Feeds Ricardo Amorim Facebook Ricardo Amorim Twitter Ricardo Amorim Linkedin Ricardo Amorim Youtube Ricardo Amorim

Isaac Newton e a economia brasileira

postado em Artigos


09/2014

Revista IstoÉ

Por Ricardo Amorim

 
Imagem-Mailing-Isaac
 
Dia 5 de julho de 1687, Isaac Newton publica sua obra prima, Princípios Matemáticos da Filosofia Natural. Descreve as três leis do movimento e redefine a ciência, em especial a Física. O notável é que as três Leis de Newton ajudam a compreender também a economia.
 
Primeira Lei do Movimento: um objeto continua em repouso, ou continua a se mover a uma velocidade constante, a menos que seja levado a mudar de estado por alguma força externa. Resumindo, objetos em movimento tendem a continuar em movimento e objetos parados tendem a continuar parados.
 
Idem para a economia. Em países que crescem de forma sustentada e ritmo acelerado, a confiança dos empresários e consumidores no futuro é grande, o que os leva a investir e consumir muito, fazendo com que estes países continuem crescendo rapidamente. Já em países que, como o Brasil de hoje, crescem pouco ou nada, empresários e consumidores perdem a confiança e pisam no freio. Dilma tem razão quando diz que o pessimismo atrapalha o crescimento, mas esquece de dizer que o pessimismo foi inicialmente causado pelo crescimento pífio anterior.
 
Para a economia brasileira voltar a crescer velozmente e sustentar sua expansão, a desconfiança tem de passar. Para que a confiança dos empresários volte, é necessário estimular a produção e não apenas o consumo, como tem acontecido aqui há mais de 10 anos. Como? Reduzindo impostos, burocracia e intervencionismo estatal e aumentando investimentos em infraestrutura, educação e treinamento. Se o próximo governo fizer isso, os investimentos crescerão e, com eles a geração de empregos, a confiança dos consumidores e as compras.
 
Segunda Lei de Newton: a mudança de movimento é proporcional à força externa. A economia funciona da mesma forma. O desempenho da economia brasileira será diretamente proporcional à força que a impulsionar. Quanto mais significativas as mudanças de política econômica, maior pode ser a recuperação.
 
Porém, segundo Newton, força é um vetor que corresponde à massa multiplicada pela aceleração. Em vetores há dois componentes: um de magnitude, outro de direção. Com a economia não é diferente. Não importa apenas se as mudanças são significativas, mas se levam à direção certa. Mudanças incoerentes, na melhor das hipóteses, anulam-se e a economia do país não sai do lugar. Na pior, fazem a economia encolher, como aconteceu no Brasil no primeiro semestre.
 
Terceira Lei de Newton: para toda ação, há sempre uma reação igual e contrária. Trazendo para nossa realidade, mudanças que são boas para todo o país não são necessariamente boas para todos no país. Os prejudicados farão o que puderem para evitá-las. Corruptos não querem que sequem suas fontes, burocratas não querem leis mais simples, beneficiários de programas de governo, sejam do Bolsa-Família, de quotas educacionais ou de financiamentos subsidiados do BNDES querem sempre mais recursos.
 
Desmontar nosso Estado paternalista e ineficiente é um desafio hercúleo. Os benefícios de cada mudança são difusos, divididos por todos os brasileiros; as perdas, são concentradas nos atuais beneficiários. Para cada mudança individual, todos ganhariam um pouco, mas poucos perderiam muito. Por isso, quem tem a perder opõe-se com toda força às mudanças. Grandes mudanças, e particularmente as que precisam de aprovação no Congresso, só são possíveis quando um presidente recém eleito toma posse, chancelado pelo apoio de dezenas de milhões de brasileiros.
 
Voltar a crescer bem é totalmente possível, mas se o próximo governo não tomar as medidas necessárias já em seus primeiros meses de mandato, teremos de esperar mais quatro anos por outra chance.
 
Ricardo Amorim
 
Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.

