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Acorda, Brasil!

postado em Artigos


Revista IstoÉ
12/2012
Por Ricardo Amorim

 
 
O ministro Mantega ficou surpreso com o fraco crescimento do PIB no terceiro trimestre e culpou o termômetro, a medida do IBGE. Os leitores desta coluna não se surpreenderam. Meu artigo Crônica de uma Decepção Anunciada, de dezembro de 2011, já previa: “não se surpreenda com um crescimento muito baixo no ano que vem e até com uma pequena queda, se calotes ocorrerem na Europa. Feliz 2013.”
 
Com crescimento de 1% neste ano, nosso PIBinho só vai superar o do Paraguai, em toda América Latina. Peru, Colômbia e Chile crescerão quatro vezes mais.
 
Esse mau desempenho não se deve apenas à conjuntura externa, mas ao esgotamento de um modelo de política econômica baseado na expansão da demanda. O Brasil dobrou o crescimento médio do seu PIB a partir de 2004 aproveitando o aumento de consumo nacional e de demanda externa por matérias primas, usando mão de obra e infraestrutura ociosas.
 
Não dá mais. Com o menor desemprego da história e múltiplos gargalos de infraestrutura, só um incremento substancial do investimento e da produtividade permitiria um crescimento acelerado e sustentado daqui para frente. Só que isto não está acontecendo.
 
No Brasil, o investimento produtivo não chega a 19% do PIB. Ele é cerca de 50% maior nos nossos vizinhos, atingindo 30% do PIB no Peru e 27% no Chile e na Colômbia.
 
Por que investimos tão pouco? Para investir, um país precisa antes poupar. A poupança nacional é baixíssima por conta da gastança do setor público. Apesar de termos uma carga tributária que é o dobro da dos nossos vizinhos, nossos governos ainda gastam mais do que arrecadam, consumindo uma parte da poupança do setor privado.
 
Para completar, à medida que o crescimento do país se desacelerou, o governo reagiu de forma atabalhoada, levando empresários a postergarem ou até cancelarem investimentos. Já há até quem chame o Ministério da Fazenda de Remendobrás.
 
Reduzir a tarifa de energia elétrica é um objetivo louvável, mas ao invés de eliminar mais taxas e impostos, o governo preferiu reduzir a lucratividade das empresas do setor. Várias cortaram investimento. Não se surpreenda se tivermos apagões nos próximos anos.
 
No setor financeiro foi parecido. Diminuir os juros é um ótimo objetivo, mas trazer a taxa básica ao menor nível da história com a inflação acima da meta do próprio governo é arriscado. É como cortar a medicação com o paciente convalescendo.
 
Aumentar a competição bancária é um objetivo justíssimo. No entanto, expandir a oferta de crédito dos bancos públicos com a inadimplência em elevação transferiu a eles clientes que os bancos privados já não querem. Isto expõe seus acionistas – todos nós que pagamos impostos – a cobrirem eventuais perdas no futuro.
 
Por fim, há tempos o governo culpa a taxa de câmbio pelas dificuldades da indústria. Por isso, elevou-a de R$1,50 para mais de R$ 2,00 por dólar. O resultado? Produtos mais caros, pressões inflacionárias e a produção industrial caindo cerca de 3% no ano.
 
Tomara que nosso crescimento surpreenda positivamente em 2013. Pode acontecer. Se a crise europeia não se aprofundar, Obama conseguir desarmar o abismo fiscal americano e a China sustentar sua incipiente recuperação econômica, provavelmente cresceremos mais do que os 3,5% hoje projetados. Basta um destes fatores externos não cooperar, e o crescimento decepcionará pelo terceiro ano consecutivo.
 
Sem um encolhimento do peso do setor público, nossos investimentos serão baixos, nossa competitividade idem e o crescimento continuará limitado. Boas surpresas só quando a sorte ajudar. Está na hora de ajudarmos a sorte.
 
 
Ricardo Amorim
 
Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.





    Eduardo Chiste disse:
    17 de dezembro de 2012 às 7:32

    Ricardo,

    Parabéns pela matéria, muito esclarecedora, e gostosa de ler, pois sempre é escrita com muita didática numa linguagem para pessoas não economistas.

    Um abraço.



    Antonio Alves de Azevedo disse:
    17 de dezembro de 2012 às 7:53

    Infelizmene nosso sistema politico é uma vergonha, nossos politicos cada vez mais tirando proveitos de nossas riquezas, nossos impostos altissimos e nem pensar em alteração de percentuais, digo, nem pensar em redução. Precisamos da ajuda da população, união, cobrança, afinal somos os culpados desta massa estar da forma que está hoje, nos que os colocamos onde estão, portanto, compete a nos a cobrança, a mudança.
    Temos que dar um basta.



    17 de dezembro de 2012 às 7:55

    É muito difícil comentar. Talvez o termo “Remendobrás” traduza tudo. Ocorre que o PT do Senhor Lula não tem e nunca teve planos para o Brasil, mas só planos para eles mesmos de perpetuarem no poder. Não é uma crítica, mas uma constatação clara. O Brasil não sabe o que quer, nem onde quer chegar; não tem uma agenda de trabalho. Restou então, culpar os outros, a economia mundial.



