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Como investir em educação.

postado em Artigos


Revista IstoÉ

29/04/2011

Por Ricardo Amorim

 

Como investir em educação

O Brasil faz uma importante correção de rumos, mas ainda precisa privilegiar o futuro em vez do passado

É fácil ser pessimista com relação à educação no Brasil. Diariamente ouvimos histórias da falta de recursos e do descaso. Para piorar, os resultados dos estudantes brasileiros em exames internacionais são razão de vergonha nacional. No exame PISA (Program for International Student Assessment) de 2009, a educação brasileira ficou em 53º lugar entre 65 países, atrás de Trinidad e Tobago. 

Entretanto, há cerca de 20 anos, iniciamos no Brasil uma despercebida correção de nossas maiores mazelas educacionais, que deve se acelerar ao longo das próximas décadas. Nos anos 90, começou um processo de inclusão educacional, com a universalização do acesso à educação básica, a elevação da escolaridade média e a expansão do acesso à universidade. 

O número de universitários no País passou de 1,5 milhão em 1990 para 3,5 milhões em 2000 e para 6,5 milhões em 2010. O problema é que este avanço no acesso à educação deteriora os indicadores de qualidade do ensino. A população brasileira ficou mais educada, mas o nível médio do estudante universitário, refletido nos exames, piorou à medida que estudantes menos preparados passaram a ingressar nas faculdades. Quando comparamos a nota média dos alunos de 2000 com a média dos estudantes em 2010, desconsideramos que, dez anos antes, três milhões deles nem sequer chegavam à faculdade. Uma fotografia mais fidedigna da evolução da qualidade apareceria se comparássemos apenas as notas dos 3,5 milhões dos melhores alunos de hoje com as dos 3,5 milhões de dez anos antes. 

A verdade é que a expansão do acesso à universidade ainda tem de progredir muito nas próximas décadas. Apesar de todo o avanço em inclusão nos últimos 20 anos, ainda hoje apenas um de cada cinco jovens brasileiros chega à universidade. 

Também a qualidade de nossa educação vai melhorar gradualmente nas próximas décadas, por duas razões.
A primeira é um sustentado aumento dos investimentos públicos em educação, possibilitado pelo forte crescimento econômico e consequente elevação da arrecadação de impostos. De 2005 a 2010, os gastos do governo com educação passaram de 3,9% para 5,4% do PIB e devem atingir 7,0% do PIB em 2014. 

A segunda razão é demográfica. Com a forte queda da taxa de natalidade nas últimas décadas, o número de crianças e jovens em idade escolar e universitária cairá nas próximas décadas. Com mais recursos e menos alunos, o investimento por aluno aumentará consideravelmente, o que – salvo total desperdício do dinheiro gasto – deve resultar em melhor qualidade de ensino. 

Tudo resolvido então? Claro que não. Precisamos acelerar muito a inclusão e a qualidade de nossa educação. A Coreia, país mais bem colocado no exame PISA (Xangai ficou em primeiro lugar, mas não foi apurada uma média para toda a China), mostra o caminho. 

Há 30 anos, a renda per capita na Coreia era similar à brasileira; hoje ela é duas vezes maior. Não por acaso. Na Coreia, para cada R$ 1 que o governo gasta com crianças de até 15 anos, ele gasta R$ 0,80 com aqueles com mais de 65 anos. Como consequência, os coreanos são líderes em qualidade de ensino e mais de 60% dos jovens coreanos chegam à universidade.

No Brasil, para cada R$ 1 de gasto público com crianças, são gastos R$ 10 com idosos. A Coreia escolheu investir no futuro. O Brasil, no passado.





