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Ricardo Amorim’s lecture: infrastructure and new economic opportunities

postado em In English | Palestras | Vídeos


07/2017

By Ricardo Amorim

 

 
 



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Top 10 livros de economia

postado em Rankings e Listas


07/2017

Por Ricardo Amorim

 

 
Os Top 10 livros sobre economia, por Ricardo Amorim:
 

Ensaios de Warren Buffett, Editora Rui Tabakov Sena Rebouças

 

 
Por que este livro é único?
 
O livro é uma coleção de textos dos relatórios do Warren Buffett. São mais de 20 anos de trabalho de um dos maiores investidores da História.
 
O que você vai aprender?
 
Os mais diversos assuntos de Finanças, como ações, fusões e aquisições, e também Direito Empresarial.
 
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Freakonomics, de Stephen J. Dubner e Steven D. Levitt

 

 
Por que este livro é único?
 
Esse livro muda o modo como pensamos o mundo. A economia é aplicada no dia a dia, com uma linguagem fácil, na hora de resolver os mais diversos problemas.
 
O que você vai aprender?
 
A desconstruir verdades absolutas. E vai conseguir analisar situações de um jeito mais objetivo e racional.
 
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O mito do governo grátis, de Paulo Rabello de Castro

 

 
Por que este livro é único?
 
O livro fala de um problema que está na raiz do subdesenvolvimento do Brasil e como superá-lo. São muitos dados e exemplos que ajudam a entender melhor esse fenômeno.
 
O que você vai aprender?
 
Você vai aprender sobre o surgimento e as consequências desse mito, nos mais diversos âmbitos. Leitura essencial para entender a política e a economia brasileiras.
 
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Complacência, de Fabio Giambiagi e Alexandre Schwartsman

 

 
Por que este livro é único?
 
O assunto mais discutido na mídia atualmente é o desafio da retomada do crescimento do Brasil. Esse livro debate justamente as falhas das ações governamentais nos últimos anos que acabaram causando a crise atual.
 
O que você vai aprender?
 
O livro é uma verdadeira aula sobre políticas macroeconômicas e os principais erros cometidos no Brasil. Aprenda também como ações mais eficazes na educação, infraestrutura, e outros segmentos geram crescimento e desenvolvimento econômico e melhoram a vida da população.
 
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Punidos pelas Recompensas, de Alfie Kohn

 

 
Por que este livro é único?
 
Vários preceitos de política econômica são baseados na aplicação do conceito de punições e recompensas. Este livro mostra que, em oposição a muitos conceitos econômicos tradicionais, recompensas muitas vezes tiram o valor e o prazer intrínseco de atividades e podem ser contraproducentes.
 
O que você vai aprender?
 
Seja para educar seu filho, motivar a sua equipe ou organizar sua própria vida, este livro lhe ensina como melhorar suas estratégias.
 
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Endgame, de John Mauldin

 

 
Por que este livro é único?
 
O livro destaca que os países desenvolvidos estão enfrentando um longo período de baixo crescimento, crises econômicas e mercados voláteis pontuados por recessões persistentes.
 
O que você vai aprender?
 
Como investir e fazer decisões empresarias que tenham sentido neste ambiente econômico.
 
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Por que as nações fracassam, de Daron Acemoglu e James A. Robinson

 

 
Por que este livro é único?
 
O livro explica por que existem diferenças gritantes no desempenho econômico de diferentes países e o papel das instituições nestas diferenças. Ótimo para entender a dinâmica da sociedade e como sua organização afeta a riqueza de um país.
 
O que você vai aprender?
 
O mundo político-econômico contemporâneo de um jeito fácil e aplicado e a importância de algumas reformas atualmente debatidas no Brasil para criar um país mais próspero no futuro.
 
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Economia sem truques, de Carlos Eduardo Gonçalves

 

 
Por que este livro é único?
 
Ele simplifica a compreensão da economia, mostrando a aplicação conceitos que parecem complexos em situações cotidianas. Ele explica a teria, mas principalmente dá exemplos fáceis para compreender sua aplicação.
 
O que você vai aprender?
 
Os principais conceitos da lógica econômica, como salários, preços, produção e emprego, que fazem parte do nosso dia a dia, mas ainda são confusos para muitas pessoas.
 
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Manias, Pânico e Crises, de Charles Kindleberger

 

 
Por que este livro é único?
 
