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Lavish spending and the sinking of the brazilian economy

postado em In English


11/2018

By Ricardo Amorim

 

 

 

Maybe never before in the history of this country the expectations of a large part of the population on a new government were as big as they are now. Popular dissatisfaction with the terrible performance of the country and its consequences on the quality of life are easy to understand, but the factors that caused it are not understood by the majority of the people.

 

In the last 25 years, Federal spending – driven by expenses with the Welfare System and the civil service– expanded more than the economy. The trend in States and Municipalities was the same.  In Welfare, for instance, Brazil spends twice as much as rich countries – 14% X 7% of GDP – though its population is 8 years younger in average. Due to corruption, inefficiency, distorted priorities and privileges for some groups, the government spends a lot – but essential services are left without means. Only 3,8% of GDP are spent on Health, for instance, as compared to 6% of GDP in rich countries. Thus, more than 41 thousand hospital beds belonging to the national health system (SUS) were cancelled in the last 10 years. Another six beds are cancelled every day. On top of that, over 100 million Brazilians are not connected to a proper sewage system.

 

To pay for most of the increase in public spending, the taxes paid by businesses increased a lot – making products and services more expensive in Brazil than elsewhere – and the taxes paid by all Brazilians grew as much – dwindling the income left for consumption after paying taxes. With less productive investment and less consumption, the economy grew less. Consequently, the per capita income in Brazil, which used to be more than the World average, is now less. The average income of Brazilians now lags behind that of several other countries, including the Dominican Republic, Iraq, Botswana, Azerbaijan, Thailand, Turkmenistan and Gabon.

 

Besides, since public expenses grew even faster than taxation, the government dug deep into debt to afford them. Further indebtedness increased the expense with interest rates on the debt, further enlarging the gap in government accounts.

 

Due to the above, either the next President and his administration stand up to corruption and privileges and reduce public expenses on Welfare and the public service, really making room for investment on health, sanitation, security and infrastructure – or the lives of Brazilians will not improve significantly and on a sustained basis.

 

Ricardo Amorim is the author of the best-seller After the Storm, a host of Manhattan Connection at Globonews, the most influential economist in Brazil according to Forbes Magazine, the most influential Brazilian on LinkedIn, the only Brazilian among the best world lecturers at Speakers Corner and the winner of the “Most Admired in the Economy, Business and Finance Press”.

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Translation: Simone Montgomery Troula

 
 



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A gastança pública e a submergência da economia brasileira

postado em Artigos


10/2018

Por Ricardo Amorim

 

 

 
Talvez, nunca antes na história deste país, as expectativas de grande parte da população com um novo governo tenham sido tão grandes. A insatisfação popular com o péssimo desempenho do país e, por consequência, com sua qualidade de vida são fáceis de compreender, mas os fatores que os causaram ainda são incompreendidos pela maioria.
 
Nos últimos 25 anos, os gastos do governo federal – puxados pelos gastos com a Previdência e o funcionalismo – cresceram muito mais do que a economia. Nos estados e municípios, a tendência foi parecida. Na Previdência, por exemplo, o Brasil gasta o dobro dos países ricos – 14% x 7% do PIB –  apesar de ter uma população em média 8 anos mais jovem. Por corrupção, ineficiência, prioridades distorcidas e privilégios de alguns grupos, o governo gasta muito, mas serviços essenciais ficam sem recursos. Para a Saúde, por exemplo, vão apenas 3,8% do PIB, contra 6% do PIB nos países ricos. Por isso, mais de 41 mil leitos do SUS foram fechados nos últimos 10 anos. Seis leitos continuam sendo fechados diariamente. Para completar, mais de 100 milhões de brasileiros não têm acesso a tratamento de esgoto.
 
Para bancar a maior parte do aumento dos gastos públicos, os impostos pagos pelas empresas cresceram muito – tornando produtos e serviços no Brasil mais caros do que no exterior – e os impostos pagos por todos os brasileiros também – reduzindo a renda que sobra para consumo depois do pagamento dos impostos. Com menos investimento produtivo e menos consumo, a economia cresceu menos. Por consequência, a renda per capita no Brasil, que era maior do que a média mundial, hoje é menor. A renda média dos brasileiros foi ultrapassada pela de vários outros países, incluindo República Dominicana, Iraque, Botswana, Azerbaijão, Tailândia, Turcomenistão e Gabão.
 
Além disso, como os gastos públicos cresceram ainda mais rapidamente do que os impostos, o governo endividou-se cada vez mais para bancá-los. O crescimento do endividamento aumentou os gastos com juros da dívida, aumentando ainda mais o buraco das contas públicas.
 
Por tudo isso, ou o próximo Presidente e seu governo encaram a corrupção e os privilégios e reduzem os gastos públicos com Previdência e funcionalismo criando um espaço real para podermos investir como necessitamos em saúde, saneamento, segurança e infraestrutura, ou a vida dos brasileiros não vai melhorar significativamente e de forma sustentada.
 

