A duplicata eletrônica entra em operação no Brasil e substitui a versão física, vinculando cada título à nota fiscal em bases autorizadas pelo BC. Adeus fraudes e duplicidades, como no caso recente do Banco Master.
Com rastreabilidade e segurança, bancos vão usar recebíveis como garantia com muito mais confiança. Resultado: juros menores e maior acesso ao crédito, especialmente para pequenas e médias empresas.
O volume anual de duplicatas é estimado entre R$ 11 e R$ 13 trilhões, mas só uma fração vira garantia porque o modelo atual é pouco confiável. Com a versão eletrônica, uma parcela muito maior entra no jogo.
Implementação faseada e obrigatória entre o próximo ano e 2027, começando pelas grandes e chegando nas pequenas. Efeito esperado? Similar ao consignado no crédito pessoal: mais volume, mais barato, mais acessível.
Se você é empresário, antecipe-se: organize seus recebíveis, adeque processos e fale com seu banco. Comente como o crédito mais barato impacta seu negócio e compartilhe com quem precisa dessa informação.
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