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The Forgotten Reform

postado em In English


09/2017

By Ricardo Amorim

 

 

Brazil is being reformed. No shortage of reasons. The biggest moral, political and economic crisis in history could not go unanswered. The quality of responses varies greatly. The Labour, Social Security and Tax reforms, the Cap on Public Expenditure and the privatization and concessions program fall short of what was desired but they still strengthen the generation of jobs and wealth and the country’s potential for growth. On the other hand, the 10 Measures Against Corruption and the Political Reform were disfigured by congressmen. For fear of losing the protection of the “privileged court” benefit extended to members of Congress, politicians strive to intimidate whoever investigates and judges them, at the same time as they try to increase their chances of reelection by changing the electoral rules.

 

Another fundamental reform that wasn’t even discussed so far is the Reform of the Judiciary Power.

 

The major demand from the population today is the combat against corruption. The current organization of the Judiciary has not been capable of responding to that. By and large, lower courts have played their role to investigate and try to punish the corrupt, but higher courts frequently prevent that from happening – out of lethargy or political interference.

 

It is urgent to make Justice more agile and free it from political pressure. There is not another country in the world that I know of where Justice has four instances, like here. Endless procrastinating appeals benefit the guilty, paralysing our Justice with the accumulation of cases. This must change.

 

Even more important is to guarantee the independence among powers, which is weakened by the fact that the Attorney General of the Republic, the Supreme Court Justices and the ministers in the Municipal, State and Federal Courts of Accounts are all appointed by leaders of the Executive Power. They should all be chosen by their own peers, to ensure effective independence to the Judiciary Power.  Besides, the right to “privileged court” must be seriously limited, perhaps even extinct, to prevent the Supreme Court being overloaded with cases and to guarantee that impunity comes to an end.

 

Besides, the Judiciary has abusive prerogatives. No-one can judge cases that affect them directly. Unfortunately this happens when Justices decide, for instance, that the ceiling for remunerating  public servants does not include remuneration paid in cash but not named “salary”. Justices inflate their own earnings and that of their peers. In Minas Gerais, for instance, 98% of judges are paid above the legal cap. How can a common citizen trust Justice if those who should zeal for its enforcement are the first to abuse it in their own benefit? We must create objective mechanisms preventing judges from judging causes that affect them directly, or when they are not impartial. Due to esprit-de-corps, this is not what happens now. None of the 80 requests for impeachment or suspicion filed with the Supreme Court was even addressed by the full Court. They were all rejected by the various presidents of the Supreme Court. In several such cases, the relations between the judge and the defendants made the lack of impartiality flagrant.

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

 

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Translation: Simone Montgomery Troula

 
 



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Ricardo Amorim abordou tendências da economia brasileira e mundial, em evento do Sicredi

postado em Palestras


09/2017

Radio Cultura Foz

Por Josué Calebe

 

Foto: Rogerio Canella 

 

Nesta terça-feira, 12 de setembro, o economista e consultor financeiro Ricardo Amorim ministrou uma palestra em Foz do Iguaçu (PR), no Hotel Golden Park Internacional. O evento, promovido pela Cooperativa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ reuniu cerca de 1.200 pessoas e provocou reflexões sobre o cenário atual brasileiro e mundial, com o tema “Por que a economia deve melhorar e surpreender positivamente nos próximos anos? Como aproveitar as oportunidades de recuperação?”.
 
Voltado aos associados e ao público em geral, o evento também teve cunho beneficente. O valor de R$ 22.000,00, que foi arrecadado com a venda dos ingressos, foi doado integralmente para o Centro de Nutrição Infantil de Foz do Iguaçu, que ajuda famílias em situação de risco. A instituição também recebeu um carro doado pelo Sicredi. “Ficamos muito felizes com o apoio do Sicredi em reverter o valor arrecadado com a palestra. A surpresa maior veio com a doação do carro, que será de grande utilidade, pois o nosso está precário”, comemora Gelsi Rucker, membro da diretoria do Centro de Nutrição Infantil de Foz do Iguaçu.

