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Episódio #9 – Não existem balas de prata

postado em Podcast - Economia Falada


Entrevista do economista Ricardo Amorim para o evento Expovisão, realizada em abril de 2019. Na entrevista são abordados assuntos como recuperação econômica, expectativas da economia brasileira para 2019 e a importância das reformas. Parte 1
 

 
 



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Envious of Bolivia?!

postado em In English


05/2019

By Ricardo Amorim

 

 

In 1980, each Brazilian earned an average 56% more than a Peruvian. Today the difference is just 14%; During this period all Peruvian former presidents were arrested, are hiding abroad or suicided in order to avoid being jailed for corruption.

 

In 1980, Brazilians earned an average 79% more than Colombians. The difference today is just 7%. During this period Colombia was plagued by a harsh war against drug trafficking and terrorism.

 

 

These two examples illustrate two very important points. Brazil did not have only one lost decade. Brazilian economy has been dragging its feet for the last 4 decades; its performance is even worse than that of our Latin American neighbours. For the last two generations we have been a submerging country.

 

Besides, contrary to what many people think, corruption and violence are not the only Brazilian fundamental problems, which once resolved will usher in the country’s long  awaited success. It is essential to tackle them, of course, but unless other equally serious problems are dealt with at the same time, the future of Brazilians will not be significantly altered. Countries with corruption and violence problems as bad as ours had a much better economic performance than ours. It is clear that other matters are also very important, and they were better than us at addressing them.

 

 

Incompetent management of the economy frequently favours regulations that people think help them but in reality impoverishes them all along. One example is the recent suspension of a readjustment in fuel prices. Without dealing with incompetence and with the privileges of those who appropriated the State for their own benefit – like all who receive pension benefits larger than the contributions can afford – Brazil will remain condemned to underdevelopment and Brazilians to its consequences.

 

Unless we substantially reduce the size of the State and its heavy weight on the private sector, and unless we substantially improve our basic education, we shall soon lag behind practically all our Latin American cousins in terms of per capita income. Chileans, Uruguayans, Mexicans and Argentinians already earn more than we do. Colombians and Peruvians are apt to overtake us in the coming years, Paraguayans and Equatorians will, too, in the next decade, and even Bolivians will, in the following decade, should the trend of the last four decades be maintained.

 

Envious of Bolivia? Is that what we want our children and grandchildren to be?

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

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Translation: Simone Montgomery Troula
 
 



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Inveja da Bolívia?!

postado em Artigos


05/2019

Por Ricardo Amorim

 

 

Em 1980, cada brasileiro ganhava, em média, 56% mais do que um peruano. Hoje, a diferença é só de 14%. Neste período, todos os ex-presidentes peruanos foram presos, estão foragidos ou se suicidaram para evitar a prisão por crimes de corrupção.

 

Em 1980, o brasileiro ganhava, em média, 79% mais do que o colombiano. Hoje, a diferença é só de 7%. Neste período, a Colômbia foi abalada por uma duríssima guerra contra o tráfico de drogas e o terrorismo.

 

 

Estes dois exemplos deixam claro dois pontos muito importantes. O Brasil não viveu apenas uma década perdida. Há 4 décadas, a economia brasileira patina, com desempenho pior até mesmo que nossos vizinhos latino-americanos. Há duas gerações, somos um país submergente.

 

Além disso, ao contrário do que acham muitos, corrupção e violência não são os únicos problemas fundamentais brasileiros que, se resolvidos, garantirão o sucesso do país. Enfrentá-los, obviamente, é fundamental, mas sem encarar também outros problemas ao menos tão graves quanto, o futuro dos brasileiros não vai mudar significativamente. Países com problemas de corrupção e violência tão graves ou piores que o Brasil tiveram desempenho econômico bem melhor do que o nosso. Fica claro que há outras áreas também muito importantes e que eles têm se saído muito melhor do que nós.

 

 

Sem reverter a incompetência na gestão da economia – que frequentemente privilegia regulamentações que o povo acha que o ajuda, mas na realidade o empobrece ao longo do tempo, como a recente suspensão do reajuste dos combustíveis – e combater privilégios dos que se apropriaram do Estado em benefício próprio – como todos que recebem benefícios previdenciários muito maiores do que as contribuições conseguem bancar – o Brasil continuará condenado ao subdesenvolvimento e os brasileiros a suas consequências.

 

Sem reduzirmos substancialmente o tamanho do Estado e seu peso sobre o setor privado e melhorarmos substancialmente nossa educação básica, em breve, nós brasileiros ficaremos para trás de praticamente todos nossos primos latino-americanos em termos de renda per capita. Chilenos, uruguaios, mexicanos e argentinos já ganham mais do que nós. Colombianos e peruanos devem nos ultrapassar nos próximos anos, paraguaios e equatorianos na próxima década e até bolivianos na década seguinte, mantidas as tendências das últimas décadas.

 

Inveja da Bolívia?! É este o futuro que queremos para nossos filhos e netos?

 

Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

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Episódio #8 – Entrevista para o programa “Próxima Jogada” da Hotmart – Parte 2

postado em Podcast - Economia Falada


Entrevista do economista Ricardo Amorim para o programa “Próxima Jogada”, da Hotmart, realizada em janeiro de 2019. Na entrevista são abordados assuntos como inovação, inteligência artificial, economia e empreendedorismo.
 

 
 



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Episódio #7 – Entrevista para o programa “Próxima Jogada” da Hotmart – Parte 1

postado em Podcast - Economia Falada


Entrevista do economista Ricardo Amorim para o programa “Próxima Jogada”, da Hotmart, realizada em janeiro de 2019. Na entrevista são abordados assuntos como inovação, inteligência artificial, economia e empreendedorismo.
 

 
 



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