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Somos todos desonestos

postado em Artigos


06/2015

Revista IstoÉ

Por Ricardo Amorim

 

Somos-Todos-Desonestos-2015-06-12

 

Era uma vez um jovem honesto e idealista que, um dia, descontente com o rumo do país, resolveu entrar para a política. Seu objetivo: mudar o país para melhor. Em sua terceira campanha eleitoral, finalmente se elegeu vereador.

 

Eleito, ele começou a enfrentar dificuldades na Câmara Legislativa Municipal. Três anos depois, nada do que propôs havia sequer sido votado, quanto mais aprovado. Enquanto isso, vários de seus colegas aprovavam tudo o que queriam, normalmente apenas em benefício próprio. As eleições se aproximavam e, com elas, a necessidade de financiamento para a próxima campanha eleitoral e de alguma realização para apresentar a seus eleitores. Ele resolveu que, em nome de um bem maior, seu projeto de um país melhor, por uma única vez, aceitaria participar de um esquema ilícito para aprovar seu projeto e financiar sua campanha. Afinal, o que era uma única “pequena” irregularidade em relação a seu importante e grandioso projeto?

 

Depois disso, ele se elegeu deputado estadual, deputado federal e há mais de 20 anos é senador. Neste meio tempo, aprovou inúmeros projetos. Hoje, é rico, poderoso e invejado. O jovem que 40 anos antes quis entrar para a política para mudar o país não o reconheceria. Ele virou político para combater pessoas como a que ele mesmo acabou se tornando.

 

Cercado por outros corruptos, hoje ele sequer acha que o que faz é corrupção. É apenas a forma como as coisas são feitas. Nós seres humanos temos a habilidade de acostumarmo-nos com quase qualquer situação, o que é muito útil para lidar com as mudanças que a vida sempre traz. Infelizmente, esta habilidade vem com um grande ônus. Nós nos acostumamos e consideramos normal o que a maioria está fazendo, principalmente se incluir nosso próprio grupo social. Até ao nazismo, em um dado contexto histórico, muitos acabaram se acostumando e vários até aderindo.

 

No Brasil, acostumamo-nos com a corrupção. A percepção é que a maioria é corrupta. Trouxas são os que não aproveitam as oportunidades de benefícios próprios que determinados cargos ou situações criam. Esta percepção acaba determinando as ações de muitos e criando uma profecia auto-realizável. Se você acha que essa história só vale para políticos e empreiteiros, atire a primeira pedra quem nunca traiu a namorada, colou na prova ou guiou no acostamento.

 

O mesmo sujeito que joga uma garrafa na rua e se queixa de como sua cidade está suja, não joga nem uma bituca de cigarro e elogia a limpeza quando viaja para Miami ou Cingapura. O padrão aqui é sujar e reclamar. Lá, é cuidar e elogiar. A pessoa é a mesma.

 

Precisamos criar condições que estimulem os comportamentos que queremos. A cidade de Nova York, onde morei por quase dez anos, é famosa por ter reduzido radicalmente a criminalidade e a sujeira com tolerância zero a ambas. Aqui, precisamos estender a tolerância zero a todos os padrões errados com os quais nos acostumamos. Aceitando pequenos delitos abrimos a porta para delitos cada vez mais graves, até que eles se tornam a norma.

 

No Japão, um político corrupto sente tanta vergonha quando descoberto que, muitas vezes, se suicida. No Brasil, até recentemente, políticos corruptos sequer temiam ser punidos.

 

Tomara que a Operação Lava-Jato e punições severas aos culpados comecem a criar uma nova cultura no país, mas se queremos realmente que o país mude, temos antes de mais nada que ser a mudança que queremos ver.

 

Ricardo Amorim é apresentador do Manhattan Connection da Globonews, colunista da revista IstoÉ, presidente da Ricam Consultoria, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes internacional e uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil segundo a Forbes Brasil.

Siga-o no Twitter: @ricamconsult.

 





    Tania Maria Ribeiro Medina Silva disse:
    12 de junho de 2015 às 20:52

    Ricardo, boa noite.
    Parabéns pelo coerente e verdadeiro texto. Realmente foi descritocom fidelidade o que se passa no meio político, assim como em relação ao comportamento do povo.

    Até mais



    Maria Edite disse:
    12 de junho de 2015 às 21:19

    Ausência de integridade ao tratar de coisas que pertencem aos outros…essa é uma das definições de desonestidade. Conheço bastante gente absolutamente honesta, que levam sua vida na simplicidade, sem jamais terem tirado proveito de vantagens indevidas.



    Silvio disse:
    12 de junho de 2015 às 21:42

    Realmente, a operação”lava Jato”, que é um processo sobre um crime que acontece a 515 anos neste pais, é um marco sobre o conceito de “corrupção”, quem dera que em um futuro ainda que utópico, seja lembrado como o processo de desencadeou uma mudança de cultura onde o cidadão passa a obedecer a lei em qualquer escala, seja furar um sinal vermelho, furar uma fila, obter uma aposentadoria desnecessária, obter um cartão do “bolsa família” ou cometer um crime, esta é a ideia de uma sociedade justa e democrática.



    Lígia Pereira disse:
    12 de junho de 2015 às 21:50

    Boa noite Ricardo,
    Li seu brilhante texto.
    No final, cheguei a conclusão que nosso descobrimento
    pelos portugueses foi um erro.
    Nossa história se repete desde o descobrimento, e,
    sinceramente, não acredito em mudanças , não a curto e médio prazo.
    Lamento, não teremos tempo de ver luz no fim do túnel….
    Abr



    Márcio Ramalho disse:
    12 de junho de 2015 às 22:12

    Excelente texto. Concordo plenamente e espero que possamos alcançar o êxito de cidadãos exemplares.
    Parabéns pela publicação.



    Eduardo Castanho Fº disse:
    12 de junho de 2015 às 22:26

    Prezado, pensava-se que o mensalão tivesse esse condão que você espera da lava-jato. Parece que não. Os processos de corrupção “embolaram”. Só acho que os excessos de regulamentações e a transformação de tudo em irregularidade ou crime é que cria esse clima de que todo mundo é corrupto(r). Exemplo: redução abrupta e sem justificativa da velocidade máxima em trechos de vias públicas.



    José Cristiano Daudt disse:
    12 de junho de 2015 às 22:29

    Gosto da linha de raciocínio da responsabilidade pessoal por mudar. Também gosto de pensar que estamos num processo de melhoria, de mudança. A Lava-Jato é um avanço: apesar da corrupção, ela está vindo à tona e é punida. O risco é cair no cinismo da surpresa, com a corrupção seja uma surpresa, nem de que as coisas só estão piorando. É hora de serenidade para aproveitar a oportunidade de repensar nossa conduta no dia-a-dia e seguir melhorando. O Brasil não pode parar diante.



    NELSON disse:
    12 de junho de 2015 às 23:11

    Essa é a tática bastante usada pelo PT. Se você já jogou uma bituca de cigarro na rua, se já furou uma fila,se já parou em fila dupla, não reclama do governo.Você é tão corrupto quanto. Como se vê pelo artigo a estratégia dá bons resultados e pode agora ser usada em relação ao futebol. Se você já jogou um chinelo para dentro do campo você é tão corrupto quanto os que desviam bilhões na FIFA. Fica elas por elas.



