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“Futuro do mercado e novas tecnologias”, foi o tema da palestra realizada pelo economista Ricardo Amorim

postado em Palestras


02/2018

Panrotas

Por Beatrice Teizen

 

Expoagas2017 – Crédito da imagem: Dani Villar

 
Uma vez ao mês o Travel Managers Group (TMG) se reúne para discutir práticas do mercado de viagens e eventos corporativos, compartilhar informações e fazer networking. Composto por mais de 30 gestores de companhias, como Unilever, Honda, Embraer e KPMG, o grupo também busca empresas que possam ajudar nas funções do dia a dia e para serem parceiras no futuro.
 
A reunião deste mês, realizada hoje no espaço Eventos Fly, em São Paulo, contou com uma palestra do economista Ricardo Amorim, que mostrou o cenário político e econômico atual do país e o que pode ser esperado para os próximos anos.
 
O tema “futuro do mercado e novas tecnologias” foi o debate desta edição do encontro. Apresentado pelo gestor de Viagens da Unilever, Vinicius Luz, foi trazido à tona quão atrasado está o Brasil – e a América Latina como um todo – em plataformas tecnológicas, se comparado a outros países.
 
De acordo com pesquisas apresentadas pelo gestor, até 2030, 16 milhões de brasileiros terão a carreira alterada devido ao avanço tecnológico. Desde 2010, o número de robôs industriais cresce 9% ao ano. Além disso, seis entre dez trabalhos podem ter 30% de suas atividades automatizadas.
 
“O mercado tem crescido muito em tecnologia, mas nossa percepção é de que a América Latina está muito atrás. Vemos uma resistência na parte de software da ferramenta ou plataforma e o funcionamento de aplicativos no País. Com a nova leva de gestores, que estão focados em desenvolver um projeto para o crescimento do mercado, é muito importante que essa questão seja melhorada”, comenta.
 
Ainda segundo Luz, o gestor é visto dentro da empresa como um gasto, alguém que não traz lucro. É por isso que grupos como o TMG e encontros de representantes da indústria são importantes: para trazer informações e compartilhar experiências com o intuito de mostrar às companhias formas de economizar, além de projetos que agreguem, valorizando, assim, o papel do profissional.
 
 



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Dois pesos e duas medidas

postado em Artigos


01/2018
Por Ricardo Amorim

 

 

O Brasil criou o péssimo hábito de não tratar a todos da mesma forma. Pior ainda, o costume ficou tão arraigado que já nem nos chocamos mais que alguns recebam tratamento de primeira classe enquanto a maioria é tratada com desdém. Enquanto funcionários públicos se aposentam com aposentadoria integral, a maioria dos brasileiros tem de se contentar com uma fração disso. Enquanto a Justiça para a maioria dos brasileiros é uma, para aqueles que gozam de foro privilegiado, é outra. Enquanto juízes e legisladores gozam de auxílio-paletó, auxílio-moradia, auxílio-isso, auxílio-aquilo a maioria dos brasileiros nem sabe o que é isso. Enquanto funcionários públicos têm estabilidade de emprego garantida, os brasileiros que pagam seus salários através do pagamento de  impostos podem ser demitidos a qualquer momento.

 
O mais novo caso em que os mais fracos receberam tratamento de cidadãos de segunda classe no Brasil refere-se ao Refis, o programa de refinanciamento de dívidas do governo federal. Como é de conhecimento geral, o Congresso Nacional aprovou um projeto que beneficia grandes empresas com o  parcelamento de dívidas tributárias com a União. Na sequência, o mesmo Congresso Nacional aprovou por unanimidade um projeto que estende o mesmo benefício aos pequenos negócios, nos mesmos parâmetros do que foi concedido às grandes empresas. A diferença é que o governo federal sancionou o projeto que concede os benefícios às grandes empresas, mas vetou aquele que concederia os mesmos benefícios às micro e pequenas empresas.
 
A justificativa para o veto presidencial foi que este projeto pioraria a situação já precária das contas públicas. A justificativa é verdadeira, mas é inaceitável que ela não tenha sido considerada no caso das grandes empresas e ganhe uma importância desproporcional no caso das micro e pequenas empresas. Além de não ser isonômico, este tratamento diferenciado é injusto e contraproducente. As micro e pequenas empresas, deixadas de fora do Refis, são responsáveis por mais da metade dos empregos no país e são mais vulneráveis que as grandes a uma crise econômica das proporções da que atingiu o país nos últimos anos.
 
