser distinta da conta do Tesouro da unidade federativa, mas como isso não ocorre a arrecadação previdenciária acaba sendo destinada e dividida no orçamento da união, onde geralmente vai sumir em alguma manobra de corrupção.

    Acredito que antes de pensar em reforma previdenciária, precisamos fazer valer a nossa constituição, pois primeiro temos que fazer o fundo previdenciário funcionar como fundo único e exclusivo da previdência, somente dessa forma será possível saber se existe rombo na previdência e mensurar o tamanho deste rombo, caso ele exista.



    Noélia disse:
    27 de novembro de 2012 às 17:02

    Oi Ricardo, vc poderia ser mais específico quando fala nos “aposentados do setor público e privado”? Explicando a dúvida: sou funcionária pública e vejo um futuro negro pelo frente quando aposentada pelo sistema previdenciário atual. Somente 1/3 do meu salário é salário base, os outros restantes são gratificações, o q significa q se eu me aposentasse hj seria com um valor 2/3 menor. Os R$500 q são descontados do meu salário todos os meses seriam melhor empregados no meu futuro se eu investisse, ao invés do governo….



    Lett Marcon disse:
    3 de fevereiro de 2013 às 0:14

    Ricardo Amorim para presidente do Brasil



    Ana Lucia disse:
    3 de fevereiro de 2013 às 5:53

    Ricardo
    Concordo com Ana Maria Burjack.



    Evandro Fonseca disse:
    29 de maio de 2013 às 10:15

    Acho que o governo tem medo de reduzir os impostos e estimular o consumo principalmente de veículos. Por que simplesmente não sabe investir em infraestrutura para suportar uma demanda maior.



    Ricardo Gomes disse:
    26 de novembro de 2013 às 12:59

    Muito bem colocado sobre as reservas internacionais, que hoje beira os U$ 380 bilhões! no últimos 10 anos evoluiu 700%, o que gera um custo fiscal fenomenal! Tudo pago pelo suor do trabalhador q tem q. bancar o famoso “custo brasil”



    Eduardo disse:
    20 de janeiro de 2014 às 18:41

    Não é possível fazer estas modificações em um país tão desigual. O modelo adotado protege o cidadão com menor capacidade financeira para adquirir serviços e produtos, não vejo mudança neste sentido, nem mesmo mudando o Governo. Para todas as discussões sobre gestão estatal acabaremos na palavra Educação e Capacitação.



    Francisco Rocha disse:
    20 de janeiro de 2014 às 18:56

    Concordo, pois eu penso da mesma forma, porem ultimamente estou inclinado pelos últimos acontecimentos a dizer que isto migrando para uma ditadura.



    Cristiano disse:
    20 de janeiro de 2014 às 19:28

    Sobraria muito dinheiro sim, pra mensalão, pasta rosa, compra de voto, tem mesmo é que tornar os cargos politicos não remunerados, ou seja, so concorre quem quer contribuir, e nao pra enriquecer as custas de verba publica



    Edson Nardi disse:
    20 de janeiro de 2014 às 20:54

    Aos Políticos não interessa nada disso, agora na época da eleição muito pouco será falado desse assunto e ao finalizar a eleição ninguém mais vai nem tocar no assunto. O que realmente interessa é continuar omisso a tudo e vencer as eleições, pegar ou continuar no poder custando o futuro da nação que apodrece a cada dia. No way ……



    Neide Maria Sene Cortez disse:
    21 de janeiro de 2014 às 9:02

    Prezado Ricardo.
    Tenho 75 e enfrento um sono danado para assistir ao Manhattan Connection. Sempre dormi cedo, é difícil. Às vezes até perco o sono. Aprendi a gostar de vê-lo e ouvi-lo. Passa conhecimento e seriedade., com simpatia.Gosto disso.
    Tudo muito bem dito. O custo elevado que bancamos para nada de retorno!
    Tantas promessas esquecidas.
    Protecionismo vergonhoso.
    Obrigada por informar com palavras de fácil entendimento, repassarei a quantos puder!