    CÉLIA disse:
    13 de junho de 2015 às 2:54

    Na verdade eu mesma sou está pessoa. Odeio políticos,mesmo sendo politizada,odeio corruptos, mas, se puder roubar lugar na fila eu furo mesmo. Jogo bituca de cigarro no chão e culpo a Prefeitura pelas enchentes!!! Será que somos todos podres ???



    Priscila watanabe disse:
    13 de junho de 2015 às 3:28

    Concordo plenamente. Nossos problemas com a corrupção vêm de berço. Falo da criação da nossa cultura, como sociedade. Podemos afirmar que o Brasil é um país muito jovem, que ainda tem muito a amadurecer. No entanto, se considerarmos a cultura que se instalou aqui, desde a época da nossa colonização, em que mandaram para cá a parcela que não servia mais à sociedade dos nossos patrícios, não é de se admirar esta herança do “mais esperto”, ou “cada um por si”. As mudanças de comportamento partem de uma análise critica de uma situação que não pode mais prevalecer, e de onde nasce uma vontade profunda de evolução. Infelizmente a maioria já percebeu que a situação precisa mudar, mas a partir da mudança de comportamento do outro. E se o outro não mudar, por que eu devo ser diferente? Ou: “não quero me incomodar com isso”.
    Acredito tbm que a conduta religiosa possa ter grande influência sobre o nosso comportamento. Na filosofia oriental, a auto-consciência, a auto-crítica, o conhecimento e respeito norteiam o caminho da sabedoria. Você não deve fazer as coisas para agradar a um ser superior, mas sim para manter a tua honra e a da tua família.
    No ocidente, para muitos, basta ir à igreja, se confessar dos pecados e rezar umas orações decoradas para que você seja perdoado, numa prática que na maioria das vezes parte apenas da boca pra fora. Desta forma não há mudança de comportamento.
    Enfim… O combate à corrupção deve se iniciar da reforma íntima. A partir do momento que os pais de fato viverem em cada detalhe os conceitos que querem passar aos seus filhos, com práticas éticas, respeitosas, conscientes e responsáveis, amplamente, daí acredito que possa haver uma mudança de cultura.



    Silvana disse:
    13 de junho de 2015 às 7:40

    O aprendizado deverá vir junto com o afeto, tudo que aprendemos nas nossas experiências de vida , foi primeiramente com um outro ser humano, no qual é passado valores que nos seguira pelo resto da vida. Tudo tem a ver como foi nossa vivência com nossos pais ( ou seus representante) , a função materna e paterna vem sofrendo uma mudança na sua constituição , principalmente porque os vínculos, base para que a função se estabeleça, estão com muitas falhas . Refletindo na personalidade do ser humano, de como ele é . Estamos criando filhos como se fossem objetos.



    carlosrichetti disse:
    13 de junho de 2015 às 7:46

    este tipo de abordagem , insinua que enquanto não houver uma pureza de toda a humanidade, devemos aceitar os grandes corruptos, pq somos desonestos tb, isso , equivale a um cale a boca que vc tb é corrupto, sei que vc citou a lava jato, mas esse argumento está sendo usado pelos petistas, para que os deixemos roubar a vontade e em paz.



    Amado Gripp Jr. disse:
    13 de junho de 2015 às 8:43

    Disse tudo que penso. A mesma coisa no trânsito. Se todos nós motoristas parássemos no sinal PARE, os acidentes de trânsito praticamente acabariam.



    ivan disse:
    13 de junho de 2015 às 9:58

    tanta falcatruas e desonestidade…
    mas continuo ainda acreditando no paisda esperança. ..
    sou brasileiro, né? E o que mais fazemos de melhor é ter esperança. ..
    um grande abraço,

    Ivan



    13 de junho de 2015 às 9:58

    Prezados Ricardo e Assessores,bom dia. Por hora, gostaria apenas de compartilhar com vocês uma situação que vivenciei há poucos dias atrás que se trata do mesmo assunto sobre sujar e reclamar da sujeira. Minha própria mãe largou um papel de bala no chão e quando vi a cena, perguntei para ela se ela achava que isto estava certo? Ela ficou sem jeito, mas concordou que isto não estava certo. Peguei o papel do chão e segurei até achar uma lixeira. Isto me fez pensar um pouco, porque afinal, ela é minha mãe e minha referência para muitas coisas. Não consegui entender o porquê de eu não aceitar que as pessoas, independente de quem for, jogar lixo na rua. Bom, imagino que minha referência de correto, não tenha vindo da família, pelo menos que quesito de jogar lixo na rua, mas o fato é que eu simplesmente não gosto de ver e critico. Ao invés de apenas criticar, eu também não jogo nada na rua. Guardo sempre comigo o papel de bala ou seja lá que for, no bolso, na mão, ou até mesmo na mochila, quando estou com ela. Sei que de alguma forma procuro sempre promover a consciência nas pessoas, pois afinal, “a rua é uma lixeira?” “Acha certo isto, jogar lixo na rua?”. Bom, para finalizar, agradeço por compartilhar este tipo de ideia com todos. Para muitos, que acompanham o site, já são pessoas que querem mais informações, já tem um “nível intelectual”, no mínimo um pouco à frente do que a grande maioria. Isto não significa que somos melhores ou piores, apenas diferentes no quesito “consciência”, pelo menos é o que eu acho, ou que deveria ser. Mas em fim, agradeço pelos textos e por compartilhar uma boa informação que serve, cada vez mais, de motivação para seguir com ideais. Grato mais uma vez. Atc, William Silva Pinto.



    ivan disse:
    13 de junho de 2015 às 10:06

    Prezado Ricardo Amorim:
    Parabéns pelo texto. Mostra uma realidade nossa, brasileirissima, infelizmente.
    Quando a acreditar que teremos uma mudança.
    Como, se isso está enraizado em nossa terra desde a “Terra do Pau Brasil” com a exploração portuguesa tirando nossas riquezas de nossas terras…
    Como acreditar se houve um processo de escravidão que iniciou com o povo dessa terra, o índio. Mais uma vez na tentativa de “retirar” suas riquezas.
    passou pelos negros e hoje fazendo uma icomparacao… somos nós os escravizados. .. aqueles que lutam e sao lesados por superiores… hoje os políticos.
    eu espero sim que esse país mude, que consiga enxergar uma luz no fim desse túnel mas me perdoe é difícil até de tentar acreditar com tanta falcatrua e desonestidade.
    Mas ainda continuo a acreditar no país da esperança. ..
    Afinal, sou brasileiro e isso sabemos fazer bem… acreditar. .. ter esperança. ..

    um grande abraço,

    ivan
    p.s.: o texto ao ser enviado tinha cortado…



    Mª Carmen Martinez disse:
    13 de junho de 2015 às 10:50

    Moro em Barcelona e aqui já estamos vendo essa mudança;queremos outro jeito de fazer política,que os políticos governem para o povo,que foi quem votou por eles.Eu também sou responsavel,eu tambem pensei: voto de novo nesse cara porque êle já roubou e é melhor ladrao conhecido…Sou responsavel de nao votar pensando:prá que?O que nao sabia é que o meu desleixo voltou em contra de mim:deixei meu poder nas maos de salafrarios que piorou o sistema de saúde,a escola dos meus filhos,um investimentos de milhoes de euros em salvar o sistema bancário que tenho que pagar com meus impostos,etc.Repito suas palavras:temos que ser a mudança que queremos ver e ter.



