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Apresentador do Manhattan Connection Ricardo Amorim dá dica de restaurante japonês em Nova York fora do circuito tradicional

postado em Entrevistas


Blog Gastronomix

05/2013

Por Ricardo Amorim

 

 

Quer ir a Tóquio sem ir a Tóquio? Vai a Nova York e quer fugir do roteiro gastronômico tradicional? Quer comer em um típico restaurante japonês que não tem nada a ver com a cozinha japonesa que você está acostumado? Quer experimentar um churrasco totalmente diferente do que você conhece? Em qualquer um destes casos, o restaurante Yakitori Totto (http://tottonyc.com/) é a resposta.

 

Literalmente, yakitori significa frango grelhado; na prática representa um estilo de restaurantes comum no Japão, mas raro fora dele, focado principalmente em espetinhos de churrasco feitos de uma forma particular.

 

Vá preparado para só encontrar pessoas falando em japonês nas outras mesas e para ter dificuldades em compreender o que dizem os garçons. Não há americanos trabalhando no restaurante, apenas japoneses.

 

Além de provar espetinhos fantásticos de produtos que você, normalmente, só encontra no Japão, não deixe de experimentar as sopas e o frango cru. Isto mesmo Há uma espécie de sashimi de frango, que eu só teria mesmo coragem de provar em um restaurante japonês, mas que vale muito a pena.

 

O Yakitori Totto sacia tanto sua fome quanto sua curiosidade.

 

 

Ricardo Amorim é apresentador do Manhattan Connection da Globonews, colunista da revista IstoÉ, presidente da Ricam Consultoria, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e economista mais influente do Brasil segundo o Klout.com.

 
 


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Made in USA

postado em Artigos | Istoé


Revista IstoÉ
05/2013
Por Ricardo Amorim

 
 
Há anos, a produção da indústria brasileira está estagnada em níveis atingidos no final de 2008. Ao invés de enfrentar as causas estruturais da baixa competitividade da nossa indústria – infraestrutura precária, carga tributária excessivamente elevada, ambiente de negócios instável e produtividade da mão de obra muito baixa – o governo preferiu concentrar seus esforços em desvalorizar o real e conceder algumas isenções tributárias temporárias e concentradas em poucos subsetores. Em paralelo, agiu para reduzir as margens de lucro e a rentabilidade dos negócios em vários setores, como elétrico, financeiro, mineração e petrolífero. Empresários, preocupados, reduziram investimentos.
 
A forte concorrência chinesa tem sido uma realidade para a indústria brasileira e para toda a indústria global. Já passou da hora de nos prepararmos para outra competição, agora com a indústria americana.
 
Como alertei ainda em 2010, a crise dos países desenvolvidos é na essência causada por excesso de endividamento. Ela só pode ser resolvida com um forte aumento de poupança e diminuição do consumo por lá. Acontece que menos consumo levará a menos crescimento, mais desemprego e salários menores.
 
Este processo é exatamente o reverso da medalha do que está acontecendo no Brasil e nos países emergentes. Aqui, o crédito sobe, o desemprego cai e os salários aumentam, sustentando a expansão do consumo e ganhos socioeconômicos.
 
O único instrumento de estímulo macroeconômico que restou aos países ricos são doses cavalares de impressão de dinheiro, com a consequente desvalorização de suas moedas. Com salários menores e moedas desvalorizadas, a perda de participação na produção industrial mundial de todos os países desenvolvidos na última década será revertida em algum momento nos próximos anos.
 
Nos EUA, este momento já está chegando. Não bastassem o dólar em desvalorização há uma década e os salários em contração em termos reais há seis anos, ocorre uma revolução na produção de energia, que deve levar os EUA de maior importador mundial de petróleo a exportador ainda nesta década. Tudo isto está reduzindo substancialmente o custo de se produzir nos EUA e aumentando a competitividade da indústria americana.
 
Por outro lado, tão cedo o consumo dos americanos não retomará a pujança anterior à crise de 2008. Isto significa que os produtores americanos direcionarão partes crescentes do que é produzido lá para outros mercados, aumentando sua participação nas vendas para o resto do mundo, incluindo o Brasil. Os EUA voltarão a ofertar produtos de menor valor agregado e retomarão mercados há muito perdidos. Prepare-se para o retorno do Made in USA.
 
Pode demorar mais para sentirmos seus efeitos, mas processos similares estão acontecendo na Europa e no Japão. Em paralelo, o crescimento chinês migra gradualmente para mais consumo interno e serviços, reduzindo o ritmo de crescimento da demanda por nossos metais e minerais.
 
