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Qual o caminho a ser trilhado pelas empresas para atravessar este momento de recessão? #‎RicardoResponde‬ ‪#‎TemJeitoSim‬

postado em #RicardoResponde


Independentemente do setor, há uma grande oportunidade de se fazer ajustes que permitirão um crescimento mais acelerado e sustentado quando a situação econômica melhorar. Nos períodos de bonança, o barco se move rapidamente sem que sequer tenhamos de cuidar de suas velas. Tornamo-nos displicentes, preguiçosos e acomodados. Com a economia crescendo 5% a.a. em média entre 2004 e 2008, dezenas de milhões de brasileiros sendo incorporados aos mercados de trabalho e de consumo e a demanda por produtos brasileiros no exterior batendo recordes, salários subiam acima da inflação, os lucros das empresas cresciam e os desequilíbrios das contas públicas pareciam controlados, apesar de corrupção e gastos galopantes.
 
cessar dos ventos, ou neste caso do crescimento, expôs a insustentabilidade destas situações. Salários só sobem acima da inflação se a produtividade cresce. Para ganhar mais, o trabalhador tem de produzir mais. Caso contrário, seu produto ou serviço ficará cada vez mais caro e acabará não sendo mais comprado, a empresa perderá dinheiro e o trabalhador, o seu emprego. Sem nenhum programa nacional amplo e profundo de  automação e qualificação de mão de obra, a produtividade brasileira estagnou desde 2011. É responsabilidade do governo e de cada empresa criar programas assim, mas, se queremos ganhar mais, também cabe a  cada um de nós nos qualificarmos independentemente das políticas do governo e das empresas em que atuamos.
 
Enfim, é hora de controlar custos, evitar endividamentos excessivos e focar em inovações que melhorem a atratividade dos produtos e serviços que a empresa oferece para que ela saia fortalecida da crise.
 
 





    Claudio disse:
    22 de fevereiro de 2017 às 17:22

    A grande dificuldade da sociedade brasileira é entender que o salário está intimamente ligado a produção e a excelência do colaborador.

    É preciso se tornar indispensável perante o mercado. Quanto mais eficiente o trabalhador, mais competitiva é a empresa, e mais forte será a economia brasileira.



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