    Natil Bado disse:
    17 de dezembro de 2012 às 7:58

    Infelizmente essa é a nossa realidade,concordo com você Amorim, se o país não fizer o tema de casa no setor publico ,dificilmente chegaremos a bons resultados de crecimento em 2013.



    André Apasse disse:
    17 de dezembro de 2012 às 8:03

    Caro Ricardo, bom dia.
    Parabéns pelo texto impecável, gostei muito.
    Abraços,
    André Apasse



    Wilson Rocha disse:
    17 de dezembro de 2012 às 8:21

    Muito bom seu comentário Ricardo, parabéns!
    Que você tenha um feliz Natal e um excelente 2013.

    Abraços

    Wilson Rocha



    Jorge Soares disse:
    17 de dezembro de 2012 às 8:39

    Estamos pagando o preço daquela promessa eleitoral do Lula, onde comprometeu-se em criar 10 milhões de empregos. A maioria deles foi inchando o setor público através de concursos caça-níqueis e contratações de cargos de confiança. Aí não sobra mesmo para fazer investimentos.



    José Francisco Canepa disse:
    17 de dezembro de 2012 às 9:05

    Caro Ricardo
    Tudo bem?
    A analise foi boa. Precisamos entretanto começar a incentivar o governo para assumir um planejamento que contemple soluções
    de longo prazo.
    Grande abraço



    Gilson Paula Lopes de Souza disse:
    17 de dezembro de 2012 às 10:18

    Caro Amorim, bom dia!
    Um programa para um Brasil Competitivo, que envolva os “notáveis” dos vários segmentos, independente dos interesses partidários, é o caminho da recuperação com coragem e criativdade.
    Abraços, e votos de um feliz Natal!



    Patricio Mendizabal disse:
    17 de dezembro de 2012 às 10:57

    Ótimo artigo. Parabéns!
    Tomara que pessoas do governo leiam este seu artigo. Abraço



    OIRAZAN MEDEIROS disse:
    17 de dezembro de 2012 às 11:16

    PARABENS PELA MATÉRIA. O QUE NOS DEIXA TRISTES SÃO OS NOSSOS ELEITORES.



    Ricardo Tavares disse:
    17 de dezembro de 2012 às 11:57

    Prezado Ricardo,
    Gostei muito da sua crônica, aliás, como sempre. Seus comentários são sempre claros e voltados para os leitores não-economistas, facilitando o entendimento da sua mensagem. Parabéns, porque escrever não é fácil. Falar fácil é difícil!!
    Forte abraço e um Feliz Natal!



    17 de dezembro de 2012 às 12:56

    Ricardo,

    Parabéns pelo seu texto. Mais do que falta de visão, falta preparo aos companheiros petistas e seus aliados, que como cupins, ocupam as cadeiras governamentais. São pessoas sem preparo, aproveitando a onda petista para poder acumular bens e se garantirem para o resto da vida. Temo que a população brasileira, por sua falta de educação básica, não consiga reconhecer a tempo o buraco em que eles estão nos enfiando e acabem reelegendo a continuidade nacional por muitos anos.
    Abraços e que Deus nos ajude !
    Roberto



    Patricia disse:
    17 de dezembro de 2012 às 13:59

    Sempre importante recebermos informações tão esclarecedoras. Precisamos estar atentos e fazer cobranças.



    Cássio Rodrigues disse:
    17 de dezembro de 2012 às 15:21

    Ricardo,
    Com tantas evidências, o que falta para o Governo? Gente competente, vontade política ou os dois?



    Wilson Sales disse:
    17 de dezembro de 2012 às 17:45

    Prezado.
    Complexa a situação.
    Mais complexa se forem adicionados gastos com Copa e Olimpíadas.
    Não vejo bons ventos ao nosso favor.

    Wilson



    Lucas disse:
    18 de dezembro de 2012 às 8:08

    Ótimo texto! Parabéns.



    18 de dezembro de 2012 às 13:47

    Antes de ser o país do futuro quero ver o pais do presente formar lideranças que entendam este país e o conduzam com sabedoria em direçao a um crescimento sustentável.O Brasil merece mais. Planos mais adequados e pessos mais comprometidas com os resultados. Ou ocupamos agora o espaço disponivel na participação da liderança mundial que o mundo se nos oferece, ou vamos permanecer dormindo em berço esplendido. Acorda Brasil como com muita propriedade você escreve, Ricardo. E a sorte, deixemos para os jogadores.
    Um 2013 com mais pessoas atentas e menos pessoas sonolentas.



    Katia Moreira disse:
    18 de dezembro de 2012 às 14:05

    Assisti sua palestra recentemente e eu sendo uma ex-aluna (quase repetente) da matéria de economia… finalmente consegui “pegar gosto” pelo tema, pois vc simplifica,ao mesmo tempo deixa o assunto bem interessante e faz o link com a realidade. Parabéns! Vc converteu alguém que não entendia e portanto não gostava de economia :)



    19 de dezembro de 2012 às 7:11

    O Brasil está perdendo uma chance de ouro na sua história. Somos o foco mundial nos próximos anos e esses gargalos de infra-estrutura, nossa burocracia e a maldita corrupção estão atrasando nosso crescimento nessa era única na nossa história.