    Sávio Campos Soares disse:
    13 de junho de 2015 às 11:44

    Embora o pessimismo seja a tônica geral
    Creio que poderemos começar a virar o jogo em apenas
    uma geração. Ela já está se formando,e aprecio sua
    contribuição c/ artigos lúcidos e abrangentes.
    Agradeço.



    Maria de Fátima Miranda Suzana disse:
    13 de junho de 2015 às 15:33

    As pessoas não respeitam nem a si próprias o que dirá o outro, consequentemente acabam sendo desonestas consigo própria.
    Se existisse a base que é o “respeito” não existiria pessoas desonestas.



    Nelson disse:
    13 de junho de 2015 às 15:53

    Não acredito que essa Operação Lava-Jato, irá mudar a cultura terceiro mundista desse país. Haja vista a interferência, política e o corporativismo que está enraizado em toda classe dominante, que aí está.
    Veja o exemplo do Lula, querendo blindar o presidente, ou seja lá o que for, do seu Instituto. Sempre existirá um tapete e no nosso caso ( Persa) para esses senhores esconderem a sujeira.
    Abs.



    heloisa p silva disse:
    13 de junho de 2015 às 19:27

    Concordo com vc quando diz que somos todos corruptos.Entretanto quando um indíviduo ocupa um cargo público e pratica corrupção a dimensão é outra,o compromisso é outro e tudo isso é muito diferente de uma generalização rasteira para pessoas pouco evoluídas. Tenho que um SER HUMANO realmente evoluído Se colocaria num nível superior,teria suas “fraquezas”sob controle.Êsse Be a Bá já estaria em Freud com a neurose X civilização



    14 de junho de 2015 às 10:07

    O texto é bom, mas é questionável.

    Sugestão de título:

    “Nem tudo que é imoral é ilegal ou as diferenças entre os arcabouços jurídicos mais objetivos e as éticas e/ou moralidades mais subjetivas.”



    dionis morete disse:
    14 de junho de 2015 às 15:05

    O caminho é a mudança de cultura, simples assim, mas de difícil realização.



    Lidia Santana disse:
    14 de junho de 2015 às 18:05

    Excelente artigo, principalmente quanto à questão da desfamiliarização do que nos é familiar. Obrigada.



    CARLOS AUGUSTO MARTINS disse:
    14 de junho de 2015 às 18:40

    Há quem diga que a corrupção no Brasil é endêmica, afirmação com a qual não concordo. É bem verdade que há entre muitos a vontade de repetir comportamentos vistos como “socialmente adequados”, difundidos em outros tempos como a “lei de Gerson”. Contudo, os bons ainda são a maioria.



    Fabio disse:


    Elines disse:
    15 de junho de 2015 às 8:25

    Excelente artigo, muito claro objetivo e verdadeiro.



    GEORGE NIEMEYER disse:
    15 de junho de 2015 às 8:30

    Artigo perfeito, parabens.

    Vale a leitura,
    George



    Ronaldo Sella disse:
    15 de junho de 2015 às 8:49

    Ótimas palavras, Ricardo.

    Mas uma questão importante é: qual o caminho a seguir, quando entramos na política e tentamos manter a ética e sermos produtivos.

    Sou apoiador do Partido Novo e este é um dos imensos desafios.



    Rita Furtado disse:
    15 de junho de 2015 às 9:27

    Gostei demais desse artigo, toda mudança deve primeiramente começar em nós e levarmos para onde vamos, estamos, ficamos. Os políticos saem do nosso meio, somos nós que o elegemos, é nossa OBRIGAÇÃO acompanhar o que estão fazendo em nosso nome.



    cassia regina disse:
    15 de junho de 2015 às 9:28

    A mudança começa em nossas casas: pelo exemplo de vida que somos e pela educação (educação completa para a vida e não simplesmente aquela educação formal em escolas estreladas) que proporcionamos a nossos filhos. Sem isso, não há futuro digno.



    GUI BAMBERG disse:
    15 de junho de 2015 às 9:29

    Ricardo,
    embora seja um tema já explorado por outros formadores de opinião de relevância, como Você, esse texto deveria ser lido em cadeia nacional no horário nobre. Porque quanto mais repetirmos essa forma de enxergar as coisas, mais pessoas serão motivadas a refletir sobre as grandes verdades a que Você se refere. Obrigado. Um abraço,



    Elisa Gomes disse:
    15 de junho de 2015 às 9:31

    A atitude individual faz a consciência coletiva, para o bem ou para o mal. Esse é o ponto!Seria maravilhoso difundir e consolidar esse conceito.Cada vez que percorro o pequeno trajeto entre minha casa e o trabalho, diariamente me deparo com lixo espalhado pelas calçadas, terrenos.Isso é apenas uma pequena parcela do descuido da sociedade com o bem comum. Só não entendo porque? Projetando esse “pequeno descuido” para a infinidade de coisas erradas que estão acontecendo no Brasil, é possível entender porque o brasileiro se subordina a tanta corrupção, a tantos erros e desgovernos. Não há moral nem ética na sociedade suficientes para validar protestos e cobrar atitudes sérias dos políticos e governantes. Somos primários, desunidos e irresponsáveis.



    maria rosa de rezende meira disse:
    15 de junho de 2015 às 9:36

    Obrigada Ricardo
    Parabéns pelo artigo. Excelente. Que ele leve o maior número de pessoas à reflexão. Abs



    Marina disse:
    15 de junho de 2015 às 9:42

    Matéria que mostra um cenário que estamos longe de vê mudar.
    Como dizia Boris Casoy.

    Isto é uma vergonha!

    Não temos exemplos dos que deveriam nós dar.
    Um Pais sem governantes sérios, a maioria que temos, e que deveriam ser tratados com orgulho, são motivos de piadas e indignação. O Brasileiro só paga e não tem o básico para viver com dignidade.



    Gastão Cruz disse:
    15 de junho de 2015 às 9:42

    Post assertivo e coerente com iniciação de mudança comportamental frente a enorme corrupção nacional e de sua mais descabida desfaçatez.

    Agora talvez seja possível pensar que enquanto não valorarmos o conceito de família, cuidado com a criança e elevação educacional e cultural do nosso País, isto tende a fazer com que se patine no efeito e não no atingimento da causa, reverberando do fracasso da atual geração e da contaminação da próxima, da próxima, da próxima,…, ou seja, de nefasto espiral de continuísmo.