    2 de maio de 2011 às 11:39

    Ola Ricardo, muito bom seu artigo, excelente trabalho de pesquisa, e acompanho sempre suas análises, do Caio e Diogo no Manhattan Connection. Acho que só o que preocupa é o fato de economistas e empresários estarem falando de uma possível volta da inflação quando nossa situação econômica deixar de ser favorável. Se isso ocorrer, todo o capital que entrou no Brasil provavelmente sairá e voltaremos à estaca zero, ou seja, o que era a educação e economia nos anos 80. Será um tremendo balde de água fria nos planos do governo e na expectativa dos cidadãos, e o Brasil será novamente o eterno “país do futuro”.



    igor cornelsen disse:
    2 de maio de 2011 às 18:18

    Caro Ricardo

    A prioridade no Brasil não é o estudande, é o sindicato dos professores, e a estabilidade do funcionário público.
    Em Cuba professor que não sabe ensinar vai cortar cana. Em Nova York é sumariamente demitido.
    Os professores são avaliados pelo desempenho dos seus alunos.
    Em qualquer lugar do mundo a prioridade é o aluno, só aqui que subverteram a ordem das coisas. Professores que não preparam aula, ou que não sabem ensinar, continuam a dar aula até a aposentadoria. Diretores de escola são escolhidos por consurso público ou politicamente (quem garante que sabem dirigir escolas ?), e não tem poderes para demitir professores concursados , e por isto estáveis.
    Enquanto a prioridade da escola pública não passar a ser o estudante, o Brasil não terá futuro.
    Subdesenvolvimento se garante com escola pública com prioridades inveritdas

    Abraço,

    Igor



    Antônio Carlos Martineez disse:
    3 de maio de 2011 às 8:29

    Caro Ricardo,

    Realmente estamos em uma fase que o importante é ser UNIVERSITÁRIO, e estamos esquecendo que é preciso um preparo bem antes, nos alicerces escolares, á começar pela indiciplina mais ainda pela educação doméstica, pois só se pensa em aprovação e não em qualificação das pessoas para estarem preparadas em assumir lugares e disputarem os projetos seletivos sejam de ordem publica ou privada, temos que ter uma visão bem mais inicial na vida dos jovens que estão chegando, as escolas tem que ser mais exigidas ná nivel de corpo docente e pricipalmente da disciplina, não como nas epocas passadas que algumas usavam um regime quase militar, mas de maior uso de um trabalho de pisicologos não só com os alunos mas também com todo o corpo docente,

    Forte abraço, parabens pelo artigo

    Antônio Carlos Martinez



    Ricardo Boudon disse:
    3 de maio de 2011 às 15:44

    Estimado Ricardo he leido vuestro articulo y me parece muy interesante mas aun comparando vuestros esultados en Chile son muy parecidos, creo que este es un problema mas de cada una de las naciones de latino america por separado debiera ser un problema de todas juntas para generar politicas de crecimiento y educación para todo nuestro continente.
    saludos
    Ricardo Boudon



    Elisiane da Silva disse:
    9 de maio de 2011 às 15:59

    Ricardo sua reflexão é essencial!
    O Brasil apresenta os piores índices de educação, no grupo dos BRIC, e olha que pode colocar a África do Sul, que ainda assim, seremos os últimos. Não há como sustentar uma economia em commodities. Temos que agregar valor aos nossos produtos, o que somente será possível com qualificação profissional, logo, ensino de boa qualidade!
    Ocorre que educação no Brasil não é prioridade, nem de políticos, tão pouco do cidadão, e argumento com as seguintes reflexões: Primeiro: Quantos parlamentares federais conhecem os principais pontos da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) que atualmente tramita na Câmara Federal?
    Segundo: Um MBA na FGV custa em torno de R$ 3.000,00. Muitos cidadãos priorizam comprar uma TV de LCD para colocar na sala do que pagar uma especialização para o filho!
    Precisamos investir em cidadania! Ser cidadão implica em uma carga de direitos, mas que vem acompanhados de muita responsabilidades sociais.
    Temos que iniciar na pré-escola a oferecer educação de qualidade! Fazer os indivíduos terem a capacidade de pensar!



