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Feliz 2014?

postado em Artigos


Revista IstoÉ
11/2013
Por Ricardo Amorim

 

Mudanças acontecem de duas formas: quando escolhemos ou quando não há escolha. Infelizmente, a segunda é bem mais comum. Se os europeus tivessem controlado seus gastos antes da crise de 2008, escolas e hospitais não seriam fechados agora.

 

Por aqui não é diferente. Mudanças econômicas profundas  ̶ como a Lei de Responsabilidade Fiscal, a renegociação da dívida de Estados e Municípios, a autonomia do Banco Central  ̶  só aconteceram quando estávamos à beira da falência. Passado o medo do colapso, foram todas enfraquecidas nos últimos anos.

 

Sem crises, políticos não têm coragem para adotar medidas imprescindíveis, mas impopulares. Exemplo: aumentar a idade mínima para aposentadorias. De 2004 a 2010, o PIB brasileiro cresceu a um ritmo de quase 5% a.a., 2,5 vezes a média dos 25 anos anteriores. Só foi possível por ajustes econômicos feitos antes, um forte crescimento na procura global por matérias primas que exportamos, e uma grande queda do custo de capital no mundo. Este modelo de desenvolvimento baseado na expansão da procura tanto externa quanto doméstica pelos nossos produtos e serviços está esgotado. Nos últimos 3 anos, voltamos à média histórica de crescimento do PIB de apenas 2% a.a.

 

Dois fatores que ajudaram o crescimento acelerado de 2004 a 2010 acabaram: incorporação de mão de obra ao mercado de trabalho e maior utilização da infraestrutura existente. O desemprego já é o mais baixo da história e o gargalo da infraestrutura é visível. Para sustentarmos um crescimento mais rápido, só investindo muito em qualificação de mão de obra, máquinas, equipamentos e infraestrutura. A China, que cresce 3 a 4 vezes mais rápido que o Brasil, investe em sua infraestrutura, a cada 3 meses, o equivalente a todo o estoque de infraestrutura existente no Brasil.

 

Se você estivesse concorrendo à reeleição e, a menos de um ano das eleições, as pesquisas indicassem sua vitória com uma folga razoável, você faria grandes mudanças na política econômica? A Dilma também não.

 

O que esperar da economia em 2014? Sem uma nova crise externa, o PIB deve crescer cerca de 2%, os juros subirão para impedir que a inflação aumente e o dólar cairá ao longo do ano.

 

Por outro lado, se uma desaceleração dos estímulos monetários nos EUA deflagrar o estouro de bolhas de ativos pelo mundo, a recuperação da economia chinesa for abortada, ou novas crises financeiras pipocarem na Europa ou nos países emergentes, nosso crescimento será próximo de nulo e, temporariamente, o dólar subirá ainda mais, pressionando a inflação.

 

Em síntese, O Brasil terá, na melhor das hipóteses, um 2014 medíocre. Na pior, estagnação. Felizmente, algumas regiões e setores terão um bom desempenho. O Norte, Centro-Oeste e o interior do país crescerão mais, impulsionados pelo vigor do agronegócio e da mineração. Idem para o Nordeste, onde a emergência de novos consumidores continuará forte. Setores de serviços, comércio e imobiliário também crescerão mais do que o PIB, beneficiando-se da expansão de renda e crédito, e da falta de concorrência estrangeira, ao contrário da indústria.

 

Pelo 11º ano consecutivo, a produção industrial deve expandir-se menos do que as vendas no varejo. Continuaremos a consumir mais do que produzimos. Em algum momento isto ficará insustentável e deflagrará uma nova crise que forçará as mudanças que poderíamos ter feito antes, por escolha própria, em condições muito mais favoráveis.

 

Ricardo Amorim

Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.

 





    21 de novembro de 2013 às 20:14

    Concordo plenamente com seu artigo e prevendo já durante esse ano baixa na industria fiz o projeto e estou me mudando para o paraguai. Dessa forma poderei pelo menos produzir e atender ao meu mercado que hoje não temos condições de atender devido a falta de mão de obra.



    Willian disse:
    21 de novembro de 2013 às 20:15

    Muito bom seu texto Ricardo.

    Essa ineficiência em FBKF no Brasil deixa nosso futuro cada dia mais incerto.

    Parabéns e continue nos abrilhantando com seus artigos.