    15 de junho de 2015 às 10:09

    Ótimo ensaio, como sempre. Me permita contribuir.
    A corrupção é uma poderosa ferramenta na competição pelo poder que é a vida. É inata. É natural. Antinatural é esperar que algum vivente não seja corrupto só por moral, ainda mais sendo a moral um conceito tão próprio de cada cultura.
    O que falta no Brasil é justiça, é punição. O que falta ao comportamento é o autocontrole imposto por coerção pelo código criado para podermos viver em grupos sem guerras de ano em ano, e justiça feita pelas próprias mãos.
    Me arrisco a dizer que há um paralelo absoluto entre subdesenvolvimento e justiça ineficaz. Não só no brasil, mas no mundo. Não só agora, mas sempre.



    oswaldo costa pereira junior disse:
    15 de junho de 2015 às 10:14

    Parabéns pelo artigo, hoje estou aposentado e continuo trabalhando fortemente,
    Obs:- Já deixei de se r contratado em algumas empresas por ser honesto,

    Abs,



    josé arimatéia lucas disse:
    15 de junho de 2015 às 10:17

    mas o que dizer dos brasileiras(os)que silenciosamente tem trabalhado sem muito alarde e tem provocado mudanças,que pode parecer insignificantes.mas que na verdade tem sido motivos de esperança que nem tudo estar perdido ou seja são pequenas ações muitas que não se encontram contabilizadas,até mesmo por quem se encontram ao “nosso” lado ou por que as considerem do nosso lado,pois é quando na verdade estas e estes no transcurso da história tem feito verdadeiramente história que tem perdurado e que continua a fazer história.



    Triste realidade disse:
    15 de junho de 2015 às 10:27

    Ricardo,

    Seu artigo me fez lembrar um diálogo no sábado quando estava em uma palestra em um centro cadercista e em determinado momento o palestrante informou que existe a possibilidade de uma pessoa que virá para mudar a história e que esta pessoa reencarnou no Brasil e que já teria 15 anos, mas ninguém sabe quem é. Quando o palestrante em determinado momento deu sua opinião que ele talvez se tornasse presidente do Brasil, uma pessoa sentada ao meu lado fez o seguinte comentário: ” Uma pena, esse ser iluminado terá então que se corromper para chegar em tão posição…”
    Triste contestação….



    margareth Facirolli disse:
    15 de junho de 2015 às 10:33

    Ricardo, obrigada por trazer este tema, me sinto fortalecida a continuar me educando para ser a mudança que quero ver. Na juventude me percebi fazendo algumas coisas assim achando que era normal, mas depois descobri que muitas coisas parecem certas mas não são e que a unica forma consistente de mudança é mudar a si mesmo, principalmente cuidando de nossas escolhas. Não é facil, o processo é lento e trabalhoso, mas irreversível.
    Forte abraço,



    MUITO APROPRIADO PARA O MOMENTO disse:
    15 de junho de 2015 às 10:33

    VALE A PENA LER OS SEUS COMENTARIO SEMPRE INTELIGENTES.



    Elisabete Sorrentino disse:
    15 de junho de 2015 às 10:35

    100% verdade!
    Vivo me policiando para ser sempre civilizada e morro de vergonha quando não sou! Agora minha frase predileta para motoristas mal-educados que estacionam em locais proibidos atrapalhando o transito da rua é: Aposto que reclama da corrupção do governo!



    Sidimar Ortiz Tavares disse:
    15 de junho de 2015 às 11:24

    Ricardo
    Muito bom esse artigo e acima de tudo muito oportuno falar em mudanças de nossos comportamentos, nesse momento. Afinal, se queremos um mundo melhor precisamos nos tornarmos melhores.
    Forte abraços.



    Carlos disse:
    15 de junho de 2015 às 11:29

    Bom dia, Ricardo concordo plenamente com que disse. Nos temos boa parte nisso tudo, somos reclamoes de dentro pra fora e não tomamos nenhuma medida concreta, ou seja, o que e lícito tornou-se ilícito. Qtas. vezes já tive a oportunidade de presenciar um simples ato de um agente de trânsito se ocultando para multar um infrator no trânsito, ao invés de faze-lo parar e adiverti-lo e aplicar-lhe a multa merecida pela falta cometida, assim, esse simples gesto tornou-se cultural e normal. Abraço.



    Ibaney Chasin disse:
    15 de junho de 2015 às 11:33

    Ricardo, meu caro,
    se você tem um arquivo com os comentários dos teus leitores,verá que minhas projeções estavam corretas! O Brasil não se resolverá, ainda que a Lava Jato engrade um punhado de malandros. Nosso problema é muito maior, e não se nasce apenas da corrupção. Num país onde a industrialização se dá via Estado, a putrefação é fato genético e perene!!! Mudará, apenas, quando e se o país se tornar capitalista, efetivamente. E isso não está nem mesmo no horizonte do PSDB. Não está – e nem estará!!! -, pois este partidinho é a representação de uma burguesia (nacional) débil, frouxa, dependente do Estado e a ele corruptamente vinculada. O problema do Bradil é ético apenas secundariamente. Antes disso, a questão é de natureza econômica, e da economia, você bem sabe, ninguém escapa! A tempo: se o Levy é a solução possível de hoje, veja em que meleca estúpida, tacanha e incurável estamos!!!!Um abraço reiterado! Ibaney



    Rafael Pick disse:
    15 de junho de 2015 às 11:35

    Bom dia Ricardo.
    Acompanho suas publicações, recentemente vi sua palestra e eventualmente consigo assistí-lo na TV… Coisas de pai “fresco”.
    Gosto da sua didática de explicar com metáforas e, para mim, foi impossível não comparar a o início do seu artigo com esse documentário da Karina Oliani, onde ela vai trabalhar numa ilha coletando Guano:
    https://www.youtube.com/watch?v=3KL9qJuZCb0
    Enfim, adaptamo-nos até com uma “ilha de cocô”.



    Edson Pierre Marcello disse:
    15 de junho de 2015 às 11:51

    Muito bom saber da existência de pessoas como Ricardo Amorim.Sou Coronel Eng Reformado do Exército Brasileiro , onde aprendi que “a ordem empurra , o exemplo arrasta ” . Estamos nesta escola chamada mundo para nos aperfeiçoarmos .Então , não tentemos mudar os outros .Temos a obrigação de melhorarmos a nós mesmos . Somente assim o conjunto irá melhorar. É muito confortador encontrar pessoas incentivando esse procedimento, que nós julgamos ser o mais correto. Parabens. Marcello – CelEng Ref



    Kauê disse:
    15 de junho de 2015 às 11:59

    Ah, se todo mundo lesse esse tipo de artigo. Muito bom.
    Minha única ressalva é que, acredito que a tolerância já está zero, mas apenas aos erros dos outros.



    Manoel Vieira disse:
    15 de junho de 2015 às 12:00

    Parabéns. Conciso e preciso. Gostei muito do artigo se limitando a fazer análises e ponderações pertinentes sem o viés manipulatório raivoso usual na mídia golpista. Talvez, caso os meios de comunicação resolvam apoiar o Brasil em vez de só instigar o “quanto pior melhor” para ter audiência, talvez… ainda verei um Brasil melhor no meu ciclo de vida. (tenho 53 anos e não sou muito otimista quanto a isso)



    15 de junho de 2015 às 12:07

    Concordo com seus pontos de vista, precisamos de menor número de leis e mais educação em casa, é de pequeno que se molda a arvore. Basta de Lei proibindo palmadas correção de moleque se faz é com cinta e com força para enquadra-lo e submetido a rígida disciplina o militar deve ser cobrado de todos homens e mulheres com 16 anos.NÃO E4SQUECER DA ORDEM E PROGRESSO



    Suzana Vernalha disse:
    15 de junho de 2015 às 12:09

    Infelizmente, o caráter de nosso povo foi moldado por séculos de impunidade, protecionismo das classes poderosas, grande desequilíbrio social (tendo a escravatura como a página mais triste de nosso país), analfabetismo e tantas outras mazelas que construíram um Brasil do jeitinho, do “deixa disso”, do “Deus quis”, do “sabe com quem está falando?”. Nossa história, e como ela foi conduzida até aqui, explica o momento presente. Ainda temos o futuro e, por isso, não podemos nos acomodar e achar que tem que ser assim para sempre. Abraços,



    15 de junho de 2015 às 12:16

    Uma perfeita colocação de valores aqui. Creio que é uníssono com muitos.
    Eu perguntaria sobre isso: Qual o ponto zero da transição necessária, qual é o ponto da tolerância zero começar, dentro da podridão que existe?
    Quando iniciar a Educação , que transformará e que leva uma geração ou mais para render frutos? A Operação e as punições serão o botão ON ? Acredita serem capazes disso?

