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#RuimPraQuem?

postado em Artigos


03/2015

Revista da ESPM, Conselho Federal de Economia e Revista Healthcare IT

Por Ricardo Amorim

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Em meu trabalho como consultor estratégico e financeiro, e também como palestrante, tenho a oportunidade de interagir com pessoas e empresas de todos os setores da economia brasileira. Desde o Plano Collor, há 25 anos, não observo tanta preocupação, pessimismo e até medo com a situação do país. Razões não faltam. Ao Petrolão e às denúncias cada vez mais aterradoras da Operação Lava-Jato, somam-se prováveis racionamentos de água e energia elétrica. Não fossem as mudanças metodológicas recém implementadas, o PIB cairia pelo segundo ano seguido em 2015. Nunca antes na história deste país…
 
Muito mais grave do que a própria crise econômica, vivemos uma crise moral. A Presidente reeleita comandava o Conselho de Administração da Petrobras no maior caso de corrupção da história do planeta segundo o jornal norte-americano New York Times. O Presidente da Câmara dos Deputados, o Presidente do Senado, dezenas de outros congressistas e ex-ministros de Estado estão sob investigação judicial com suspeitas de corrupção. O Judiciário, supostamente o último bastião da legalidade no país, está com sua credibilidade em cheque após o passeio de Porsche do juiz que investigava o caso Eike Batista, a injustificada voz de prisão dada por outro juiz à oficial de trânsito que cumpria sua função e parou-o em uma blitz, e as dúvidas crescentes quanto à imparcialidade do Supremo Tribunal Federal em sua atual configuração.
 
Enquanto o Governo pede sacrifícios à população e aumenta impostos, o Congresso expande os benefícios dos congressistas e aumenta os próprios salários e os da Presidente, ministros e juízes. Não satisfeito, ainda quer construir para uso próprio um palacete ao custo de mais de R$ 1 bilhão.
 
No ideal democrático, o Estado serve à sociedade. No Brasil real, ele foi usurpado por gangues que o usam como um meio de servir a interesses próprios. Mais grave ainda que roubar a  razão de ser do Estado, estes grupos roubaram nosso orgulho de sermos brasileiros e nossa capacidade de acreditar no próprio país. Na opinião de muitos, em poucos anos, o Brasil passou do país em que o futuro parecia estar chegando ao país sem solução, eternamente condenado ao fracasso.
 
Corrupção, impunidade e impotência alimentaram uma desesperança de proporções inimagináveis. Variações da frase “O Brasil não tem mais jeito” são cada vez mais comuns; notícias de brasileiros deixando o país em números que não se via há décadas, também.
 
São as crises que trazem oportunidades
 
É óbvio que um cenário assim traz enormes desafios. Menos óbvio, ele também traz muitas oportunidades nos mais diferentes setores da sociedade.
 
Nos períodos de vento favorável, o barco se move rapidamente sem que tenhamos de cuidar de suas velas. Tornamo-nos displicentes, preguiçosos e acomodados. Com a economia crescendo em média 5% a.a. entre 2004 e 2008, dezenas de milhões de brasileiros sendo incorporados aos mercados de trabalho e de consumo, e a demanda por produtos brasileiros no exterior batendo recordes, os salários subiam acima da inflação, os lucros das empresas cresciam em ritmo acelerado e os desequilíbrios crescentes das contas públicas pareciam pouco importantes.
 
O cessar dos ventos e do crescimento, expôs a insustentabilidade destas situações. Salários só continuam subindo acima da inflação se a produtividade cresce. Para ganhar mais, o trabalhador tem de produzir mais. Caso contrário, seu produto ou serviço ficará cada vez mais caro e acabará não sendo mais comprado, sua empresa perderá dinheiro e o trabalhador, o seu emprego. Sem nenhum programa nacional amplo e profundo de automação e qualificação de mão de obra para acelerá-la, a produtividade no país estagnou desde 2011. Pior, a indústria, o setor mais mecanizado e produtivo da economia, foi o mais penalizado pela política econômica dos últimos governos que estimulava consumo, mas desestimulava produção.
 