    Florival Mariano disse:
    21 de novembro de 2013 às 20:58

    Triste previsão, como todas as realistas para o nosso país, gerenciado por administradores politicos que buscam resultados imediatistas e eleitoreiros…

    Parabéns!!!



    Felipe Borilli disse:
    21 de novembro de 2013 às 21:28

    A perpetuação do poder é o maior inimigo do Brasil.



    Zenaide Costa disse:
    21 de novembro de 2013 às 21:52

    Muito bom. Gostei que você não esqueceu de mencionar o Nordeste.

    Quando puder, fale sobre o mercado imobiliário brasileiro.
    Os preços estão gritantes.

    Muito obrigada.

    Abraços.



    joao engelke disse:
    22 de novembro de 2013 às 7:25

    É Ricardo,curto seus comentários no programa e agora no face,voce tem sido muito realista, seus atributos do economes nos auxiliam para sermos tambem realistas,ao contrario da truppe que manda no país hoje, ficamos mais vulneráveis em nossas esperanças



    Francy disse:
    22 de novembro de 2013 às 10:16

    Você como sempre, esbanjando conhecimento nos seus artigos. O impressionante é que o Governo sabe tudo isto,mas mudar prá que ? A “Presidenta ” já tem a reeleição garantida . Mas que a corda vai arrebentar,isto vai !



    Geraldo Michelazzo disse:
    22 de novembro de 2013 às 19:11

    Ricardo, muito bom seu artigo, apesar de trazer um cenário muito pouco entusiasmante. O que eu posso sentir mais de perto, por força da minha experiência profissional, são as consequências da estagnação crônica da indústria de base e de transformação em geral.
    Um abraço
    Geraldo Michelazzo



    Fernando Pinheiro disse:
    22 de novembro de 2013 às 19:24

    Olá Ricardo, concordo plenamente no que diz respeito a falta de infraestrutura do país.
    Mas o grande problema do Brasil em não ser hoje uma potencia é a falta de mobilidade de escoamento da produçao(diga-se), ferrovias. Falta de planejamento a longo prazo e da alta carga tributária e o estrangulamento das empresas por parte do governo federal. Um exemplo claro é o aumento do IPTU em São Paulo que faz com que os preços sejam repassado de uma forma ou de outra. Para terminar, porque seria muito longa minha explanação aqui.
    Sou avido a dizer que o governo é o próprio causado do baixo crescimento e não preciso falar o porque. Você já o sabe.
    UM forte abraço.
    Fernando Pinheiro
    Economista



    José Carlos Campos disse:
    22 de novembro de 2013 às 20:01

    Ricardo Amorim, concordo com seu artigo. Se as mudanças fossem feitas nos momentos de fartura, não precisaríamos apertar o cinto nos momentos críticos. Mas em se tratando de Brasil tudo é feito ao contrário. O brasileiro também faz o mesmo em casa. Não poupa quando sobra e tem que apertar o cinto quando a situação piora.



    Marco disse:
    22 de novembro de 2013 às 21:05

    Ricam, adoraria ler notícias mais otimistas! Nasci na crise, familia rica!!! Perde Tudo!!! E vive em uma época que até um pote de requeijão era luxo me casa!!!!, crise e mais crise, sinceramente não entendo este mundo, como pode Europa estar em crise? Cade a tão sonhada União.

    US em crise? Soube em uma conversa em um jantar no Kuwait quando estive por la, que o governo do Kuwait paga aos US 70% de todo o petróleo extraído como pagamento pela liberdade do Iraque,,,,, estes 70% refinado e vendido a Europa!!!!!

    E o Brasil descendanta como em um conto de magica!!
    !
    Vem Mais crise por aí? Não posso comprar mais nada! E como o conto da formiguinha viverei?

    Ricam como viver em um mundo destes?

    Obrigado e um abraço cordial

    Marco



    Natil Bado disse:
    25 de novembro de 2013 às 9:35

    Amigos, infelizmente o Brasil faz alguns anos que não faz o tema de casa, que muito simples, pois a história milenar já nos mostra, que só com trabalho serio e economia, se pode ter uma boa sustentabilidade, o nossa País ,não tem nem uma e nem a outra.
    É logico que as cobranças vão vir,já passo da hora de se fazer as mudanças necessaria, politica,fiscal, trabalista etc.