    Carla disse:
    24 de novembro de 2011 às 18:55

    Boa noite Ricardo. Adorei seu artigo e espero que o nosso Brasil realmente priorize mais e mais a educação.
    A escola precisa mudar. Ela não é uma fábrica, nem depósito de crianças e adolescentes…
    Os profissionais da educação – os professores – também precisam ser ouvidos, respeitados e receberem um salário justo.
    Educação é investimento, é trabalhar o ser humano desde os primeiros anos, é prepará-lo para o hoje, o agora.



    Caetano disse:
    27 de fevereiro de 2012 às 13:39

    Vale lembrar que a escolha do investimento nos idosos muito se deve a horrível iniciativa da previdência pública… o problema é que isso não é exatamente reversível sem um enorme custo político que obviamente ninguém quer assumir.



    Raphael Villela Almeida disse:
    13 de junho de 2012 às 3:26

    Ricardo, os argumentos apresentados no último parágrafo são muito bons!

    Espero ver você no Ministério da Fazenda logo!

    Grande abraço!



    José Luís Barreto disse:
    21 de novembro de 2012 às 10:48

    Olá,Ricardo!
    Ótimo texto!
    Acho que, antes de tudo, é necessário valorizar o professor.
    Qual aluno de uma boa escola de ensino médio gostaria de, no futuro, ser professor aqui no Brasil?
    Abraço!



    Brendo Fonseca disse:
    9 de junho de 2013 às 23:59

    Olá Ricardo! Penso que o principal problema não é a falta de investimento, pois como podemos observar, temos cada vez mais dinheiro na educação. Os principais problemas são a rede de corrupção e incompetência que assombra também a educação. Corrupção são vários os exemplos que não preciso listar, e incompetência, lembro apenas do teste do enem que precisou ser refeito e que custou algumas dezenas de milhares de reais à viúva.
    Por outro lado, nós, sociedade, temos dificuldade em atacar o real problema da educação, que é a qualidade da mesma. Tenho muito respeito aos professores, mas fazer protesto de melhores salários desta classe e não fazer protesto por melhoria na qualidade de ensino é inóquo (para a melhoria da educação).
    Vejo muitos falando que o professorado deveria ser a classe mais bem paga, mas lembro que em nenhum lugar do mundo os professores estão no topo da pirâmide, nem mesmo nos países melhores colocados. Não quero dizer que eles não mereçam ajustes salariais, muito pelo contrário, mas que a sociedade teria mais eficácia em seus objetivos (espero que seja melhoria educacional)caso melhorássemos mais a gestão de nosso ensino, passando a medir o desempenho de forma mais clara dos municípios, escolas e professores e etc. Ainda temos muito espaço para melhorar ajustando apenas a gestão do negócio, pois não acredito que nossas escolas estão sem merenda, ou telhado por falta de dinheiro, mas sim por conta da corrupção e da incompetência da gestão pública, além de nossa inércia em protestar por melhoria educacional.



    19 de julho de 2013 às 14:54

    Ricardo, excelente. Precisamos de muito mais educaçao que significa conhecer e cumprir 100% os direitos e as obrigaçoes, alem disso muita informaçao, instruçao e cultura, INTERNET libre e abundante para todos, e professores ganhando super bem, com todos os direitos e facilidades para investigar e se atualizar cada vez mais, para poder coordenar e ajudar os estudantes a processar toda esta mega informaçao disponivel – os tempos mudaram, os professores estao estancados fora das redes.



    Antonio disse:
    29 de setembro de 2013 às 0:04

    A renda per capita da Coreia do Sul emm PPP é quase três vezes a do Brasil. Sao mais educados porque têm renda e é um país com mais liberdade econômic, e não o contrário. Por que então EUA no final do século XIX tinham 93 por cento de alfabetos funcionas sem nenhuma escola pública? Porque eram um país livre, em que o livre mercado florescia. Aumento de gastos públicos com educação, mais doutrinação, mais desperdício de recursos, mais impostos, menos liberdade, é o caminho que não devemos tomar. Infelizmente essas teses florescem como panaceia por toda a parte.



