Enquanto você paga Imposto de Renda sobre cada centavo do seu salário, ministros do TCU receberam, em 2025, R$ 4,3 milhões em “penduricalhos”. Fora o salário-teto de R$ 46 mil.
Esses valores são classificados como “verbas indenizatórias”, auxílios, diárias e outros ressarcimentos que, em tese, deveriam ser eventuais. Só que na prática, viraram um 14º, 15º, 16º salário… isento de impostos.
A questão aqui não é apenas legal, é moral.
Em um país que precisa desesperadamente de ajuste fiscal, a elite do funcionalismo público cria suas próprias regras. Um universo paralelo onde “salário” é só o ponto de partida.
Isso mina a confiança nas instituições e cria um Brasil dividido em dois: um para a maioria, que paga a conta com impostos altos e serviços precários, e outro para uma casta de privilegiados.
Não se trata de um detalhe administrativo. É o coração do problema fiscal brasileiro. No ano passado, criei uma série no meu canal do YouTube para expor esses absurdos.
Se você também acredita que privilégios assim são inaceitáveis, compartilhe este vídeo. E, mais importante, não vote em políticos que defendem esse sistema.
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