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Ricardo Amorim – Previsões econômicas no Manhattan Connection

postado em Previsões e Resultados | Vídeos


04/2018

Por Ricardo Amorim

 

 
 



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The population is divided… criminals rejoice

postado em In English


04/2018

By Ricardo Amorim

 

 

I am shocked by the way the political polarisation which prevails in the country now fuels and distorts the reactions of the majority of Brazilians to the murder of Marielle Franco and Anderson Pedro Gomes.

 

For the record, I disagree with the immense majority of positions defended on both sides. Still I cannot accept that so many people should say that “she defended criminals. Deserved to die.” If disagreeing from what I believe should be reason enough for someone to deserve to die, there would be no-one left in the world, not even myself, since I learn something new all the time and often change my beliefs.

 

Others ask: “with 60 thousand people murdered in Brazil each year, why should this case deserve so much attention? Just because she was a Council member?” No, it deserves attention because she was involved in the most recent attempt to combat violence and was executed. Her particular murder is notorious precisely because it seems to be a reaction from those who do not want violence to diminish. And if it doesn’t, 60 thousand lives shall continue to be lost each year.

 

On the other hand, neither can we accept that others, driven by the opposed ideology, turn her execution into the murder of a poor and black woman. As far as we know so far, her execution has nothing to do with that. Apparently, she would have been equally executed had she been a man, a rich and white man.

 

In short, for as long as each side uses her death to justify their own ideas we shall remain divided and paralyzed. And 60 thousand Brazilians shall continue to be murdered every single year.

 

How about we focus on what the vast majority of Brazilians agree and move on from there? For instance, how about making tougher laws on violence and corruption and seeing to their enforcement to reduce impunity?

 

Brazil is at a crucial crossroads in its history. The elections this year will define which course we take. If we are not capable of electing daring, brave, realistic leaders, driven by noble intentions and bent on uniting us all in a plan to make this a better country, we shall have missed a historic opportunity. To deepen divides, hatred and resentment will not solve our problems but make them worse. Whatever their personal ideologies, I am sure this is not what Marielle and Anderson wished for our future.

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

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Translation: Simone Montgomery Troula

 
 



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Reconsidering the Way of Networking

postado em In English


03/2018

By Ricardo Amorim

 

 
Networking has become an obligation and a subject of frustration for many people. By no way, I am a specialist in this topic, but as LinkedIn enhances professional networking I will try to provide some guidance.
 
I have the impression that the frustrations and the feeling of irrelevance come from the fact that most of us tackle networking with the wrong approach. Many of us force ourselves to connect with people who could be useful or of any kind of interest. Such a projection provokes a feeling of bitterness as we are acting motivated by personal interests and this rarely creates consisting relationships of value.
 
The most successful persons with the best network relationships I got to know apply a totally different approach. They worry about networking and supporting their friends, personal relationships and colleagues and not in order to expand their own network. Applying such an approach in practice, besides helping many people, what on its own is excellent and creates wellbeing, they end up enhancing and expanding their own networks indirectly. Enhanced networks create more opportunities. In a nutshell, do you want to improve your networking? Then think about how to help your connections and not how to help yourself. Beyond helping them you will end up helping yourself.
 
Thanks to everybody who with their generous support taught me that in practice.
 
Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.
 
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Translation: Guido Cajacob
 
 



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População dividida… os criminosos agradecem

postado em Artigos


03/2018

Por Ricardo Amorim

 
 
 

Estou chocado com como a polarização política que hoje domina o país tem determinado e distorcido as reações da maioria dos brasileiros ao assassinato de Marielle Franco e Anderson Pedro Gomes.

 

Para deixar claro, discordo da imensa maioria das posições defendidas por ela. Ainda assim, não consigo aceitar que tanta gente diga que “ela defendia bandidos. Mereceu morrer”. Se discordar do que eu acredito fosse razão para alguém merecer morrer, não sobrava ninguém no mundo; nem eu mesmo, que a toda hora aprendo algo novo e, muitas vezes, mudo minhas crenças.