 
 





    Heber disse:
    25 de setembro de 2014 às 20:19

    As observações críticas de extremo valor dão clareza ao processo… E as sugestões igualmente… Há um interventor nas leis, o elemento que impõe alguma nova situação, ou fazendo mover, ou parar, ou alterar a direção. O que se vê foi uma bolha imensurável tanto em bolsas para os miseráveis, quanto um agrado para as classes em ascensão via cartões de crédito e fazendo gerar um tipo de estado contemplativo em estado de certa histeria de realizações, em uma versão atualizada do famigerado “pão e circo” romano. Sim aguardamos, e em geral já é jargão popular que deveriam haver eleições todos os anos, pois só mesmo de 4×4 anos que as coisas ocorrem em toda parte no país, um messianismo “quadriênico” gerado pelo sistema que se solidifica via corrupto-duto de bitola quase infinita oficializada via voto… As tuas análises são por todos nós aqui em família admiradas e consideramos muitíssimo… É uma das poucas vozes, particularmente aqui e junto com o pessoal do Manhattan que temos como diálogo obrigatório semanalmente…E DEUS te abençoe…



    ROSANA DE CARVALHO SOUSA disse:
    25 de setembro de 2014 às 20:30

    AH , QUE MATÉRIA MARAVILHOSA ! EU TAMBÉM GOSTO DE DESENVOLVER ESSE TIPO DE PENSAMENTO ! SÓ NÃO ENTENDE QUEM NÃO TEM ABERTURA PARA MUDANÇAS .



    Helena Marconi disse:
    25 de setembro de 2014 às 20:54

    Parabéns Ricardo este artigo veio mais uma vez na hora certa, está sensacional mas o meu receio é 2.015, como será se nós não obtivermos estimulação para produçao? ou melhor resumindo tudo o que voce publicou…
    quando teremos chance de crescer com este país novamente.
    Abraços.
    Helena.



    Salvador canto netto disse:
    25 de setembro de 2014 às 21:11

    me espanta a incapacidade do governo de ver o óbvio e mais ainda a incapacidade do eleitor de ligar os pontos.

    Parabéns pelo conteúdo deste e demais artigos



    Regis Esteves disse:
    25 de setembro de 2014 às 21:35

    Excelente analogia! Precisamos mudar para direção mais segura, estável e confiável!



    André Figueiredo disse:
    25 de setembro de 2014 às 22:35

    Didático e preciso. Infelizmente temo que falte coragem depois de eleitos.
    São muito bravos durante a campanha. Depois de eleitos passam por um período de alienação e quando tomam posse perderam a coragem em algum ponto do caminho.



    Cibele Sidney disse:
    26 de setembro de 2014 às 0:44

    Concordo com tudo o que disse e a única maneira seria através da educação e da conscientização política. Mas, os nossos governos, atuais e anteriores, fizeram o favor de desmotivar e desvalorizar tanto os professores da rede pública que esses nem sequer estão preocupados com a economia ou a política do estado, precisamos de uma geração consciente



    Cézar Cristiano Rocha disse:
    26 de setembro de 2014 às 7:23

    Mais uma vez com assuntos complexos, porém tratado de forma simples e direta.



    José Luiz Gamaliel Pinto disse:
    26 de setembro de 2014 às 10:51

    A gestão pública no Brasil é ultrapassada, apesar dos avanços tecnológicos e exemplos de outras nações. Isso decorre fundamentalmente do nosso modelo político, totalmente arcaico e sustentado pelas velhas oligarquias. Não há interesse em criar uma visão estratégica para a nação, de modernização dos meios de produção e da nossa cultura subserviente. Estamos fortemente inseridos no contexto da América Latina, com parceiros ideológicos, que estão deixando um rastro de sucateamento em seus países.O Brasil precisa mudar esse pilar ideológico e mirar na construção de parcerias com países com políticas econômicas voltadas para a inovação, eficiência e desenvolvimento.



    Francisco Claudio Lima Gomes disse:
    26 de setembro de 2014 às 13:14

    Gostei do paralelo entre as leis de Newton e a Economia mas gostaria de contribuir relativamente à primeira lei lembrando que o movimento se conserva em módulo, direção e sentido. Por isso seria importante nominar o movimento regido pela primeira lei de Newton de MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME (MRU). Parabéns e obrigado pelas postagens. Atenciosamente, Claudio.



