Acredito que, uma vez passada a crise, a indústria manufatureira deverá sair fortalecida. Há 11 anos, a produção industrial cresce menos do que as vendas do varejo em função de políticas econômicas que privilegiavam apenas o consumo e não a produção. Precisamos retomar políticas que melhorem nossa competitividade. A estagnação reforçou ao menos três lições fundamentais. Primeiro: planejamento e gestão são imprescindíveis se não quisermos viver novas crises hídrica, hidrelétrica e outras. Segundo: um Brasil mais competitivo, rico e justo requer um Estado menor, menos oneroso à sociedade e mais eficiente. Terceiro: combater implacavelmente a corrupção é função de todo e qualquer Governo e deve ocorrer em três frentes: 1) para diminuir o volume de recursos acessível aos mal intencionados, precisamos reduzir o tamanho do Estado, sua participação direta na economia e os impostos; 2) a transparência das contas e negócios do setor público deve ser total para que a corrupção seja menor, 3) quando houver corrupção, as punições têm de ser draconianas. Se o governo, as empresas e cada um de nós aproveitarmos estas oportunidades, este momento difícil da economia não terá sido perdido.

Ricardo Amorim destaca Goiás em quadro “O Brasil que você não conhece”
02/2026 Por Redação Tribuna do Planalto Amorim ressaltou o papel estratégico do território goiano na economia nacional, classificando o estado como o “coração logístico do