    4 de dezembro de 2013 às 21:51

    Ricardo,
    Parabéns por seus comentários excelentes.
    Obrigado, AMJr



    Thiago De Caro disse:
    3 de março de 2014 às 21:17

    Não vejo como o simples aumento de recursos e vagas em universidades vá resolver nossos problemas se a qualidade do corpo docente e do material didático é medíocre na imensa maioria das universidades do país, inclusive algumas consideradas de ponta para nossos padrões. Há áreas essenciais inteiras do conhecimento em que praticamente não há material didático ou científico adequado em língua portuguesa, muito menos profissionais qualificados no Brasil. Somando isso à falta de incentivo ao progresso qualitativo no setor educacional, não vejo muita possibilidade de avanço. Já praticamente universalizamos o ensino fundamental sem que se ensine nada durante todo ele. Agora, estamos apenas fazendo o mesmo com o ensino superior. Logo teremos um país com grande quantidade de pessoas com ensino superior, mas que continuarão a ser indigentes intelectuais.



    JORGE OLIVEIRA DAMASCENO SOBRINHO disse:
    3 de março de 2014 às 23:38

    Fala-se em educação por tempo integral. Sou a favor da educação integral. O tempo do estudante na escola não define a qualidade do ensino.



    Balduino Cezar Rabelo disse:
    2 de abril de 2014 às 11:51

    Recente resultado do exame PISA, divulgado esta semana, nos dá a 38ª posição, entre 44 países avaliados, o que sinaliza um retrocesso ainda maior, em relação ao exame de 90, quando ficamos na 53ª posição entre 65. Para manter a proporcionalidade deveríamos ter ficado entre a 34 e 35ª posição. É desalentador ver todo o potencial do país e e da sua gente entregues em mãos tão incompetentes, sem criatividade e ousadia, comprometendo, de forma irreversível, na atual conjuntura, não só o presente, mas, principalmente, o futuro de várias gerações!



    Eva Rosa disse:
    29 de maio de 2014 às 8:28

    Boa matéria, bons comentários… concordo com o Sr. Jorge Oliveira Damasceno Sobrinho: As nossas escolas públicas não têm atualmente condições físicas, materiais e profissionais suficientemente preparados para manter, ficar com alunos em tempo integral. Vamos acordar?



    Nina Pereira disse:
    7 de julho de 2014 às 13:20

    Ótima reflexão!
    Porém a questão levantada ao final do texto: a oposição entre investimentos na juventude X investimentos nos idosos deve ser aprofundada, sobretudo quanto ao tipo de investimento nos idosos. Caetano aponta uma questão fundamental aí: a previdência é um vespeiro… a pressão pelo fim do fator previdenciário, por exemplo, foi enorme!! Qualquer tentativa de adequar nossa previdência à realidade atual é rechaçada… mexer em privilégios absurdos (como pensão vitalícia para filhas de militares que não se casam…??!!?) causam furor… Assim fica impossível!… Não acho que não devemos investir nos idosos, não… se conseguirmos extinguir os privilégios absurdos (militares, políticos etc) e adequar o sistema à sociedade atual, já conseguimos retirar a maior parte da ‘gordura’ aí… creio. Abraço.