    Diego disse:
    19 de dezembro de 2012 às 8:39

    Excelente artigo!
    ACORDA BRASIL, CHEGA DE POLÍTICAS IMEDIATISTAS!
    Chega dessa política do PT que só visa o voto das massas, ao invés de colocar a economia no devido rumo!



    19 de dezembro de 2012 às 8:40

    Estamos crescendo no modo terceiro mundista, aquecendo economia apenas na movimentação de moeda, sem estratégias de fortalecimento econômico.
    Somado a isto e como agravante, necessitamos de ações nos 3 poderes da (dita) democracia que façam valer também os princípios da moral e da ética e não apenas o princípio legal, pois os 3 poderes constituídos notoriamente se blindaram por trás de leis que eles criaram e votaram apenas para benefício e proteção deles próprios. É imoral e anti-ético demais todas manobras políticas e jurídicas que andam praticando após sentenças e julgamentos tão factíveis.
    Parabéns e obrigado por compartilhar suas análises e opiniões conosco.



    Guilherme Antunes Parreiras Bastos disse:
    19 de dezembro de 2012 às 10:33

    Excelente análise como sempre, Ricardo. Apenas duas observações:

    1. Talvez o risco de absorção de maus pagadores pelos bancos estatais seja realidade, mas apenas para pessoas físicas. Por outro lado, não há capital para novos empreendimentos no Brasil (ainda que o governo insista em afirmar o contrário). Tente você hoje, por exemplo, abrir a conta para uma empresa na Caixa Federal ou no Banco do Brasil e buscar, seja por capital para um novo empreendimento, ou digamos que já conte com o capital e busque simplesmente limites operacionais. Não há! ou melhor, talvez até haja, mas a Caixa lhe pedirá no mínimo 20 a 30 dias para análise e lhe retornará com algo pífio, enquanto o corpo gerencial do BB sequer demonstra conhecimento ou interesse no assunto, e como todos sabemos, sem capital não há novos empreendimentos, e sem novos empreendimentos esqueça o crescimento…

    2. Desnecessário voltarmos a bater na mesma tecla, mas como não podemos deixar de fazê-lo: não há que se pensar em crescimento se não investirmos pesadamente em educação. Afinal, sem este componente só conseguiremos ficar eternamente batendo a cabeça no teto da armadilha da renda média.



    Mateus Paes disse:
    20 de dezembro de 2012 às 14:48

    Perfeito o texto, não acrescentaria uma vírgula. O único problema é que é utópico. A probabilidade do país acordar, como sugere o Ricardo Amorim, é 0. Pelo menos enquanto o PT estiver no comando.



    Jorge Conrado disse:
    20 de dezembro de 2012 às 16:33

    Sempre dependemos da China, USA e Europa, ou seja, so andamos bem se o mundo anda.
    Nada do que é feito aqui dentro funciona, porque nada é feito.
    Então #sinaldostempos para a nossa dependência !

    Vamos pra Miami pagar barato em eletronico e roupas.



    Giuliano disse:
    20 de dezembro de 2012 às 19:12

    É Ricardo…reforçando o que você já comentou, com a quantidade de impostos cobrados dos setores produtivos, é dificil encontrar quem esteja disposto a investir. O setor público ta virando uma amante tão cara que o brasileiro vai quebrar tentando manter seus caprichos.



    20 de dezembro de 2012 às 19:22

    Prezado Ricardo

    Parabéns pelo artigo, enriquecedor, infelizmente o país se encontra nessa situação, lamentável, mas ainda temos que insistir em mudar esse cenário.

    Grande Abraço !



    Eduardo Giudice disse:
    6 de janeiro de 2013 às 20:11

    É isso mesmo Ricardo!

    A velha máxima: Quem não sabe o que quer, provavelmente não vai chegar a lugar nenhum. Me esforço muito para não ter complexo de “vira-lata”.

    Abraços.



    Pedro Araujo disse:
    10 de janeiro de 2013 às 13:51

    A Dilma não parece muito preocupada com a meta de superavit primário, mas isso faz parte do tripé da estabilidade. Para mim superavit primario ainda é pouco: pagar juros não amortiza a divida. Eles tinham que ter uma meta de superavit nominal para reduzir o endividamento publico definitivamente.
    Alguem tem que puxar o freio, como a Alemanha fez, para continuar o crescimento!



    Rubens Fingermann disse:
    5 de fevereiro de 2013 às 16:55

    Ricardo, hoje lendo seu artigo e diversos comentários, excelentes por sinal, fico só imaginando, qdo vc sentou p/ escrever, vc chegou a imaginar um congresso nacional(com minúscula) como o nosso?



