Segundo o TCU, o problema não é falta de recursos, mas gestão precária: sobreposição de programas, pouca integração entre ministérios, zero avaliação de desempenho e falhas graves no controle de fraudes e desvios.
O Cadastro Único está desatualizado e vulnerável. Há benefícios pagos a pessoas não elegíveis, inclusive para falecidos. Solução simples e poderosa: integrar e atualizar bases, definir metas claras, monitorar resultados e fortalecer capacidade técnica de estados e municípios. Hoje, 45% dos brasileiros estão cadastrados em assistência com resultados sociais limitados e econômicos deploráveis: produtividade estagnada e carga tributária alta. O verdadeiro Estado social emancipa com eficiência, meritocracia e justiça, além de reduzir fraudes e privilégios, direciona mais recursos a quem precisa e diminui impostos.
Precisamos de uma Lei de Responsabilidade Social que vincule metas de redução de pobreza a disciplina fiscal e avaliação contínua. Comente: você apoia uma “responsabilidade social” tão séria quanto a fiscal?
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