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Consultor financeiro Ricardo Amorim recomenda, em entrevista à revista Capital Aberto, lista de filmes para ajudá-lo a investir melhor.

postado em Entrevistas


Revista Capital Aberto
Setembro/2011
Por Danilo Gregório

 

Listas são sempre uma forma divertida de organizar pensamentos.
Quando executadas por pessoas admiráveis, tornam-se ainda mais interessantes. Nelas evidenciam-se opiniões, gostos e sensos de prioridade. Nesta edição comemorativa do seu oitavo aniversário, a CAPITAL ABERTO usa a ideia das listas para produzir um conteúdo especial: oito profissionais destacados do mercado de capitais foram convidados a apresentar suas seleções de oito itens sobre oito temas: mitos da Bolsa; brigas para comprar; acertos; erros; tendências da regulação; livros; filmes; e gênios. O resultado é um panorama de visões inteligentes sobre o presente e o futuro do
mercado de capitais brasileiro.

 

Lista de Ricardo Amorim:

 

Wall Street (1987), de Oliver Stone — “O filme mostra muito bem os surtos de euforia e a formação de bolhas. Conhecer essa história é fundamental
para entender o funcionamento dos mercados.”

 

Trabalho interno (2010), de Charles Ferguson — “Apesar de exagerado e às vezes até sensacionalista,o filme é ótimo para expor como a soma de decisões
erradas e muitas vezes tendenciosas leva a uma crise de proporções globais.”

 

Babel (2006), de Alejandro González Iñárritu — “Com a globalização, tudo está interligado. Poucos filmes conseguem mostrar tão bem como eventos
inicialmente muito distantes de nós podem virar nossas vidas de cabeça para baixo. Aliás, em nenhum setor isso é tão verdadeiro quanto no mercado
financeiro.”

 

À procura da felicidade (2006), de Gabriele Muccino — “Fiquei tocado com a dedicação do pai a seu filho, ao mesmo tempo que buscava o sucesso. Para mim, foi uma lição da importância de equilíbrio, prioridades e objetivos.”

 

A rede social (2010), de David Fincher — “Retratando o nascimento do Facebook, mostra que as melhores ideias, muitas vezes, nascem sem que as percebamos. Fundamental é não deixá-las escapar.”

 

Sociedade dos poetas mortos (1989), de Peter Weir — “Uma aula sobre inconformismo e a importância de ter suas próprias ideias, em vez de simplesmente
seguir a manada. Para quem trabalha com mercados financeiros, essa lição é obrigatória.”

 

Startup.com (2001), de Chris Hegedus e Jehane Noujaim — “A melhor forma de entender a bolha da Nasdaq em duas horas. Sensacional.”

 

Trilogia O Poderoso Chefão (1972, 1974 e 1990), de Francis Ford Coppola — “Como impérios nascem, crescem e são dizimados por divisões internas.”





    wesley oliveira da costa disse:
    1 de julho de 2012 às 14:18

    Vi todos esse filmes… da trilogia de Copola ao menino prodigio do Facebook.



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