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Os 10 artigos mais lidos de 2016 no Linkedin

postado em Artigos | Entrevistas | Rankings e Listas


02/2017

Por Ricam Consultoria

 

 

2016 foi embora sem deixar saudades, mas deixou muitas lições. Os textos abaixo trazem algumas das lições que aprendi ao longo do ano e que ainda podem ser úteis em 2017. Boa leitura.

 

1# Hora de investir em imóveis

Os últimos anos foram a prova do pudim. O mercado imobiliário enfrentou a tempestade perfeita.

 

#2 O Reino Unido saiu da União Europeia. E você e o seu dinheiro com isso?

Talvez, você esteja se perguntando o que você, no Brasil ou em qualquer outro lugar fora do Reino Unido, tem a ver com isso. Muito mais do que você imagina.

 

#3 A tomada de três pinos, a Olimpíada, a corrupção e a gastança pública

Apesar de problemas com filas, transporte e alimentação, a #Rio2016 transcorreu muito melhor do que os mais pessimistas temiam.

 

#4 10 passos para jogar a economia brasileira no bucaco… e um passo para tirá-la de lá

Dando apenas o primeiro passo – cortando radicalmente os gastos públicos – o governo criaria todo o círculo virtuoso que faria o Brasil voltar a crescer com vigor.
 

#5 E agora, Brasil?

Avanços recentes, em particular no combate à corrupção, não podem se perder.
 

#6 A hora da verdade de Michel Temer

Chegou a hora do Presidente Michel Temer mostrar a que veio.
 

#7 5 sementes de um novo Brasil

É cedo demais para ter certeza, mas talvez o Brasil esteja passando por uma destas transformações, ainda em estágio subterrâneo e silencioso.
 

#8 A PEC e as mentiras

A PEC não pune os mais necessitados. Ao contrário, ela os protege.
 

#9 Procuram-se líderes

Muito se discute como o Brasil chegou à mais profunda recessão de sua História e o que teremos de fazer para sairmos dela.
 

#10 E agora, Temer?

Um governo que, ao contrário de seu antecessor, tem todas as condições de colocar o Brasil de volta em uma rota de crescimento econômico.
 
 



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The hug of hope

postado em In English


02/2017

By Ricardo Amorim

 

 
Brazil bleeds with the greatest political paralysis in its history. Conflicts, differences and rivalry always existed and always will. However, potentiated by social networks, politicians who inflame them in their own benefit and by scandals revealed by Operação Lava-Jato (Car Wash Operation), they have now gained dangerous proportions.
 
The economic consequences were ominous. Imbalances caused by errors in economic policy made during Dilma Rousseff’s first mandate in office could not be corrected due to the paralysis of Congress that prevented the approval of fundamental measures, and this threw Brazil in the current crisis.
 
President Dilma’s impeachment was followed by vice-president Temer taking office. Economic reforms are being approved since then. Should this agenda be maintained and the country will be put back on the road to growth.
 
The first signs of progress can already be seen. The trade balance had a record surplus in 2016. It will be surpassed again this year. Inflation was two digits last year and will soon be under the 4,5% target, creating conditions for lower interest rates and more credit, consumption and investment. The Social Security Reform is still needed. Needed too are steps to increase our competitiveness and guarantee more jobs and cheaper products – namely, the Labour and the Tax Reforms. With them, economic growth and jobs – which haven’t yet improved – shall improve a lot.
 
This is where the hug in the picture comes in. May it inspire a process of national reconciliation and reconstruction. Reconciliation must be confused with a clean slate. For a better country to emerge, richer and fairer, it is essential for the Lava-Jato to keep moving forward and for all corrupt players to be clearly punished.
 
It is past time we Brazilians stop the tug-of-war that paralysed the country, and support or oppose initiatives, not people, parties or administrations. We Brazilians have to defend the country’s interest instead of letting ourselves be manipulated by political groups that only care for their own interests.
 
Taking the Temer administration for example, when he proposes reforms without which millions of Brazilians shall continue jobless, he deserves to be supported. When he appoints his Justice Minister for a seat in the Federal Supreme Court (STF) or offers a ministerial post to an ally to protect him with Special Court rights he must be combatted. It is not Temer that must be supported or combatted. Good measures must be supported and bad ones combatted, wherever they come from.
 
If even Lula and FHC – the main leaders of the main antagonistic groups – can hug each other, it is time for us Brazilians, together, to embrace the causes that deserve our support.
 
Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.
 
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Palestra: Índia deve ser a nova China para o agronegócio

postado em Entrevistas | Palestras


02/2017

InfoMoney

 

 
Em dez ano, a Índia se tornará para o agronegócio o que a China já foi. Foi o que destacou o economista e palestrante Ricardo Amorim, nesta segunda-feira (13), durante o primeiro dia do “Simpósio Internacional de Vitaminas e Tecnologias”, organizado pela empresa DSM, em Guarulhos (SP). Para dar suporte ao seu raciocínio, Amorim usou como argumento o fenômeno de um novo crescimento da classe média mundial, principalmente nos países emergentes. Segundo ele, a expansão da classe média acarreta diretamente em maior consumo de carnes, de proteína animal.
 
