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Episódio #55 – Tendências na economia e nos negócios pós-pandemia

postado em Podcast - Economia Falada



Palestra completa do economista Ricardo Amorim sobre a nova configuração da economia brasileira e mundial e as consequências da grande aceleração causada pela pandemia do coronavírus. Quais são as tendências mais relevantes? Como conseguir transformar a crise em oportunidade? #economia #saude #eventosonline #investimentos #pandenomics

 

 

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Episódio #54 – O dito pelo não dito – desconstruindo verdades prontas

postado em Podcast - Economia Falada



Entrevista concedida ao Alexandre Pellaes, criador da Exboss, onde analisamos e desconstruimos frases do senso comum, ditas como verdades, e resignificamos para os dias atuais. #economia #saude #eventosonline #investimentos #pandenomics

 

 

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A mudança de mentalidade que o home office pode causar.

postado em Artigos


10/2020

Por Ricardo Amorim

 

 

Recentemente, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), assinou um decreto que torna permanente o home office, no serviço público. Muitos servidores já trabalham de casa desde o começo da pandemia. A medida pode gerar uma economia de R$ 1 bilhão em 7 anos para a prefeitura de São Paulo. No governo federal, em apenas 5 meses, entre os meses de abril e agosto, mais de R$1bilhão foi economizado com o trabalho remoto em função da redução de custos com diárias, passagens, despesas de locomoção, auxílios para os servidores e serviços de energia elétrica, cópias de documentos, comunicações, água e esgoto.

 

Economizar recursos públicos — dinheiro suado do trabalho de todos nós, transferido ao setor público através dos impostos — já é um ganho considerável, mas não me parece que este seja o benefício mais importante que a adoção do home office pode trazer no setor público brasileiro.

 

Trabalhar de casa não é para todos, mas a instituição do home office até no setor público pode mudar a forma como trabalho é encarado no Brasil. Já passou muito da hora de abolirmos a mentalidade do cartão de ponto no país.

 

Focar na presença do funcionário no local de trabalho no horário combinado é herança de um modelo de produção fabril, onde havia a necessidade de que os operários estivessem na fábrica no horário combinado para que a linha de montagem pudesse funcionar.

 

Em inúmeras funções, isso não faz mais sentido hoje em dia. Quando possível, é muito melhor para o funcionário ter a flexibilidade de trabalhar no horário em que mais lhe convém e trabalhar mais em alguns dias e menos em outros, segundo sua conveniência e as necessidades do seu trabalho.

 

Aliás, trabalho não se mede pelo tempo de execução, por quão ocupado alguém está, nem sequer pela realização de tarefas. O valor do trabalho de cada um de nós depende da contribuição que ele traz para o cliente. É isso o que determina o quanto as pessoas estão dispostas a pagar por ele, independentemente de quanto tempo alguém levou para gerar aquela contribuição. Quanto antes as pessoas entenderem isso, mais chances terão de se realizarem profissionalmente, de contribuírem e ganharem mais e de inovarem mais — buscando formas de serem mais produtivas e com isso produzir e ganhar mais ou ter mais tempo para outras coisas.

 

Mas e a minoria que não cumprirá suas obrigações? Mais cedo ou mais tarde, será demitida. O home office requer mais responsabilidade. Para quem tiver, ele trará flexibilidade, liberdade, qualidade de vida e melhor remuneração.

 

Aliás, mais confiança na relação entre patrões e empregados pode ser outro legado fundamental da expansão do home office. Tomara.

 

Ricardo Amorim, autor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedIn, único brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

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Artigo Falado #7 – O home office é a maior revolução na forma de viver e trabalhar em séculos

postado em Podcast - Economia Falada



De acordo com pesquisa da USP com 1.300 pessoas, 70% gostariam de continuar trabalhando em home office, 19% não gostariam e 11% são indiferentes. Nem todas as funções trazem esta possibilidade, mas se estes resultados se confirmarem e se sustentarem ao longo do tempo, a humanidade vai passar pela maior revolução na forma de viver e trabalhar em muito tempo.

 

 

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O home office é a maior revolução na forma de viver e trabalhar em séculos

postado em Artigos


09/2020

Por Ricardo Amorim

 

 

De acordo com pesquisa da USP com 1.300 pessoas, 70% gostariam de continuar trabalhando em home office, 19% não gostariam e 11% são indiferentes.

 

Nem todas as funções trazem esta possibilidade, mas se estes resultados se confirmarem e se sustentarem ao longo do tempo, a humanidade vai passar pela maior revolução na forma de viver e trabalhar em muito tempo.

 

Só para ficar nas consequências mais óbvias, isto trará transformações brutais no mercado de trabalho, em mobilidade, no mercado imobiliário, para o meio ambiente, em logística e em digitalização.

 

Para agradar seus colaboradores, atrair talentos e reduzir custos com escritórios, muitas empresas optarão pelo home office. Ao eliminarem o escritório, não precisarão mais contratar só na cidade do escritório. Poderão contratar talentos de qualquer lugar do Brasil e do mundo.

 

Do lado do trabalhador, se não precisarem mais escolher onde morar em função da oferta de empregos, muitos sairão das megalópoles e irão viver no interior – em particular em cidades com boas escolas e segurança – na praia e no campo.

 

Haverá menos demanda por escritórios.

 

Menos cheias e com menos circulação de pessoas, as megalópoles terão menos trânsito. Com as pessoas passando mais tempo em casa e menos tempo no trânsito, imóveis pequenos e centrais vão se desvalorizar; imóveis mais distantes, mas maiores vão se valorizar. Com menos circulação nos grandes centros, a poluição diminuirá.

 

Com as pessoas e o mercado consumidor menos concentrada nas grandes cidades, a logística de distribuição será mais difícil e mais importante.

 

Tudo isso acelerará ainda mais a transformação digital.

 

Há inúmeras outras transformações significativas que ocorrerão, mas acho que já deu para ter uma ideia da revolução que vem por aí.

 

Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

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