    Ricardo Korb disse:
    26 de setembro de 2014 às 13:50

    Ótimo texto. Reflete bem a nossa situção atual. Triste ver os rumos das pesquisas eleitorais… Mas a esperança é a última que morre. Vamos que vamos!



    francisco Carlos Moss disse:
    26 de setembro de 2014 às 19:01

    Tens razão. Tirar os sanguessugas das tetas do governo é realmente uma tarefa hercúlea. Todo Presidente, Governador e Prefeito, ao serem eleitos, recebem um cheque em branco que dura uns 6 meses. É nesse espaço de tempo que o executivo poder mudar tudo que quiser. Depois começam os acordos de repartição do poder. Aí, então, já era o espírito público.



    elaine Lazzaroni disse:
    26 de setembro de 2014 às 19:39

    Ricardo parabéns por mais este texto. Também lamento pelas questões ideológicas que cegam o bom senso de nossos gestores e esse anti-americanismo pueril que impede qualquer raciocínio lógico sobre como de fato fazer convergir interesses globais, regionais e locais tão diversos para combater as desigualdades sociais que, obviamente passa pela forma como entendemos e usamos a economia. Penso que este é o grande desafio no mundo globalizado. Abraços



    Jose Flavio disse:
    27 de setembro de 2014 às 18:21

    Bom texto. Concordo com parte das analogias, entretanto discordo quanto a necessidade de usuários do Bolsa Familia e das Cotas perderem seus “privilégios” pois tais medidas, apesar de não solucionarem, são métodos que futuramente servirão para a própria economia brasileira pois diminuirá a desigualdade de renda e aumentará o acesso de jovens as universidades, fatores cruciais para uma economia prospera e inovadora.



    28 de setembro de 2014 às 9:43

    Mudanças precisamos, porém, acontecerá apenas via plebiscito, com vontade e pressão do povo Brasileiro, porque para mudar precisa gastar menos, e isso afeta diretamente classe política.



    ABEL disse:
    28 de setembro de 2014 às 11:25

    prezados, bom dia a todos!
    o que eu achei muito engraçado , foi que esta semana realizamos algumas reunioes e eu coloquei o mesmo assunto em pauta, citei as mesmas leis de Isaac Newton.
    e isso é real, seja qual for a area, isso serve como base. Se utilizar este conhecimentos isso não apenas nos da coragem, como também nos alerta.

    forte abraço a todos!

    e Ricardo, vc sem duvida é um cara em que tenho orgulho de me espelhar. Tem verdadeiramente conhecimento muito amplo de econômia e gestão empresarial, cara a realidade é que se tivemos mais pessoas assim, nao seriamos um pais deste porte com tanta pobreza e atrazo em todos os sentidos.

    abs

    ABEL BORGES ARAUJO



    Robson Franco disse:
    28 de setembro de 2014 às 18:40

    Ótimo texto, faltou discorrer o fato do atual governo ter atrelado sua corrupção à maior das leis descritas por Newton, a “Lei da Gravidade”. Um projeto espúrio de poder que, maior que as forças democráticas, criou um ralo nas maiores instituições financeiras e empresas nacionais tragando todo e qualquer recurso que pudesse alavancas a economia. Além de tomar atitudes erradas em momentos errados e atuar de forma a maquiar os resultados de suas atitudes em prol do próximo pleito. A física não perdoa.



    Durval Grassmann Pinto disse:
    30 de setembro de 2014 às 0:31

    Excelente. Infelizmente faltam capacidade, formação, altruísmo e ética nos nossos políticos e governantes. Estamos à mercê da incompetência e da desonestidade.



    Wilson Sales disse:
    1 de outubro de 2014 às 10:04

    Pergunto-me: Será q somente nós somos inteligentes? Será q somente nós tivemos acesso a uma formação intelectual e conseguimos ter discernimento?



    Umberto Palhares da Silva disse:
    1 de outubro de 2014 às 11:15

    Excelente essa análise da economia brasileira. Infelizmente nosso país está muito mal governado e não há perspectiva de melhora com esse governo e esse partido no poder. Nossa produtividade cai permanentemente e Estado cresce cada vez mais com sua improdutividade. Só uma revolução mudaria isso.



