A lógica do mercado de trabalho que conhecíamos foi invertida. Por décadas, foi simples: os mais velhos se aposentavam, abrindo espaço para os mais novos. Essa engrenagem quebrou.
Hoje, conseguir o primeiro emprego está mais difícil para a Geração Z do que para um profissional com 65 anos.
- Custo de vida disparou: aposentadorias já não pagam as contas. Parar de trabalhar virou um luxo para poucos.
- Longevidade ativa: muitos simplesmente não querem parar. A experiência se tornou um ativo valioso para as empresas.
Os dados são brutais: nos EUA, a idade média de contratação subiu para 42 anos. A participação de jovens com até 25 anos no mercado caiu pela metade desde 2022, enquanto o número de contratados com mais de 65 anos quase dobrou.
O resultado? Uma “guerra fria” geracional. Os jovens enfrentam um funil de entrada cada vez mais estreito e promoções mais lentas. Os mais velhos continuam no jogo, forçando as empresas a repensarem benefícios, flexibilidade e treinamento para uma força de trabalho que não tem data para sair.
A “aposentadoria” como um marco definitivo está se tornando uma ideia do século passado. Estamos diante de uma mudança estrutural profunda que redefine não apenas carreiras, mas o próprio ciclo da vida em sociedade. O trabalho vai nos acompanhar por muito mais tempo.
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