No dia 2 de agosto de 2011, o governo lançou o Programa Brasil Maior, voltado a aumentar a competitividade da indústria por meio de maior intervenção governamental. Desde então, a indústria encolheu e recentemente teve o menor nível de produção em mais de 10 anos. Agora, o PIB também está encolhendo. Chegamos ao cúmulo de, se o Brasil parar, a situação melhora. No momento, andamos para trás.
 
Quando o ex-Ministro da Fazenda, Guido Mantega, tomou posse há nove anos o Brasil tinha um superávit na balança comercial de produtos manufaturados de US$20 bilhões. Quando deixou o governo, há meses, o país tinha um déficit de US$120 bilhões.
 
À desindustrialização e ao desequilíbrio das contas externas, somam-se o pior resultado fiscal, a maior inflação em mais de uma década e a queda do PIB. Os problemas atuais não foram criados agora, foram semeados nos anos de fartura, quando havia demanda aquecida e preços elevados das commodities agrícolas e minerais que o Brasil tanto exporta.
 
Da mesma forma, os resultados positivos dos ajustes que hoje são inadiáveis transcenderão, e muito, o momento atual. Na bonança, semeamos os problemas futuros; nas crises, plantamos as soluções, os avanços, as melhoras.
 
Por exemplo, foi só em resposta à crise da desvalorização do Real em 1999 que ameaçava levar o Brasil à insolvência, que foi feito nosso único ajuste fiscal significativo dos últimos 25 anos e que foram aprovados o projeto de autonomia do Banco Central e a Lei de Responsabilidade Fiscal – que permitiram que o crescimento se acelerasse alguns anos depois, quando as condições externas melhoraram.
 
Oportunidades para melhorarmos a atuação do Estado
 
Para o Estado brasileiro, a crise atual deixa ao menos três frentes de ajustes e correções.
 
Primeiro, planejamento e gestão são imprescindíveis se não quisermos viver novas crises hídrica, hidrelétrica e outras. Chega de só reagirmos aos problemas econômicos e tratarmos suas consequências. Temos de antecipá-los e cuidar de suas causas, criando um ambiente de negócios favorável a investimentos e planejamento de longo prazo, através de regulamentações econômicas claras, estáveis e que reduzam a burocracia no país.
 
Um exemplo de que isto é possível foi a recente implementação do programa para facilitar e acelerar o fechamento de empresas no país e o anúncio de que, em meses, o processo de abertura de empresas também será simplificado, reduzindo o tempo médio de quase 120 dias para 5 dias. Facilitar a abertura e o fechamento de empresas estimulará o empreendedorismo, contribuindo para a geração de empregos, a inovação e o crescimento.
 
Segundo, um Brasil mais competitivo, rico e justo requer um Estado menor, menos oneroso à sociedade e mais eficiente. Só assim sobrarão recursos para reduzir nossa colossal carga tributária, aumentar os investimentos em infraestrutura, educação e saúde e diminuir as necessidades de financiamento do governo, criando condições para termos taxas de juros mais baixas e, por consequência, atrairmos menos capital especulativo e termos uma taxa de câmbio mais competitiva. A reação da sociedade, que forçou o Congresso a voltar atrás na decisão de pagar as passagens de seus cônjuges com dinheiro público, mostra que a sociedade não tolera mais desmandos e mostra que opor-se a eles dá, sim, resultados.
 
Terceiro, combater implacavelmente a corrupção é função de todo e qualquer nível e esfera de governo e deve ocorrer em ao menos três frentes. Para diminuir o volume de recursos acessível aos mal intencionados, precisamos reduzir o tamanho do Estado, sua participação direta na economia e os impostos. A transparência das contas e negócios do setor público deve ser total para que a corrupção seja mais difícil. Por fim, quando ocorrer, as punições têm de ser draconianas.
 
Oportunidades para as empresas
 
Nas empresas, no período de bonança, muitas esqueceram seus propósitos e focaram apenas em ganhos fáceis de curto prazo. Várias foram atrás de uma mesma oportunidade, de um mesmo cliente. Em tempos de vacas gordas, engordaram todos, até que a carne acabou.
 
