Enquanto os EUA focam na Venezuela, um vácuo de poder se abre no cenário global. E a natureza geopolítica, assim como a física, abomina o vácuo.
Quem vai preenchê-lo?
- China: com os olhos em Taiwan, a janela para uma possível invasão se abre em abril/maio, quando o mar permite. Um movimento que redesenharia o mapa do poder global.
- Rússia: pode ver a distração americana como um sinal verde para seus planos expansionistas. Estônia, Letônia e Lituânia, membros da OTAN, estão na linha de frente. Uma faísca ali pode incendiar um conflito em escala continental.
O tabuleiro de xadrez geopolítico não está apenas em movimento, está sendo virado. Cada peça – da América do Sul ao Báltico – está em uma posição mais arriscada do que antes.
E o Brasil? Pela primeira vez em muito tempo, nossa distância geográfica dos epicentros de conflito é nosso maior ativo estratégico. Estar longe da confusão virou um luxo.
A pergunta não é “o que vai acontecer?”, mas “quando?”. E como sua estratégia de negócios está preparada para um mundo subitamente mais instável?
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