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Doze razões de otimismo com a economia brasileira

postado em Artigos


07/2014

Revista IstoÉ

Por Ricardo Amorim

 

A economia brasileira vai mal. Há quatro anos, o crescimento decepciona. A indústria está estagnada. Sua produção é hoje menor do que em 2007. A inflação está subindo. O mercado de trabalho está piorando. Após as eleições, ganhe quem ganhar, os ajustes para controlar a inflação e as contas públicas causarão nova decepção com o crescimento em 2015. Não é de se surpreender que a confiança na economia brasileira esteja nos níveis mais baixos em mais de cinco anos.

 
Nestes momentos, surgem as oportunidades. Quando o pessimismo reina, a maioria se retrai, a concorrência diminui e as grandes chances aparecem. A mãe das oportunidades são os problemas. A lagarta não escolhe virar borboleta. Ela se transforma porque não tem escolha.
 
Além disso, mesmo em uma economia que vai mal, há setores e regiões que prosperam. Doze setores e regiões que devem crescer mais do que a economia nos próximos anos:
 
1) Infraestrutura – Está em frangalhos, mas não falta financiamento nem interessados em investir. Atualmente, a China constrói a cada ano mais infraestrutura que toda a infraestrutura brasileira. Para este quadro mudar, basta o governo melhorar o marco regulatório;
 
2)  Energia – Temos o pré-sal, mas a Petrobras está com a corda no pescoço. A Petrobras precisa explorar logo essas reservas. O consumo de petróleo nos países desenvolvidos cai há décadas. A demanda global tem sido sustentada pelos emergentes, mas isto não vai durar para sempre. O governo tem que criar condições para acelerar os investimentos e a produção. O preço da gasolina vai subir, o que também deve tirar a corda do pescoço do setor sucroenergético. Faltará ainda desarmar o imbróglio causado no setor elétrico;
 
3) Comércio – O consumo cresce mais do que o PIB quase todo ano desde 2004, impulsionando, junto com o crédito, a expansão do comércio. 2014 será o 11o ano consecutivo, em que as vendas do varejo crescerão mais do que a produção da indústria;
 
4) Agronegócio – Seu superávit aumentou de US$ 9 bilhões em 2001 para mais de US$ 90 bilhões nos últimos 12 meses. Nenhum país tem mais área cultivável ou água doce disponíveis que o Brasil. A produtividade tem crescido. Chineses e indianos têm fome. Somos nós que vamos alimentá-los;
 
5) Centro-Oeste – É o celeiro do Brasil e o Brasil é o celeiro do mundo;
 
6) Interior do país  – Impulsionadas pelo agronegócio e pela mineração, as cidades médias do interior crescem mais, geram mais empregos e atraem mais migração do que as capitais dos estados, mudando o eixo do consumo e da logística no país;
 
7) Educação –  Em toda área em que o setor público não presta um bom serviço surge uma oportunidade para o setor privado.
 
8) Saúde – Hospitais, laboratórios, redes de farmácias e planos de saúde crescem para suprir o que o governo não entrega.;
 
9) Serviços – Quase 60 milhões de pessoas que ingressaram nas classe A, B e C nos últimos 10 anos demandam mais serviços. Ao contrário da indústria, que não consegue repassar os aumentos de custos de mão de obra, aluguéis e matérias primas por conta da concorrência internacional, o setor de serviços tem conseguido sustentar sua rentabilidade. Ninguém sai daqui para cortar o cabelo na China, mesmo que custe 1/10 do preço;
 
10) Nordeste – Em todos os Estados nordestinos mais de 50% famílias recebem o Bolsa-Família, expandindo o consumo e o crescimento econômico na região;
 
11) Setor imobiliário – Desaceleração econômica, boatos de estouro de bolha após a Copa e incertezas geradas pelas eleições derrubaram as vendas recentemente. Ainda assim, os preços continuaram em alta, na maioria dos casos. O volume de vendas deve se recuperar assim que a expansão do crédito volte a se acelerar.
 