Muitas empresas perderam o foco nos fatores que as trouxeram até ali e que garantiriam seu crescimento saudável, como inovações, melhoria de processos, produtos e serviços, atenção às necessidades dos clientes e qualificação e geração de oportunidades para os seus colaboradores. Algumas se alavancaram financeiramente de forma irresponsável, tornando-se agora vulneráveis a elevações de custo e menor disponibilidade de fontes de financiamento. Outras apostaram em relações privilegiadas com o governo como suposto diferencial competitivo e hoje se vêem órfãs.
 
As empresas que se perpetuam são aquelas capazes de sobreviverem e se fortalecerem em ambientes desafiadores. Nos períodos de seca, os erros das épocas de abundância e suas consequências são expostos. Se corrigidos energicamente, o sucesso das empresas estará garantido. Caso contrário, a própria sobrevivência da empresa estará em risco.
 
Na prática, algumas empresas sairão fortalecidas, outras falirão ou serão adquiridas por concorrentes mais eficientes e em situação financeira mais favorável. Aliás, boa parte das oportunidades de ganho de participação de mercado  ̶  de forma orgânica ou via aquisições  ̶  e expansão de margens que as empresas mais eficientes de cada setor terão nos próximos anos só existirão em função da crise econômica, que fragilizará e até eliminará alguns de seus concorrentes. Em um ambiente, de competição mais reduzida após a crise – que inevitavelmente, terminará em algum momento  ̶  as empresas mais fortes e eficientes acabarão se beneficiando.
 
Como estar entre as vencedoras? Fundamentalmente, evitando dívidas e riscos excessivos  ̶  que nos momentos favoráveis muitas vezes parecem oportunidades irresistíveis para aumentar os lucros  ̶  e criando uma cultura de inovação que permita que a empresa se adapte o mais rapidamente possível a mudanças do ambiente econômico, do comportamento dos clientes ou da concorrência em sua área de atuação.
 
Com esta abordagem, até a crise hídrica e a crise hidrelétrica se convertem em grandes oportunidades. Por exemplo, em 1987 a Brasilata, uma empresa de embalagens metálicas, implantou um programa pedindo sugestões de melhorias a todos os seus funcionários, estimulados a pensarem como “inventores”. Em 2001, quando ocorreu o último racionamento de energia elétrica no país, as sugestões para reduzir o consumo de eletricidade foram tão eficientes que a empresa  ̶  altamente intensiva no uso de eletricidade, como todas no setor  ̶  foi capaz não apenas de manter o nível de produção inalterado, apesar de uma redução de 20% da oferta de energia, mas ainda sobrou energia que foi vendida ao mercado a preços atrativos, impulsionando os resultados da empresa. Outra medida do sucesso do programa é que, em 2008, cada “inventor” propôs, em média, 145 melhorias de processos, serviços e produtos para a empresa.
 
Na crise atual, especificamente, há uma solução que todas as empresas deveriam explorar: aumentar seu grau de automação. Há mais de dez anos, os salários vêm subindo mais do que a inflação no Brasil. Até 2010, a alta da produtividade compensava o aumento de custos salariais para a empresa e o trabalhador, com mais dinheiro no bolso, podia consumir mais, ajudando a economia a se movimentar e o país a crescer. Desde 2011, os salários continuaram em alta, mas a produtividade não, reduzindo a competitividade das empresas, que foram perdendo mercados para concorrentes em outros países. A solução para que as empresas não sejam elas mesmas forçadas a levar a produção para fora do país, como tem sido cada vez mais comum, é ter menos e melhores funcionários e mais e melhores equipamentos, hardware e software, que atualmente podem ser financiados a taxas de juros menos onerosas do que no passado. A elevação da carga de encargos trabalhistas por conta das novas medidas econômicas do governo só reforça este processo.
 
Oportunidades para você
 
Mais cedo ou mais tarde, a alta dos salários acima do crescimento da produtividade levará as empresas a substituir funcionários por máquinas. Somando isso a um crescimento econômico mais lento e à redução dos benefícios de auxílio desemprego, a taxa de desemprego aumentará neste ano e, talvez, ainda no próximo.
 