Ricardo Amorimautor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedInúnico brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, presidente da Ricam Consultoria e cofundador da Smartrips.co e da AAA Plataforma de Inovação.

 

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O Brasil passa por um novo ciclo de crescimento econômico, garante economista Ricardo Amorim

postado em Palestras


10/2018

RIC MAIS PR

 

Foto: Marcos Zanutto

 

O Brasil passa por um novo ciclo de crescimento econômico e quem souber aproveitar as oportunidades do momento irá prosperar. Quem garante isso é Ricardo Amorim, considerado o economista mais influente do país, segundo a revista Forbes, e responsável por abrir o ciclo de palestras do Lidere 2018, o maior encontro empresarial do norte do Paraná.

 

Ricardo Amorim é economista formado pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-graduações no exterior, e que realiza amplo trabalho estratégico e de investimentos para empresas multinacionais. Autor do best-seller “Depois da Tempestade”, Amorim se especializou em estudar as economias de países emergentes e, nesse contexto, há poucos dias de um pleito eleitoral no Brasil, falou para um público ávido por informação.

 

A palestra ‘Por que e como a economia deve melhorar e surpreender positivamente nos próximos anos’ foi acompanhada por centenas de pessoas, que, durante 50 minutos, lotaram as dependências do Espaço Villa Planalto, em Londrina.

 

Gráficos demonstravam ao público que, após a crise política, o país passa por um ciclo econômico (fenômeno semelhante a outras crises enfrentadas na história, como nas décadas 1920, 1940 e 1980). Já são sete trimestres seguidos de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), com destaque para uma mudança fundamental de um setor econômico. “Pela primeira vez, a indústria cresceu mais que o consumo do comércio”, pontuou Ricardo Amorim. Ele demonstrou que se outras medidas forem adotadas pelo próximo governo, como uma Reforma Tributária, o avanço econômico pode ser ainda mais expressivo.

 

Nesse ciclo econômico, segundo análises de diversas consultorias, 35 milhões de brasileiros devem migrar da classe baixa para média e melhorar o desempenho do país, aproveitando que de cada quatro dólares produzidos, três são estão nos países emergentes. Além disso, educação e saúde devem ter impactos imediatos com a melhora da renda do brasileiro. “E as cidades do interior do país, como Londrina, sentirão isso mais a fundo. Estudos mostram que cidades do interior têm crescimento muito maior que capitais”, enfatizou.

 

Observando essa linha de crescimento, que aponta que nos próximos cinco anos a renda per capita da população chegará a $ 10,7 mil dólares, o próprio palestrante citou seu exemplo. Ricardo Amorim contou ao público que abriu, nos últimos meses, duas empresas nas áreas de inovação e consultoria (AAA Plataforma de Inovação e Smartrips.Co). “Não basta fazer a coisa certa, tem que fazer a coisa certa e na hora certa. Com a inovação, o que a humanidade produziu em mais de dois mil anos, será superado em apenas cinco [anos]”, acredita.

 

E o que você está fazendo para acompanhar essa tendência?

 
 



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A hora de investir é agora, alerta economista

postado em Palestras


10/2018

Folha de Londrina

Por Nelson Bortolin

 

 

O momento de surfar é agora. As pessoas se sentem inseguras na hora errada. Frases como essas foram usadas na quarta-feira (3) pelo economista e apresentador do Manhattan Connection, da Globonews, Ricardo Amorim, na abertura do Lidere 2018 – encontro empresarial promovido pela Acil (Associação Comercial e Industrial de Londrina), como apoio da FOLHA. O tema da apresentação dele foi “Por que e como a economia deve melhorar e surpreender positivamente nos próximos anos”.

 

Amorim lembrou que o País cresce há seis trimestres consecutivos, mas os investimentos ainda não apareceram por falta de confiança. “A sensação ruim reflete o passado e não o futuro”, disse ele, reforçando que agora é o momento de os empreendedores investirem. “É quando as coisas começam a melhorar e ninguém acredita. As pessoas deixam para apostar quando a economia está lá em cima, mas já pode ser o fim do ciclo de crescimento.”

 
O economista disse que este é o século dos países emergentes. “Antes, a cada três dólares, dois eram produzidos nos países ricos.” Mas, desde o início dos anos 2000, a cada três dólares, dois são produzidos nos emergentes. Para Amorim, o Brasil participava da “festa dos emergentes”, mas foi colocado para fora porque havia uma “pedra no caminho”: a ex-presidente Dilma Rousseff. Após a queda da petista, o País demorou a voltar a crescer por causa do escândalo dos irmãos Batistas – da JBS. “Tivemos um escândalo político que envolveu quase dois mil políticos”, destacou.
 