    Neide Maria Sene Cortez disse:
    21 de janeiro de 2014 às 9:11

    Acho que já fiz um comentário aberto.
    Estou muito desanimada com essas pessoas que ocuparam o comando do nosso país.
    Desejo que o ditado que diz: “Não há mal que nunca termine”,seja real.
    Que esse cancro esteja no final.



    Luiz disse:
    21 de janeiro de 2014 às 11:18

    Lula foi o presidente mais popular da História pois adotou apenas medidas populistas e teve a sorte de governar num período sem crises nos emergentes. Além disso, o percentual de aprovação coincide exatamente com o percentual de analfabetos funcionais do país.



    Olmir Cividini disse:
    21 de janeiro de 2014 às 15:33

    Creio que o governo não quer impostos menores e salários maiores… Minha visão pode ser até simplista, mas o foco desse governo são as tais “bolsas”, que inicialmente vieram disfarçadas como mecanismo de distribuição de renda (louvável num país historicamente concentrador de riquezas), mas se tornaram um poderoso negócio eleitoral. Uma das consequências, por exemplo, é a dificuldade de um empreendedor encontrar mão de obra, gente disposta a trabalhar. Está confortável para nossos políticos, todos eles, porque a oposição nem parece preocupada.



    augusto luiz degani disse:
    21 de janeiro de 2014 às 19:10

    Ricardo, se o governo fizer isso vai deixar de ser socialista/populista. Lulla certamente vai perder o emprego de “boçal supremo” do governo e do PT. Ainda, esses petistas não têm discernimento para entender o que você está dizendo. Infelizmente este é o Brasil real.



    Jorge disse:
    22 de janeiro de 2014 às 20:12

    “Explosão do consumo”??? Isso é positivo? Depois de consumirmos todos os recursos com o consumismo desenfreado, vamos para onde? Como se vender mais carros fosse a solução para alguma coisa.



    23 de janeiro de 2014 às 11:27

    É horrível repetir: Cada povo tem o governo que merece. Nossa “massa”(não é POVO), é analfabeta. Hoje, os jovens que estudam, mirando suas possibilidades profissionais em cargos públicos. Aonde chegamos? Aonde o PT quer. Está tudo “loteado” Simples assim.



    Carlos disse:
    8 de abril de 2014 às 14:42

    Ricardo, não espere grandes atos de um governo medíocre, e politicos idem.



    Nassif disse:
    8 de abril de 2014 às 14:49

    Em minha modesta opinião é que esse governo,com a atual política econômica,concede privilégios a determinadores setores em detrimento dos demais que empregam a grande massa de trabalhadores. Investir em educação para que? Perder a parte da base que os elege. Visão de curto prazo visando interesses pessoais é isso. POLÍTICA CORRETÍSSIMA da presidente e seus aliados.



    9 de abril de 2014 às 7:36

    Olá caro Ricardo:
    Temos que repensar uma forma para que todos os trabalhadores contribuam com a previdência. O mercado informal é muito grande.
    Candidate-se para Presidente ou tomara que sejas indicado para o ministério da Fazenda junto com o Fernando Meirelles ele é muito bom.
    Saudações
    Solange Griebeler



    Luiz Guedes disse:
    6 de junho de 2014 às 12:04

    Acho perfeita sua posição Ricardo mas um delirio para os dias de hoje. Perdemos anos alimentando uma maquina enferrujada e não renovamos nossa industria , pesquisas tecnologicas , educação e hoje deparamos com um problema sem solução , pelo menos a curto prazo.Também te indico para o Ministerio da fazenda com o Meireles



    Cláudio disse:
    14 de junho de 2014 às 0:34

    A manutenção da miséria, para manter o voto de cabresto.



    Stalin passos disse:
    14 de junho de 2014 às 6:25

    Sou economista e cada dia aprendo muito com os artigos de Ricardo Amorim….concisos e objetivos….



