Bem-vindo a um dos maiores paradoxos da economia brasileira atual. Em 12 meses, os gastos com seguro-desemprego saltaram de R$ 47 bilhões para R$ 57 bilhões, enquanto o desemprego caía. A explicação revela um sistema quebrado e existem duas razões principais.
- Conceitos Diferentes: “desempregado” para a estatística: quem procura emprego. Que é diferente do “desempregado” para receber o auxílio: quem não tem trabalho formal.
- Incentivos Perversos: o desenho dos nossos programas sociais cria uma armadilha. Com uma série de benefícios atrelados a não ter um emprego registrado com o Bolsa Família, e entre outros, o sistema desestimula a formalidade e a busca por trabalho.
Hoje, 15 milhões de beneficiários do Bolsa Família não trabalham nem procuram emprego, logo, não entram na estatística de desemprego. Muitos acumulam benefícios. O resultado é um ciclo vicioso: informalidade, déficit na previdência e impostos mais altos para todos.
O Brasil não gasta pouco com o social, gasta mal. Gastamos 16,8% do PIB com proteção social mais que a média dos países ricos com resultados infinitamente piores.
Se o gasto já explode com o desemprego na mínima, o que acontecerá quando a economia desacelerar? É uma bomba-relógio fiscal.
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