    Augusto Ferreira disse:
    5 de fevereiro de 2013 às 16:59

    Bom dia Ricardo. Parabéns, um artigo simples, direto e objetivo. Características de quem realmente conhece o ambiente que trabalha e o horizonte que aponta. Vejo o nosso Ministro Guido, como uma pessoa em que seu tempo já passou, e não tem muito mais à acrescentar. Mas você continua com uma visão apurada dos fatos, então: – Queremos você como “Ministro da Economia do Brasil”, um novo tempo pede novas medidas, novos pensamentos e novas cabeças – Vamos lá ! – Você é o Cara !!!



    Rubens Fingermann disse:
    5 de fevereiro de 2013 às 20:45

    Complemento do comentário, Meus Deus, dá nojo de pensar certas coisas de nosso congresso e politica economica, salve o carnaval….



    josé barros netto disse:
    9 de fevereiro de 2013 às 20:03

    O problema do baixo crescimento não é a poupança magra do governo federal. É a barriga grande da iniciativa privada, que vive de dinheiro público e não investe um centavo. No Brasil existe o que se chama capitalismo de estado. O governo investe o dinheiro dos impostos para que as empresas privadas lucrem. É risco zero e lucro máximo para o empresariado e socialização dos prejuízos para os contribuintes (ou melhor, para os trabalhadores; empresários não pagam impostos no Brasil, apenas repassam nos preços), tal qual ocorria com as capitanias hereditárias. Mas numa coisa eu concordo, manipular a taxa de cambio para compensar o baixo investimento e competitividade privados é um risco enorme para a inflação. Se somarmos a isso os vários incentivos fiscais ao pessoal da FIESP, vira um namoro sério com um certo dragão muito conhecido.



    Isabel Monteiro disse:
    6 de março de 2013 às 7:27

    Desde dezembro de 2012 leio a matéria acima. Leio com o objetivo de você estar errado
    NÃO ESTÁ.
    Suas matérias são muito boas.
    Parabéns. Guru economico é o que você é.



    Marcos Trevisol disse:
    13 de março de 2013 às 8:41

    Ainda não sei muita coisa sobre isso tudo, estou na segunda fase do curso de economia mas procuro me informar sobre tudo e achei esse teu texto muito bom de ler, esclarecedor, e com certeza vai me ajudar em alguma coisa no futuro..
    Parabéns!



    Adelino Neto disse:
    4 de abril de 2013 às 7:15

    Ricardo, seus comentários são admiráveis pela clareza e contundência. O Brasil precisa dar ouvidos a pessoas como você. Mas tome cuidado com a Patrulha, que logo, logo deve começar a difamá-lo na rede.



    Fatima Cabrera disse:
    17 de maio de 2013 às 23:10

    Quisera todo nosso povo sofrido saber o que esta ocorrendo com o nosso ”BRASIL Varonil”Obrigada Ricardo por colocar me a par da triste situacao…



    Evandro Fonseca disse:
    29 de maio de 2013 às 10:18

    Essa Copa é mais para satisfazer o público interno do que o internacional. Com a Europa em crise que basicamente representa 60% ou 70% das equipes que disputam a Copa, poucos turistas virão. A prova disso é que a Copa das Confederações esta batendo recordes de venda, mais se for ver 80% 90% é público interno que esta adquirindo.



    Alessandro Moura disse:
    1 de junho de 2013 às 21:59

    Muito bom a matéria…



    8 de junho de 2013 às 20:48

    Caro Ricardo,

    Você precisa estudar muito ainda, suas previsões são muito na “cara e coroa”, você como a maioria dos economistas apostam sempre nos 50% de chance…O nosso país era o que era a dez anos atrás por causa dessas críticas sem detalhamentos técnicos matemáticos ineficientes! E sobrevivemos! Tudo dito por você conjecturas…vamos estudar mais!



    HELENA disse:
    27 de junho de 2013 às 22:02

    Ricardo parabéns pelo artigo ,gostei muito. CONTINUE ESCREVENDO,VAMOS TENTAR ,fazer com que chegue aos governantes .Povo unido jamais será vencido.
    OS GOVERNANTES MORREM DE MEDO DO POVO NAS RUAS VAMOS APROVEITAR ISSO



    Micheli disse:
    15 de julho de 2013 às 15:30

    Muito bom o texto.



    28 de julho de 2013 às 19:19

    Infelizmente somente agora, a população acordou, e esta consciente o quanto foram enganados por este partido dos PeTralhas, que durante as campanhas eleitoral, só fizeram promessas vãs, mentiras e mais mentiras, pois na realidade, só pretendiam estar no poder, para colocarem suas ideias, de corrupção e falcatruas, em prática, como de fato fizeram. Brasil e nós brasileiros, não merecíamos isso!



    19 de agosto de 2013 às 19:09

    Quem acredita em Guido Mantega?…ficou surpreso?…Não acredito… Ele há muito vem dando informações, ( sempre para baixo )do PIB, infração etc….



    Reynaldo B.Scherner Rodriggues disse:
    15 de setembro de 2013 às 10:08

    O Brasil é como um casamento que não deu certo. O povo(marido) trabalha até se estressar para pagar as contas da mulher(governo), e ainda por cima não deixa os filhos crescerem por causa dos impostos.



    Leila Coelho disse:
    16 de setembro de 2013 às 11:45

    Os “ses” do penúltimo parágrafo acabam com qualquer chance de otimismo!



