Feeds Ricardo Amorim Facebook Ricardo Amorim Twitter Ricardo Amorim Linkedin Ricardo Amorim Youtube Ricardo Amorim

Episódio #15 – Oportunidades na relação Brasil e Portugal

postado em Podcast - Economia Falada


Trechos da entrevista do economista Ricardo Amorim ao portal Dinheiro Vivo – Potugal, set/2019.
O atual cenário econômico do Brasil e as oportunidades de negócios com outros países, em particular com Portugal. Quais são as vantagens que essa relação pode trazer para o Brasil?
 

 
 



Comentar (0) »




One foot on the brake, the other on the accelerator…

postado em In English


10/2019

By Ricardo Amorim

 

 

The unemployment rate dropped to 3,5% in the US in September, the lowest ever in the last 50 years. Excellent news, right? Yes…and no. Considering the current state of the economy, of course it is good news, but…

 

Europe is perhaps approaching a recession. Industrial production in China was the lowest in August since 2002. Of the three main engines of world economy only the American, the strongest of the three, remains strong.

 

This is why the lowest unemployment rate since 1969 becomes bad news. Every time the American unemployment rate drops to very low levels, the economy goes into recession soon after and unemployment quickly rises. This does not happen only in the US, but everywhere in the world. The economy is cyclic, just like the seasons of the year.

 

 

No-one knows exactly for how long or how much longer unemployment can still go down before a recession comes. With the fastest process of innovation and automation in History taking place now, this cycle of economic expansion may be the longest in the last 70 years. Due to it, even with very low unemployment, salaries and inflation did not increase, permitting interest rates not to go up much, thus avoiding a strong contraction in credit which often causes the end of economic growth. So, unemployment may drop more this time and, probably, drop even a little further. Still, if History teaches something, we are closer to the end than to the beginning of this round of economic expansion.

 

This concern is compounded by the probable flare up of the American Trade War with China and Mexico. Playing rough with the Chinese may help Trump in the American election race. On the other hand, he knows that the Trade War applies a brake on the American economy but he bets that the brakes will be compensated by a monetary acceleration – the American Central Bank cutting the interest rates – and taxes. The American Government deficit went over US$ 1 trillion this year. It will grow even further next year.

 

Trump’s strategy may work. If the next American recession comes after the November 2020 election, Trump’s chances of re-election shall be considerable.

 

However, anyone who ever tried to drive a car with one foot on the break and the other on the accelerator knows about the risk of losing control. And if the American economy skids, the whole world will feel the crash.

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

 

Click here and view Ricardo’s lectures.

 

Follow me on: FacebookTwitterYouTube, Instagram e Medium.

 

Translation: Simone Montgomery Troula

 
 



Comentar (0) »




Apertem os cintos… um pé no freio, outro no acelerador

postado em Artigos


10/2019

Por Ricardo Amorim

 

 

Em setembro, a taxa de desemprego nos EUA caiu para 3,5%, a mais baixa dos últimos 50 anos. Ótima notícia, certo? Sim… e não. Considerando-se o estado presente da economia, claro que a notícia é boa, mas….

 

A Europa talvez já esteja se aproximando de uma recessão. O crescimento da produção da indústria na China em agosto foi o menor desde 2002. Dos três grandes motores da economia mundial, apenas o americano, o mais forte dos três, continua firme.

 

Aí é que a taxa de desemprego mais baixa desde 1969 torna-se uma má notícia. Todas as vezes em que a taxa de desemprego americana cai a níveis muito baixos, pouco tempo depois, a economia entra em recessão e o desemprego sobe rapidamente. Isto não acontece só nos EUA, mas em todos os países do mundo. A economia, assim como as estações do ano, é cíclica.

 

 

Ninguém sabe precisamente por quanto tempo ou quanto mais a taxa de desemprego ainda pode cair antes que a recessão venha. Com o mais acelerado processo de inovação e automação da História ocorrendo agora, este ciclo de expansão econômica pôde ser o mais longo dos últimos 70 anos. Por conta dele, mesmo com desemprego muito baixo, os salários e a inflação não subiram, permitindo que o juros também não subissem significativamente, evitando uma forte contração de crédito, que muitas vezes é o que põe fim ao crescimento econômico. Com isso, o desemprego pôde cair mais desta vez e, provavelmente, ainda pode cair um pouco mais. Ainda assim, se a História ensina algo, estamos muito mais próximos do fim do que do início desta fase de expansão econômica.

