A indústria manufatureira é a que tem sentido maiores dificuldades há mais tempo. A indústria extrativa teve um desempenho melhor por bastante tempo e a indústria de construção também. Mais recentemente, os setores mais dependentes de crédito são os que mais têm sofrido. É o que sempre acontece quando temos uma crise de confiança como a atual. Por ordem, os setores imobiliário e automotivo são os mais atingidos e que terão um 2015 mais difícil. Nos dois casos, acredito que uma vez retomada a confiança, a recuperação deve ser forte, até porque, quando isto acontecer, eles devem se beneficiar da volta ao mercado de um apetite por consumo reprimido há pelo menos dois anos, o que deve contribuir para um crescimento significativo da demanda.

Ricardo Amorim destaca Goiás em quadro “O Brasil que você não conhece”
02/2026 Por Redação Tribuna do Planalto Amorim ressaltou o papel estratégico do território goiano na economia nacional, classificando o estado como o “coração logístico do