    Thomas disse:
    14 de junho de 2014 às 15:00

    O que garantiria que o patrão iria pagar 3000 pro funcionário?
    O que eu mais vejo é empresário reclamando de encargos trabalhistas, ou seja, se tivessem a oportunidade, não pagariam os encargos, porém não repassariam isso pro trabalhador em forma de salário, pegaria para ele como lucro da empresa.
    Os direitos trabalhistas e o salário mínimo são as únicas garantias de que o empresário não abuse do trabalhador, não me venha com essa de tirar esses direitos, pode valer pra altos cargos, onde a competitividade é grande e as empresas aumentam salários pra atrair melhores funcionários, porém no cargos mais baixos isso não vale, o empresário sempre vai pagar o mínimo possível.



    Isabella disse:
    14 de junho de 2014 às 20:43

    Gostaria de começar meu comentário dizendo que sou absolutamente contra o PT e a Sra. Dilma, mas só corrigindo um dado da reportagem, os novos servidores públicos que ingressaram a contar de 2013 já não pertencem mais ao regime próprio, eles estão vinculados ao teto do INSS e, se desejarem receber mais quando da aposentadoria, podem optar por contribuir para o Funpresp.
    Quanto aos servidores que ainda pertencem ao regime próprio, eu, como leiga no assunto, imagino que criaríamos um problema econômico se de uma hora para outra vinculássemos os mesmos ao INSS. Imaginem uma pessoa que se programou para aposentar com 8000 reais e ai descobre que daqui a cinco, ou talvez mais, anos irá se aposentar com 4 mil? Seria certo?
    Isso precisa ser bem estudado e calculado, e não será uma decisão simples.
    Gostaria de debater sobre esse assunto.



    Rodrigo disse:
    17 de julho de 2014 às 1:41

    Texto muito bom, pena que tantos acharam que fosse um texto de como vender mais carros(vide comentarios).

    O carro do texto eh mera ilustracao!! Como exemplo tambem seria mais barata a passagem do transporte coletivo. E o transporte em si, o veiculo, tambem seria mais barato e resolveria o problema de transito neste cenario….



    Augusto disse:
    8 de agosto de 2014 às 9:47

    Se os carros no Brasil custassem o mesmo que custam , por exemplo, no EUA, não teríamos vias de trafego suficientes, alguém teria de ampliar a infra-estrutura viária do país. Nos últimos anos com a crescente vendas de veículos auto-motores, a trânsito na maioria das cidades de médio e grande porte tornou-se praticamente insuportável.
    Isso ainda sem contarmos com a falta de educação no trânsito, pois brasileiro não tem responsabilidade na direção do automóvel, haja vista o número de mortes no trânsito no Brasil, não dá sinal de seta, por exemplo, nem se implorar. Então, para que o carro custasse menos e fosse acessível a mais pessoas, também precisaríamos passar por um processo de educação no trânsito.



    Avelar disse:
    7 de setembro de 2014 às 14:01

    Quando o tempo estava bom o governo festou ao invés de fazer as reformas do telhado. Acha mesmo que vai fazer em meio a tempestade? Vai ficar culpando os países ricos pelo rombo do erário e apelar para o sacrifício dos otários.



    Sergio disse:
    19 de outubro de 2014 às 22:03

    Existe uma grande falha no pensamento econômico quando ele não leva em conta a evasão de capital causada pelas multinacionais. Comprar mais carros com impostos mais baratos é muito vantajoso para as multinacionais, para o povo também, mas não para a sanidade das contas públicas. Seria ideal fazer um gráfico com estas contas para termos uma visão mais abrangente do que realmente é melhor para o país.



    ERIKSON disse:
    24 de janeiro de 2015 às 20:30

    Existe, infelizmenste, apenas um projeto de PODER, nada mais.



    Fernando disse:
    11 de março de 2015 às 11:50

    A reforma da aposentadoria do setor publico federal ja foi regulamentada e ja esta valendo para os novos. Detalhe: a complementacao da aposentadoria é temporaria. Quando a pessoa mais precisar vai ter que viver com menos…



    Sergio Levy disse:
    10 de abril de 2015 às 20:14

    Sou seu grande admirador há muito tempo, é de brasileiro como você que me orgulho do Brasil, tem algum livro seu que você me recomendaria ?