Ele apresenta um panorama da história da economia dos últimos 400 anos, mostrando como crises econômicas são frequentes e têm alguns elementos comuns que tendem a causá-las.
 
O que você vai aprender?
 
Com um estudo detalhado da história, ele oferece exemplos e aponta maneiras de identificar as semelhanças entre as crises, as manias que levam as mesmas e como tentar preveni-las ou ao menos preparar-se para lidar com elas.
 
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Depois da Tempestade, de Ricardo Amorim

 

 
Por que este livro é único?
 
Eu não poderia deixar de incluir na lista o meu próprio livro. Brincadeiras à parte, realmente acredito que ele é fundamental para quem quer entender por que o Brasil viveu uma crise tão grave e, por que, se fizer as reformas, sairá dela muito mais forte do que a maioria teme hoje.
 
O que você vai aprender?
 
O que causou a atual crise econômica brasileira e porque, se fizermos os ajustes econômicos necessários, estamos próximos um ciclo econômico favorável mais forte do que a grande maioria imagina, criando ótimas oportunidades de negócio para quem souber se posicionar.
 
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Is it now the turn of inland industries?

postado em In English


07/2017

By Ricardo Amorim

Translation: Simone Montgomery Troula

 

 

Since 2002, cities in the interior of Brazil have consistently grown more and created more jobs than State capitals. In December 2001, China joined the World Trade Organization. Since then, fueled by the growth in the Chinese demand for food products, agribusiness has been one of of the main drivers of Brazilian economy and towns in the countryside have surpassed Capitals in economic growth. The Chinese are many, they were very poor, and with the growth of the country many of them started to have more money and to eat more and better.

 

In the meantime, the Chinese industrial market gains had an extremely negative impact on the Brazilian industry. The Chinese flooded the world with cheap products and on top of that Brazil did nothing to reduce the cost and encourage production in the country. Only consumption was stimulated in the last 15 years. The result? The Brazilian industry shrunk and dismissed lots of workers.

 

In the beginning of this year one of the tendencies changed, the other didn’t. Jobs continued to be generated in the interior of the country. Of the 20 cities that created most jobs in the first 5 years of 2017, 19 are in the countryside. The only exception was Goiânia, which despite being the capital of the State of Goiás is positively affected by agribusiness. Of the 27 State capitals, only 3 opened more formal jobs than closed in the first 5 months, due, among other reasons, to the harsh difficulties faced by the public sector, on which the economies of several State capitals depend a lot.

 

The news is now that job generation was led by the industry. Of the 20 cities that grew most, in 5 of them agribusiness was responsible for most admissions. It was the case in Vacaria (RS), in Cristalina (GO), Patrocínio (MG), and Mogi Guaçy and Bebedouro (SP). But in 11 of them, including Santa Cruz do Sul and Venância Aires (RS), Nova Serrana (MG), Juazeiro (BA), Goianésia (GO) and Pontal, Vista Alegre do Alto and Birigui (SP), industries were the sector hiring the most.

 

In some cities of the interior which were leaders in creating new jobs, it was the industrial subsectors that recently had most difficulties that created most jobs. In Joinville (SC), it was the automotive parts industry that created more jobs. In Franca (SP), the city that created the largest number of jobs in the whole of Brazil, hirings came mostly from the footwear industry, which was decimated by Chinese competition until recently.

 

What made industrialists confident to make these investments? The expectation that production in Brazil would become cheaper and more competitive in the coming years. Great incentive to cost reduction was expected, consequently benefitting production and more jobs.

First, the Labour Reform. There are doubts today that it shall be approved. Even if it is, major concessions became probable for its approval. As a result, its impact on cost reduction – especially legal costs – shall be minor, along with its capacity to stimulate the creation of more jobs.

 

Second, a Tax Reform was expected which would reduce both bureaucratic costs, by simplifying our ultra-complex tax system, and the tax load itself. Less taxes and less cost with accountants and lawyers would make domestic products cheaper, making them more competitive and therefore stimulating more investment and jobs. Unfortunately, today, without the perspective of approval of the Social Security Reform – which would reduce public expenditure and allow for a reduction in taxes – the possibility of a Tax Reform to reduce the tax load in the country seems remote. It is more likely that taxes shall increase, rather than decline.

 

A new cycle of growth and job generation was budding. After 13 consecutive years in which retail sales performed better than the industrial production, all signs indicated that the industry would be one of the leaders in this cycle of growth. The matter is now whether the worsening of the political crisis, after the plea bargain by the JBS, will or not abort or at least postpone this new cycle.