Além disso, em um país em que a carga tributária é uma das mais elevadas entre os países emergentes e, ainda assim os serviços públicos deixam muito a desejar, fica claro que o problema essencial das finanças públicas não é falta de receitas, mas a corrupção e o excesso de gastos e desperdícios, incluindo, aliás, os diversos casos em que alguns recebem privilégios que não são estendidos a todos os brasileiros.
 
Seria bom se o Congresso Nacional começasse a reverter este quadro, derrubando o veto presidencial e garantindo que as pequenas empresas recebessem o mesmo tratamento que as grandes. Imagine o país que poderíamos construir se todos aqui fossem tratados da mesma forma.
 
#refispropequeno
 
Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.
 
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The 4th industrial revolution is here already*

postado em In English


01/2018

By Ricardo Amorim

 

Imagem-Shutterstock

 
If you think artificial intelligence (A.I.) is something futuristic, still an embryo or to be found only in science fiction, it is time to think again. It is already a reality, much more present in our lives than what you probably realize.  The 4th industrial revolution is already here. And it has come to redefine our way of thinking, doing, communicating and living.
 
A decade ago we lived the era of intelligent telephones – the smartphones – and their apps. Waze, WhatsApp, Uber, social networks, and apps related to newspapers, magazines, banks and so many others became part of our daily life. There is a new technologic revolution under way, which will put the previous one to shame.
 
According to a research by the Bank of America Merrill Lynch, systems equipped with A.I. will mean USD 70 billion in the next four years, beginning with the banking sector itself, entailing cost reduction, efficiency gains, process automation and anti-fraud capabilities. By 2025, 75% of developer teams will include artificial intelligence in one or more services, and the cognitive computing market shall amount to more than USD 2 trillion.
 
According to a recent survey by IBM involving 525 marketing leaders and 389 sales leaders of global companies, 64% of executives believe their companies will use A.I. in the next three years and 91% believe cognitive computing will help their organizations. Ginni Rometty, IBM global CEO, stated that Watson, the company’s cognitive solution platform, is already used by about 1 billion people. Yes…one billion people!
 
Whether or not you know it, you must have been served by, or talked to, a computing system which simulates a human being – such as ChatBots, Siris or Google Assistant – but artificial intelligence is much more than that. It has come to revolutionize our lives and businesses. Bradesco, for instance, already uses the IBM Watson in its call centre and in all of its 5.650 branches in the country to help attendants and managers to answer over 200 thousand questions on the bank’s products and services.
 
Another reality already among us are companies, organizations and brands investing in personalized communication with their clients. It is possible, today, to answer to specific needs of people or small groups, and not just generically to the great masses. Nexo, a cognitive solution consulting firm which is an IBM partner in the country, already does that for firms such as Whirlpool, Vertiv, Smiles and even the São Paulo Court of Justice, for example. In a recent event to launch the first Volkswagen electric truck, Nexo implemented an A.I. solution to enable the public to “talk” to the assembler’s new model. Yes, quite that: “talk” to the truck!
 
What about you and your business? Are you ready for the revolution?
 
*Originally published in aaa.academy
 
Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.
 
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Translation: Simone Montgomery Troula
 
 



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A economia brasileira vai crescer muito mais do que as pessoas acreditam, afirma o economista Ricardo Amorim

postado em Entrevistas | Palestras


11/01/2018

 Sistema OCB

 

 
Os brasileiros devem começar a sentir, nos próximos anos, os efeitos pós-crise econômica. E, se as previsões do economista Ricardo Amorim se confirmarem, eles serão positivos! O especialista em administração e finanças internacionais foi o convidado especial do último evento com foco econômico e destinado a cooperativas de crédito, realizado, em 2017, pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). O evento ocorreu na Casa do Cooperativismo Brasileiro, em Brasília, na quinta-feira, dia 14/12.
 
Ricardo Amorim, que atua no mercado financeiro desde 1992, dentro e fora do país, sempre como economista e estrategista de investimentos, apresentou um estudo no qual é possível visualizar que, desde 1900, todas as vezes que o Brasil viveu uma grande recessão, os anos seguintes registraram um crescimento econômico favorável.
 
Segundo ele, esse fenômeno vai voltar a ocorrer nos próximos três anos. Ele considerou a atual crise econômica, pela qual passam os brasileiros, como algo de proporções que o Brasil nunca viu antes. Amorim também fez questão de frisar que o momento de as cooperativas crescerem é agora, já que o cenário é favorável para ramos como crédito, agropecuário, saúde e educacional.
 
