A inflação de 2025 finalmente deu uma trégua: 4,26%, o menor nível desde 2018. Parece uma ótima notícia, certo? E é. Mas como em toda boa história, existe um “porém”.
Parte dessa queda veio da ajuda de São Pedro no campo e da queda nos preços dos alimentos. Ótimo. A outra parte, no entanto, veio de uma dose cavalar de juros altos, que funcionou como um freio de mão puxado na economia.
O crédito ficou mais caro, a compra de imóveis e carros esfriou, e o crescimento foi contido. É o famoso remédio amargo.
Agora, com a inflação mais controlada, a porta se abre para a queda da Selic, o que pode acelerar o consumo, o investimento e o crescimento. Por outro lado, o mercado de trabalho aquecido e os salários em alta continuam pressionando os preços dos serviços. É um cabo de guerra: de um lado, a desaceleração; do outro, a pressão de um país com recorde de pessoas empregadas.
E o maior risco de todos: se o governo não arrumar as contas públicas, esse alívio nos juros pode ser tão passageiro quanto um story de Instagram.
O cenário melhorou, mas o jogo ainda não está ganho. Qual a sua aposta para a economia em 2026? Comente aqui embaixo!
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