    Daniel Bernardes disse:
    2 de outubro de 2013 às 10:02

    Gostei, acho todo e real e um problema serio, so faltaria agregar que o Mercosul e o mercado comum mais fechado do mundo, isso faz as empresas privadas nao competirem num mundo globalizado, tanto em indústria como servicios assegurando os lucros “para os novos Coronéis do Brasil” e elevando os preços de toda a economia, inclusive salários. Mais disso melhor nao falar, Porque temos muitos “amigos” lucrando com Bancos Privados nao e ? , e também muitos “amigos” lucrando com Monopólios nas comunicações nao e ? Isso sem falar do setor Privado que so investe si o Bndes , o seja nos Contribuintes emprestamos….



    Rubens Souss disse:
    2 de outubro de 2013 às 17:03

    Muito bom cara. Eu que não manjo muito de economia, entendi bem o que o texto quis dizer. Uma linguagem bem esclarecedora.



    Otávio economista disse:
    3 de outubro de 2013 às 12:16

    No Brasil não se entregam obras; entregam-se elefantes brancos, pós CF 88. Não há competição em bases de concorrência de mercado, mas há em bases de amigos do rei corrupto. Investimentos não chegam, tributação cria peso morto e sufoca, burocrácia aterroriza e só sabe-se controlar inflação via política monetária. Com relação ao judiciário; emperra-se julgamentos importantes de gárgalos tributários e guerra fiscal para valorizar um par de ministros que acham que o amplo direito se restringe a discutir o já discutido. Meia dezena de “heróis revolucionários” que só não se fritaram na ditadura, pois devem ter travestido todos seus ideais “revolucionários” na frente de um tirano ditador. Mas afinal quem é mais tirano nesse história brasileira? Quanto a população perde em começarem a se debater contra a legitimidade de governabilidade dos 3 poderes? ninguém confia em ninguém e imagina se o gringo vai trazer o rico dinheirinho dele p cá?



    Otávio economista disse:
    3 de outubro de 2013 às 12:30

    ainda plano de mal gosto PNDII, naquela época, ainda não sabiam bater superavit primário e fazer maquiagem na contabilidade pública com a qualidade de hoje. Mas parece que a macacagem dos monetaristas está acabando, pois as contas externas mostram uma situação desconfortável para rolar dívida pública. Governo que não sabe gerir a conta de investimentos; faz os repasses para o setor de infraestrutura e começa a corretagem. No final chega 40% do dinheiro com superfaturamento. Daí a tática do governo é viver equilibrando a economia com base em transferências voluntárias, ou se preferirem bolsa me ajuda. Enquanto isso a inflação arrebenta via custos e qualquer emoção de demanda satura a capacidade industrial jogando pressão na oferta. Então vc pega o carro e vai viajar para RS ve a BR 101 parada por 4hs por obra na pontezinha fazendo uma fila imensa de caminhão. Vai p SP e pega a régis na mesma situação pq o órgão ambiental quer bola para liberar. Conclusão num país dependente da malha rodoviária, o que fazemos?

    o que é se fez nesse país pós CF88?

    fez-se bacharéis em direitos que como Joaquim Barbosa falou: Só sabem assoberbar-se discutindo o sexo dos anjos, enquanto o magistrado refém de indicação política atécnica vira-se contra a sociedade com o pretexto de contraditório. muito dedo, muita vênia e pouca ação.

    No lado dos economistas botou-se um insipiente cidadão chamado Delfim Neto, que dentre uma de suas pérolas foi dizer” deixe o bolo crescer para depois distribuir” e com isso sugou-se a massa salarial para controlar a inflação com a esperança que os 0,1% da população fosse capaz de absorver a produção de bens duráveis e o que sobrasse facilmente seria exportada. Deixou outros setores órfãos de investimentos e totalmente dependente de K externo prostituido. Esse doutor (sic) ainda posa de intelectual junto com um FHC que nos disse para rasgar tudo o que ele escreveu acerca de sociologia, sua formação. Tivemos poucos homens bons articulando no setor industrial e de infra. Dentre eles Mauá. O que fizeram com Maúa?



    Otávio economista disse:
    3 de outubro de 2013 às 16:18

    Chamamos nova classe média quem vive de assistencialismo, cotas afirmativas. Capes financiando pesquisas que não levam a nada. Boa sorte teremos que ter nessa jornada bolivariana encampada por imbecis que se dizem marxistas.

    Não leram Marx, não leram os clássicos tampouco Keynes. Marx nunca foi comunista ou socialista. Marx foi um dos cientistas econômicos que inclusive falava acerca da legitimidade de o lucro empresarial remunerar o capital.



    Claudio Luraschi disse:
    2 de novembro de 2013 às 8:46

    Ricardo,

    simplesmente perfeito!!!!! parabéns pela matéria!!!!!! Vou utiliza-la internamente na empresa…assim nivelamos todos em conhecimento. obrigadao, um forte abração!!



    zè disse:
    3 de novembro de 2013 às 14:42

    Obrigado por explicar economia em termos faceis de entender. Nao sou da area mas gosto bastante dos seus artigos.