 

Sinais de melhora econômica

 

De acordo com Ricardo Amorim, o país já apresenta sinais de recuperação econômica do pior momento econômico já registrado. “O Brasil viveu a pior crise econômica da sua história, mas está saindo dela e os próximos anos serão melhores do que as pessoas imaginam e haverá um monte de oportunidades para quem souber aproveitá-las”, observa. “Estar em Foz do Iguaçu é sempre bom e dessa vez foi melhor ainda por poder participar de um evento do Sicredi com tanta gente reunida por uma causa tão nobre, como ajudar uma instituição que faz o bem para as pessoas”, complementa.
 
Na mesma ocasião, o presidente da Cooperativa, Luiz Hoflinger tratou sobre a importância da cooperativa estar próxima às pessoas levando informação e formação. “O Sicredi procura sempre dar muita atenção para a sociedade onde está inserido, buscando no dia a dia ter um bom relacionamento e atendimento com o associado e comunidade. Com isso, trouxemos a palestra do Ricardo Amorim, que abordou sobre o momento atual do país, o futuro e as tendências favoráveis para a economia. Além de promovermos uma ação social, onde todo dinheiro arrecadado foi revertido para o Centro de Nutrição de Foz do Iguaçu”, enfatiza.

 
 



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Cobertura da palestra de Ricardo Amorim no Fórum Sebrae de Negócios

postado em Entrevistas | Palestras


09/2017

Jornal de Mato Grosso

 

 



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A Reforma Esquecida

postado em Artigos


09/2017

Por Ricardo Amorim

 

 

O Brasil está em reformas. Razões não faltam. A maior crise moral, política e econômica da história não poderia ficar sem respostas. A qualidade das respostas varia muito. As reformas Trabalhista, Previdenciária e Tributária, o Teto de Gastos Públicos e o programa de privatizações e concessões estão aquém do desejado, mas fortalecem a geração de empregos e riqueza e o potencial de crescimento do país. Por outro lado, as 10 Medidas Contra a Corrupção e a Reforma Política foram desfiguradas pelos congressistas. Com medo de perderem a proteção do foro privilegiado, os políticos estão empenhados em intimidar quem os investiga e julga e aumentar suas chances de reeleição mudando as regras eleitorais.

 

Outra reforma fundamental sequer entrou em discussão até agora: a Reforma do Judiciário.

 

A maior demanda da população hoje é o combate à corrupção. O atual modelo de organização do Judiciário não tem sido capaz de responder a ela. As instâncias inferiores do Judiciário têm, em geral, cumprido seu papel de investigar e tentar punir os corruptos, mas as instâncias superiores têm frequentemente impedido que isto aconteça – por letargia ou ingerência política.

 

Urge tornar a Justiça mais ágil e livrá-la das pressões políticas. Não há no mundo, que eu saiba, outro país onde a Justiça tenha quatro instâncias, como aqui. Uma infinidade de recursos protelatórios beneficiam culpados, paralisando nossa Justiça por acúmulo de processos. Isso tem que mudar.

 

Ainda mais importante é garantir a independência entre os poderes, que é enfraquecida com o Procurador Geral da República, os ministros do STF e os ministros dos tribunais de contas de municípios, estados e da União sendo indicados pelos líderes do Poder Executivo. Todos deveriam ser escolhidos pelos seus próprios pares, garantindo a independência efetiva do Poder Judiciário. Além disso, o foro privilegiado tem de ser severamente limitado, ou talvez até extinto, para impedir que o STF seja sobrecarregado, e garantir que a impunidade termine.