    Ainda há tempo.

    Natil Bado



    Nilton R.A. de Oliveira disse:
    25 de novembro de 2013 às 10:10

    Caro Ricardo, parabéns pela matéria mas acho que ficou faltando você incluir em sua analise, o que ocorrerá se houver um down graded da nota do Brasil?
    Acho que teremos um dólar bem acima da atual cotação, por causa da saída de dólares dos fundos e obviamente veremos todas as consequências advindas de dólar em alta, estou errado? Grato



    Alexandre Susin disse:
    25 de novembro de 2013 às 10:23

    Ricardo!
    Realmente, é uma pena que o Brasil só cresca por impulsos e crises, o nosso planejamento governamental não existe e o desvio de recursos é astronomico, desta forma a economia por si só fica inviável. Quando teremos coragem de mudar nosso país e sairmos de nossas cadeiras confortáveis para nos colocarmos a frente dos processos?



    José Augusto disse:
    25 de novembro de 2013 às 11:06

    Fico impressionado com a sinpliciade que você explica os assuntos da macro e micro economia.
    Isto, só as pessoas muito inteligênte conseguem! Este seu comentário é espetacular e sintetiza o que venho pensando a algum tempo.
    Parabéns! Já salvei o arquivo para me orientar em 2014.
    Grande Abraço! José Augusto



    25 de novembro de 2013 às 11:15

    Excelente análise, Ricardo.

    Parabéns pela sua costumeira lucidez.

    Quanto a nós, cada vez mais chocados com a miopia e falta de interesse dos nossos políticos e governantes.

    Mas… vida que segue.

    Vamos continuar fazendo a nossa parte, na esperança de que um dia, esta nação consiga mudar.

    Forte abraço.

    Philippe



    25 de novembro de 2013 às 11:23

    Em terra de olho, quem tem cego, errei!
    Segundo relatório da Fiesp, nos últimos 10 anos, a cada 10 produtos consumidos no Brasil, um era importado; hoje, a cada 4 consumidos 1 é importado. Pelo menos estamos criando empregos lá fora. A tendência, infelizmente, é piorar: falta mão de obra qualificada (porque não temos e não teremos no médio prazo, educação de qualidade), a indústria cresce como rabo de burro e assim os investimentos em P&D tornando o Brasil cada vez menos competitivo; e claro, faltam principalmente competência e vontade política por parte dos governantes que não têm planos para o Brasil, mas para os mesmos.



    JAILSON BISPO disse:
    25 de novembro de 2013 às 12:50

    Ricardo Amorim,
    parabens pela clareza e sintese na abordagem de um tema tao complexo.
    abracos
    Jailson Bispo



    Edson Gil Resende disse:
    25 de novembro de 2013 às 13:25

    Excelente abordagem e visão globalizada de nossa economia e das regionalidades.
    Conhecedor que sou da realidade viajando esse Brasil, especialmente norte e nordeste, oriundo do sudeste, vejo como é pertinente a matéria.
    Parabéns!



    Carlos Stegemann disse:
    26 de novembro de 2013 às 7:38

    Parabéns, análise lúcida e consistente!



    Eduardo Barrella disse:
    26 de novembro de 2013 às 10:20

    Prezado Ricardo, Parabéns pelo artigo. É sempre um grande prazer ler seus artigos e opiniões, de abrangência global, com foco no local, de fácil compreensão e com um surpreendente tom de verdade. Forte abraço!



    maria alice rubinato gabriele disse:
    30 de novembro de 2013 às 20:23

    já o acompanhava no Manhatan, e agora pelo face. parabéns pela maneira clara e direta em seus artigos.



    Carlos Jansen disse:
    1 de dezembro de 2013 às 10:53

    Ricardo bom dia

    Você como sempre,simples e objetivo.
    Abs



    Lúcio José da Silva disse:
    1 de dezembro de 2013 às 16:52

    Caro Ricardo!
    Excelente artigo. Acho saudável o crescimento maior em regiões historicamente reprimidas e o interior do pais. O Brasil ainda é muito desigual quando se compara as condições de vida e o acesso aos bens culturais, educação e saúde. Ao mexer profundamente no gargalo da infraestrutura o crescimento do interior tende a ser ainda mais promissor. Em relação ao nosso sistema político, sempre quem está fora do poder tem propostas milagrosas, mas quando chega lá, todo o trabalho é direcionado para tornar-se popular e ter ganhos políticos na próxima eleição, a cada dois anos.