    Augusto Carvalho disse:
    7 de novembro de 2013 às 6:25

    Artigo claro que expressa a visão de economista de autor. Concordo plenamente e acrescento a isso minha ótica de empresário/empregador, minha preocupação com os gastos públicos com 39 ministérios em campanha em 2014 e o aumento da carga tributária, por último agora, acrescida da impossibilidade de desconto do % do empregado no vale transporte. Parece simples mas vem se somar aos 10% de reposição de FGTS e por aí vai….
    Nesse país, onde seguro desemprego virou salário para pagar as contas do consumo da classe média, nos obrigamos a olhar pra frente e ver o que pode ser cortado. O 1o item da lista é o investimento e no 2o plano cargos e gratificações.



    humberto disse:
    21 de novembro de 2013 às 18:12

    Depois da copa melhora….



    Pedro disse:
    2 de dezembro de 2013 às 3:24

    A mim parece que não há investimentos porque quase metade do orçamento da União é desperdiçado com o serviço da dívida. É lógico, com uma taxa básica de juros das mais altas do mundo, não há país que vá pra frente, pois, primeiro, não sobra dinheiro para o Estado fazer os investimentos necessários; e segundo, torna-se desinteressante aplicar na economia produtiva (vale a pena é comprar os títulos do governo). Creio que um pouco de inflação (até cerca de uns 20% ao ano)não faz mal, porque não chega a afetar a previsibilidade essencial aos investidores. Portanto, deveria ser tolerada, se junto viesse o crescimento econômico. Eu sei que se argumenta que os trabalhadores sofreriam, mas é pior agora com a economia estagnada, que não aumenta a oferta de empregos de qualidade e por isso mantém os salários baixos. Na verdade essa política “austera” inaugurada por FHC parece servir muito mais aos grandes banqueiros, os rentistas máximos, que no Brasil tem lucros simplesmente extraordinários, que ao à população brasileira em geral.



    Júnior Viana disse:
    3 de dezembro de 2013 às 19:54

    Parabéns Ricardo!
    Excelente texto!



    Ramon disse:
    3 de dezembro de 2013 às 19:59

    Após um ano, a análise continua atual e precisa. É muito bom ter acesso a textos como este, que nos auxiliam na compreensão da situação econômica brasileira. Abraços!



    Fernando Maciel disse:
    3 de dezembro de 2013 às 22:19

    Sempre muito boa sua análise, muito clara até para quem não entende o economês.
    Didática e pedagógica.
    Congratulações e traganos neste final de 2013, observações de alerta.
    Obrigado.



    Anselmo disse:
    4 de dezembro de 2013 às 2:06

    Excelente artigo! Em países mais sérios, quando se aumenta os gastos públicos com ideia de política fiscal expansionista, o foco é sempre gastar com infraestrutura. Aqui os recursos vão para contratação e aumento de salários do funcionalismo público que trabalham num regime defasado e improdutivo, com pouco retorno à sociedade. Puro populismo.



    4 de dezembro de 2013 às 18:13

    Meu caro Ricardo Amorim, nas próximas eleições vamos acreditar em candidatos que tenham experiência comprovada com gestão e governança. Fundamentalmente aqueles que tenham bons históricos, que sejam agregadores. Essa estória de apenas ser um bom político…eu não entro mais. Vou votar pelo curriculum do candidato.



    Paulo disse:
    5 de dezembro de 2013 às 7:04

    Ricardo,
    em suma, ou trocamos a composição política atual ou estes “caras” vão quebrar o país definitivamente.



    PAULO CESAR BASTOS disse:
    14 de dezembro de 2013 às 17:51

    Para um desenvolvimento verdadeiro e ao alcance de todo o povo brasileiro é preciso que todos os níveis de poder ouçam o que clama a rua e mostra o cartaz exigindo uma gestão eficiente e eficaz. Fazer o máximo e gastar o mínimo com bastante investimento e redução da despesa administrativa . Economia é a base da prosperidade.

    Ainda sobre as soluções para o Brasil avançar seguem mais outras lembranças que são, também, convenientes.

    A sociedade brasileira tem demonstrado a capacidade de superar os desafios. Viabilizar o semiárido, no entanto, é um desafio, ainda, a superar. Qualquer projeto de desenvolvimento para o Brasil passa por essa superação.

    Para um PIB crescente é preciso um plano coerente e competente para prevenção e convivência com o flagelo secular da seca no Sertão. Evitar a seca é impossível , mas existem técnicas para a convivência possível. Urge um Plano de Agrorecuperação do Sertão.

    Elementar, mas para avançar é preciso começar.



    Marcelo disse:
    14 de dezembro de 2013 às 22:55

    Excelente matéria Ricardo!
    Agora veremos qual será a nova medida do governo com relação a redução de exportação de carros para a Argentina, nosso principal importador. Uma das saídas pode ser a redução de impostos para “desembuchar” os pátios das montadoras e manter o nível de emprego da indústria automotiva, um dos principais alicerces do governo no que diz respeito a recolhimento de impostos. Senão, a oferta será muito grande e sem exportar gerará desemprego. Por outro lado, aumentará mais ainda a frota nacional e a infraestrutura rodoviária do país continuará a mesma!