Com mais competição dos desenvolvidos e menor fome chinesa por nossas matérias primas, o Brasil precisa urgentemente fortalecer seu potencial produtivo, estimulando investimentos, melhorando a infraestrutura, reduzindo os impostos permanentemente e qualificando sua mão de obra. O modelo de crescimento baseado na expansão do consumo, adotado pelo Brasil nos últimos 10 anos, se esgotou. O fraco crescimento e a aceleração da inflação deixam isso claro. Não dá mais para postergar soluções. A hora de cuidarmos do Made in Brazil está passando.
 
 
Ricardo Amorim

 

Apresentador do Manhattan Connection da Globonews, colunista da revista IstoÉ, presidente da Ricam Consultoria, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e economista mais influente do Brasil segundo o Klout.com.


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Matéria sobre palestra sobre perspectivas para o mercado imobiliário em Santos.

postado em Entrevistas | Palestras


 

Portal G1

05/2013

 
 

‘Preços não são mais elevados que o resto do mundo’, diz economista

 

Mercado imobiliário da Baixada Santista vive momento de crescimento.
Ricardo Amorim participou da primeira noite do Ficon em Santos.
 

 

O 3º Fórum da Indústria da Construção Civil de Santos e Região (Ficon) começou na noite desta segunda-feira em Santos, no litoral de São Paulo, no Mendes Convention Center. Entre os convidados que debatem o desenvolvimento urbano da Baixada Santista está o economista Ricardo Amorim, que falou sobre o cenário econômico na região. Cerca de 200 pessoas entre políticos, empresários e técnicos participaram do Fórum.

 

 

Depois de cinco anos da expansão da construção civil na região, a proposta do encontro é o planejamento, para que o crescimento não afete a qualidade de vidas das pessoas. Uma comitiva com convidados do Ficon visitou a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, para usar o município como um exemplo de que é possível a organização e o crescimento.

 

 

O economista Ricardo Amorim foi um dos palestrantes da primeira noite do evento, que prossegue nesta terça-feira (7). “O meu objetivo é colocar em perspectiva esse movimento de construção civil muito forte que está acontecendo no Brasil, e particularmente na Baixada Santista, em relação ao que acontece no mundo. Os preços na Baixada Santista não são mais elevados que o resto do mundo, eles eram mais baixos e por isso eles subiram tanto. O Brasil ainda está muito longe de um ponto de estouro de uma bolha imobiliária”, explica o economista.

 

 

Ricardo realizou um estudo com 385 mercados imobiliários no mundo, entre eles 12 brasileiros. Santos está inserida na pesquisa. “Santos tem duas características fundamentais. A primeira é a importância dela em relação ao setor petrolífero, e mais especificamente o pré-sal. A segunda é a importância do Porto de Santos, porque o comércio exterior brasileiro cresceu demais, e com isso a importância da cidade também”, finaliza.

 
 


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Palestrante Ricardo Amorim será destaque do Ficon 2013 – Fórum da Indústria da Construção Civil

postado em Palestras


Portal Segs

05/2013

Por Alessandro Padin

 

Ricardo Amorim destaca que crescimento do porto vai impulsionar construção civil e infraestrutura na Baixada Santista

 

O economista, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner, é um dos destaques do Ficon 2013 

 

 
Único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e economista mais influente do Brasil, segundo o Klout.com, Ricardo Amorim afirma que a evolução do Porto de Santos vai ser fundamental para sustentar o crescimento da Baixada Santista, influenciando decisivamente no desempenho da construção civil e infraestrutura regional. 
 

 

Esta será uma das tônicas da palestra que o economista vai proferir no dia 6 de maio, às 19 horas, na abertura do Ficon 2013 – Fórum da Indústria da Construção Civil de Santos e Região, evento promovido pelo Sistema A Tribuna de Comunicação e organizado pela Una Marketing de Eventos que acontece no Mendes Convention Center, nos dias 6 e 7 de maio. O encontro chega a sua terceira edição e deve reunir cerca de 300 empresários, os principais players do mercado e lideranças setoriais e políticas.
 

 

“Nos últimos anos houve um crescimento muito significativo do fluxo de comércio internacional brasileiro, o que motivou o crescimento da movimentação de cargas em nossos portos. E o porto de Santos e, por consequência, a Baixada Santista são fundamentais neste processo. É provável que este movimento se sustente ao longo desta década, mesmo que seja entremeado por períodos curtos de baixo crescimento ou de contração”, explica o apresentador do Manhattan Connection da Globonews, colunista da revista IstoÉ e presidente da Ricam Consultoria.
 