12) Setor automotivo – Contração do crédito por conta de aumento de inadimplência freou as vendas no primeiro semestre. Hoje, só 35% das vendas de automóveis no país são financiadas contra 70% no mundo. Quando o crescimento do crédito retomar seu vigor, as vendas de veículos também retomarão.
 
Ricardo Amorim
 
 
Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.
 





    3 de julho de 2014 às 22:08

    A passos lentos o governo tem percebido isso, vide nossos aeroportos. Sonho em ver a Petrobras a melhor empresa do mundo, mas para isso precisamos tirá-la das mãos do Governo.



    Wilba Castello disse:
    3 de julho de 2014 às 22:30

    Mais de 25 milhōes de pessoas recebem bolsa família so no Nordeste, segundo a sua informação acima, com essa desaceleração toda como é possivel essa sua conta de 60 milhōes de pessoas terem uma mobilidade social positiva. A menos que vc esteja considerando os dados do IBGE que dizem que familias com 4000 reais de renda são classe A



    Denise Tavares disse:
    3 de julho de 2014 às 22:42

    Ricardo,

    Obrigada por compartilhar um pouco de otimismo embasado.
    Adoro suas publicações.

    Abraço

    Denise Tavares



    Paulo disse:
    4 de julho de 2014 às 0:49

    Isto tem relação de causa e efeito com a desastrosa política economica do discurso ideológico, arcaico e falido da esquerda socialista castro comuna que esta, por enquanto, no governo. O bolsa familia passou a ser um donativo governamental formalizando um publico cativo e dependente, fugindo assim as suas reais finalidades.



    Arislene disse:
    4 de julho de 2014 às 9:22

    Oi,Ricardo, tudo bem?
    Gostei muito de seu artigo, tem muita propriedade, revela, de forma clara e inteligível a situação econômica do pais. Eu moro no centro-oeste, em Campo Novo do Parecis MT, um importante centro produtor. Aqui, somos o principal produtor de milho pipoca, produzimos girassol, álcool e açúcar. Como você mencionou, enfrentamos problemas com infraestrutura, não conseguimos escoar os grãos produzidos em nossa região, trazendo com isso perdas para a nossa economia. Já falando sobre o crescimento populacional, temos um crescimento em torno de 10%,de acordo com o IBGE, mas deparamos também com a falta de mão de obra qualificada. Já que grande parte dessas pessoas que aqui chegam, não possuem qualquer forma de qualificação, caindo na malha dos serviços gerais. Mas, nos últimos anos este problema vem sendo atenuado com a chegada do Instituto Federal do Mato grosso. Aqui, estão sendo ofertados cursos de Agronomia e técnico agrícola, isso está sendo maravilhoso, pois, estes profissionais, antes, eram escassos em nossa região.
    Abraços, Arislene.



    4 de julho de 2014 às 9:25

    Bom artigo e uma previsão das tendências do mercado.



    Mario Leandro Campos Esequiel disse:
    4 de julho de 2014 às 9:41

    A diferença entre PESSOAS DE SUCESSO e as demais é que as primeiras veem OPORTUNIDADES onde as demais veem obstáculo!



    Daniel Rodrigues disse:
    4 de julho de 2014 às 22:03

    Muito bom!



    Tarcísio Godoy disse:
    5 de julho de 2014 às 15:03

    Ricardo, boa tarde. Acrescentaria aos seus 12 setores, a industria de seguros. Representando mais de 6% do PIB a industria de seguros é uma alavancadora da formação de poupança e de investimentos.
    Abraços,
    Tarcísio Godoy

    Rumo ao hexa!!



    Luciano Marum disse:
    5 de julho de 2014 às 21:28

    Acredito muito nessas assertivas informações. Momento de grandes oportunidades.