De acordo com Amorim, o papel de Índia como grande consumidor de produtos agrícolas será puxado pelo aumento de renda da população. “Hoje, a renda média do cidadão indiano é um quinto da renda do chinês”, disse. Amorim pontuou que, em um prazo de uma década, quando a China tiver consolidado seu salto de consumo, será a vez de a Índia carrear a demanda. “Ou seja, teremos aí mais uns 30 anos de forte demanda, sem contar outros países asiáticos.” Segunda ele, a Índia – mesmo com renda média inferior à da China – já mexe, por exemplo, com o mercado de açúcar. “Por quê? Porque se trata da fonte de energia mais barata que existe”, pontuou, ressaltando que “a importância do agronegócio na economia mundial será cada vez mais crescente”.
 
Agregar valor
 
Na avaliação de Amorim, para abocanhar mais mercados consumidores agrícolas, o Brasil tem que investir na agregação de valor da produção, processo que trará mais receita. “Temos, por exemplo, que transformar grãos em carnes, e assim por diante.” O palestrante chamou atenção para o fato de que a carga tributária que incide sobre os produtos industrializados é muito maior do que sobre as commodities, o que dificulta a verticalização das cadeias produtivas pelo agronegócio brasileiro. “E quanto mais básico o produto, mais peso tem a infraestrutura logística no seu preço, o que no nosso caso é negativo, em razão da deficiência do Brasil neste aspecto.”
 
Em sua exposição, Amorim destacou ainda, que os preços das commodities em reais estão em níveis elevados, e que este é um dos fatores que endereça certa valorização nos preços das terras agrícolas. No tocante ao cenário macroeconômico, ele acentuou que o Brasil está na antessala de uma virada de ciclo, com os investimentos retornando para o país. “O BC vai acelerar o corte da taxa de juros e o dólar apresenta um ligeira tendência de queda pelo fluxo de capital que está entrando e que deve ingressar no país.”
 
 



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Entrevista de Ricardo Amorim à revista RECAP sobre o futuro da economia brasileira

postado em Entrevistas


02/2017

Revista RECAP

 

Especialistas em crise, o economista e debatedor do programa Manhattan Connection, da GloboNews, Ricardo Amorim, tem uma visão otimista sobre uma das mais preocupantes crises político econômicas brasileira. Irreverente e bem-humorado, ele trouxe um panorama deste cenário e suas consequências para um público de mil pessoas.

 

Pouco mais de uma hora de conversa foi o suficiente para dar uma “injeção de ânimo” nos participantes do evento. Segundo Amorim, estamos em uma época delicada, mas com oportunidades e desafios que podem ser aproveitados. “Sou brasileiro e isso é sempre uma boa largada, porque todo brasileiro entende de crise. No meu caso, eu tive uma dose ainda maior, porque, além de brasileiro, sou palmeirense…”, brincou o palestrante, lembrando a plateia de que o seu time alviverde passou por situações dramáticas no campeonato brasileiro de futebol. “Isso significa duas coisas: que as crises acontecem (são frequentes) e que elas passam”, completou.

 

A Revista Recap acompanhou as análises e considerações de Ricardo Amorim e as transformou em uma entrevista, que pode ser conferida a seguir.

 

O que aconteceu com o Brasil?

 

Gostaríamos que a vida fosse que nem o super-homem, para cima e avante. Tudo simples, tranquilo e linear. Só que não é assim que funciona. No mundo real, temos ciclos, altos e baixos, pedras pelo meio do caminho. Nos últimos tempos, no Brasil, tivemos uma dose de chacoalhadas maior do que o normal. Nos últimos 115 anos, pelo menos, não tivemos uma crise com a profundidade da atual.

 

Qual será o impacto para o país da eleição do presidente americano Donald Trump?

 

O Brasil está completamente fora da agenda do Trump. Seja de bondades ou maldades, ele (Trump) não está preocupado com a gente. O que me preocupa com esta eleição é que ela aumenta as incertezas em todo o mundo. Ninguém sabe o que ele vai fazer. Quem é que vai governar? O Trump da campanha, do discurso pós eleição ou um terceiro. Eu desconfio que nem ele sabe ainda. A incerteza é inimiga de investimentos de empresas e do crescimento econômico. Até que ela passe ninguém faz nada e do ponto de vista de um país emergente significa que vem menos dinheiro para cá.

 

Qual a consequência imediata de falta de investimento?

 

Com menos dinheiro aqui, o dólar sobe, como aconteceu recentemente. Por sua vez, o preço de todos os produtos importados subiu no Brasil.