    João Francisco Vaz disse:
    1 de dezembro de 2013 às 18:54

    Baita artigo, e pasmem: até mesmo eu entendi!
    Ricardo, moro no Rio Grande do Sul e vivo da atividade agropecuária a mais de 20 anos, na condição de técnico deste Setor.
    Me arrisco a dizer, mesmo sendo um leigo em economia que nosso maior problema, depois da educação e qualificação para o trabalho é competitividade. Para dar um exemplo: um caminhão truck que sai de Pelotas ida e volta a Porto Alegre paga 7 vezes uma tarifa de pedágio de R$ 21,00, ou seja: R$ 147,00 para rodar pouco mais de 500 km. Simplesmente a metade do que gasta de diesel, que já é absurdamente caro. Vamos competir com quem desse jeito?
    Forte abraço.



    josias disse:
    2 de dezembro de 2013 às 19:26

    richard, depois de ler sua análise, acho que vou mudar-me pra espanha, portugal, grécia, quem sabe…



    Durvalino disse:
    4 de dezembro de 2013 às 16:30

    … aguardo o dia em q finalmente o governo vai quebrar a espinha dorsal da inflacao neste país, ao implantar a desindexaçao de preços e salarios – uma das pendencias desde a implantaçao do Real em 1994. fim a retro-alimentaçao dos aumentos generalizados.



    rubens werdesheim disse:
    7 de dezembro de 2013 às 17:56

    Mas é ano de copa e depois de olimpíadas . Pãozinho e Circão,moleza pra dona Dilma e sua turma.



    Rafael Verolla disse:
    27 de dezembro de 2013 às 20:24

    Essa maldita reeleiçao, a verdadeiras “herança maldita” do FHC… Por favor, espero que Domingos voces nao deixem o FHC passar em branco com esse grande desserviço q ele fez para o pais.



    Tadeu Gonzaga Toledo disse:
    28 de dezembro de 2013 às 11:57

    Concordo com sua análise e com os comentários dos leitores,o Problema é a Cubanização do Brasil,enquanto os terroristas estiverem no poder não espere grandes mudanças na economia,só vai mudar quando um partido de direita ou as Forças Armadas tomar o Poder,fora isso esqueça.



    regina furegato disse:
    28 de dezembro de 2013 às 22:43

    gostei muito da sua análise….
    lamento que não seja lida por muita gente



    29 de dezembro de 2013 às 15:47

    Parabéns Ricardo! Eu não tinha a menor dúvida disso. Em ano eleitoral, o PT da Dima não agiria diferente. Creio que perdemos o “Time” da história.



    Nara Nassar disse:
    30 de dezembro de 2013 às 23:28

    Assisto o Manhattan Connection e me assusto com as previsões econômicas pessimistas, porém realistas. Quanto à educação, há anos escuto que o problema do Brasil é a falta de mão de obra especializada. Quando “alguém” vai tomar providências para suprir essa grande carência? As ´políticas educacionais já deveriam ter isso como prioridade. Tive enorme prazer em assistir as colocações do ex Presidente Fernando Henrique Cardoso. Homem inteligente e grande conhecedor dos problemas do país. Pena que pela idade não possa mais se candidatar.



    Matheus disse:
    31 de dezembro de 2013 às 9:20

    Infelizmente devo lembrar a triste e absurda permanência para 2014 do nosso “custo Brasil”. Este tumor continua crescendo.



    Eronides Guimarães Bezerra disse:
    11 de janeiro de 2014 às 12:22

    Análise clara e concreta!



    gabriel disse:
    12 de janeiro de 2014 às 1:27

    acredito que quando o voto deixar de ser obrigatorio daremos um grande passo…pois teu voto é anulado pelo comprado..aquele brasileiro que vive sorrindo e sempre da um jeitinho brasileiro…pois somente representantes sérios investem em educação, saúde e principalmente para nos infra-estrutura….pais sem infra-estrutura e corrupto nao atrai investidores….setorers primários nao trazem muito retorno para a sociedade, precisamos ter mao de obra qualificada e investimentos em escoamentos de nossos produtos…a final somos exportadores de matéria prima e nem isso conseguimos fazer direito



    Alessandra Ribeiro disse:
    12 de janeiro de 2014 às 10:23

    Parabéns pela excelente análise …fico contente em saber que a minha região (centro-oeste) poderá ter um possível crescimento …más ao mesmo tempo fico triste em saber que na industria o consumismo ainda sim prevalecerá…..



    clau disse:
    12 de janeiro de 2014 às 19:29

    Que aumentar a idade mínima?? Tá louco. Por que não é com sua mãe, não é mesmo?? Nem vou escrever o que vc é aqui.