    Maria Inez disse:
    6 de julho de 2014 às 16:16

    Ricardo, o Nordeste só se notabiliza por causa da bolsa-família? Em parte, pode ser. Entretanto, existem muitos investimentos em infraestrutura e geração de empregos. No Ceará, por exemplo, o setor imobiliário continua em expansão,com 200 novos empreendimentos. O porto do Pecém, atualmente, possui 16 mil empregos
    diretos. Segundo as previsões de alguns economistas, em função da
    instalação da Siderúrgica e da
    Refinaria aumentará a demanda por profissionais técnicos, engenheiros e administradores em torno de 90.000. Em decorrência, surgirão inúmeras oportunidades no setor de serviços, como moradias, escolas,
    hospitais, supermercados, entre outros. Digo isto com o intuito informar que o Nordeste está se desenvolvendo e criando muitas oportunidades de trabalho.
    Cordiais saudações.



    7 de julho de 2014 às 9:04

    Caro Ricardo,
    Diagnóstico e prognóstico brilhantes. Tbém acredito nesses doze setores. Talvez eles possam contribuir de forma significativa à recuperação e crescimento da economia brasileira.
    Uma vez mais meus parabéns pela excelência do artigo.
    Abs



    Kouzo Tanaka disse:
    7 de julho de 2014 às 9:18

    Ricam, parabéns pelo artigo.

    Atenciosamente,

    Kouzo Tanaka



    Natil Bado disse:
    7 de julho de 2014 às 9:45

    Ricardo Amorim.
    Concordo em parte com você, acho que os nossos governantes tem que parar de brincar de administrar e começar a dar inicio a um bom planejamento e fiscalização, deixar de falar e prometer, e sim fazer o que tem que ser feito, as reformas.

    Natil Bado



    7 de julho de 2014 às 10:11

    Sr. Ricardo Amorim
    Uma panorâmica objetiva e sustentada por fatos que a orbitam.
    Um abraço,
    Benedito Milioni



    7 de julho de 2014 às 10:13

    Caro Ricardo Amorim, parabéns pelas colocações. Nós da ABOL, que recém iniciamos um trabalho na direção da auto-regulação e regulamentação dos operadores logísticos, seguimos na mesma linha de raciocínio que você defende. Os operadores logísticos não são regulamentados, ou seja, não dispõem de uma Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) atuando, portanto, sob um contexto de insegurança jurídica importante. Entendemos, contudo, que a auto-regulação e regulamentação do setor descortinará um campo de oportunidades para os atores e para a economia em geral, conquanto contribuirá para a melhor ordenação de serviços logísticos, aumentando a competitividade do produto nacional e reduzindo o custo Brasil. Abraço. Cesar Meireles



    Enio Castilho disse:
    7 de julho de 2014 às 10:16

    Se o governo fizer a parte dele, a iniciativa privada continuará fazendo a dela.
    O problema do Brasil é a corrupção que estanca ou no mínimo atrasa qualquer perspectiva de melhora.
    Moro no centro oeste e orgulhosamente somos mesmo o celeiro do mundo, no entanto meu estado MT, também mergulhado em escândalos, que deixam a população sem esperança.
    Pelo menos para quem não depende do poder público diretamente as perspectivas são boas.
    Parabéns pelo artigo!



    Ivete Pinheiro Lobo disse:
    7 de julho de 2014 às 11:06

    O Brasil não para… As pessoas é que não veem novas oportunidades nos momentos de crise.

    Parabéns pela matéria.



    Nadya Silveira disse:
    7 de julho de 2014 às 11:19

    Vamos lembrar que a China é um país liderado por um partido comunista, que decide e implementa as ações de infra-estrutura.
    No Brasil, temos um processo democrático de decisão sobre quais ações deveremos empreender. As questões burocráticas deveriam ser equacionadas com processos regulatórios.
    Bom debate.