 

Segundo Amorim, apesar do crescimento dos últimos anos, o Brasil ainda é o país com menor coeficiente de importação em relação ao PIB em todo o planeta. “Não será possível reverter isso sem um setor portuário forte. É claro que os portos brasileiros ainda enfrentam atrasos significativos em termos de infraestrutura e serviços, que não serão resolvidos no curto prazo, mas a médio e longo prazo, investimentos importantes que já foram anunciados devem melhorar os acessos e a infraestrutura portuária, mesmo que não no ritmo que gostaríamos”, destaca.
 

 

O economista destaca que o setor de construção civil é, desde 2004, um dos principais motores do crescimento brasileiro, tanto do ponto de vista de geração de empregos, quanto como contribuição para o crescimento do PIB e para geração de lucros. “Isto deve continuar ao longo desta década, à medida que a expansão do crédito e o grande déficit habitacional impulsionam o crescimento do setor”, ressalta.
 

 

Bolha – No entanto, ele alerta: “Ainda que não haja hoje uma bolha imobiliária prestes a estourar no país, ao contrário do que temem muitos, nada garante que uma não se formará no futuro. Bolhas imobiliárias, quando estouram, levam economias inteiras à estagnação por muitos anos ou até décadas, ao reduzir brutalmente a atividade no próprio setor de construção – nos EUA, por exemplo, constrói-se hoje sete vezes menos do que em 2007 – de todos os setores dependentes de crédito em suas vendas – como o setor naval, aeronáutico e automotivo – à medida que grandes perdas bancárias impedem os bancos de expandir a oferta de crédito como antes”.
 

 

Para evitar isso, frisa Amorim, o Brasil não pode cometer os erros de países onde bolhas aconteceram, como excesso de estímulo tributário a financiamentos imobiliários ou financiamentos com entradas muito baixas ou até sem entrada, por exemplo. 
 

 

Crescimento sustentado – Ricardo Amorim avalia que o primeiro passo para garantir um crescimento acelerado e sustentado do setor é necessário criar mecanismos que reduzam o risco jurídico de investimentos, como ocorreu com a criação das figuras jurídicas do patrimônio de afetação e alienação fiduciária. Sem isso, explica o economista, o setor não teria crescido como cresceu nos últimos 10 anos.
 

 

“Um segundo movimento interessante seria a expansão da base de investidores do setor, particularmente facilitando a compra de imóveis no Brasil por estrangeiros. Além do estouro de várias bolhas imobiliárias há pouco tempo, ainda há vários riscos importantes que investidores de países desenvolvidos terão de lidar por lá nos próximos anos, particularmente, novos calotes na Europa, a saída de um ou mais países da Zona do Euro ou uma nova recessão nos EUA”, diz Ricardo Amorim. 
 

 

O economista destaca que o mundo está passando por um processo de mudança do seu centro de gravidade econômica, com os mercados emergentes ganhando importância e os países desenvolvidos perdendo importância relativa. Um dos componentes deste processo de transformação tinha de ser, e está sendo, um crescimento acelerado do consumo nos países emergentes e do crescimento bem menor nos países ricos, à medida em que o consumidor dos primeiros tem ganhos de renda  e maior acesso à crédito e dos segundos tem queda de renda e corte de disponibilidade de crédito. “Um dos maiores beneficiários deste processo é exatamente nosso setor de construção. Por isso, o interesse em investimentos em países emergentes e, particularmente no Brasil, deve crescer”, avalia.
 

 

Debates – Em 2013, o Ficon vai tratar também de outros importantes temas, que serão divididos em painéis que guiarão os debates: “A Indústria Imobiliária – Panorama Atual e Perspectivas para os Próximos Anos”; ” “Marketing Estratégico: Como realizar um Marketing Revolucionário e de Alto Impacto na Indústria da Construção”; “Cidades Sustentáveis – Cidades Inteligentes”; “Cidades Inteligentes – Soluções Modernas”; e “O que esperar de cada Cidade em Relação ao Boom Imobiliário Metropolitano que vivemos”. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.unaeventos.com.br/ficon/2013. 

 
 


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Palestra de Ricardo Amorim sobre cenário econômico abrirá Fórum da Indústria da Construção.

postado em Palestras


A Tribuna

04/2013

Por Marcelo Santos

 
 

Ficon: evento vai mostrar rumos do mercado imobiliário

 

Em um momento de incerteza sobre o vigor da economia brasileira e, localmente, muitas oportunidades com as expansões do Porto e da exploração do pré-sal, o seminário do 3o Ficon – Fórum da Indústria da Construção de Santos e Região, começa no dia 6 próximo com foco nas tendências do setor imobiliário.

 

O apresentador do Manhattan Connection, da Globonews, Ricardo Amorim, abrirá o evento às 19 horas no Mendes Convention Center, em Santos. Colunista da revista IstoÉ e economista com larga experiência no mercado financeiro, Amorim apresentará o tema Cenário Econômico Brasileiro: Perspectivas e Desafios para o Presente e o Futuro.