    Grato pelo ótimo recebeido
    att



    Joao disse:
    15 de junho de 2015 às 12:39

    Ricardo, acho que vc tocou levemente na raiz do problema. O problema é que o Brasil é um país permissivo – tudo pode ser feito e qq tipo de regra, fiscalização ou lei é visto como perda de liberdade. Dá no que dá. Aqui falta ordenamento, fiscalização e punição para todos os males (como vc diz no caso da limpeza), além da certeza de punição rápida e custosa caso a justiça seja acionada. Aqui se mata e se o indivíduo é “primário” quase nada acontece. Se rouba e quase nada acontece.



    Solange disse:
    15 de junho de 2015 às 13:07

    Assustadoramente verdadeiro!!!



    15 de junho de 2015 às 13:17

    Tudo começa com a justiça de um povo . Podemos desenvolver padrões éticos , morais , políticos , patrióticos e tudo o mais com relação ao bom convívio social , nada surtirá efeito quando , os que burlarem esses códigos deixarem de ser exemplarmente punidos .Está claro que isso sempre começará em tenra idade no seio familiar e escolar e se consagrará com a observação enérgica da JUSTIÇA .



    15 de junho de 2015 às 13:36

    Ricardo, adoro seus comentários, fecho em tudo, acho que você fez um texto perfeito, e é assim que acontece. Eu trabalho muito com o mundo corporativo, e nele não é diferente, a confusão que os executivos fazem em ser e ter é algo muito semelhante, e isso é corrupção, alguns chegam as vias de fato, mas outros façam as empresas o quintal de sua casa.
    AH! Adoro Manhattan Connection, o melhor programa que vejo, pois ele fala coisas verdadeiras! Parabéns



    15 de junho de 2015 às 14:26

    Parabéns pelo artigo! Perfeito!!



    15 de junho de 2015 às 15:42

    Man In The Mirror – Michael Jackson. Por aí!



    15 de junho de 2015 às 15:46

    Corrupção e vitaliciedade andam de braços dados, como a nobreza, o clero e a classe política. Essas pragas infestam todo o tecido social nas mais diversas instituições. Não apenas nos governos ou empresas, senão nos poderes diversos, na sociedade, na maioria dos seres humanos envenenados pelo egoísmo, ambição e materialismo.
    Não há revolução ou decreto que mude esse estado de coisas que será transformado pela evolução, indivíduo a indivíduo, até alcançar a sociedade.
    A corrupção tem origem no egoísmo pré-histórico, que divide os homens através de crenças absurdas, a esconder seu atraso sob a mentirosa máscara da hipocrisia.
    Ninguém pode ajudar o homem senão ele mesmo; a única ajuda externa possível é fazê-lo compreender esta realidade: ajude-se e será ajudado. Não adianta ler, estudar e se ilustrar, se não compreender que a única salvação é a autorredenção. Nenhum salvador virá tirá-lo das trevas nas quais se enredou. Essa tarefa incumbe a cada um, é a receita para a autossalvação.
    A vida é curta; o pouco que façamos por nós será muito para os nossos sucessores. A missão consiste em nos afastar das trevas e deixar um pouco de luz para os que virão.
    A mais sedutora das ilusões se esfuma defronte do mágico encanto da realidade.



    Angela Valore disse:
    15 de junho de 2015 às 18:55

    Minha primeira reação foi denegatória. Não, não somos todos desonestos. Não somos todos igualmente corrompíeis. Não seríamos todos igualmente capazes de nos vender. Eu queria dizer que somos apenas acomodados, educados para o abate. Ao longo de décadas temos sido acuados por um sentimento de insignificância, que só o futebol é a fórmula um redimia. Por isso vamos reelegendo os “jovens políticos” ex- idealistas e recém corrompidos até envelhecerem.
    Mas ai, enquanto tentava encontrar argumentos para sustentar minha profissão de fé, fui invadida pela certeza da sua inutilidade.
    Sim, somos todos desonestos. Por covardia, por medo, por comodismo, por indiferença. Vergonhosamente é preciso concordar. O dinheiro não é a única moeda pela qual somos corrompíeis.



    Sebastiao Gil disse:
    15 de junho de 2015 às 21:24

    Sim tudo depende de nós para divulgar os bons habitos e atitudes



    Antônio Carlos G. Martinez disse:
    15 de junho de 2015 às 22:40

    Presado Ricardo,

    Realmente vc conseguio escrever o que muita gente precisa ler, lamento que a grande maioria dos eleitores do nosso país ainda votam pela beleza, por um favor que ja teve ou tera, pois não se cobra nada destes políticos endinheirados pela corrupção, parabéns pela oportunidade de nos informar e lembrar que a corrupção e a grande vitoriosa , e nós é que patrocinamos sempre esses elementos, minhas cordiais saudações.



    Helder Ramos disse:
    16 de junho de 2015 às 7:38

    Desculpe discordar. A imperfeição é um atributo de todos os indivíduos. Sem ela não há evolução. Mas devemos tomar o cuidado de não comparar o incomparável. Trair a namorada faz parte do jogo da sedução, do aprendizado do relacionamento amoroso. Jogar plástico nas ruas é mal educação, displicência ou ignorância. Não podemos comparar esses pequenos delitos com o crime de corrupção. Desviar dinheiro público que deveria ser destinado a saúde, ao meu ver, é quase um assassinato. O que deveria ser destinado a educação é tirar um futuro melhor de uma criança. É um crime que deveríamos encarar como hediondo. Assim como as drogas, a corrupção afeta profundamente a civilização.



    Expedito Santana disse:
    16 de junho de 2015 às 7:52

    Falta honestidade e sobra hipocrisia.



    Antônio Mário disse:
    16 de junho de 2015 às 8:14

    Resumo da ópera!
    O país foi colonizado por malfeitores, é aceitável que pessoas que estão no poder sejam marginais inteligente.



