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Rasgando dinheiro público

postado em Artigos


01/2019

Por Ricardo Amorim

 

 
Um sujeito é frequentemente assaltado por diversas gangues. Para piorar, ele tem o estranho hábito de rasgar dinheiro. Resultado? Ele nunca tem dinheiro para absolutamente nada. Falta dinheiro para a escola dos filhos, para o aluguel da casa e até para a comida.
 
Tentando ajudar, um amigo pergunta a ele por que ele não para de rasgar dinheiro. Isto melhoraria a sua situação. O sujeito responde exasperado e ofendido: “até que todos os membros de todas as gangues que me assaltam sejam presos e eu nunca mais seja assaltado, não vou nem pensar em parar de rasgar dinheiro.”
 
Maluco? Estúpido? Masoquista? Todas as alternativas?
 
Não sei, mas muita gente tem exatamente esta atitude em relação ao dinheiro público, que afinal de contas é de todos nós.
 
Combater privilégios da Previdência, do funcionalismo público e dos políticos? Privatizar estatais deficitárias que não param de consumir recursos e são usadas conforme os interesses do grupo político que está no poder? Acabar com programas “sociais” de governo que aumentam a concentração de renda no país ao invés de reduzi–la, como as universidades públicas gratuitas, por exemplo? Eliminar burocracias que dificultam a vida e empobrecem todos os brasileiros? Melhorar a eficiência do setor público e a qualidade dos seus serviços? Simplificar nosso absurdo sistema tributário?  Nem pensar! Antes, temos de eliminar de vez a corrupção no Brasil. Só depois, quem sabe, chegará a hora de fazermos isso.
 
Será que, para melhorarmos a vida de todos os brasileiros, não faria mais sentido, além de combatermos a corrupção com todo afinco do mundo, também pararmos de rasgar dinheiro público imediatamente?
 
Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.
 
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Melhores artigos de 2018

postado em Artigos


12/2018

Por Ricardo Amorim

 

 
2018 foi embora, mas deixou muitas lições. Os textos abaixo trazem algumas das lições que aprendi ao longo do ano e que ainda podem ser úteis em 2019. Boa leitura.
 
#1 – Um país de analfabetos financeiros
 

 
#2 – Proposta para moralizar o Brasil
 

 
#3 – A 4ª Revolução industrial já chegou
 

 
#4 – Renovação política? Que renovação política?
 

 
#5 – Dois pesos e duas medidas
 

 
#6 – Brasil: uma nova cultura empreendedora?
 

 
#7 – Como funcionam os ciclos econômicos e onde o Brasil está
 

 
#8 – A vez da indústria?
 

 
#9 – 2019: O ano da aceleração?
 

 
#10 – Repensando a forma de fazer networking
 

 
Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.
 
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2019: the year of speeding up?

postado em In English


12/2018

By Ricardo Amorim

 

 

The last years were not easy in Brazil. Throughout Dilma’s administration errors upon errors in economic policy compounded with corruption scandals culminated in the impeachment of the “Presidenta” and the deepest economic crisis in Brazilian history. In Temer’s administration many of the errors in economic policy and the consequent imbalance in inflation and foreign accounts were corrected, an important reform in Labour Legislation was approved, but new corruption scandals prevented the approval of the Social Security Reform. Hence the imbalance continued in public accounts.

 

In spite of all that, and of the many political and economic shocs that disrupted the economy, denunciations by whistle blowers Marcelo Odebrecht and Joesley Batista, R$ 51 million found in Geddel´s bunker, the truck drivers´ strike, uncertainty caused by the coming election, rise in US interest rates and the American trade war – Brazilian GDP went up in all of the last 8 quarters.

 

It went up, but not much. This is where the good news come in. If the Tax and Social Security Reforms are approved as expected and if the world scenario does not get significantly worse, the Brazilian economy has all it takes to speed up in 2019.

 

The end of electoral uncertainty and the expectation that the new government shall adopt a more liberal agenda, reducing the weight of the State, is generating optimism in the business community. Several significant investments are being announced for the coming years. Last November the Industrial Entrepreneur Confidence Index (ICEI) of the National Industry Confederation (CNI) was the highest since 2010, when the GDP grew by 7.5%.

 

Inflation is stabilized close to the target, which means that save for a severe external crisis causing a strong rise in the dollar exchange rate, increasing the cost of imports and of the domestic inflation itself, the Selic rate – which is the lowest in history – should remain as is for some time. With the prospect of low and stable interest rates and confidence in the rise, it is probable that banks will increase the offer of credit, fueling consumption and investment, especially benefitting durable goods like real estate and vehicles, which in fact have already had a two-digit sales increase in 2018.

 

Besides credit, consumption should also be stimulated by the creation of jobs, especially for registered employees. From January to October this year the number of new jobs duly registered by employers went up 790 thousand workers. With confidence on the high in the business community, the generation of jobs will probably accelerate, and with it so will the mass of income and the consumption capacity of the population. On the other hand, unemployment is still very high, which should refrain salary increases and inflation.

 

With all that, if Reforms are indeed approved and if an international crisis does not materialize – which is the risk that worries me most right now – it is probable that the growth in GDP in 2019 shall surpass not just that of 2018 but also the 2.5% average expectation of economists.