    1 de outubro de 2014 às 12:11

    Prezado Ricardo,
    Realmente sua analogia e fantastica mais uma vez. Proximo domingo está ai com as eleicoes e novas expectativas de mudancas. O problema que agora teremos uma eleicao emocional (caso de Marina) e mais uma vez teremos varias capitanias doadas para conseguirem apoio.. isto e uma vergonha como diria nosso Boris Casoy. Vamos ver se vale a pena.



    Paulo Serafim disse:
    1 de outubro de 2014 às 12:16

    Parabéns Ricardo,
    Você é o poeta da economia, aquele sujeito que diz aquilo que a gente gostaria de dizer, mas não encontra as palavras, simples, diretas e esclarecedoras…



    1 de outubro de 2014 às 16:55

    Caro Ricardo parabens por mais um brilhante artigo.Muito objetivo



    Paulo Kudler disse:
    1 de outubro de 2014 às 17:29

    A fisica e’ a melhor forma de se entender como as coisas funcionam pois o universo fuciona assim. E’ questao de tempo e movimento e as leis de Isaac Newton devem falar mais alto nesse Pais.



    Sebastiao Gil disse:
    1 de outubro de 2014 às 22:37

    Ola Ricardo, belo texto e de fato as esperanças estão nos primeiros meses. E ainda se não ocorrer mudança de administração. Incrivel que o potencial que temos não seja para o bem de todos.



    Jocemar Medeiros disse:
    6 de outubro de 2014 às 17:11

    Nas aulas de física o professor sempre informava que não se estava considerando os efeitos de atrito para simplificação, mas na vida (política) real, o atrito aparece na forma dos conchavos para a o aumento do território de dominação e maiores ganhos, nem sem sempre lícitos e que destorcem os cálculos de força e, principalmente de direcção. Fica a humilde sugestão de complemento à analogia brilhante de sua matéria com a física.



    Ductor Marcus disse:
    7 de outubro de 2014 às 19:27

    Prezado Ricardo Amorim,
    Sem dúvidas um dos melhores artigos já escritos por você.
    SENSACIONAL, REALÍSTICO E EM PROL DO BRASIL

    Forte abraço!
    Ductor Marcus



    Maria Edite disse:
    9 de outubro de 2014 às 22:50

    Ricardo,

    Gosto muito do Manhattan Connection, e ultimamente estou sempre acompanhando suas publicações. Parabéns por tanta lucidez…coisa difícil de se ver no Brasil…triste até.



    Angelo Parise disse:
    10 de outubro de 2014 às 0:54

    Com a economia em crescimento conseguimos recursos para investir em infra-estrutura (escolas, hospitais, etc) e qualidade de vida (sustentabilidade, esporte e cultura).



    Carlos Eduardo Moraes disse:
    11 de outubro de 2014 às 10:24

    Ricardo, conheço gente que odeia o assunto de economia e finanças, mas não quando ouve ou lê seus artigos.
    Melhor que ninguém, você consegue expor para leigos, com convicção, o que está acontecendo na economia brasileira, de forna apartidária. Sonho com uma coluna sua no JN, para que esses pensamentos possam abrangir um maior número de pessoas. Só assim o povo deixará de cair nas desculpas esfarrapadas de um ministro da fazenda incompetente.



    Rosa Pitelli disse:
    12 de outubro de 2014 às 0:00

    Parabéns e obrigada. Fico até emocionada quando leio os seus artigos.Agora, com esses candidatos que temos aí, fico imaginando que só com milagres para mudar alguma coisa.



    Douglas Lange disse:
    16 de outubro de 2014 às 20:25

    Paternalismo é eterno e vai continuar enquanto existir “estabilidade”dos concursados ganhando salários acima da realidade do salário mínimo e os impostos que não param de destruir a renda do trabalhador para sustentar esse estado “gordo” e acomodado que costumamos chamar de serviços públicos. Sem mencionar as outras férias disfarçadas de greve que todos os anos temos o desprazer de presenciar como nos bancos correios previdencia etc…



    Eleonora D lopes disse:
    13 de janeiro de 2015 às 17:08

    Infelizmente artigos como este não discutidos em sala de aulas.



