Feeds Ricardo Amorim Facebook Ricardo Amorim Twitter Ricardo Amorim Linkedin Ricardo Amorim Youtube Ricardo Amorim

Apresentador do Manhattan Connection Ricardo Amorim prevê boas perspectivas imobiliárias.

postado em Entrevistas


Aurora Construtora

Fonte Jornal Zero Hora / RS

10/06/2011

Brasil deve crescer em ritmo acelerado no mercado imobiliário nos próximos anos, diz economista

Na Capital, Ricardo Amorim afirmou que não há bolha e existe espaço para crescimento

Publicado em 10/6/2011

Depois de sucessivos recordes na concessão oficial de crédito imobiliário, 2011 promete consolidar uma mudança na curva de financiamentos privados para o setor. Governo e operadoras de crédito já discutem a adoção de novas modalidades de financiamento, que atendam à demanda crescente por imóveis.

 Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário (Abecip), o volume de crédito habitacional já superou 5% do PIB este ano. A média histórica, até 2008, era de um volume de crédito entre 2% e 3% desse indicador.

 O presidente da Abecip, Luiz Antonio França, diz que a meta é encontrar alternativas para evitar o esgotamento do modelo de financiamento imobiliário, baseado na captação da poupança. O sistema é responsável pelo financiamento de dois em cada três imóveis no país.

 Precisamos de todos os instrumentos de captação que estiverem à disposição. O potencial do mercado é tão grande que não podemos limitar nossas opções   disse.

 Em palestra realizada na quinta-feira em Porto Alegre, o economista Ricardo Amorim também afirmou que o mercado imobiliário brasileiro crescerá em ritmo acelerado nos próximos anos.

 No evento, promovido pela construtora Lopes Sul com patrocínio do Grupo RBS, Amorim afirmou que o crédito habitacional no Brasil aumenta cinco vezes mais que a média dos empréstimos privados.

 Mesmo assim, segundo o economista, o volume de crédito para moradia no Brasil ainda é pequeno se comparado aos níveis de países desenvolvidos. Conforme dados do Banco Central, o volume chega a 75% do PIB na Inglaterra, 68% nos EUA e 45% na Alemanha.

 Não há bolha. Há muito espaço para crescer   disse o economista.

Fonte: Jornal Zero Hora/RS





Deixe seu comentário