    Mariângela disse:
    16 de junho de 2015 às 12:17

    Ricardo, você diz o óbvio, mas um óbvio que precisa ser repetido. Acho que seu texto ficou frágil por ressaltar a corrupção na política, como se esta fosse independente dos interesses corporativos, onde, inclusive o jeitinho é muito mais frequente. A corrupção é inerente ao interesse por vantagens, à busca do lucro, e isso é o que move o mundo dos negócios, até mais que o da política, lembrando que o mundo da política é mais abrangente que o universo da representação legislativa. O mundo da política inclui ONGs, Sindicatos, Associações de todo tipo (desde de bairro até as profissionais), o cidadão não atrelado a nenhuma organização, os partidos, as religiões. O mundo da político é rico e a corrupção não o domina de cabo a rabo. Já o universo dos negócios move a corrupção nas instituições públicas e no legislativo, no judiciário… A maioria dos seus leitores precisa estudar história.



    Sergio Albuquerque disse:
    16 de junho de 2015 às 12:27

    Ricardo,

    Estou mais uma vez em férias com minha mulher nos EUA. Desta vez, com nossos pais.

    Infelizmente, a sensação e nossas conversas aqui foram exarsmente as colocada por vc no artigo… Mas com um agravante, hj estou menos otimista do aud há 20 anos…
    Boa sorte a todos nós que fazemos a nossa parte e orientamos aos mais próximos.
    Abraço,
    Sergio



    Arali Dos Santos Pinto disse:
    16 de junho de 2015 às 13:26

    Parabéns excelente texto.
    E tenho esta mesma percepção, espero que todos possamos um dia, voltar ao valores Moraes e éticos que possamos nos orgulho por ser brasileiros.



    Cristina De Luca disse:
    16 de junho de 2015 às 16:00

    Ricardo, simples e objetivo, este artigo poderia ser apresentado como currículo de muitos dos nossos atuais representantes, ou todos..



    Sergio Ratti disse:
    16 de junho de 2015 às 19:18

    Simplista e obvio



    Daniel disse:
    16 de junho de 2015 às 20:09

    Acho que o cidadão está sufocado com tantas leis e regras hipócritas, que a imprensa chama de leis avançadas. Que não tem qualquer chance de ser cumprida tão pouco de ser fiscalizada. Como:
    Uma placa de 30km em via expressa;
    Impostos que beiram o absurdo como o ICMS, IR, ISS, PIS, COFINS, IPTU, IPVA, CIDE E ETC;(quem vai emitir uma nota fiscal em sã conciencia para pagar mais imposto que o seu próprio lucro)
    HABILITACAO P DIRIGIR $1500(mas qualquer um dirige sem precisar de um;



    Renato disse:
    17 de junho de 2015 às 14:15

    Muito bom texto, Ricardo! Obrigado por continuar compartilhando seus pensamentos e opiniões, sempre muito esclarecedores e sensatos. Tenho um blog, onde escrevi um texto que, de certa forma, se assemelha ao seu texto, porém sem tanto embasamento politico e economico – http://renatodelbuono.blogspot.com.br/2015/03/educacao-para-um-mundo-melhor.html. Você, aliás, me serve de referência sempre que preciso entender melhor sobre temas relacionados à politica ou economia. Obrigado mais uma vez!



    Simone disse:
    18 de junho de 2015 às 6:39

    Bom dia
    Acho o nosso país lindo, cheio de riquezas naturais, se você plantar um pé de feijao dentro de um copo brotará, as pessoas deviam ter orgulho de um país tão rico, tão capaz de fazer qualquer coisa, deveriam pensar em educação, somente a educação levará as pessoas a refletirem melhor, a enxergar situações absurdas, como não ficar de braços fechados e assistirem sem fazerem absolutamente nada com a péssima educação que o nosso país oferece para nossas crianças, as péssimas condições da saúde pública, e assim por diante, como que um país com uma arrecadação gigantesca de impostos não tem dinheiro para educação e saúde, a palavra é Corrupção, enquanto ficarmos conformados e acostumarmos a levar vantagem em tudo, nosso país ficará nessa mesmice, onde pouquíssimas tem muito, e milhões não tem nada. Nosso país tem condições de ser um país bom para todos, temos que investir na educação da população com um todo, pessoas idôneas, com caráter, solidárias, humildes, preocupadas com o bem comum, Não SOMENTE COM O PRÓPRIO UMBIGO.



    Fernando disse:
    18 de junho de 2015 às 12:35

    Ricardo faltou mencionar que a criminalidade em New York caiu não só pelo tolerancia zero, mas pela legalização do aborto decadas antes. Simplesmente a polícia não tem que correr atrás de um bandido que nunca nasceu.



    Willk Lopes disse:
    19 de junho de 2015 às 8:06

    Great!
    Parabéns Ricardo, você como sempre coerente com suas explanações.



    Adilson disse:
    19 de junho de 2015 às 19:30

    Faltou uma interrogação no final do título do artigo, Ricardo. Coloco-me fora dessa assertiva. O legado de meu pai jamais permitiria quaisquer ações ilícitas em todos os atos do dia-a-dia. É apenas uma questão de princípios. O tal honesto da historinha tinha um pé na malandragem.



    Doce Maria disse:
    19 de junho de 2015 às 20:30

    O texto é muito questionável.



    21 de junho de 2015 às 21:26

    É lamentável que essa situação tirou os homens de bem da política, décadas atrás, empresários saiam de suas empresas para dar sua contribuição.

    Hoje em dia, nem pensar, pois logo são sugados para a lama e corrupção de campanhas eleitorais sujas e compromissos desvirtuados.



    Ronaldo Saunier Martins disse:
    22 de junho de 2015 às 10:53

    Ricardo, esse artigo é a expressão da verdade para a maioria dos políticos brasileiros e grande parte da nossa sociedade. Quase sempre somos omissos, lenientes e cobramos aquilo que não praticamos e como agravante não vislumbramos melhora nessa situação caótica, desonesta e antiética.



    Mario Sergio alves de Godoy disse:
    22 de junho de 2015 às 16:39

    RICARDO,
    concordo em gênero, mas não em grau… geralmente ninguém é impune a ponto de atirar a primeira pedra (como foi originalmente proposto por JC para a vida moral de todos nós). De fato não se trata de atirar pedras a esmo, nem de ferir por causos similares ao que nós mesmos cometemos. Mas se levar a coisa a extremos (o que nunca é muito proveitoso) nunca mais ninguém pode sequer ser julgado por nada, nem homicídio. O que esse rapaz fez, é diferente de um pedreiro (profissional) lesar seu contratante na qualidade do serviço. Neste quesito, V. pode sim achar pedreiros que nunca o fez (ao menos conscientemente). Dirigir pelo acostamento pode ser diferente de pagar suborno ao guarda. É infringir uma regra, mas não talvez, imoral. Por outro lado, no futebol, fazer falta é proibido ou apenas penalizado? Enganar a namorada… e mesmo colar na prova, na minha opinião, deve ser olhado caso a caso… é diferente de articular um a fraude no vestibular, não?



