O Brasil passou EUA, Índia, Japão e Reino Unido e chegou ao topo de um ranking global de adoção de criptomoedas.
Entre julho de 2025 e junho de 2026, a criptoeconomia brasileira movimentou cerca de US$ 252,5 bilhões, mais de R$ 1,25 trilhão, o equivalente a aproximadamente 2,7% de toda a atividade cripto mundial.
O avanço foi puxado principalmente pelas stablecoins, moedas digitais geralmente atreladas ao dólar. A movimentação delas cresceu 495% no Brasil, contra 89% no restante da América Latina.
Outro dado chama atenção: as corretoras brasileiras respondiam por apenas 1,5% do fluxo de cripto no país. Hoje, já são 12,5%.
O Brasil sempre adotou novas tecnologias financeiras muito rápido. Foi assim com o Pix, bancos digitais e agora acontece com os criptoativos.
A pergunta é: o que explica essa corrida? Busca por inovação, proteção patrimonial, desconfiança na economia tradicional ou tudo isso junto?
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