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

Click here and view Ricardo’s lectures.

 

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Translation: Simone Montgomery Troula

 
 



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Depois da crise vem o crescimento, garante Ricardo Amorim

postado em Palestras


12/2018

4Oito

Por Erik Behenck

 

 
Um dos economistas de maior destaque no cenário nacional, Ricardo Amorim estará em Criciúma nesta terça-feira (18), para palestra no Siso’s Hall. Em entrevista ao Programa Adelor Lessa, destacou como deverá ficar a economia brasileira no próximo ano, quando Jair Bolsonaro assumir o Palácio do Planalto. De acordo com o especialista, crises são sucedidas por grandes crescimentos.
 
“Existe um processo que acontece quando o Brasil vive recessões econômicas, a expectativa da maioria é pior do que a realidade, então a nossa tendência é esperar o pior. Só que tem uma coisa, quando a economia está ruim ela fica ociosa, então quando essas pessoas voltarem a trabalhar, a produção aumenta”, afirmou Amorim.
 
De acordo com o economista, apenas uma grave crise econômica com proporções mundiais complicaria essa situação. “Isso pode ser impedido por uma gravíssima crise global. Se pegar a crise de 2008, em 2009 o Brasil não cresceu nada, mas em 2010 e 2011 sim, teria que ser uma crise pior do que essa. Pode acontecer, mas não é provável”, disse.
 
Ricardo Amorim falou também sobre o presidente eleito, Jair Bolsonaro. “Em alguns pontos ele parece que copia o Trump. Eles fazem parte de uma linha nova de políticos que cumpre o que prometeu na campanha”, analisou. “Ele está fazendo política de uma forma diferente, o que não quer dizer que irá dar certo. Até agora tivemos apenas a formação do ministério, tem feito o que prometeu”, completou.
 
A palestra
 
O economista Ricardo Amorim estará no Siso’s Hall a partir das 20h, para palestra sobre a situação econômica do Brasil e de por que e a economia deve melhorar e surpreender positivamente nos próximos anos, além de dar dicas de como aproveitar as oportunidades da recuperação. As entradas podem ser adquiridas pelo Minha Entrada e também no Autoposto Stadium.
 
Confira a entrevista na integra:
 
 
 



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2019: o ano da aceleração?

postado em Artigos


12/2018

Por Ricardo Amorim

 

 

Os últimos anos não foram fáceis no Brasil. Ao longo do governo Dilma, erros e mais erros de política econômica somaram-se a escândalos de corrupção, culminando com o impeachment da Presidenta e a maior crise econômica da história brasileira. No governo Temer, muitos dos erros de política econômica e os consequentes desequilíbrios inflacionário e de contas externas foram corrigidos e uma importante Reforma Trabalhista foi aprovada, mas novos escândalos de corrupção impediram a aprovação da Reforma da Previdência. Por consequência, o desequilíbrio das contas públicas continuou.

 

Apesar disso, e de muitos choques políticos e econômicos que atrapalharam a economia – delações de Marcelo Odebrecht e Joesley Batista, R$51 milhões encontrados no bunker do Geddel, greve dos caminhoneiros, incerteza causada pelas eleições, alta de juros nos EUA e guerra comercial americana – o PIB brasileiro cresceu em todos os últimos 8 trimestres.

 

Cresceu, mas cresceu pouco. É aí que vem a boa notícia. Se as Reformas da Previdência e Tributária forem aprovadas, como se espera, e o cenário externo não piorar significativamente, o crescimento da economia brasileira tem tudo para se acelerar em 2019.

 

O fim da incerteza eleitoral e a expectativa de que o novo governo adotará uma agenda mais liberal, diminuindo o peso do Estado, vem gerando otimismo na classe empresarial, que tem anunciado vários investimentos significativos nos próximos anos. Em novembro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi o mais alto desde 2010, ano em que o PIB cresceu 7,5%.

 

A inflação está estabilizada próxima à meta, o que indica que salvo uma grave crise externa que cause uma forte alta do dólar, elevando significativamente o preço de produtos importados e a própria inflação por aqui, a taxa Selic, que é a menor da história, deve permanecer onde está por algum tempo. Com a expectativa de juros básicos baixos e estáveis e confiança em elevação, é provável que os bancos aumentem a oferta de crédito, impulsionando consumo e investimentos e beneficiando particularmente os setores de bens duráveis, como imóveis e veículos, que aliás já tiveram crescimento de vendas de dois dígitos em 2018.

 

Além do crédito, o consumo também deve ser impulsionado pelo crescimento do número de pessoas empregadas, particularmente dos trabalhadores com carteira assinada. De janeiro a outubro deste ano, o número de pessoas empregadas com carteira aumentou em 790 mil pessoas. Com o aumento da confiança do empresariado, é provável que a geração de empregos se acelere e com ela a massa de renda e a capacidade de consumo da população. Por outro lado, a taxa de desemprego ainda está muito alta, o que deve limitar as altas de salário e inflação.

 

Com tudo isso, se as reformas forem de fato aprovadas, e uma crise internacional não se materializar – o risco que mais me preocupa neste momento – é provável que o crescimento do PIB em 2019 supere não apenas o deste ano, mas também a expectativa média dos economistas, que atualmente está em 2,5%.

 

Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

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