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Em palestra na FIEC, Ricardo Amorim apresenta perspectivas econômicas brasileiras e tendências globais para 2024

03/2024

FIEC

Considerado um dos mais influentes economistas do país, Ricardo Amorim esteve, nesta segunda-feira (11/03), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) para realizar palestra sobre as perspectivas econômicas brasileiras e tendências globais para 2024. Recebido pelo Presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, Diretores da instituição e autoridades, Amorim apresentou as oportunidades do Brasil no atual panorama político e econômico mundial, em especial no contexto da transformação digital e da transição energética.

Participaram do evento o 1º Vice-Presidente da FIEC, Carlos Prado; a Vice-Presidente da Federação e Secretária de Relações Internacionais do Ceará, Roseane Medeiros; o Vice-Presidente da FIEC, André Montenegro; o Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Salmito Filho; o Presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Rholden Queiroz; os Ex-Presidentes da FIEC, Roberto Macêdo e Fernando Cirino; o Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC), Amílcar Silveira; o Presidente da OAB Ceará, Erinaldo Dantas; o Presidente da CDL de Fortaleza, Assis Cavalcante; o Superintendente Regional do Trabalho no Ceará, Carlos Pimentel; o Desembargador Franzé Gomes; o Presidente do Grupo M. Dias Branco, Ivens Dias Branco Júnior; a Presidente do Grupo Telles, Aline Telles; e o Presidente do Grupo Samaria, Cristiano Maia.

Segundo Ricardo Cavalcante, para que a indústria e outros setores avancem, é necessário compreender de que forma os acontecimentos mundiais estão repercutindo no país. Nesse sentido, o Presidente da FIEC destacou que Ricardo Amorim oferece um olhar detalhado a respeito dos impactos das mudanças políticas e tecnológicas sobre a economia.

“Tudo que está acontecendo no mundo se reflete, sim, no Brasil. Não adianta achar que o que está ocorrendo em uma guerra, por exemplo, não vai interferir na nossa vida. Então, precisamos ter uma visão global do que está acontecendo e o Ricardo Amorim tem muito a contribuir nesse sentido”, ressaltou.

Foto: George Lucas

Amorim agradeceu à FIEC pelo convite, acrescentando que a entidade tem empenhado importantes esforços para, além de fomentar o desenvolvimento da indústria cearense, disseminar conhecimento.

“O projeto que existe aqui, por exemplo, do Observatório da Indústria é algo absolutamente diferenciado, eu não diria nem só no Brasil, mas no mundo. Transformar esses dados em informação, e, em um segundo momento, em análise, em estratégia, é o que vai gerar melhores resultados. Então, para mim, é um prazer gigantesco poder ser uma pequena parte dessa história e ajudar”, afirmou o economista. 

Em sua palestra, Ricardo Amorim abordou o crescimento de economias emergentes e o maior espaço que países como Brasil e China vêm ganhando no mercado global. No caso do Brasil, mesmo com desafios como a queda de investimentos em infraestrutura e a alta taxa de juros, a economia tem demonstrado alta nos últimos anos e a indústria pode se desenvolver ainda mais com a regulamentação da reforma tributária.

Nesse cenário, o Ceará, com seu grande potencial para a produção e exportação de energias renováveis, a exemplo do hidrogênio verde, é estratégico e representa um importante diferencial competitivo do Brasil em relação ao restante do mundo.

“O Brasil tem uma oportunidade absolutamente gigantesca nas mãos ligada à nova economia, à economia verde. A nossa energia elétrica, entre os grandes países, é disparadamente a mais limpa. Já era por conta da energia hidrelétrica, mas o enorme crescimento de energia eólica e solar coloca o Brasil cada vez mais bem posicionado. E se eu estou falando que isso é verdade para o Brasil, é verdade e meia para o Ceará”, acrescentou Ricardo Amorim que também citou o Hidrogênio Verde.

A palestra do economista ainda foi prestigiada pelo Diretor do SENAI Ceará e Superintendente do SESI Ceará, Paulo André Holanda; pela Superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Ceará, Dana Nunes; pelo Gerente do Observatório da Indústria da FIEC, Guilherme Muchale; pela Gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEC, Karina Frota; pelo Superintendente de Relações Institucionais da FIEC, Sérgio Lopes; além de representantes de sindicatos, associações e convidados.

 
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