Ele que é um dos debatedores do programa Manhattan Connection da Globo News desde 2003 e colunista na revista IstoÉ, é o entrevistado desta semana no portal do Sistema OCB. Confira abaixo o que ele pensa sobre crise, oportunidade e cooperativismo. ​​
 

Em momentos de crise econômica, qual o grande problema das expectativas, independentemente de serem positivas ou negativas?

 
A questão das expectativas é que elas refletem o passado e não o futuro, normalmente. Quando o passado é bom, as expectativas tendem a ser muito altas. Quando o passado é ruim elas tendem, pelo contrário, a ser muito baixas.
 
Ou seja, como o passado recente da economia brasileira foi péssimo, as expectativas são as piores possíveis. A gente viveu a mais longa, profunda e grave crise econômica da história brasileira e ela veio junto com uma crise política e moral, também, em proporções que o Brasil nunca tinha visto. E a conclusão é: o brasileiro tem expectativas muito ruins para os próximos anos, considerando o aspecto econômico.
 
Eu, ao contrário, tenho exatamente as expectativas opostas. Porque, se analisarmos a história brasileira desde 1900, todas as vezes que vivemos crises econômicas graves, na sequência o que nós tivemos foi um crescimento econômico muito forte.
 
Veja só, todas as vezes que saímos de uma crise econômica muito aguda – e nenhuma delas foi tão aguda quanto essa, o Brasil cresceu, pelo menos 5% ao ano, por pelo menos três anos seguidos, na sequência.
 
Hoje, os economistas estimam um crescimento econômico de 2% para o Brasil, nos próximos três anos, na média. Contudo, para mim, a economia brasileira vai crescer muito mais do que as pessoas acreditam, atualmente. 
 ​​

Então, uma crise é importante para o processo econômico?

 
Ouvimos falar muito que as crises trazem oportunidades, mas eu prefiro pensar diferente. As crises, na verdade, trazem problemas! O que pode trazer oportunidade é como nós reagimos a elas. No cooperativismo, por exemplo: o que faz com que se converta crise em oportunidade é exatamente o fato de que as pessoas se aproximarem mais.
 
Então, o que a crise cria é a oportunidade de nos reinventarmos de uma forma melhor e mais forte. Se as cooperativas conseguirem ter a capacidade de melhorar seus processos, suas equipes, seu atendimento, seu serviço e seus produtos, aí, sim, elas terão criado as oportunidades.
 

Mas é possível registrar crescimento, sem passar por uma crise?

 
Em tese, sim, mas infelizmente, a natureza humana mostra que só nos mexemos quando a coisa fica difícil, não quando a coisa está fácil. Eu costumo dizer, em tom de brincadeira, que sou uma pessoa ‘do contra’. Quando as coisas vão bem, costumo ser aquele que faz o papel de chato, que alerta para não afrouxar, que é o costumamos fazer, já que tudo está favorável.
 
Quando as coisas estão indo bem, achamos que continuarão caminhando bem sozinhas, mas isso não acontece. Elas só foram bem, graças ao que fizemos bem anteriormente. É por isso que precisamos continuar assumindo o nosso papel de protagonista para que as coisas continuem indo bem. Afinal, tudo é reflexo do que fazemos.
 
A crise faz o contrário. Quando as coisas vão mão, elas nos apertam, nos chacoalham e aí, sim, percebemos que precisamos fazer o que precisa ser feito para tudo melhor. 
 ​​

Então, considerando esse cenário em que as coisas começam a melhorar, quais as oportunidades que as cooperativas têm diante de si?

 
Falando especificamente sobre as cooperativas de crédito, a grande oportunidade vem do fato de que, hoje, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, não estão em uma situação financeira tão tranquila quanto estavam há alguns anos.
 
Na minha opinião, isso se deve a algumas diretrizes erradas de pisar no acelerador num momento em que a economia brasileira estava piorando (estamos falando de três, quatro anos atrás). Essas diretrizes erradas causaram alguns problemas de crédito na carteira dessas duas instituições, deixando-as mais limitadas para expandir seu crédito.
 
Os bancos estrangeiros têm reduzido sua presença no Brasil e os bancos privados também têm sido reticentes. Isso é que cria as oportunidades para as cooperativas de crédito.
 
Outro ponto, é que as cooperativas, de maneira geral, atuam nos setores que estão entre os que mais crescem no Brasil. Dentre eles, posso citar três:
 
– Educação: temos a participação de cooperativas muito importantes nesse setor. O Brasil viveu um momento de expansão da classe média – fenômeno que deve volta a ocorrer nos próximos anos – e isso fez com que muitas pessoas buscassem mais educação.
 