    Marcelo Ribeiro disse:
    28 de março de 2015 às 19:03

    Quem me dera artigos como estes fossem veiculados na grande mídia, somos esculhambados lá fora e todo mundo percebe o grau de corrupção do Brasil. Estava vendo uma análise de outro artigo polêmico que complemeta a visão gringa do Ricardo Amorim: “No Brasil, cerca de 600 mil pessoas investem na BM&FBovespa. Enquanto cerca de 45,8 milhões de brasileiros investe pesado na geração de filhos para receber os proventos pagos pelo Bolsa Família”, é uma vergonha total ser brasileiro neste momento. Extraído de um artigo mostrando a visão gringa sobre o brasil, eles provocam e mostram os fatos por traz da afirmação: ‘Por quê e tão fácil ganhar dinheiro na bolsa de valores brasileira?’, gostaria de saber a opinião do RA sobre isso: http://globaltradersacademy.org/pt/magazine/por-que-e-tao-facil-ganhar-dinheiro-na-bolsa-de-valores-brasileira/. Se possível fizesse um artigo a respeito, nós estamos realmente anos-luz atrás das sociedades mais civilizadas!



    Maria Clara disse:
    6 de maio de 2015 às 1:03

    Parabéns pelo excelente artigo Ricardo.

    Esse exemplo se aplica perfeitamente a situação atual em que o Brasil se encontra na economia.

    Sei que é preciso acreditar, mas é difícil acreditar que o Brasil vai voltar a crescer na economia.



    Frida disse:
    21 de maio de 2015 às 12:58

    Ricardo, admiro muito seu trabalho. Parabéns por esse artigo no qual você expõe de forma clara e objetiva sobre a situação atual do Brasil na economia.



    heloisa p silva disse:
    24 de junho de 2015 às 18:11

    Muito interessante o paralelo que vc fez com a leis da Física.



    Valter Duarte Ferreira Filho disse:
    3 de agosto de 2015 às 16:52

    Tenho de dizer que economia não existe e que o Sistema de Mundo de Newton é expressão matemática do ideal de equilíbrio político de james Harrington, autor de “The Commonwealth of Oceana”, de 1656. Adam Smith inspirou-se nos dois para escrever “A Riqueza das Nações”. Tudo mentira ideológica.



    Lopes disse:
    19 de agosto de 2015 às 17:07

    Grande Ricardo, mais um artigo fantástico!

    Pelo jeito teremos que esperar mais 4 anos por uma nova chance, pois o nosso governo passa ano e vem ano e o Brasil continua com a economia fraca e com o nome desvalorizado, infelizmente!



    Lucas disse:
    24 de agosto de 2015 às 23:59

    Mais um artigo de excelente qualidade! Artigos como este deveriam ser discutidos nas salas de aulas, mas infelizmente não são.



    Lucas disse:
    25 de agosto de 2015 às 0:13

    Mais um excelente artigo! Isso sim deveria ser discutido dentro das salas de aulas, mas infelismente não é!



    Luiz Henrique disse:
    9 de dezembro de 2015 às 9:35

    Parabéns pelo texto que traduz a situação econômica do Brasil atualmente.



    Paulo Vieira disse:
    14 de janeiro de 2016 às 23:22

    Parabéns meu caro! incrivel, é de pessoas assim que o brasil precisa! que 2016 seja um ano melhor!!



    28 de março de 2016 às 19:10

    Somebody essentially lend a hand to make seriously posts I might state. That is the first time I frequented your website page and thus far? I surprised with the analysis you made to create this particular publish extraordinary. Fantastic task!



    29 de março de 2016 às 11:55

    Everything is very open with a very clear explanation of the challenges. It was really informative. Your website is very useful. Thanks for sharing!



    29 de março de 2016 às 19:41

    Pretty! This was a really wonderful article. Thank you for supplying this information.



    30 de março de 2016 às 3:51

    Heya i’m for the first time here. I came across this board and I in finding It truly helpful & it helped me out a lot. I am hoping to give something again and help others like you aided me.



Deixe seu comentário

Acompanhe Ricardo Amorim na mídia
Istoe

Artigos do Ricardo Amorim
/ LEIA

Manhattan Connection

Desde 2003, Ricardo é apresentador do Manhattan Connection, atualmente no canal Globo News
/ VEJA

Radio Eldorado

A economia pode ser um agente poderoso de transformação
/ CURTA


Opinião de Ricardo Amorim - Economista Independente