    Gilmar disse:
    19 de abril de 2015 às 14:47

    É Brasil tá no fundo do poço. Na época da vaca gorda a Dilma só tratou de desviar e agora tá o caos na administração pública e resolveram fazer uma reforma previdenciária, punindo justamente o trabalhador.



    Daniel disse:
    1 de junho de 2015 às 16:40

    A capacidade de compra do brasileiro deve melhorar, deve haver controle inteligente de natalidade e distribuição populacional! O valor percentual dos impostos não é o principal fator no Brasil de hoje, mas a administração pública sim! A aposentadoria para alguns é um complemento de renda para manter o mesmo padrão que havia antes da aposentadoria(trabalham até morrer), para outros é um baú do tesouro! No meio termo, é para alguns, o único meio de subsistência!Estamos divididos em uma grande massa de inocentes úteis, um pequeno grupo de pensantes em inércia, e outros!



    Lou disse:
    17 de junho de 2015 às 15:21

    Surpreendente como o governo, usando alguns veículos de informação nos ludibriam com pouco, me refiro isso quando alguns pacotes que são exaltados pelo governo pois ajudam os mais carentes dos país e numa outra vertente, nossa sociedade carente de informação, cultura “conhecimento num todo” acredita num governo bom, governo do pobre ou do rico, esquecem de ir um pouco além daquele noticiário lido por um jornalista, que em algumas vezes simplesmente o transmite sem saber sequer sobre a veracidade do que está falando e somado por tudo isso não enxergamos que o Brasil está dividido entre aqueles que fazem o bem, querem viver dignamente, trabalhando honrando seus compromissos, pagando seus impostos e recebendo uma remuneração pelo serviço prestado e aqueles que não agregam nada ao país, não são cabeças pensantes, sobrevivem por um amplo esquema de nepotismo ou pagamento de favores, os que não conhecem o resultado do seu trabalho, pois não os visitam EX.: Creches, hospitais, transportes e ainda acham que fazem demais por nós e pelo país, agora nos resta saber a que país eles se referem.



    Giba disse:
    4 de julho de 2015 às 7:11

    Matéria de 2011. Como nada disso aconteceu, estamos onde estamos hoje.



    roberto patella disse:
    4 de julho de 2015 às 18:16

    A diferença entre o estadista e o político demagogo é que o primeiro toma decisões visando a próxima geração enquanto o segundo visando a próxima eleição.



    Carlo disse:
    20 de agosto de 2015 às 20:47

    O Brasil está ladeira a baixo e nós brasileiros precisamos sim fazer algo urgente, o nosso Brasil não pode continuar sendo governado desta forma.



    Wagner Ferreira disse:
    7 de fevereiro de 2016 às 22:59

    Oh Ricardo, esse pessoal da esquerda é incapaz de entender uma vírgula do que voce está dizendo, são uns analfabetos e cegos nesses assuntos, e não entendem nada de política de estado, de conduzir o estado como estadistas vislumbrando o futuro, só raciocínam no estado protetor da doutrina marxista, protetor deles e da corja que sustenta o statement burocratico deles, não conseguem enxergar nada além disso…você está gastando seu inglês a toa…



    Marco disse:
    27 de junho de 2016 às 12:34

    Estes políticos populistas estão cada vez mais se aproveitando do desespero da população para vir com pormessas messiânicas. Temos de abrir o olho contra estes oportunistas.



    Marco disse:
    27 de junho de 2016 às 12:38

    Escolhas totalmente equivocadas. Dar incentivo somente a alguns setores não resolve o problema. O correto é uma reforma tributária ampla com a diminuição dos impostos.



    Marcelo Souza disse:
    1 de setembro de 2016 às 23:19

    Suas péssimas escolhas causaram sua derrubada. Golpe ou não isso é bom para o Brasil



    Daniel Srougi disse:
    1 de setembro de 2016 às 23:20

    Parabens, sempre excelentes textos.



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