Por mais de um século, os Estados Unidos reinaram soberanos no agronegócio mundial. Essa era terminou. Em 2026, o Brasil oficialmente ultrapassa os americanos, consolidando uma ascensão meteórica.
Em 2025, a diferença foi de apenas US$ 2 bilhões. Vinte e cinco anos atrás, era um abismo. O que mudou?
1. A fome da China: desde que a China entrou na OMC em 2001, sua demanda por alimentos explodiu, e o Brasil soube aproveitar como ninguém.
2. Guerra comercial de Trump: em 2018, ao taxar produtos chineses, Trump levou a China a substituir soja, milho e carnes americanas pelas brasileiras. Um tiro no pé que virou um golaço para nós.
3. Produtividade imbatível: nas últimas 4 décadas, a produtividade do nosso agro cresceu em média 3% ao ano, contra 2% nos EUA. Fazemos mais com menos.
4. Espaço para Crescer: o Brasil ainda usa uma fatia de seu território para a agropecuária proporcionalmente menor que a dos EUA. Temos muito para expandir.
Hoje, já somos líderes mundiais em soja, carne bovina e frango, e superamos os EUA na exportação de algodão. Mesmo com uma logística capenga, nosso agro não para de avançar, garantindo a entrada de dólares e a geração de empregos. É a força do campo impulsionando a economia do país.
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