    28 de junho de 2015 às 15:46

    Boa Tarde Ricardo! Excelente teu texto! Sim, somos todos de alguma forma corruptos em alguma atitude que tomamos na vida! A diferença maior para mim e’ ter a consciência de que errou e lutar para corrigir o erro e dar exemplo aos outros desse reconhecimento com humildade e amor no coração!



    henrique disse:
    28 de junho de 2015 às 18:47

    o texto pode ser resumido em uma frase “a certeza do cumprimento das leis” se todos nós tivéssemos a percepção que se fizéssemos algo de errado seríamos punidos de acordos com as leis vigentes . nossas atitudesq seriam diferentes . no Brasil durante muito tempo temos a “certeza da impunidade” quer um exemplo , veja qual a porcentagem de homicídios que chegam a um resultado conclusivo , onde o criminoso é preso . só 8% em média são preços ! 92% não tem uma conclusão



    Edmilson disse:
    2 de julho de 2015 às 8:21

    Ricardo,

    Não sei se você irá responder a esse ou outros comentários, acredito que não! Fico pensando o quanto nós como brasileiros precisamos de influenciadores; alguém como um herói, não como um Lula, influenciador para causa própria, mas alguém que nos estimule pensar e não ouvir uma opinião só, que nos leve a agir. Sinto pena que o Airton Sena tenha morrido, ele estava direcionando, até certo ponto, a um pensamento nacionalista. Bem, vejo somente nos meios sociais a saída para buscarmos uma conscientização do povo e um arrependimento político (talvez uma primavera tupiniquim. E não precisa ser de quebra-quebra). Não quero pensar em sair do Brasil, mas vejo que o Nobreza brasileira “políticos” estão mais fortalecidos, mesmo diante de tanta sujeira descoberta, e porque? não existe punição… aliás eles fazem as leis!



    Tatá Moraes disse:
    9 de julho de 2015 às 23:23

    Budha dizia em seus ensinamentos: ‘Quando eu mudo, tudo muda’.



    Zé Fernando disse:
    10 de julho de 2015 às 1:36

    O problema é que esses vícios brasileiros estão no DNA do país. Se fosse possível tirar todos os corruptos da vida pública do Brasil, não seriam substituídos por pessoas éticas, e sim outros corruptos tomariam os lugares daqueles. Há muita gente honesta no Brasil, e nem todo mundo que elogia Miami ou Singapura age como um troglodita no Brasil. Há os que se cansam tão definitivamente dessa cultura que viram imigrantes – muitos se encaixam na categoria “brain drain immigrant” – e a saída dessas pessoas prejudica ainda mais o país: ninguém sai do Brasil para ser corrupto em outro lugar; se fosse para isso, o Brasil já é um paraíso. Está saindo muita gente boa para não retornar. De atraso em atraso, o Brasil muda sempre para continuar o mesmo.



    Ricardo disse:
    11 de julho de 2015 às 0:33

    Nunca traí, colei na prova ou guiei no acostamento. Posso atirar a primeira pedra? Rs… Fazer o certo não é impossível. Mas exige coragem e força de vontade. Não sou perfeito. Mas tenho fé de que muitos são como eu e buscam agir da melhor forma possível. Pena que vejo muitos como eu perdendo a coragem e saindo do país. E o cenário lá fora também não é animador. Enquanto isso, continuamos atrasados. Martin Luther King mudou a cultura de uma nação. Como seguir seu exemplo nesta terra abençoada?



    Juliano disse:
    12 de julho de 2015 às 13:56

    Parabéns pelo texto, mas gostaria que não fosse verdade. Ainda temos um longo caminho a trilhar para mudar nosso país….



    Mari Abreu disse:
    21 de julho de 2015 às 15:18

    Parabéns Ricardo por abordar um assunto tão importante , num momento em que passamos por provas de fogo ,por causa da desonestidade. Lendo a Bíblia em Romanos 13:12, pois considero um livro cheio de ensinamento e orientações divinas para todos nós, me deparo com esse versículo que citei acima: A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.
    13- Andemos honestamente, como de dia, não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja.
    14: Mas revesti-vos e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.
    Se fizermos um esforço para praticar esses ensinamentos, muita coisa mudaria.



    Billy disse:
    21 de julho de 2015 às 20:19

    Prezado Ricardo .
    São reflexões como estas que nos ajudam, de forma bem abrangente, a fazer o nosso ” Mea Culpa”. Concordo sim, que as atitudes precisam ser monitoradas e gerenciadas a ponto de conseguirmos identificar qual o nosso nivel de “acomodacão” com que voce chama a nossa atenção. Nao quer dizer que fazer coisas nao convencionais sao sinais de desonestidade, mas com certeza, nos sugerem uma reflexao. Valores, responsabilidades, respeito ao direito dos outros e ao alheio, devem sempre ser os esteios das nossas atitudes.
    Nao ha porque ficar ofendido com os seu texto, o dever de julgamento das nossas atitudes faz parte do nosso dia a dia.
    Ele precisa ser exercitado para nao ficar atrofiado.
    Obrigado pelo texto
    Billy von Kruger



    Mario de Sampa disse:
    30 de julho de 2015 às 12:31

    Infelizmente sua análise está absolutamente correta. Mudar esta cultura enraizada eu já não tenho esperanças. Seremos eternamente isto, trocando as “moscas” de quando em quando…..



    Antonino Sousa disse:
    30 de julho de 2015 às 14:16

    Belíssimo comentário, uma sugestão seria usar os meios de comunicação de massas e fomentar o positivo, os bem feitos daqui e de lá, não interessa de onde vem.
    Temos você e um canhão chamado de Globo de televisão, comece a atirar pedradas e vejamos no que vai dar!
    Ou sofremos do problema do rabo, como a cultura do povo brasileiro.



    azaury disse:
    6 de agosto de 2015 às 19:16

    Discordo da análise do Ricardo. Todo exemplo vem sempre de cima. Coloque-se no poder alguém decente e a decência reinará.



    Walter disse:
    6 de agosto de 2015 às 19:47

    Belíssima reflexão!! Infelizmente de belo somente o texto !!!



    Carlos disse:
    6 de agosto de 2015 às 21:09

    Certa vez vi uma cena no Japão, muito cedo, uma rua tranquila, nenhum movimento, um cidadão japonês passava pela calçada e parou para esperar o sinal ficar verde para pedestres e atravessar a rua. Mas não havia nenhum carro nas imediações. Porque ele parou, já que não havia ninguém olhando e nenhum perigo de atropelamento? Simples, o hábito do respeito às leis. Quando todos respeitam a lei, o jogo é igual para todos.



    Rosely Alves disse:
    6 de agosto de 2015 às 22:34

    Belo texto, porem os exemplos vem de cima!! Os politicos devem ser os primeiros a darem exemplos bons. Pois fazer a vida da populacao miseravel, tambem gera extinto de sobrevivencia, as vezes nao desejados!



    Santos disse:
    21 de agosto de 2015 às 11:13

    O problema da corrupção no Brasil é cronico. Cabe a todos nós um exercício de revisão de consciencia individual.



    Marco Cesar disse:
    2 de setembro de 2015 às 23:39

    Excelente artigo, este texto deveria ser lido em cadeia nacional no horário NOBRE…



    Guilherme disse:
    6 de setembro de 2015 às 11:13

    Mais uma vez um excelente artigo! Infelizmente a corrupção no Brasil é realmente um problema crônico…



    10 de setembro de 2015 às 17:32

    Parabéns pelo artigo. Reflexão absolutamente certíssima sobre tudo isso.



    Eduardo Castanho Fº disse:
    16 de outubro de 2015 às 19:26

    O problema no Brasil é que o poder “cria” normas incumpríveis e daí quase todo mundo acaba cometendo “pequenos delitos”. Exemplos: reduzir de uma hora para outra limites de velocidade, até uma faixa inviável de utilização de um veículo. Ou, se você ingerir um bombom de licor pode ser enquadrado na lei seca. É bom também não confundir condutas morais com delitos.