    Raul Seabra disse:
    7 de julho de 2014 às 12:10

    Olá Ricardo!
    somente quero tecer meus elógios aos seus comentários que bem estrtuturados na verdade, seja ela Técnica/economica/politica.
    de Grande valor para podermos nos balizar na verdades do fatos.
    Podendo dar nortes e ter orientações de como fazer e por onde começar.
    quero deixar meus agradecimentos a você por esta importante coluna de informações muito abrangentes.

    grato,

    Raul Seabra
    Publicitário/Type Prop.
    Presid. Sinapro-Go.
    Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Goias.

    Agropecuarista.(Centro Oeste).



    jurandi jose orlandi disse:
    7 de julho de 2014 às 14:05

    As carências e potencias que o Brasil tem para alavancarmos desenvolvimento são uma coisa, mas capacidade,e vontade politicas são outra. Para mim eu não espero nada melhor desta turma, eles já provaram do que capazes e quais são suas vontades politicas. Os fatos são teimosos ( Stalin )



    7 de julho de 2014 às 15:50

    Caro Ricardo.

    Mais uma analise brilhante,corretíssima.Parabéns! Apenas creio que a comparação do crescimento do Comercio com a produção Industrial não é valida uma vez que até as camisas da seleção que são vendidas no varejo vem da China!Nossa indústria está em frangalhos.

    Abraços



    Alberto Figueiredo disse:
    7 de julho de 2014 às 17:12

    Concordo com o Ricardo em todas as opiniões emitidas nesse artigo.
    Gostaria de vê-lo abordando o escândalo do “uso inadequado” dos recursos dos fundos de pensão pelos ladrões de plantão, em prejuízo dos segurados no futuro.



    Luiz Carlos Beraldo disse:
    7 de julho de 2014 às 17:46

    O Ricardo é ótimo e suas previsões geralmente certeiras.
    Obrigado por mais este artigo!



    Theodoro Duvivier disse:
    7 de julho de 2014 às 19:26

    Parabéns temos que estar com olhos sempre voltados para as oportunidades



    Walmor Nied disse:
    7 de julho de 2014 às 20:37

    É isso aí mesmo.
    Apesar dos erros do governo, o país vai continuar crescendo.



    7 de julho de 2014 às 21:41

    Vamos ver,



    Paulo Sergio disse:
    8 de julho de 2014 às 12:15

    Acho louvável um economista com experiência internacional despertar a atenção para o outro lado da lua, afinal o otimismo faz parte do DNA do brasileiro. Tomara que a maioria dos nossos congressistas despertem para o mesmo sentimento.



    Fatima Pires disse:
    8 de julho de 2014 às 20:59

    Parabéns pelo artigo. Objetivamente você identificou os setores e regiões que podem prosperar neste cenário econômico não muito satisfatório para os brasileiros. Gerando oportunidades par investidores e empreendedores.



    10 de julho de 2014 às 11:06

    Deus te ouça, Ricardo, porque este governo não dá muitos sinais de que saberá aproveitar os influxos positivos que ainda restam.



    Jodaias Neves disse:
    10 de julho de 2014 às 14:43

    Espero que esses 12 fatores possam nos dar mais credibilidade para pensarmos em um futuro mais próspero,o Brasil é visto mundialmente como o país do futuro e seremos, com otimismo e muito trabalho(…)
    Vamos lá Brasill!!



    12 de julho de 2014 às 12:46

    O Setor Industrial está estacionado a beira do progresso,porque não temos investimentos na infraestrutura.
    Não há desoneração de impostos de importação para compra de equipamentos modernos e assim diminuirmos os custos de produção da Indústria Brasileira e podemos oferecer produtos melhores e com um preço justo.
    Existe uma histeria ecológica,que emperra o desenvolvimento e execução dos projetos em menor tempo.
    O Brasil está deixando de criar o emprego de melhor qualidade, o industrial,aonde o colaborador se qualifica!!



    silvana case disse:
    13 de julho de 2014 às 13:20

    Olá Ricardo, nao nos falamos mais, mas sempre leio teus artigos, e me entusiasmo com teus comentários; mas meus colegas headhunters internacionais estao muito pessimistas em relaçao ao Brasil e temos perdido empresas que, anteriormente, estavam com interesse em abrir negócios aqui e…desistiram, em especial, pelos altos salários (visto que todos têm que falar ao menos inglês fluente)e a burocracia que desmotiva qualquer um!
    Após o vexame dos resultados dos jogos da Copa do Mundo, ficou ainda pior, expondo no futebol o reflexo da realidade…nem sei o que digo aos meus colegas…

    Quando puder, marcamos um café.