 

Qual é a preocupação?

 

Nos dois últimos meses, a inflação foi a mais baixa para o bimestre (setembro/outubro), dos últimos 20 anos. Quando a inflação cai, a taxa de juros cai, o crédito volta, o que gera consumo, mais venda, melhora o resultado das empresas, elas contratam mais e as pessoas começam a consumir mais. O que eu quero dizer é que mesmo que o Brasil faça a sua parte, nós temos um fator a mais para ficar de olho: o Trump. Temos ainda um monte de incertezas que vem da Europa e, se nós não tivermos mais nenhuma crise global, posso dizer que o Brasil está começando a entrar em um processo de recuperação.

 

Que processo seria este?

 

Nos últimos 15 anos, sem exceção, a maior parte do crescimento, do resultado das empresas do mundo, não veio dos Estados Unidos, Europa ou Japão. Em média, de 3 a cada 4 dólar vieram de países emergentes, incluindo o Brasil. Isso não mudou no ano passado e pelos dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) não vai mudar este ano.

 

 Como isso é possível?

 

Comparando o desempenho econômico do mesmo partido político, não estou dizendo que um é melhor do que o outro. Como a Dilma ficou cinco anos no governo, eu comparo com o mesmo período anterior a ele, o que calhou de ser o Lula e, portanto, do PT. Em dezembro de 2006, os economistas acreditavam que o PIB (Produto Interno Bruto) cresceria no ano seguinte 3,5%. Cresceu um pouco mais. A cada ano aumentava mais do que esperávamos anterior-mente. Em todos os anos, com exceção de 2009 – quando estourou a crise mundial -, as surpresas foram positivas. Não tinha para ninguém. O Brasil virou a bola da vez. Passamos a ser o país do presente e não do futuro, até que a Dilma tomou posse.

 

E o que aconteceu?

 

Em todos os anos do governo Dilma, as expectativas caíram e foram piores do que as projetadas. Fiz uma análise com 180 países, o que mostrou que a economia se move em ciclos. Se está positivo, ela melhora. Esperamos mais e ela se supera. Até que o ciclo inverte. Depois voltamos para o positivo, negativo e assim por diante. Os ciclos não são estáveis. Os mais curtos duram três anos e os mais longos, oito. Normalmente, os ciclos positivos são mais longos. No caso do Brasil são seis anos de surpresas negativas, o que é raríssimo, de acordo com as pesquisas dos últimos 115 anos. Isso só acontece com países que estão em guerra ou guerra civil. Não teve nenhum com um ciclo negativo como este que o Brasil está.

 

Qual é o tamanho desta crise?

 

Comparando entre todos os países do continente americano, durante o governo Dilma, o Brasil não teve o pior desempenho econômico por uma única razão: existe a Venezuela. A gente ficou para trás de algumas ‘super potências’ como: El Salvador, Nicarágua, Argentina e Haiti. A economia, como qualquer veículo, depende de combustível e motores. Um dos motores da economia é a confiança, enquanto o combustível são as políticas econômicas. No caso do Brasil, todas elas erradas, adotadas uma atrás da outra, o que desligou o motor. Acabou com a confiança.

 

O que é necessário para o Brasil voltar a crescer?

 

Colocar as contas públicas em ordem e gastar menos do que se arrecada. Se o Brasil acertar as contas públicas e afastar a possibilidade de calote destas contas, vai chover dinheiro aqui dentro e a taxa de juros vai despencar, o credito expandir e o consumo aumentar. O que a Dilma fez para equilibrar o déficit foi aumentar a receita, cobrando mais impostos, ao invés de cortar os gastos. O consumidor deixou de comprar para pagar impostos. O mínimo que o Brasil cresceu, alguns anos depois de uma grave crise econômica, foi 6% ao ano. Portanto, o que está claro para mim é que ele vai crescer mais do que as pessoas estão esperando. Estamos no início do ciclo da fase positiva.

 

A crise não foi apenas econômica, certo?

 

Tivemos uma crise de liderança, o que por um lado gera uma oportunidade e um risco. Chegou a hora de as lideranças empresariais ocuparem espaço no mundo político, o que é uma oportunidade. Se vocês não fizerem isso, vai pintar um ‘salvador da pátria’, o que é um risco. Como é que o Collor foi eleito? Estamos no cenário perfeito para os demagogos. Tem grandes oportunidades para 2018, vai depender de a gente alimentar as lideranças certas.

 

Quais são os desafios do governo Temer?

 

Colocar as contas públicas em ordem e isso ele conseguirá aprovando as duas reformas: a do teto dos gastos e a da previdência. Com isso, a preocupação fiscal vai embora, a confiança e os investimentos voltam.

 

Melhorou a confiança no país?