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

 

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A vez da indústria no interior?

postado em Artigos


07/2017

Por Ricardo Amorim

 

 
Desde 2002, as cidades do interior do Brasil vêm consistentemente crescendo mais e gerando mais empregos do que as capitais. Em dezembro de 2001, a China entrou na Organização Mundial do Comércio. Desde então, impulsionado pelo crescimento da demanda chinesa por alimentos, o agronegócio tem sido uma das principais molas propulsoras da economia brasileira e as cidades do interior do país têm superado  as capitais em crescimento econômico. Os chineses são muitos, eram muito pobres e, com o país crescendo, muitos passaram a ter mais dinheiro e a comer mais e melhor.
 
Enquanto  isso, o ganho de mercado da indústria chinesa teve um impacto extremamente negativo na indústria brasileira. Os chineses inundaram o mundo de produtos baratos e para completar, o Brasil não fez nada para reduzir os custos e estimular a produção no país. Nos últimos 15 anos, só estimulamos o consumo. O resultado? A indústria brasileira encolheu e demitiu muita gente.
 
No início deste ano, uma destas tendências mudou, a outra não. Os empregos continuaram a ser gerados nas cidades do interior. Das 20 cidades que mais criaram empregos nos primeiros 5 meses desse ano, 19 estão no interior. A única exceção foi Goiânia, que apesar de ser capital é positivamente impactada pela agroindústria. Das 27 capitais, apenas 3 abriram mais novos postos de trabalho formal nesses primeiros 5 meses do que fecharam, entre outras razões em função das dificuldades agudas vividas pelo setor público, do qual as economias de várias capitais de estados dependem bastante.
 
A novidade é que agora a geração de emprego foi liderada pela indústria. Das 20 cidades que mais cresceram, em 5 a agroindústria foi o setor que mais contratou. Foi o caso em Vacaria – RS, em Cristalina – GO, Patrocínio – MG e Mogi Guaçu e Bebedouro – SP. Mas em 11, incluindo Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires – RS,  Nova Serrana – MG, Juazeiro – BA, Goianésia – GO e Pontal, Vista Alegre do Alto e Birigui – SP, o setor que mais contratou foi a indústria.
 
Em algumas cidades do interior que lideraram a criação de novos empregos, foram exatamente os subsetores industriais que recentemente mais passaram  por dificuldades que lideraram a geração de empregos. Em Joinville – SC, foi a indústria de de autopeças quem mais criou empregos. Em Franca – SP, a cidade que mais gerou empregos em todo o Brasil, as contratações vieram principalmente da indústria calçadista, que até pouco tempo era dizimada pela concorrência chinesa.
 
O que deixou os  empresários industriais confiantes para fazerem estes investimentos? A expectativa de que a produção no Brasil ficaria mais barata e competitiva nos próximos anos. Eram esperados dois grandes estímulos à redução de custos e, por consequência à produção e à geração de empregos. Primeiro, a Reforma Trabalhista. Hoje, há dúvidas se ela será aprovada. Mesmo que seja, concessões significativas para sua aprovação tornaram-se prováveis. Consequentemente, seu impacto de redução de custos – principalmente legais – deve ser menor, assim como sua capacidade de estimular a criação de mais empregos.
 
Segundo, esperava-se uma Reforma Tributária que reduziria tanto os custos burocráticos, com a simplificação de nosso sistema tributário ultra complexo, quanto a carga tributária. Menos impostos e menos custos com contadores e advogados barateariam os produtos nacionais, tornando-os mais competitivos e, por consequência, estimulando mais investimentos e empregos. Infelizmente, hoje, sem a perspectiva de aprovação da Reforma Previdenciária – que reduziria gastos públicos, criando espaço para reduções de impostos – a possibilidade de uma Reforma Tributária que reduza a carga de impostos no país parece remota. É mais provável que os impostos subam, ao invés de cair.
 
Um novo ciclo de crescimento e geração de emprego se iniciava. Após 13 nos consecutivos em que as vendas do varejo tiveram melhor desempenho do que a produção da indústria, tudo indicava que a indústria seria uma das líderes deste ciclo de crescimento. A questão agora é se o agravamento da crise política após as delações da JBS não vai abortar ou ao menos postergar este novo ciclo.
 
Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedIn, único brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner e ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças.
 
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Como colocar a economia brasileira de volta aos trilhos?

postado em Vídeos



 
 



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