Maior automação revolucionará vários setores, criando oportunidades para alguns e riscos para outros. Muitos perderão seus empregos, mas muitos outros, agora contando com melhores processos, equipamentos e aplicativos, produzirão e ganharão mais do que antes.
 
Essencialmente, para que as crises sejam oportunidades, cada um nós tem de ter uma preocupação constante em ser hoje melhor do que era ontem.
 
Para começar, saiba qual é seu propósito e desenvolva constantemente seus diferenciais para poder atingi-lo. Quais os seus? De que forma só você consegue ajudar seus clientes a atingirem o que estão buscando? O que você faz melhor do que os outros? O que o torna único aos olhos do seu chefe e de seus clientes? Por exemplo, minha empresa, a Ricam Consultoria, e eu temos como propósito melhorar a vida das pessoas, transformando a compreensão da Economia em um instrumento de tomadas de melhores decisões tanto para as empresas quanto para as pessoas. Segundo os feedbacks que recebemos de nossos clientes, fazemos isto, tornando Economia um assunto simples, interessante e, principalmente, útil. Estes são nossos diferenciais. Ao perceberem que entender o que está acontecendo e acontecerá na economia é não apenas possível, mas pode ser fácil, divertido e cria um grande diferencial competitivo para cada pessoa e empresa no desenvolvimento e implementação de suas estratégias, abordagens de mercados e desenvolvimento de produtos e serviços, tornando-os melhores do que seus concorrentes, aconteceu o que parecia impensável para muitos deles. Passaram até a gostar de Economia.
 
Já sabe o seu propósito e quais seus diferenciais para alcançá-lo? Ainda não? Então, pesquise, prepare-se e estude. Aproveite a crise, tenha um propósito claro, vá à luta e desenvolva seus diferenciais.
 
Se o governo, as empresas e cada um de nós aproveitarmos as oportunidades trazidas pela crise, este momento difícil não terá sido perdido. Alguns vão até lembrá-lo com muito carinho.
 
Ricardo Amorim é apresentador do Manhattan Connection da Globonews, colunista da revista IstoÉ, presidente da Ricam Consultoria, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes internacional e uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil segundo a Forbes Brasil.
 
Siga-o no Twitter: @ricamconsult.
 
 





    José Waisel disse:
    23 de março de 2015 às 12:32

    Crises são sempre ruins, mas elas nos tiram da zona de conforto e nos obrigam a dar resposta melhores aos problemas, novos ou velhos. Estávamos mal acostumados havia muito tempo que não tínhamos tantas más noticias em conjunto, hoje somos obrigados pela situação a correr atrás de todos os males escusos e evoluir para a melhor solução.



    Rogério disse:
    23 de março de 2015 às 12:52

    Sempre acompanho seus comentarios seja pela tv ou pela net;como sabemos ainda havera alguns anos para que essas mazelas deixem de existir;só mesmo com uma melhor educação e participação politica da população…ainda não sabemos votar…



    26 de março de 2015 às 10:26

    […] proporções, dificilmente a sociedade brasileira se mobilizaria para mudar o país.   O Brasil tem jeito, sim. A crise é o jeito. Não é à toa que o ideograma chinês para crise e oportunidade é o […]



    Solange Griebeler disse:
    31 de março de 2015 às 18:17

    O problema do Brasil é ter pilhas de tudo,que não contribuem para nada.Pilhas de políticos,excesso da máquina governamental.Se verificássemos a despesa e os ativos e decidir onde alocar os recursos de forma mais eficaz.Todos os ativos do Pais tem um custo.Um monte de pessoas no governo tem um custo.É aquela senhora que tem uma fábrica de tecidos..Comprava tecidos de qualquer jeito e ia empilhando ,até ela descobrir que o que tinha era excesso,e não tinha entendido que o que precisava era aquilo que iria usar hoje.Desta forma ela mudou os relacionamentos com as empresas e fornecedores e entregando com mais freqüência..O lucro operacional.Em resumo é aquela fabriqueta de tecidos que acrescenta despesas e encargos pelo custo do capital.Precisamos de pessoas economistas,comerciários engenheiros, enfermeiros estudantes etc,que formem a opinião brasileira e que não tenham nenhum acesso a possíveis contas as quais possam ser desviadas.