    Marcio Okabe disse:
    13 de setembro de 2014 às 5:07

    Olá Ricardo,
    Gostei muito do artigo, porém gostaria de trazer outro ponto de vista. Estou muito envolvido com o tema EDUCAÇÂO LIVRE e acredito que as escolas atuais foram criadas para o modelo da revolução industrial. Ou seja, seja particular ou pública, o modelo de divisão por idade, professores “para cada matéria e o ensino unilateral já está ultrapassado.
    Fui um dos organizadores e palestrante do evento http://www.educarparacolaborar.com que contou com a presença do José Pacheco que idealizou a Escola da Ponte em Portugal que é uma escola livre. Atualmente, ele mora no Brasil e apóia centenas de projetos dentre eles o Projeto Âncora e a Escola Oficina Pindorama. A Sabrina Bittencourt da Escola com Asas e o André Gravatá do Edu-ação também são pessos engajadas em promover a educação livre.
    Acredito que as faculdades e MBAs também viraram uma indústria e perdemos o foco nos TALENTOS das pessoas. Para tornarmos o Brasil um país “educado” não precisamos estimular apenas o ensino superior, mas a educação de base e ensino técnico.
    Porém, o mais importante e fundamental que aprendi neste ano que ingressei neste mundo da educação livre… temos que ajudar as crianças a despertarem seus talentos! O Biel Baum (http://www.bielbaum.com) é filho da Sabrina Bittencourt e tem 12 anos. Ele é chef de cozinha e o sonho é ajudar as crianças a terem uma alimentação saudável, hoje ele tem como mentor o Jamie Oliver.
    Adoraria conversar sobre este tema pessoalmente, seria um prazer ter uma oportunidade para trocarmos ideias.
    Abraços,
    MarcioOkabe.com.br
    Netweaver



    Maicon cristo disse:
    30 de outubro de 2014 às 10:14

    A grande queatao nesse caso comeca na educacao de base, os professores estao ali para ensinar e motivar o aluno a pesquisar, quando o professor tem que lhe dar com situacoes adversas a esaas atrapalhar todo um ciclo que estar em construcao, ps pais quem que ser mais responsaveis na educacao dos.filhos.



    Humberto Cosentine disse:
    14 de dezembro de 2014 às 20:25

    Penso que para o Brasil, seria muito importante a adoção do atendimento individualizado, paralelamente às atividades de classe, pois isso possibilitaria compensar a falta de escolaridade da família. A Finlândia tem em todas as suas escolas a figura do professor particular, vamos chamar assim, e isso tem sido um dos pontos fortes para que seu sistema seja considerado um dos melhores do mundo.



    29 de janeiro de 2015 às 9:40

    […] 7) Educação –  Em toda área em que o setor público não presta um bom serviço surge uma oportunidade para o setor privado. […]



    Edinario disse:
    30 de julho de 2015 às 14:57

    Ótima matéria Ricardo. Ao meu ver, com esses desvios de tanto dinheiro, acho muito difícil a nossa educação ter um crescimento, pois infelizmente as pessoas que estão na cúpula do governo não estão nem aí com crescimento do país e muito menos pela educação. Só estão pensando em desviar dinheiro, e, a cada dia, o que fazem é só aumentar as nossas contas para tirarem mais dinheiro de nós, educação que investimentos temos, vimos há pouco o prouni ser contado para muita gente, poucas universidades federais realmente. Creio eu que vai demorar anos luz para a educação evoluir em nosso país e se evoluir.



    4 de setembro de 2015 às 8:37

    Ricardo, eu acho que, enquanto as corporações ditarem o rumo da educação no Brasil, não vamos avançar nunca.

    De que adianta universalizar o ensino básico, se ninguém aprende nada?

    De que adianta ampliar o acesso à universidade, se um terço dos universitários é analfabeto funcional?



    26 de outubro de 2015 às 14:29

    O fato é que o setor da educação no Brasil só não avança por conta de o governo ser completamente ineficiente em vários quesitos – se não em todos.

    Não estão nem aí para educação, para a saúde, só se importam com os interesses próprios e isso é péssimo.



    Silvia Saran disse:
    28 de maio de 2016 às 12:00

    Excelente artigo! É importante que se invista tbem na permanência e conclusão do estudante, na educação. Me parece que os dados se referem apenas ao acesso.



    Marco disse:
    27 de junho de 2016 às 12:27

    A eduçação continua sendo o melhor investimento que existe.



    19 de julho de 2016 às 17:46

    Concordo que a educação ainda e o melhor investimento que se pode fazer para as nossas crianças, o futuro do brasil! valeu ricam



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