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Vai pra Tóquio? Veja as dicas do economista Ricardo Amorim.

postado em Dicas | Entrevistas


Revista Tam

 
 O O economista Ricardo Amorim, do programa Manhattan Connection, indica os melhores motivos para descobrir Tóquio, a capital que alia tradição e modernidadeO economista Ricardo Amorim, um dos apresentadores do programa Manhattan Connection (GNT) e dono da Ricam Consultoria, já conheceu mais de 70 países. Morou em Paris e em Nova York, mas foi em Tóquio que encontrou um contraste surpreendente. “Lá é muito curiosa a diferença entre o moderno e o tradicional. Foi um dos lugares que mais me impressionou, justamente por unir na mesma paisagem palácios antigos a prédios ultramodernos. O japonês valoriza a tradição e as pessoas mais velhas, mas a cidade também é um centro tecnológico, onde se encontra tudo o que há de mais novo”. A partir dessa observação, Amorim selecionou lugares e passeios que marcaram sua passagem pela capital japonesa.

1 – Monte Fuji

Seu pico nevado, o mais conhecido cartão-postal japonês, está a cerca de uma hora de Tóquio. No verão, você pode até visitar a cratera do vulcão dormente. Reze para que as nuvens não estejam cobrindo a montanha. O passeio pode ser também uma boa desculpa para andar de trem-bala.

2 – Ginza

Capital mundial da modernidade e da agitação, o bairro é também o centro das influências ocidentais e das lojas de luxo em Tóquio. O cruzamento de Yon-shome, certamente o mais movimentado do mundo, impressiona não só pela quantidade de carros e ruas, mas pela organização impecável – aliás, uma das marcas registradas de Tóquio.

3 – Mercado de Atum

Trinta por cento do atum pescado no mundo acaba virando sushi e sashimi no Japão e a maior parte passa pelo mercado de atum de Tóquio. Precisei acordar às 5 da manhã para assistir ao impressionante leilão de atuns congelados, mas valeu a pena. Peixes enormes, centenas de quilos deliciosos, vindos de todo o mundo e que podem atingir preços de metais preciosos.

4 – Teatro Kabuki

Nada melhor para entender a alma e a calma dos japoneses do que assistir a um espetáculo de Kabuki. Em cena, só homens, inclusive nos papéis femininos. Como não falo japonês, acabei perdendo todas as piadas, mas a plateia ria bastante.

5 – Palácio Imperial

Foi o maior castelo do mundo no período Edo. Hoje engolido pelo resto da cidade, dele sobrou apenas a parte central, onde moram o imperador e sua família. A beleza arquitetônica do palácio o torna um passeio obrigatório.

6 – Akihabara

Se você gosta de eletroeletrônicos, este é o seu parque de diversões. Aqui, vai encontrar todos os últimos lançamentos de que você ouviu falar e muitos de que nunca sequer ouviu. Fui a Akihabara quando morava em Nova York e, para minha surpresa, descobri que a maioria dos lançamentos de eletroeletrônicos chega ali muitos meses antes de aterrissar na Big Apple.

7 – Parque Ueno

Uma linda área verde no coração da selva de pedra que é Tóquio. Abriga o Museu Nacional de Arte Ocidental, o Museu Nacional de Ciências, a Academia Japonesa de Arte, um pagode e um zoológico, onde você pode ver pandas gigantes.

8 – SantuárioToshogu

Também localizado no Parque Ueno, este santuário de arquitetura deslumbrante é outro dos últimos edifícios remanescentes da era Edo em Tóquio.

9- Kabukicho

Atenção festeiros, aqui se encontra agito para ninguém reclamar. É o coração da noite da cidade com seus bares, cafés, restaurantes e, principalmente, com os karaokês e as casas de pachinko, uma espécie de caça-níquel com jeitão de máquina de pinball (e mais brega que cassino em Las Vegas). Enfim, um ótimo contraste para a sobriedade que você vai encontrar no resto da cidade.

10 – Cerejeiras no Parque Sumida e Templo Senso-ji

O parque, ao lado do Rio Sumida, é um ponto central para apreciar o desabrochar das flores das cerejeiras na primavera, um dos passatempos preferidos da população de Tóquio. Os happy hours sob as cerejeiras floridas são tão concorridos que, no auge da temporada, os chefes de grandes empresas japonesas enviam funcionários para passar o dia todo guardando lugares de honra para eles. Lá, não deixe de visitar o templo mais sagrado da cidade, o Senso-ji.

 





    Ana Podder disse:
    29 de novembro de 2010 às 0:07

    Ótimas dicas…tks!



    Ricardo Beninatto disse:
    3 de abril de 2012 às 5:26

    Xará, obrigado pelas dicas. Voltamos essa semana para o Japão e ao desembarcar reparamos nos vistos que estivemos aqui, junto contigo, faz exatos 7 anos e 10 dias 😉
    Tivemos uma impressão bem diferente do que daquela vez que estivemos contigo. E devo dizer que foi para melhor. A comida, os parques, as pessoas, enfim tudo.
    Saio daqui me indagando por que falam da década perdida
    GDP per capita deve ter subido
    Abraços,
    Ricardo



    Marcio Paludo Mondin disse:
    3 de julho de 2013 às 15:35

    Grande Ricardo,

    Na mosca. Acabo de retornar de Tokyo pela Nésima vez e estou 100% de acordo com o amigo Ricardo Beninatto. Decada perdida?!? Só pode ser piada! O Japão já atingiu o Nirvana. Que fique lá e descanse em paz (apesar de todos os desastres naturais!). Um abraço amigo, Márcio



    Thiago disse:
    3 de julho de 2013 às 20:23

    Muito boas as dicas. Faltou o Shibuya Crossing, o cruzamento mais movimentado do mundo.

    Abraços



    Lúcia Carvalho disse:
    8 de dezembro de 2013 às 10:38

    Ricardo, tu és nota dez! Pensastes em tudo, cara.



    Ruan Carlos disse:
    17 de agosto de 2015 às 16:29

    Grande Ricardo, excelente as dicas!

    Vou viajar a trabalho para Tóquio no mês que vem e pretendo tirar 2 dias de folga, e com certeza esta nos meus planos visitar o mercado de atum e o Monte Fuji.

    Obrigado amigo!

    Abraços!



    Acesse aqui disse:
    16 de agosto de 2017 às 11:36

    Gostei das dicas Ricardo!



    9 de setembro de 2017 às 12:15

    muito boa as dicas ricardo
    novamente me surpreendendo muito obrigada



    2 de novembro de 2017 às 15:12

    ricardo ja vi vários artigos seus, você se torno uma referencia na economia parabéns



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