Amorim considera que do ponto de vista econômico as coisas estão se resolvendo. E que reforma trabalhista já surtiu efeito, tanto que a indústria tem crescido mais que os serviços. “A reforma reduziu o custo com ações trabalhistas”, justificou. Se as outras reformas forem feitas, como a tributária, o “Cristo Redentor vai virar um foguete com dois motores”, disse ele em referência a capa da revista britânica The Economist. Em 2009, o Brasil foi capa da publicação, devido ao bom momento econômico.
 

Segundo Amorim , a “confiança é o combustível” da economia. “Se o consumidor acredita que o futuro vai ser melhor, ele vai às compras. As empresas vendem mais e contratam mais funcionários, que ganham renda e passam a consumir mais. É um ciclo virtuoso.” E disse que, nas recessões mais acentuadas da história brasileira, os presidentes foram tirados do cargo, lembrando de Getúlio Vargas, João Goulart, Fernando Collor e Dilma.

 
INTERIOR
 
O economista disse que o interior tem crescido e vai continuar crescendo mais que as capitais. E o agronegócio vai continuar puxando a economia por mais 20 ou 30 anos. Para ele, Londrina tem muitas oportunidades, mas precisa “mergulhar de cabeça” na revolução tecnológica. “O que vai acontecer em cinco anos será maior do que aconteceu em 15 anos”, declarou.
 
 



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Economista abordou as expectativas para a área da saúde e provocou a plateia sobre inovações na atuação no mercado.

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10/2018

Unimed

 

 

Para falar sobre as oportunidades futuras no cenário econômico e encerrar a Convenção Nacional com chave de ouro, a plenária recebeu o economista Ricardo Amorim com o tema Por Que a Economia Deve Melhorar e Surpreender Positivamente nos Próximos Anos? Como Aproveitar as Oportunidades da Recuperação?. A mesa foi moderada pelo presidente da Central Nacional Unimed (CNU), Alexandre Ruschi.

 

Ricardo contextualizou o público presente com uma abordagem sobre as mudanças ocorridas desde o homo sapiens até a internet, para assim destacar o que o futuro reserva para a população mundial. “Daqui a cinco anos, ninguém neste evento trabalhará da mesma forma que trabalha hoje”.

 

Segundo ele, a população brasileira necessita de mais ambição para poder enxergar as oportunidades que surgem com a crise. “O Brasil é o país que mais está dando possibilidades de criar novos negócios. Temos coragem, mas não temos ambição. Se o próximo presidente der oportunidade, este País entrará em uma rota de sucesso”, afirmou otimista.

 

O palestrante expôs um levantamento sobre as expectativas dos brasileiros desde o governo de 2006, quando a realidade conseguia superá-las, e como a crise auxilia no desenvolvimento. “A boa notícia é que nada despenca para sempre. Tem uma hora que chega o fundo do poço. E quando isso ocorre, ele fica para trás”, disse, ressaltando que essa reviravolta se dá por conta da população. “As expectativas caem e o Brasil sempre avança. Isso porque quando está ruim as pessoas conseguem enxergar as possibilidades. Ou seja, nos sentimos seguros na hora errada”.

 

Em se tratando da área de saúde, o economista acredita que a procura por planos de saúde aumentará, em contrapartida, o impacto da procura médica também crescerá e, consequentemente, os custos para os planos. “A curto prazo não teremos melhorias. Mas, acredito que ocorrerá porque a evolução desse quadro está condicionada a uma coisa chamada emprego. Com mais emprego, tem mais gente adquirindo plano de saúde. Salvo se elegermos um doido de pedra que só faça bobagem – e eu reconheço que somos capazes –, eu acho que teremos uma virada”.

 

A contenção para a alta na demanda médica ficará a cargo da inteligência artificial. De acordo com o especialista, o cuidado digital é o futuro que possibilitará que os custos despenquem e o mercado de tratamento de saúde cresça absurdamente.

 

Ricardo frisou a necessidade de inovação e questionou sobre o que o Sistema fará para se adequar à realidade futura. “As maiores oportunidades de negócio acontecem quando estão todos pessimistas. O que vocês farão para criar as próprias oportunidades? Como vão tratar os clientes da melhor maneira? Os profissionais de saúde querem melhorar a vida das pessoas. Está na essência. A chance de fazer isso nunca foi melhor”.

 

Com isso, Alexandre Ruschi salientou a experiência da marca Unimed durante esses altos e baixos da economia. “Estamos há 50 anos mostrando que é possível, mas precisamos nos sacudir e dar a volta por cima. Dentro do próprio Sistema, estamos lotados de bons exemplos que fizeram isso”, disse o presidente da CNU.

 

Para finalizar, Ricardo destacou que “pouquíssimas empresas chegam aos 50 anos. A Unimed criou um ecossistema em que os médicos são os próprios donos do negócio, o que é um grande diferencial, pois a solução está nas mãos de vocês”.

 
 



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