    16 de janeiro de 2014 às 10:48

    Se o governo controla o US$, controla a inflação, controla o preço da gasolina etc., porque não controla a natalidade sem qualidade. Pessoas q nascem simplesmente pelo prazer de terceiros, q nunca vão assumir nada. Porque não controla a censura. A população, na sua maioria, ainda não tem a capacidade de ver a livre exposição de atos sexuais na TV.
    Somos o maior produtor de marginais do planeta. Um verdadeiro caos social q tende a piorar muito mais.



    Claudia Andrielli disse:
    18 de janeiro de 2014 às 12:33

    Dear Ricardo, estamos ansiosos por suas 1as falas em 2014 sobre a Bolha Imobiliaria e sobre o Cement Index no Brasil. 2014 sera o seu ano. Boa Sorte 😉 Klau



    fernando Brasileiro disse:
    30 de janeiro de 2014 às 2:00

    Te fiz um elogio, num jantar.
    Continuo elogiando.
    Se nao pudermos pensar 50 anos a frente . Do que vale a pena viver?



    Alba lucia lisboa de lemos frança disse:
    12 de março de 2014 às 12:16

    Parabéns pelo brilhante artigo!



    Clovis Mnzs disse:
    24 de março de 2014 às 10:03

    Gostei muito de suas colocações, acho mesmo que nosso crescimento econômico será ínfimo este ano, ainda mais dependendo muito das nuances externas…ter uma presidente que não lê contratos e administra o país, grita nos seus discursos e que se acha correta…está ai a fórmula para o insucesso…



    Viviane Leite disse:
    24 de março de 2014 às 10:22

    Concordo plenamente, o problema de nossos governantes parece ser de planejamento, ou seria mudança de ministros a cada novo suspiro de inicio de crise no setor. Complicado viver num país onde os panejamentos são sempre o segundo ponto a se discutir para melhoria da economia e do desenvolvimento. Um absurdo tendo em vista um pais com potencial de crescimento principalmente no agronegócio onde a falta de infraestrutura corrói o setor.



    Carlos Eduardo disse:
    3 de abril de 2014 às 11:23

    Parabéns! Ótima análise!



    Elifas Gonçalves Junior disse:
    19 de abril de 2014 às 9:51

    O autor foi muito feliz na escolha da primeira frase.



    Chagas, Fco. disse:
    19 de junho de 2014 às 22:56

    Existem situações que concordo quando se diz: é preciso ter uma educação de qualidade desde cedo. Os políticos entram e saem e 90% nem sabe o que é economia. Este artigo deveria ser usado como cartilha para muitos políticos.

    Muito bom!



    Stalin passos disse:
    9 de agosto de 2014 às 22:36

    Queremos crescimento sem investimentos e sem reformas políticas …isso e inviável com o esquema político atual,,……muito cupim e poucos produtores…



    Adair Pereira disse:
    26 de setembro de 2014 às 18:28

    Boa noite R. Amorim !..
    Parabéns por suas informações mais uma vez !
    Curto seu programa na TV, obrigado por elucidar muitos assuntos importantes da economia…
    Att.
    Adair Pereira



    Davi Borges disse:
    27 de setembro de 2014 às 14:48

    parabéns, hoje em dia é muito difícil encontrar alguem que faça uma analise da realidade com tamanha imparcialidade!



    Jefferson de oliveira filho disse:
    28 de setembro de 2014 às 10:19

    Os políticos do nosso pais, vivem como se estivessem numa eterna festa, não tendo tempo para trabalhar em prol de uma nacao sem uma locomotiva para conduzir



    Julia disse:
    20 de fevereiro de 2016 às 22:29

    Estamos em 2016, mas acho melhor voltar para 2014, por incrivel q possa parecer, la estavamos melhores.



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