 

Sim. E acho que ele voltou a crescer mais do que muita gente espera.

 

Quais são as expectativas para 2017?

 

As expectativas para o ano que vem são muito melhores do que as que foram para este ano. É o início do ciclo de virada. Estamos diante das maiores e melhores oportunidades de negócios que existem, que é quando tem algo de positivo que vem aí e ninguém viu ainda. A melhor prova disso foi quando as paletas mexicanas (sorvetes recheados) chegaram ao Brasil. O primeiro que trouxe a rede de peleteria, “nadou de braçada” de ganhar dinheiro. Tempos depois, quando todo mundo teve a mesma ideia, deixou de ser um bom negócio e virou uma roubada. Tudo depende do olhar que você tem. A minha dica é seguir o exemplo do Steve Jobs, criador da Apple. Ele criou um negócio que impulsionou seus parceiros, que o impulsionaram e foi um ciclo virtuoso. Que vocês façam algo e se fortaleçam enquanto cadeia. Fácil? Não é. Mas a hora de fazer é quando a coisa está feia, porque as expectativas estão baixas e é mais fácil surpreender.

 

Quais são os benefícios de uma crise?

 

Ela tira a gente da zona de conforto e nos faz colocar em ordem aquilo que estávamos empurrando com a barriga.

 

Quais são as projeções para os próximos 10 anos?

 

É de que pelo menos 30 milhões de brasileiros entrem para a classe média. O impacto não vai ser igual aos 50 milhões que entraram nos últimos anos, mas ainda será enorme no setor de vocês (combustíveis e lubrificantes). E tem mais! Percebemos um processo de ‘interiorização’ do Brasil por causa do agronegócio. Faz 15 anos que as cidades do interior crescem mais que as capitais e que estamos tendo uma reversão do fluxo migratório: gente saindo das capitais para ir rumo ao interior. A oportunidade está aí, porque os produtos precisam chegar até essas pessoas, e a necessidade de transporte cresce e isso exige mais consumo de combustíveis e lubrificantes.

 
 



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O abraço da esperança

postado em Artigos


02/2017

Por Ricardo Amorim

 

 
O Brasil sangra com a maior paralisia política de sua História. Conflitos, diferenças e rivalidades sempre existiram, e sempre existirão. Porém, potencializados pelas redes sociais, políticos que os inflamaram em benefício próprio e pelos escândalos revelados pela Operação Lava–Jato, eles atingiram dimensões perigosas.
 
As consequências econômicas foram nefastas. Desequilíbrios causados por erros de política econômica no primeiro mandato de Dilma Rousseff não puderam ser corrigidos em função da paralisia no Congresso que impediu a aprovação de medidas fundamentais, jogando o Brasil na crise.
 
Veio o impeachment da Presidente Dilma e a formação do governo Temer. Desde então, reformas econômicas vêm sendo aprovadas. Se esta agenda for sustentada, recolocará o país em uma rota de crescimento.
 
Os primeiros sinais de progresso já se notam. A balança comercial teve superávit recorde em 2016. Ele será batido de novo neste ano. A inflação, que há um ano era de dois dígitos, ficará abaixo da meta de 4,5% em breve, criando condições para juros menores e mais crédito, consumo e investimento. Para um ajuste fiscal saudável falta a Reforma da Previdência. Faltam também medidas para aumentar nossa competitividade e garantir mais empregos e produtos mais baratos – reformas trabalhista e tributária. Com elas, crescimento econômico e emprego, que ainda não melhoraram, vão melhorar, e muito.
 
É aí que entra o abraço da foto. Oxalá ele inspire um processo de reconciliação e reconstrução nacional. Reconciliação não pode ser confundida com pizza. Para a construção de um país melhor, mais rico e mais justo é fundamental que a Lava-Jato continue avançando e que todos os corruptos sejam exemplarmente punidos.
 
Já passou da hora de nós brasileiros sairmos deste Fla-Flu que paralisou o país e apoiarmos ou nos opormos a medidas, não a pessoas, partidos ou governos. Nós brasileiros temos de defender os interesses do país, ao invés de nos deixarmos manipular por grupos políticos que só defendem seus próprios interesses.
 
Tomando o governo Temer como exemplo, quando ele propõe reformas sem as quais milhões de brasileiros continuarão sem emprego, merece ser apoiado. Quando indica seu Ministro da Justiça para uma vaga no STF ou oferece uma posição de ministro a um aliado para protegê-lo com o foro privilegiado, deve ser combatido. Não é Temer que deve ser apoiado ou combatido. Boas medidas devem ser apoiadas e as más combatidas, venham de onde venham.
 
Se até Lula e FHC – os principais líderes dos principais grupos antagônicos – podem se abraçar, é hora de nós brasileiros, juntos, abraçarmos as causas que merecem nosso apoio.
 
Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedIn, único brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner e ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2016.

 

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