    Freitas disse:
    1 de abril de 2015 às 10:35

    Concordo plenamente com o seu ponto de em relacao as oportunidades e tem um frase que vi no filme America Huslte que vem bem ao caso:”necessity is the mother of invention” a necessidade é a mae das invencoes!
    Mas o que mais me deixa frustado em relacao ao nosso país é que, em 2009 a revista Times fez uma reportagem com o Cristo redentor na capa dizendo assim: “Brazil takes off”, “O Brasil levantou!” era a nossa oportunidade o mundo estava apostando no Brasil, mas não conseguimos, o famoso jeitinho brasileiro(atualmente mais conhecido como mau caracter ou corruptos) de fazer as coisas nos derrubou.
    E hoje em 2015, a The economist tem na sua capa: “Brazil´s quagmire” Atoleiro do Brasil! “o vasto escândalo de corrupção” na Petrobras, que envolve propina bilionária distribuída entre políticos petistas e dos partidos da base governista.
    Como arriscar em um mercado todo maquiado, com falsas informacoes? Precisamos trabalhar forte para recuperar a imagem do pais!



    Roberto Almeida disse:
    6 de abril de 2015 às 16:12

    Ok! Isto cada vez prova mais que o BraZil deveria sair da zona, parar de beber tanta birita, parar de achar que apenas nossas mulheres são as mais bonitas e que a vida é um eterno carnaval. Ter vergonha na cara e trabalhar sério, de forma constante e disciplinada para sermos um país mais justo e rico, valorizando toda a riqueza natural e humana que temos.
    Precisamos voltar para escola e reeducar este país.



    Ronaldo Souza disse:
    2 de maio de 2015 às 17:13

    É aquela máxima de que, na corrida do ouro, quem mais enriquece é quem vende picareta…



    Andrè disse:
    3 de maio de 2015 às 15:13

    O dia que tivermos consciência para vota. Provavelmente as coisas irão começar a melhorar



    Maria Helena disse:
    28 de maio de 2015 às 11:10

    Valorização da educação. Povo instruido é povo participativo em todos os seguimentos da sociedade. Povo instruido, valoriza o trabalho, e consequentemente; partícipe do crescimento do seu País.Que tal,menos favorecimento social, e mais trabalho! A escala de valores do ser humano começa pela educação, e segue a passos largos para o trabalho. Aí sim teremos um País desenvolvido, e motivo para orgulho de todos nós. Avante Brasil! Ainda há esperança!



    Ken Morais disse:
    2 de julho de 2015 às 1:06

    A área tratada como oportunidade está completamente destruída! Hoje centenas de usinas foram fechadas, e existe uma contenção de gastos na indústria. Mas o que é mais desesperador é que mesmo com 2 pós graduação em engenharia me encontro desempregado e as ofertas que aparecem, são com os valores de salários de 12 anos atras. O pior de tudo isso é que não possuímos tecnologia de ponta, necessitamos importar componentes e o atual desgoverno cobra até 120% em impostos sobre os importados, inviabilizando o trabalho autônomo… É desesperador!!!



    André Luiz Borges disse:
    30 de setembro de 2015 às 16:40

    Param mim essa quantidade de partidos é o câncer do pais…loteamento de cargo e poderes em troca de apoios, mas isso e uma outra historia. Se governa tão a curto prazo que realmente perdemos o orgulho de ser brasileiro. Com a crise de 2008 e o potencial econômico que se viram no mercado interno dando isenção de impostos a algumas categorias e dinheiro fácil nos bancos, e ainda a minha casa e minha vida. isso iria endividar os brasileiros e algum momento iria frear o consumo. Com menos consumo menos arrecadação, mas a pergunta é por que não se prepararam para tais eventualidade. Precisa de agencia rebaixar a nota do brasil para se tomar alguma atitude? Ca entre nos eles sabem. Inovação sim, será a única formar dos empresários tentar sair dessa crise ja que o governo passa a conta da incompetência.



    17 de fevereiro de 2016 às 20:45

    Estados Unidos 2 partidos, Brasil deve ter no minimo uns 30. Ai as coisas ficam complicadas e se der ruim em um partido se abre outro.



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