 

A preocupação se compõe pelo provável recrudescimento da Guerra Comercial americana com a China e o México. Jogar duro com chineses americanos pode ajudar Trump na corrida eleitoral. Por outro lado, ele sabe que a Guerra Comercial freia a economia americana, mas aposta que a freada será compensada por uma aceleração monetária — o Banco Central americano está cortando a taxa de juros — e fiscal. O déficit do governo americano neste ano fiscal passou de US$ 1 trilhão. No ano que vem, crescerá ainda mais.

 

Pode ser que a estratégia de Trump dê certo. Se a próxima recessão americana chegar depois das eleições de novembro de 2020, as chances de reeleição de Trump serão significativas.

 

Por outro lado, qualquer um que já tenha tentado dirigir um carro com um pé no freio e outro no acelerador sabe que o risco de perder o controle não é pequeno. Se a economia americana derrapar, o mundo inteiro sentirá a trombada.

 

Ricardo Amorim, autor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedIn, único brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

Quer receber meus artigos por e-mail? Cadastre-se aqui.

 

Clique aqui e conheça as minhas palestras.

 

Siga-me no: Facebook, Twitter, YouTube, Instagram, Medium e LinkedIn.

 
 



Comentar (0) »




The Labour Market changed

postado em In English


09/2019

By Ricardo Amorim

 

 

The business environment is challenging in Brazil. There is bureaucracy, high taxes and expensive financing. Despite all this, as a result of the deepest economic crisis in its history and a significant technological and behavioural transformation, the labour market reshaped itself. An increasing number of people became self-employed and entrepreneurs. Of the total number of workers in the workforce, only one out of three is currently regularly employed. If we add 65 million workers currently out of the workforce to the workforce, only one in five workers holds a formal job these days. Others are free lancers or work without formal registration.

 

Brazil increasingly resembles developed countries. Self-employment and entrepreneurship keeps growing in those countries as a result of new technologies and changes in society. Contrary to what happens in the developed world, however, we have much entrepreneurship but a shortage of labour laws to help innovation thrive. Even after the recent Labour Reform, our legislation still requires much modernization.

 

The labour market has totally changed from when the current legislation was created nearly one century ago. In those days, employees were the absolute majority of workers. They are now a minority. In practice, our old-fashioned labour legislation plus anachronic interpretation of it by the Labour Courts result in the vast majority of workers being jobless or in the grey market. With increasingly fast changes in technology, the problem will only get worse unless we adapt our laws. To keep pace with a world of artificial intelligence, robots, digital transformation, industry 4.0, shared economy and the whole technological revolution, we really need a Labour Reform 4.0.

 

More efficient technologies increase the profitability of businesses and the remuneration of workers, but only workers and businesses who participate in this movement. Failing to accompany the changes in technology and in society shall be deadly for businesses, for careers and for the country itself.

 

If Brazil does not adapt to the new times with a coherent legislation, we shall cut Brazilians out of the development of the next decades. We must reduce bureaucracy, improve legal certainty, curb taxation complexity and facilitate access to new markets, opening up the economy. Who could possibly stop such a Brazil?

 

For this to become reality, though, innovation is more and more needed in the very way of thinking. Technology, business models and the labour market have already changed, but the mentality of people is much harder to change. 

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

Click here and view Ricardo’s lectures.

 

Follow me on: FacebookTwitterYouTube, InstagramMedium e LinkedIn.

 

Translation: Simone Montgomery Troula

 
 



Comentar (0) »




Episódio #14 – O atual cenário do mercado para pets

postado em Podcast - Economia Falada


Trechos da entrevista do economista Ricardo Amorim ao portal Superpet, set/2019.
Como o mercado para pets se desenvolveu nos últimos anos e quais são os desafios pela frente?
 

 
 



Comentar (0) »




| Próxima página »