    Grande abraço, Silvana Case



    Carlos disse:
    14 de julho de 2014 às 11:31

    Coloca otimismo nisso… risos… faltou falar algo sobre a seleção na Copa… risos… vamos que vamos… Deus que nos ajude, porque do planalto não esperamos mais nada. Toda vez no seu texto, em que espera algo da política interna (seja Petrobrás, seja marcos regulatórios), esqueça… eles só vão fazer algo, se ganhar algo pessoalmente com a ação, caso contrário fica para depois…



    marco aurelio disse:
    14 de julho de 2014 às 16:20

    É chegada a hora de levantar a cabeça, deixar de pensar que somos país do futuro e construi-lo de verdade para gerações do futuro e que eles em algum momento possa ter orgulho da geração passada que construí as bases para futuro, vamos aproveitar a oportunidade nessas eleições e mudar rumo do que queremos de verdade para Brasil, se preocupar olhando para frente, que sim, é de nossa responsabilidade tomar uma atitude duradoura!



    Jalbas Fragoso disse:
    14 de julho de 2014 às 20:41

    Amigo Ricardo ,

    Acredito sim no que falas , o problema é acreditar no governo do PT.



    Conceição Bondioli disse:
    15 de julho de 2014 às 14:11

    O melhor economista do mundo!
    Abç.
    Conceição



    Andre disse:
    26 de julho de 2014 às 15:48

    Tudo que foi falado no artigo demonstra que continuamos vivendo em um pais agrario, de terceiro mundo e subdesenvolvido que sobrevive apenas gracas a sua grande populacao.

    Enquanto paises muito menores se saem melhoe gracas a avancados parques tecnológicos, como biomedicina, semi-condutores, micro-eletronica, entre outros, continuamos plantando cafe, soja e construindo habitacoes super-faturadas para endividar os pobres.

    Resumindo, continuaremos vendendo minerio de ferro para estrangeiros nos vender de volta valor agregado (iphones e afins).

    Nao produzimos nada (ainda existem produtos Made in Brazil sem ser carne de vaca e soja?), continuamos com eternos problemas energeticos e de infra (quando chove demais alaga a cidade, quando chove menos, falta energia e agua) e as pessoas sobrevivem da industria de servicos que sao pessimos gracas a um sistema educacional falho e que privilegia os ricos e caro por causa da carga tributaria e ganancia dos empresarios que cortam custos e funcionarios visando o lucro a todo custo.

    Considerar que programas sociais que dao dinheiro como motor de crescimento é patético pois essa conta nao fecha. Se o cara nao produz nada e recebe dinheiro vivo todo mes, essa grana tem que vir de alguem, e se esse alguem um dia nao conseguir mais pagar, e o miseravel nao receber mais e como nao se qualificou vai voltar para a miseria depois de experimentar o gostinho do bem estar do consumo?

    Essa conta Brasil nao fecha.



    Edvaldo Matos disse:
    26 de julho de 2014 às 15:52

    Ricardo, como sempre um bom comentário, objetivo e claro. Mostra como é grande este país e como ele é mal administrado.
    Sds
    Edvaldo



    Lais disse:
    29 de julho de 2014 às 19:58

    Ricardo,
    Adoro seus textos , mas tenho dificuldade em encontrar um pouco de otimismo com esse governo arcaico e cada vez mais socialista. Não entendo como um governo ao invés de se espelhar em países com um bom desempenho econômico ,cultural, olha para países em pior situação que o nosso.
    Abraços



    Mario Venditi disse:
    29 de julho de 2014 às 23:29

    Acrescento que o comércio está se reinventando. Os grandes magazines tomaram muitos nichos, forçando a classe a comer pelas beiradas (explorar o que os grandes magazines não tem condições de atender… como incluir serviços no pacote por exemplo).