 

Outros perguntam: “com 60 mil pessoas assassinadas por ano no Brasil, por que o caso dela merece tanta atenção? Por que ela era vereadora?” Não, ele merece atenção porque ela estava envolvida na mais recente tentativa de combater a violência e foi executava. Seu assassinato é particular exatamente porque parece ser uma reação dos que não querem que a violência diminua. Se ela não diminuir, 60 mil vidas continuarão a ser perdidas por ano.

 

Por outro lado, tampouco dá para aceitar outros que, movidos pela ideologia oposta, transformaram sua execução no assassinato de uma mulher negra e pobre. Pelo que se sabe até aqui, sua execução não tem nada a ver com isso. Ao que parece, ela teria sido executada igualmente se fosse um homem, branco e rico.

 

Em resumo, enquanto cada grupo usar sua morte para justificar sua ideologia e continuarmos divididos e paralisados, 60 mil brasileiros continuarão a ser assassinados todo santo ano.

 

Que tal se focássemos no que a grande maioria dos brasileiros concorda e avançássemos a partir daí? Por exemplo, que tal endurecermos as leis contra violência e corrupção e sua aplicação, reduzindo a impunidade?

 

O Brasil passa por um momento crucial de sua História. As eleições deste ano definirão o caminho que tomaremos. Se não formos capazes de eleger líderes ousados, corajosos, realistas, aglutinadores e movidos por e que disseminem amor e compaixão perderemos uma oportunidade histórica de construir um país melhor. Acirrar polarizações, ódios e rancores não só não resolverá nossos problemas, mas os agravará. Independentemente de suas ideologias pessoais, estou seguro que não é isso que Marielle e Anderson desejariam para todos nós.

 

 #reageBrasil #marielle #anderson #lutopormarielle #lutoporanderson

 

Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

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Brasil crescerá mais de 4% este ano, segundo o economista Ricardo Amorim

postado em Palestras


03/2018

Panrotas

Por Artur Luiz Andrade

 

Créditos Marcelo Pereira

 

Se o ritmo da economia brasileira for igual ao cambaleante 2017, cresceremos 4% em 2018, mas o economista e consultor Ricardo Amorim acredita que esse índice ainda pode ser maior. Para ele, que fez uma palestra para integrantes da indústria de Turismo durante o jantar da Elo, ontem à noite, no A Figueira Rubaiyat, em São Paulo, salvo uma grande crise política ou uma nova crise externa, como a de 2008, a economia brasileira iniciou um ciclo de crescimento bem acelerado. E se tudo der mais certo ainda, o próximo ciclo de desaceleração econômica não será tão profundo quanto os anos Dilma, que, segundo ele, são tão (negativamente) simbólicos para a história do Brasil quanto o Plano Collor. Curiosamente, os dois presidentes sofreram impeachment similares (a política agindo em prol da economia ruim).
 
Essa fase, a de retomada do crescimento maior que a expectativa dos especialistas, é, de acordo com Amorim, a melhor fase para as oportunidades. Portanto, nada de esperar o ápice do ciclo virtuoso para investir em novos negócios ou transformações. A hora é agora. Até porque os países emergentes continuarão contribuindo mais com a economia mundial, e o Brasil, de “volta à festa”, ganhará de 30 a 35 milhões de integrantes da classe média nos próximos dez anos, além de continuar como um dos trunfos mundiais no agrobusiness. Para dar errado, só mesmo uma grande bomba, o que, no nosso caso, já estamos até acostumados.
 
Amorim também falou das próximas eleições, em que aposta em um candidato de centro-direita, que não vá mudar muito os rumos da economia. Quem poderia mudar a estratégia econômica, opções de esquerda ou ultra-direita, para ele, não têm chance de ganhar as eleições. Mais uma vez… é preciso estar atento a surpresas. Um ano antes das últimas eleições americanas o nome de Donald Trump era alvo de risos. O resultado já sabemos. E entrou para a história.

 
 



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