 

“Nos últimos anos houve um crescimento muito significativo do fluxo de comércio internacional brasileiro, o que motivou o crescimento da movimentação de cargas em nossos portos e no Porto de Santos”, afirma o economista.

 

“É provável que este movimento se sustente ao longo desta década, mesmo que seja entremeado por períodos curtos de baixo crescimento ou de contração”, diz Amorim.

 

O Ficon é uma iniciativa do Sistema A Tribuna de Comunicação, com realização da Una Eventos. Como parte da programação do Fórum, uma comitiva de empresários da construção e autoridades visitou Chicago, nos Estados Unidos, entre os dias 14 e 18 últimos.

 

Na metrópole americana, o grupo conheceu de perto o planejamento urbano da cidade que, desde o grande incêndio que a destruiu nos anos 1870, tem adotado tendências arquitetônicas arrojadas na construção e soluções urbanas para problemas típicos das grandes cidades, como trânsito congestionado e falta de estacionamentos.

 

Por exemplo, o centro de Chicago utiliza amplamente o subterrâneo com avenidas, onde há bolsões de estacionamentos (muitos deles estão embaixo dos parques mais movimentados), separação de lixo e acesso para abastecimento dos hotéis e as gigantescas torres de escritórios. É bom lembrar que a cidade tem um solo que lembra o de Santos: é ruim e exige atenção dos engenheiros.

 

“Chicago é uma cidade que conseguiu integrar o novo e o velho com uma grande arquitetura”, afirma o diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini, lembrando que Santos tem enfrentado dificuldades nesta mesma confrontação.

 

Para o diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini, as soluções subterrâneas de Chicago, entre outras iniciativas, servem de exemplo para Santos. “Conhecer Chicago foi um experiência positiva para que possamos adaptá-la a nossa realidade”.

 

 

Toda essa experiência em Chicago será apresentada na abertura do segundo dia do seminário às 9h30. Em seguida, o evento debaterá os temas Indústria Imobiliária – Panorama Atual e Perspectivas para os Próximos Anos, Marketing Estratégico: Como realizar um Marketing Revolucionário e de Alto Impacto na Indústria da Construção, Cidades Sustentáveis – Cidades Inteligentes, Cidades Inteligentes – Soluções Modernas e O Que Esperar de Cada Cidade em Relação ao Boom Imobiliário Metropolitano Que Vivemos (esta última com a participação dos prefeitos).

 

 

A expectativa da Una Eventos é contar com a participação de pelo menos 300 empresários, profissionais do setor e autoridades públicas no seminário.

 

 

O fórum está aberto à população. O valor da inscrição é de R$ 300,00 – até o dia 30 o preço com desconto é de R$ 250,00. Estudantes pagarão 50% do custo desde que apresentem documento nos dias do seminário. Faça sua inscrição no endereço www.unaeventos.com.br/ficon/2013/. O Mendes Convention Center fica na Avenida Francisco Glicério, 206.

 

 

Confira as atrações:

 

 

Experiências de Chicago
A palestra mostrará as soluções urbanas de Chicago, nos Estados Unidos, que foi visitada pela comitiva de empresários e autoridades do Ficon. A metrópole utiliza o subterrâneo, com avenidas, estacionamentos, separação de lixo e desembarque de insumos dos edifícios.

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Pesquisa de Mercado
Pesquisa mostrará levantamento sobre o mercado imobiliário da Baixada Santista, com números dos produtos mais comercializados (apartamentos e salas comerciais). Ana Maria Castelo, do Sinduscon, Celso Petrucci, do Secovi, e Alcindo Gonçalves, do IPAT, avaliam o panorama da indústria imobiliária.

 

 

Marketing na Construção
O escritor Tom Coelho mostrará como utilizar um marketing estratégico e de alto impacto no setor da construção, situando-o em todas as fases do lançamento imobiliário (pré, durante e pós), na gestão do negócio, na tomada de decisões e até como inseri-lo entre trabalhadores da empresa.

 

 

Cidades Sustentáveis
Duas palestras mostrarão soluções brasileiras para o desenvolvimento de cidades simultaneamente sustentáveis e modernas. A primeira com o arquiteto e urbanista Carlos Leite e a segunda com o ex-prefeito de Maringá (PR), Sílvio Magalhães Barros. Maringá se tornou famosa por crescer sem apresentar problemas típicos das cidades médias, como favelização e falta de saneamento básico e áreas verdes.

 

 

Boom Imobiliário
Os prefeitos das nove cidades da região encerram o seminário do Ficon debatendo o impacto do boom imobiliário.

 
 


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