    Paulo Vertikal disse:
    29 de julho de 2014 às 23:54

    De uma lucidez absurda a analise do Ricardo, parabéns. Gostaria de ‘acrescentar’ apenas o seguinte no item 2 ENERGIA – O Pais vende o ELDORADO do pre-sal, entretanto há de se lembrar do gas de folhelho, se explorado pelos NA derrubaria o barril a míseros US$ que inviabilizaria a exploração aqui. Ah sim, contaminação de lençóis freáticos, okay, muda um pouco o Ph da água, o resto é contra-informação.



    Guilherme Cavalera Gracie disse:
    8 de agosto de 2014 às 13:44

    Todo o crescimento financeiro da populacao de baixa renda é artificial e embasado em taxas de juros que nao condizem com o risco.
    A oferta de crédito para qualquer um sem a correta certificacao do retorno é uma injeçao de capital na base da piramide que pode acabar em uma armadilha tal qual as duplas hipotecas dos EUA culminaram na crise de 2009.
    Estamos embasando todos os numeros nesse cenario pintado pela presidenta que quer a reeleicao.



    Fernando R. disse:
    17 de agosto de 2014 às 17:21

    Tem que ser muito otimista pra ver tanta perspectiva boa com um governo desse!



    luiz augusto mietto disse:
    17 de agosto de 2014 às 18:46

    De certa forma me tranquilizo com esses parâmetros, contudo, não podemos esquecer que o momento politico desestabiliza a economia interna, provocando uma indecisão em todos os setores.



    Edison Fonseca dos Santos disse:
    18 de agosto de 2014 às 15:08

    O problema do país está na EDUCAÇÃO, enquanto não elejermos como prioridade a educação das nossas crianças continuaremos formando cidadãos que elejem Tiriricas. Coisa se resolve em 30 anos no mínimo.



    Onde Investir disse:
    25 de setembro de 2014 às 10:43

    A questão é mais complexa do que parece, o problema do país não está somente na educação, o rombo é muito maior do que parece, e a origem vem lá de trás.



    Fabiao Vasconcelos disse:
    1 de janeiro de 2015 às 20:59

    No momento eu vejo a dívida pública como o maior problema do Brasil Se quase 50% do que arrecada o governo Federal vai para pagar juros e amortizar a dívida sobra o que pra investir em infra estrutura? Quase nada,Em 2915 o Brasil vai pagar somente de juros e amortização da dívida 1,356 trilhão de reais( cerca de 502 bilhões de dólares).Pode-se ter esperança?



    Fabiao Vasconcelos disse:
    1 de janeiro de 2015 às 21:04

    Em 2015 o Brasil vai pagar somente de juros e amortização da dívida 1,356 trilhão de reais( cerca de 502 bilhões de dólares)Pode-se ter esperança?



    23 de janeiro de 2015 às 15:23

    […] de todos os desafios que a economia brasileira enfrentará em 2015, as probabilidades de surpresas positivas são maiores do que de más surpresas nos próximos quatro anos. Cortes sistemáticos e profundos […]



    29 de janeiro de 2015 às 9:40

    […] Uma de nossas filosofias de trabalho é a conscientização dos clientes quanto à oportunidade de Planejar estrategicamente em momentos de crise ou retração da demanda. Isto fica mais evidente neste artigo do renomado economista Ricardo Amorim. […]





    7 de maio de 2015 às 22:02

    Parabéns pelo artigo. Objetivamente você identificou os setores e regiões que podem prosperar neste cenário econômico não muito satisfatório para os brasileiros. Gerando oportunidades par investidores e empreendedores.



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