    Fábio disse:
    3 de janeiro de 2014 às 12:06

    Parabéns Ricardo,
    Muito boa sua análise conjuntural.
    Será que falta coragem ao governo para mudar este quadro ?



    Alexandre Henrique disse:
    3 de janeiro de 2014 às 12:26

    O tempo mostrou que a sorte não estava do nosso lado… 2013 também foi foi pífio. ..
    E 2014 a balbúrdia vai continuar…
    Espero que o Brasil saia dessa…



    Jorge Alexandre Macedo disse:
    3 de janeiro de 2014 às 12:55

    Ótima matéria, isso sim condiz com a realidade vista por nos empresários, pagamos muito imposto com nenhum retorno, em matéria anterior em que Tu Ricardo apoia o nosso desarmamento, eu fui totalmente conta a sua opinião, estando baseado em NY é outra realidade, mas eu já morei no Texas, realidade completamente diferente da sua, mas mais diferente ainda da nossa brasileira, onde há liberdade e baixíssima criminalidade, diferente da brasileira.



    Fernando Maciel disse:
    4 de janeiro de 2014 às 8:43

    Excelente abordagem.
    Clara como a luz do sol.
    Temos que buscar mais profissionais para área da fazenda e aplicar um choque de gestão, você não acha?



    Lucy Menezes disse:
    13 de janeiro de 2014 às 9:16

    Ricardo:

    Mais assertivo e brilhante você não poderia ter sido. Será que se o Brasil for redescoberto, algo melhora? Até para quem é não entende de economia, o dia a dia e os beliscões na pele e no bolso são doídos e denotam que o Brasil parou. abraço, Lucy



    Paulo Roberto Cordeiro disse:
    23 de janeiro de 2014 às 17:12

    Sempre com problema fiscal, a conta não fecha tem que gastar menos do que arrecada!!!!!



    marcelle disse:
    4 de fevereiro de 2014 às 9:05

    Que maravilha de texto!! seus posts também sempre ótimos! vc é simplesmente brilhante



    Michele disse:
    4 de fevereiro de 2014 às 15:51

    É uma pena estar correto. Perfeita análise. As atitudes de nossos gestores públicos e a falta de preparo do povo brasileiro me preocupam muito. Será que pode piorar?



    6 de março de 2014 às 17:30

    É claro que concordo com o colunista. Aliás, tudo o que ele disse é cristalinamente óbvio e vem sendo repetido ad nauseam por outros. Mas não tenham dúvida: o grande protesto, que deveria vir por meio das urnas, não virá, como sempre. Gostaria muito de estar equivocado e, sobretudo, de não ser obrigado a ler obviedades. Talvez seja pedir demais.



    Sabrina Maciel Gadelha disse:
    8 de março de 2014 às 10:18

    Adorei o artigo! Muito didático e esclarecedor para não economistas como eu.
    Como funcionária de uma empresa extremamente engajada na melhoria contínua e na eficiência de seus processos, a meu ver o problema do nosso setor público é que é público (no sentido distorcido e pejorativo adquirido pela palavra).
    É um sistema onde a estabilidade é o inimigo mortal da eficiência. Não se baseia na meritocracia, onde o reconhecimento é fruto dos resultados atingidos e isto resulta num ciclo vicioso de ineficiência, com o desestímulo aos que realmente se empenham, pois aos poucos passam a pensar “Por que me ‘matar’ de trabalhar se o outro não faz nada e ganha exatamente o mesmo salário e benefícios que eu?”.
    Vivemos em um sistema capitalista e em qualquer empresa privada é absolutamente inaceitável e inviável manter um funcionário que não dá resultados positivos. Por que, então, no serviço público é diferente?
    Enquanto não tivermos uma política baseada na eficiência – e, consequentemente, na melhoria continua – nunca teremos um Brasil diferente e realmente desenvolvido de forma sustentável.
    É como Einstein já dizia: “Insanidade é fazer sempre a mesma coisa e esperar um resultado diferente”.



    Ricardo disse:
    12 de março de 2014 às 19:22

    Perfeita sua Análise !!! Será que o Brasil vai dormir em sono profundo até quando ?? quando faltar Aqua, Luz e Segurança ??? acorda Brasil vai faltar tudo mesmo !!!! até coragem pra reagir !!
    Parabéns pela sua lucidez !!!



    Fernando disse:
    23 de março de 2014 às 21:13

    Sempre bom seus artigos, a merda é que como não entendo muito de economia, quando vc escreve fica mais claro e acabamos ficando preocupados com o futuro do país.



    25 de abril de 2014 às 15:02

    Parabéns Ricardo. Como sempre brilhante este artigo, como todos que leio .



    Antonio Rabello disse:
    4 de maio de 2014 às 9:45

    Parabéns Ricardo, não precisa ser um Sr. Delfim Neto para entender o assunto porque da forma que você escreveu até mesmo os leigos ficaram fascinados com a leitura. E já passou da hora do Brasil acordar.