– Saúde: o mesmo fenômeno fez com que muitas pessoas buscassem mais saúde. E essa é uma outra área em que as cooperativas são muito fortes. Aliás, saúde é um setor que as pessoas tendem a buscar cada vez mais, porque o setor público está em uma situação financeira difícil, limitando sua capacidade financeira de prover esse serviço básico ao cidadão. Consequentemente, isso gera oportunidade para quem trabalha com saúde no setor privado.
 
– Agronegócio: esse setor vem sendo e continuará a ser um dos motores da economia brasileira, porque a demanda por comida no mundo, principalmente vinda da China e da Índia, deve crescer muito mais nas próximas décadas. E isso gera, mais uma vez oportunidades para as cooperativas agrícolas porque elas são muito fortes.
 
Aliás, por falar em cooperativas agropecuárias, temos um outro fator de oportunidade para todas as outras cooperativas: graças ao agronegócio forte, o interior do país também tem se fortalecido muito.
 
Nos últimos 15 anos, para se ter uma ideia, as cidades do interior cresceram muito mais que as capitais brasileiras. E em 2018 isso não será diferente. A grande questão é que, as cooperativas, em geral, têm uma grande presença nas cidades do interior do país, especialmente as agropecuárias e de crédito.
 
 



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A 4ª revolução industrial já chegou*

postado em Artigos


01/2018

Por Ricardo Amorim

 

Imagem: Shutterstock

 
Se você acha que inteligência artificial (I.A.) é algo futurista, embrionário ou encontrado apenas nas histórias de ficção científica, é hora de repensar. Ela já é uma realidade muito mais presente em nossas vidas do que você, provavelmente, já se deu conta. A 4ª revolução industrial chegou. E veio para redefinir nosso jeito de pensar, fazer, comunicar e viver.

 

Há uma década, vivemos a era dos telefones inteligentes — os smartphones — e seus aplicativos. Waze, WhatsApp, Uber, redes sociais, e aplicativos de jornais, revistas, bancos e tantos outros passaram a fazer parte do nosso dia a dia. Há uma nova (r)evolução tecnológica em curso, que vai colocar a anterior no bolso, com o perdão do trocadilho.

 

Segundo estudo do Bank Of America Merril Lynch, sistemas dotados de I.A. movimentarão US$70 bilhões já nos próximos quatro anos, começando pelo próprio setor bancário, com redução de custos, ganhos de eficiência, automatização de processos e sistemas antifraude. Até 2025, 75% das equipes de desenvolvedores devem incluir inteligência artificial em um ou mais serviços e o mercado de computação cognitiva deverá representar mais de US$ 2 trilhões.

 

De acordo com uma pesquisa recente da IBM com 525 líderes de marketing e 389 líderes de vendas de empresas globais, 64% dos executivos acreditam que suas empresas usarão I.A. nos próximos três anos e 91% acreditam que a computação cognitiva ajudará suas organizações. Ginni Rometty, CEO global IBM, afirmou que o Watson, plataforma de solução cognitiva da empresa, já é usada por cerca de 1 bilhão de pessoas. Sim, 1 bilhão de pessoas!

 

Sabendo ou não, você já deve ter sido atendido ou ter conversado com um sistema de computador que simula um ser humano — como ChatBots, Siris ou Google Assistente — mas Inteligência Artificial é muito mais do que isso. Ela veio para revolucionar nossas vidas e os negócios. O Bradesco, por exemplo, já usa o IBM Watson em seu call center e em todas as suas 5.650 agências no país para ajudar os atendentes e gerentes a responderem mais de 200 mil perguntas sobre os produtos e serviços do banco.

 

Outra realidade já presente são empresas, organizações e marcas investindo em uma comunicação personalizada com seus clientes. Hoje, já é possível responder de forma específica às necessidades das pessoas e de pequenos grupos e não apenas de forma genérica à grande massa. A consultoria de soluções cognitivas Nexo, parceira da IBM no país, já faz isso para empresas como Whirlpool, Vertiv, Smiles e até mesmo o Tribunal de Justiça de São Paulo, por exemplo. Recentemente, em uma feira de lançamento do primeiro caminhão elétrico da Volkswagen, a Nexo implementou uma solução de I.A. para que o público pudesse conversar com o novo modelo da montadora. Isso mesmo, conversar com o caminhão.

 

E você e o seu negócio, estão prontos para a revolução?

 

*Artigo originalmente publicado em aaa.academy

 

Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasilsegundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

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