    Ademir disse:
    16 de outubro de 2015 às 20:44

    Tomara mesmo que a Operação Lava Jato resolva ou pelo menos dê início à uma verdadeira transformação que o nosso país precisa para sair do terceiro mundo. As medidas punitivas contra corrupção devem ser extremamente severas para que se iniba tal prática.



    Wagner disse:
    29 de outubro de 2015 às 6:38

    Excelente texto! Parabéns! Realmente, vejo e conheço muita gente que aqui no Brasil suja e reclama e no exterior cuida e elogia!!! Seguindo a ideia do texto e vendo o que acontece, não só em Brasília, mas também na minha cidade em termos de política, fica difícil de acreditar no futuro do Brasil porque o problema hoje é de cultura e educação do povo, mas vamos torcer para pelo menos começarmos com punição a corrupção para pelo menos mostrar que ser político não é profissão de bandido!!!



    Jota Jr disse:
    2 de novembro de 2015 às 9:49

    Esse seu texto merece ser compartilhado e lido para as massas



    Jota Jr disse:
    2 de novembro de 2015 às 9:53

    Excelente o seu texto, Ricardo. Um texto lúcido, simples e um tapa na cara dessa nossa sociedade hipócrita, que reclama da corrupção mas compactua com atos ilícitos, votando em marginais. Peço-lhe a devida linceça para compartilhar nas redes sociais. Parabéns !!!



    Danilo Gomes disse:
    9 de novembro de 2015 às 3:18

    Você disse tudo precisamos criar condições que estimulem os comportamentos que queremos.



    30 de novembro de 2015 às 15:09

    Questão cultural, infelizmente não tem mais jeito. Esse pais para melhorar tinha que acabar e começar tudo de novo.



    Isabel disse:
    2 de janeiro de 2016 às 8:34

    realmente, cabe a cada um de nós cuidar da propria etica e fazer um pais melhor.



    Raul Aqui disse:
    7 de janeiro de 2016 às 0:45

    Sim, o meio tem essa capacidade de mudar o homem.. Ele se adapta e nem sempre essa adaptação nos agrada…



    RUI disse:
    30 de janeiro de 2016 às 15:01

    um pais sem regra e claro que as pessoas queram facilidades , o brasileiro e um sobrevivente de um sistema de governo injusto , ricardo fale por voce conheço pessoas honestas eu sou honesto narciso acha feio o que não e espelho .



    Marcelo disse:
    17 de fevereiro de 2016 às 12:24

    Em um pais em que estampa em todas as mídias que a corrupção “parece” normal, as pessoas passam a agir como se isso fosse uma coisa normal, ou seja, dar uma “graninha” para evitar uma multa, por estacionar na calçada, “parece” ser normal.



    Ademir disse:
    19 de março de 2016 às 19:23

    A crise está chegando no seu pior momento.



    Nice disse:
    20 de março de 2016 às 3:01

    Então, essa semana foi muito turbulenta. Muitos protestos por todo Brasil e até perto da minha casa.



    Joao Henrique Tavares disse:
    20 de abril de 2016 às 12:45

    Olá Ricardo,

    Não concordo que todos somos desonestos, há sim gente honesta no Brasil. Concordo que existem POUCOS honestos. Eu perdi vários empregos porque não quis me envolver com corrupção e hoje estou sofrendo com isso. Tenho amigos que fizeram o mesmo. O que é difícil no Brasil é mudar todo um sistema corrompido, desde governo, empresas, igrejas, etc. Acho que a operação Lava-JAto é um começo e espero em Deus que as coisas mudem.



    marcia maia jacobsen disse:
    20 de abril de 2016 às 15:15

    Boa tarde! Ricardo

    Gosto dos seus textos, você traz a linha de raciocínio real, pois é fato como cobramos se fazemos o mesmo em nossas atitudes cotidianas, temos que mudar nossas atitudes em casa na educação com os filhos etc…

    Abraços



    Kayo Hubner disse:
    20 de abril de 2016 às 20:02

    Palmas para você Ricardo .



    Israel Granville disse:
    21 de abril de 2016 às 9:03

    SEMPRE ASSUSTA COM QUALQUER TIPO DE AFIRMAÇÃO COMO ESTÁ DE QUE SOMOS TODOS DESONESTOS. É QUASE CERTO QUE ENTRE QUALQUER MEMBRO DO CONGRESSO NACIONAL É BEM PROVÁVEL QUE A AFIRMAÇÃO SEJA CORRETA. ACHO QUE ALI NINGUÉM SE SALVA. É UMA GANGUE DE CORRRUPTOS QUE COMEÇA DESDE A ELEIÇÃO. OGORA ATRAIR A TODOS ESSA PECHA SE APLICA DE QUE TODOS SOMOS DESONESTOS. O EXEMPLO DO CONGRESSO NÃO É REGRA.



    Webmaster disse:
    19 de maio de 2016 às 14:16

    Falou apenas a verdade. Gostei.



    13 de agosto de 2016 às 16:34

    Eu sei que muitos vão criticar, mas quanto mais o homem se distancia de Deus, mas a corrupção floresce. E não digo isto para afirmar que temos que ser religiosos, pois está muito claro que muitos pastores têm feito, surrupiando os bens de seus fiéis. Digo pra se aproximar de Deus, ou seja os princípios bíblicos são bons e ajudam a sociedade a combater a corrupção.



    Geide A. Figueiredo Jr. disse:
    28 de dezembro de 2016 às 18:58

    Acabei de ler esse artigo no teu livro, Depois da Tempestade. Apesar de “antigo” será sempre mto atual. Abraços.



    Carla disse:
    31 de dezembro de 2016 às 13:15

    Excelente artigo, vale fazer uma reflexão para nós.



    Ferrer disse:
    2 de janeiro de 2017 às 22:20

    Excelente texto. Concordo plenamente e espero que possamos alcançar o êxito de cidadãos exemplares.
    Parabéns pela publicação.



    21 de fevereiro de 2017 às 11:03

    A honestidade tem que começar por nós mesmos, pelos nossos lares, por nossos filhos, se cada um fizer sua parte um dia quem sabe chegaremos lá.



    21 de fevereiro de 2017 às 11:06

    Tem que ser mudada toda uma cultura de uma nação que já vem corrompida desde o seu descobrimento, é a velha história da farinha pouca meu pirão primeiro, todos querem levar vantagem em tudo.



    16 de março de 2017 às 18:15

    Infelizmente,enquanto a população achar que a corrupção é por causa da classe de políticos, vamos ter que continuar nessa mesma mesmice. A corrupção e a integridade de um povo começa na suas origens, na infância quando nossos pais nos ensina o que é o correto.



    Elvis Dourado disse:
    16 de março de 2017 às 19:28

    Brasileiros tem a mania de achar que a causa da corrupção está na classe de políticos que temos, a realidade diz diferente, a corrupção está no seio da sociedade.



    Gi disse:
    3 de maio de 2017 às 15:55

    Excelente texto que deveria ser lido por muitas pessoas no pais em que estamos vivendo!
    Parabens Ricardo!



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