    19 de julho de 2014 às 11:16

    Parabéns Ricardo !
    Esta situação já se prolonga por anos … sua matéria de 2012 serviu para 2013, 2014 e 2015, sem precisar agregar nada além de um “como eu já disse” …
    Espero que, agora, a realidade (falo da real, não da que é vendida) seja perceptível por um número de pessoas em quantidade suficiente para mudarmos para um novo Brasil(voto no 45)!



    30 de agosto de 2014 às 16:55

    tenho acompanhado tuas matérias, confesso, sempre me foram úteis,
    gostei muito desta, irei me precaver,posso até errar, (difícel)
    mas Brasilia deve ser MARINADA.



    Fábio Fischer disse:
    30 de agosto de 2014 às 18:51

    Está muito esclarecedor esse texto Ricardo , parabéns.



    jose carlos oliveira disse:
    21 de setembro de 2014 às 20:55

    Realmente, até agora o Brasil tem sido empurrado com a barriga. Sem planos definidos e num casuísmo tenebroso. Em razão disso, o povo quer mudanças, mas apenas “muge”. Não fala num alto e bom som. Fica tudo no “pé do ouvido”. Bom, assim vão mais 100 anos com o PT no poder… até não poder mais. Está correto dizer “Acorda Brasil”. Quem viver, verá.



    sandro martelli disse:
    9 de outubro de 2014 às 10:54

    Excelente análise! Se os eleitores fossem também e-leitores ou ao menos leitores, muita coisa poderia começar a mudar neste país.



    Lúcia Paiva disse:
    27 de outubro de 2014 às 10:52

    Sempre um lúcido e esclarecedor artigo. Só lamento que surta efeito em 50% dos brasileiros…(aqueles que votaram em Dilma, aliás, nem leem, entendem “outra língua” rs). Parabéns!



    Rosangela V. França disse:
    4 de novembro de 2014 às 22:33

    Gosto de ler o que você escreve, até os mais leigos se envolvem nesta leitura gostosa, fácil…parabéns sou sua fã.



    Clara disse:
    28 de janeiro de 2015 às 15:37

    A analise foi muito boa. Precisamos começar a incentivar o governo para assumir um planejamento que contemple soluções de longo prazo.



    Walle disse:
    16 de março de 2015 às 14:20

    Parabéns pela Matéria…
    O povo Brasileiro precisa acordar, antes que seja tarde!



    Ricardo disse:
    13 de abril de 2015 às 12:50

    Realmente vamos ter que precisar da sorte para avançar.
    Ainda mais agora com as descobertas de casos graves de corrupção que só vão piorar o cenário econômico.



    Guia do Homem disse:
    30 de abril de 2015 às 13:12

    Brilhante como sempre, Ricardo.

    É preciso que todas as autoridades ouçam o que o povo está clamando, para que um desenvolvimento verdadeiro aconteça.

    Abraço…



    Barbara disse:
    4 de agosto de 2015 às 14:18

    Matéria muita boa, parabens!



    26 de outubro de 2015 às 14:03

    Esta situação já se prolonga por anos … sua matéria de 2012 serviu para 2013, 2014 e 2015, sem precisar agregar nada além de um “como eu já disse” …
    A analise foi muito boa. Precisamos começar a incentivar o governo para assumir um planejamento que contemple soluções de longo prazo.



    Memorizaldo disse:
    3 de janeiro de 2016 às 21:56

    Excelente abordagem.
    Clara como a luz do sol.
    Temos que buscar mais profissionais para área da fazenda e aplicar um choque de gestão, você não acha?



    Luan Araujo disse:
    14 de janeiro de 2016 às 16:22

    Ricardo, Parabéns! Seus artigos, como sempre são brilhantes. Nota 1000.



    Sergio Paulo disse:
    21 de janeiro de 2016 às 14:01

    Competitividade baixa e escandalos sempre em alta. Desequilíbrio total.



    Karen disse:
    28 de janeiro de 2016 às 8:22

    “Camarão quer dorme a onda leva”



    Gilmar Rocha disse:
    16 de fevereiro de 2016 às 14:54

    Os anos passam ja estamos em 2016 e sem nenhuma previsao de melhora. Pena que o Brasil não merece isso.



    27 de fevereiro de 2016 às 14:50

    Ricardo, obrigado por este excelente explicação da economia de modo bem fácil de se entender.



    Sergio disse:
    11 de março de 2016 às 13:45

    Ricardo, há uma luz no fim do túnel? Qual sua opinião sobre como será o Brasil em 2030? Algo precisa acontecer, pois se não me engano dos ultimos 7 presidentes, 5 estão sendo investigados, correto?



    Jaqueline disse:
    14 de março de 2016 às 21:26

    Incrivel ontem 13 de Marco de 2016 – uma mega manifestação e será que nao vai dar em nada?



    Julia Pecanha disse:
    21 de julho de 2016 às 19:58

    É… esta muito dificil acordar esse gigante, todos os dias novos escandalos, mas um dia vai ter que mudar, a vai…



    Daniel Srougi disse:
    1 de setembro de 2016 às 23:05

    Texto antigo mas serve muito para os dias de hoje.
    Parabens



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