 

Além disso, o Judiciário tem prerrogativas abusivas. Ninguém pode julgar casos que lhe afetam diretamente. Infelizmente, isto acontece quando juízes decidem, por exemplo, que o teto de remuneração dos servidores públicos não inclui remunerações pagas em dinheiro, mas não denominadas “salário”. Juízes inflam seus próprios rendimentos e o de seus pares. Em Minas Gerais, por exemplo, 98% dos juízes ganham mais do que o teto legal. Como pode o cidadão comum confiar na Justiça, quando aqueles que deveriam zelar pelo seu cumprimento são os primeiros a abusá-la em benefício próprio?Temos de criar mecanismos objetivos para que juízes não possam julgar causas que lhes impactam diretamente, ou quando não são isentos. Por corporativismo, isso não acontece atualmente. Nenhum dos 80 pedidos de impedimento ou suspeição que chegaram ao STF nos últimos 10 anos sequer foi apreciado pelo colegiado. Todos foram rejeitados pelos vários presidentes do STF. Em vários deles, as relações entre o juiz e os réus tornava a falta de isenção flagrante.

 

Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner e ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças.

 
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Matéria sobre palestra de Ricardo Amorim sobre transformações, tecnologia e oportunidades para o SEBRAE. em Cuiabá

postado em Palestras


09/2017

Mato Grosso Econômico

Por Alessandro Torres

 

Expoagas2017 – Crédito da imagem: Dani Villar

 

O consultor Ricardo Amorim, economista mais influente do Brasil, esteve no Fórum Sebrae de Negócios nesta segunda (04), realizado no Centro de Eventos Pantanal em Cuiabá/MT.

 

Durante sua palestra disse que o Brasil, apesar da crise vive um momento de transição positiva. “A economia vive de ciclos e quando a situação está muito turbulenta, principalmente na política que impacta diretamente a economia, a tendência é ter uma melhora posterior. Um ciclo de mercado dura em torno de 3 a 8 anos, tanto bom quanto ruim”, ressalta.

 

Entretanto os empresários precisam ficar atentos à guerra de preços em momentos de crise. Amorim disse ao Mato Grosso Econômico que este é um dos fatores mais perigosos no mercado.

 

“A redução de preço significa diminuição de margem e quando isso ocorre, a empresa fica com menor capacidade de investimento em inovação, além de ter menor rentabilidade. Não é um processo sustentável, acaba sendo uma estratégia de curto prazo arriscada” alerta.

 

Segundo o economista, a única forma de reduzir preço de maneira mais assertiva é diminuindo custos, inovando, otimizando processos e encontrando melhores formas de atuação empresarial. “Caso contrário o produto vira uma commodity, ou seja, sem diferencial. É preciso mostrar o que o seu produto tem que os outros não tem” complementa.

 

Agronegócio e Indústria

 

O agronegócio vem puxando o Brasil e deve continuar, pois a China aumentará cada vez mais a demanda por alimentos no país. Entretanto, a Índia cresce mais do que a China e deve ser o principal demandador do agronegócio brasileiro nos próximos anos.

 

“Além da produção, Mato Grosso deve investir também em agregar valor na produção. O Chile já foi exportador de uva e hoje é de vinho. É preciso agregar a cadeia produtiva aproveitando os recursos existentes”, disse.

 

As cidades que mais cresceram no Brasil nos últimos 15 anos foram do interior, devido ao agronegócio e também a indústria que é muito promissora do país. “A região de Franca/SP cresceu por conta do setor de calçados. Joinvile foi puxada pelo setor de auto peças, pois várias montadoras foram para lá. Em Caxias do Sul, o crescimento foi devido ao polo industrial metal-mecânico”, comenta o economista.

 

Recomendações em momentos de crise

 

Ricardo Amorim recomenda aos empresários neste momento de crise algumas ações importantes, entre elas cuidar do caixa da empresa, controlando custos, mas não deixando de aproveitar para fazer investimentos. Outra sugestão é investir em inovação, melhorar processos internos, produto, serviço e atendimento.

 

“A recuperação econômica está por vir e essa transição aproveitará quem estiver mais preparado no mercado”, finaliza Amorim.

 
 



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