Em um mundo onde nem fotos e vídeos são mais confiáveis, a pergunta não é “quem é você?”, mas “você é uma marca registrada?”.
O ator Matthew McConaughey, vencedor do Oscar, registrou seu nome, imagem, trejeitos e até seu sotaque como marca. Loucura? Não. Estratégia de sobrevivência na era da Inteligência Artificial.
Com deepfakes cada vez mais realistas, qualquer um pode criar um comercial falso com sua imagem, colocar palavras na sua boca e lucrar com isso. O pesadelo de reputação é real e iminente.
Registrar a si mesmo como uma marca cria uma armadura jurídica. É a forma mais eficaz de processar quem usa sua identidade sem permissão e acelerar a remoção de conteúdo falso, especialmente porque a maioria dos países ainda não tem leis claras sobre o uso de imagem por IA.
Isso não é mais um problema exclusivo de celebridades. Na economia dos criadores, dos executivos com forte presença digital e de qualquer profissional que constrói sua carreira com base na sua imagem, a propriedade intelectual sobre si mesmo é o novo ativo crítico.
Sua identidade é seu maior patrimônio. Novos tempos exigem novas medidas de proteção.
#marcas #ia #tecnologia #atores #ricardoamorim #vp #video #2m #proprios
–
Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails
MINHAS REDES SOCIAIS:
– Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta
– Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial
– Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter
– Youtube: http://bit.ly/youtubericam
– Facebook: http://bit.ly/ricamnoface
– Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin
Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br
COTAR PALESTRA:
Clique aqui e fale com a minha equipe.
CRÉDITOS:
Podcast: Play in new window | Download
